| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
I SÉRIE — n.º 249
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 4
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Edição I Série n.º 249/2022
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| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. | a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. | a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. | a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). | a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). |
| Instituição: MPHRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. | a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). | a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. | a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Instituição: MIREME/INAM | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. | a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. |
| Instituição: MICULTUR | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. | a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. | a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. |
| Item | Quantidades | Valor estimado |
|---|---|---|
| Feijão Manteiga | 200 | 22 000 000 |
| Óleo Vegetal (1l=900grs) | 180 | 21 600 000 |
| Sal de Cozinha | 20 | 300 000 |
| Açúcar Castanho | 200 | 16 000 000 |
| Arroz | 1 000 | 60 000 000 |
| Milho | 1 000 | 60 000 000 |
| Total | 2 600 | 179 900 000 |
| Item | Total necessario | Disponível | Aquisições em curso | Défice |
|---|---|---|---|---|
| Tendas Comunitarias | 242 | 359 | 55 | |
| Tendas Multi Uso | 3 222 | 15 | - | (3 207) |
| Tendas Familiares | 4 833 | 3 148 | 4 000 | - |
| Kits de Abrigo | 9 667 | 6 115 | 4 000 | - |
| Kits de Ferramenta | 17 722 | 10 568 | 3 000 | (4 154) |
| Lonas Familiares 4x6m | 35 444 | 10 510 | 50 000 | - |
| Lonas Familiares 7x12m | 403 | 661 | - | - |
| Lonas Comunitárias 12x50 m | 81 | 72 | - | (9) |
| Rolos Plastico 1x50 m | 115 999 | 139 030 | 4 000 | - |
| Item | Quantidades | Valor estimado |
|---|---|---|
| Tendas Familiares | 4 000 | 200 000 000 |
| Kits de Abrigo e Acomodacao | 4 000 | 11 400 000 |
| Rolos plásticos (1x50m) | 4 000 | 14 560 000 |
| Kits de Ferramentas | 3 000 | 5 400 000 |
| Lonas de 4x6m | 50 000 | 50 000 000 |
| Tendas Comunitárias | 55 | 6 050 000 |
| Total | 287 410 000 |
| Item | Quantidades em unidades | |||
|---|---|---|---|---|
| Total necessário | Disponível | Aquisições em curso | Défice | |
| Tanques Flexiveis 5000l | 750 | 31 | 1 546 | - |
| Tanques Flexiveis 500 l | 167 | 21 | - | (146) |
| Tanques Rigidos | 8 | 20 | - | - |
| Estacao de Tratamento de Agua (ETA) | 22 | - | - | (22) |
| Kits de Teste Rapido | 110 | 131 | - | - |
| Baldes Plasticos | 41 687 | 25 980 | 30 000 | - |
| Jerricans | 83 374 | 6 648 | 40 000 | (36 726) |
| Certeza (Frascos 150ml) | 41 687 | 150 262 | - | - |
| Certeza (caixas) | - | - | - | - |
| Cloro em pacotes/kg | 41 687 | 4 371 | 242 077 | - |
| Lajes | 8 215 | 187 464 | 1 200 | - |
| Kit de Latrina | 8 215 | - | - | (8 215) |
| Rolos Plastico 2x12 m | 9 858 | 2 893 | - | (6 965) |
| Rolos Plastico 4x50 m | 39 433 | - | - | (39 433) |
| Sabao | 131 049 | 128 | - | (130 921) |
| Detergente em Po (Pacotes) | 99 299 | - | - | - |
| Pás | 8 215 | 37 600 | - | - |
| Enxadas | 8 215 | 143 | - | (8 072) |
| Catanas | 9 858 | 806 | - | (9 052) |
| Item | Quantidades | Valor estimado |
|---|---|---|
| Tanques Flexíveis 5000 l | 1 546 | 120 000 |
| Lajes Plásticas | 1 200 | 2 100 000 |
| Jerricans 20 Litros | 40 000 | 4 000 000 |
| Cloro em pacotes/kg | 242 077 | 4 841 540 |
| Baldes Plásticos | 10 000 | 2 000 000 |
| Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de | 2 500 000 |
| Local | CCGC | CTGC | COE | Regiões do INGD | UNAPROC (incluindo Desdobramento por Regiões | Equipa Humanitária Nacional | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nível central | 17 | 14 | 28 | 59 | |||
| Maputo Cidade | 57 | 57 | |||||
| Maputo Província | 27 | 54 | 81 | ||||
| Gaza | 27 | 54 | 81 | ||||
| Inhambane | 27 | 54 | 81 | ||||
| Sofala | 27 | 54 | 81 | ||||
| Manica | 27 | 54 | 81 | ||||
| Tete | 27 | 54 | 81 | ||||
| Zambezia | 27 | 54 | 81 | ||||
| Nampula | 27 | 54 | 81 | ||||
| Niassa | 27 | 54 | 81 | ||||
| Cabo Delgado | 27 | 54 | 81 | ||||
| Total | 17 | 341 | 568 | 30 | 925 | 900 | 2 781 |
| Cenário I | Cenário II | Cenário III | |
|---|---|---|---|
| Distritos | 41 737 | 48 684 | 199 921 |
| SP | 2 580 | 2 580 | 2 580 |
| INGD | 2 140 341 | 3 166 418 | 5 075 245 |
| MADER | 85 057 | 96 565 | 129 957 |
| MOPHRH | 2 131 762 | 2 646 982 | 4 257 706 |
| MINEDH | 51 920 | 70 585 | 183 450 |
| MISAU | 29 204 | 44 990 | 108 613 |
| MGCAS | 13 507 | 16 117 | 17 726 |
| MITADER | 17 383 | 26 048 | 28 877 |
| GABINFO/ICS | 1 996 | 3 105 | 3 209 |
| MTC | 13 436 | 19 338 | 31 597 |
| MIC | 5 588 | 9 104 | 10 329 |
| MINT | 1 186 | 34 546 | 124 767 |
| MDN | 3 424 | 2 491 | 3 489 |
| MIREME | 108 367 | 124 664 | 140 785 |
| MMAIP | 1 430 | 1 090 | 2 022 |
| MICULTUR | 1 | 1 300 | 1 300 |
| MEF/INE | 1 820 | 36 212 | 1 800 |
| Sub Total | 4 650 739 | 6 350 819 | 10 323 372 |
| Deslocados vitimas dos insurgentes | 6 128 522 | 6 128 522 | 6 128 522 |
| Total Geral | 10 779 262 | 12 479 342 | 16 451 895 |
| Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento | 1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn) | INGD MOPHRHResponsável |
|---|---|---|
| Assistencia alimentar Abrigo e socorro | 6 990 564.81 1 028 249.16 | INGD INGD |
| Saúde e higiene Água e saneamento | 108 613.00 506 750.41 | MISAU MOPHRH |
| Utensílios domésticos Assistencia alimentar | 363 648.31 6 990 564.81 | INGD INGD |
| Estradas Saúde e higiene | 2 600 685.70 108 613.00 | MOPHRH MISAU |
| Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos | 183 450.00 363 648.31 | MINEDH INGD |
| protecçãoEstradas e recreação | 2 60017 726.00685.70 | MGCASMOPHRH |
| AgriculturaEducação | 129183 957.00450.00 | MADERMINEDH |
| Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação | 20117 726.00522.61 | INGD/INAM/DNGRHMGCAS |
| outrosAgriculturaserviços | 348129 175.00957.00 | DemaisMADERSectores |
| Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica | 12 479 342.00 201 522.61 | INGD/INAM/DNGRH |
| Outrosoutros serviçosserviços | 348 175.00 | Demais Sectores |
| 7.2. Orçamento Disponível Par Total | a O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00 | -2022 |
| Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das ne | Valor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN) |
|---|---|
| Saldo em Outubro de 2022 | 0.00 |
| Orçamento Inscrito no OE 2023 | 326 000.00 |
| Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023 | 322 500.00 Valor disponível (103) |
| ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC | 4 429 790.500.00 |
| ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca | 32646 600.00000.00 |
| TotalBanco Mundial | 5 124322 890.50500.00 |
| Descrição | Orçamento (103 MZN) |
|---|---|
| Orçamento do Cenário II | 12 479 341.72 |
| Recursos Disponíveis | 5 124 890.50 |
| Défice | -7 354 451.22 |
| Descrição | Orçamento (103 MZN) |
|---|---|
| Orçamento do Cenário II | 12 479 341.72 |
| Recursos Disponíveis | 5 124 890.50 |
| Défice | -7 354 451.22 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Número ou marcador, página 23: j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: o) distribuição de redes mosquiteiras.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó).
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Número ou marcador, página 23: s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras. a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género. - Título de secção, página 24: 2234 — (48) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 24: Instituição: MOPHRH/DNGRH
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC);
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC);
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: i) campanhas de medição de caudal;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil);
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: e) emissão de comunicados de imprensa;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência);
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais;
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 24: d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal. a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência. a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros. a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos). a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Texto do artigo, página 25: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (49)
- Texto do artigo, página 25: Instituição: MOPHRH/ANE
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Número ou marcador, página 25: d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra-
-estruturas sociais básicas.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial. a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas. - Legenda, página 26: 2234 — (50) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 26: Instituição: MIREME/INAM
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES);
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas;
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Número ou marcador, página 26: d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis. a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres. a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres. - Texto do artigo, página 26: Em relação a iniciativa piloto de estabelecimento de um Sistema de Aviso Prévio à seca ligado a Acções Antecipadas, o Governo conta um apoio financeiros do Programa Mundial para Alimentação, no valor de 46.6 milhões de MZN (Quarenta e Seis Milhões e Seiscentos Mil Meticais), para a implementação dos Planos Distritais de Acções Antecipadas dos distritos piloto de Chibuto e Guijá, na província de Gaza, Marara e Changara, na província de Tete, bem como nos distritos de Caia e Chemba, na província de Sofala. Importa realçar que 68% do fundo disponível será destinado à programas de Protecção Social e 42% destina-se a actividades de promoção da segurança alimentar e nutricional.
- Número ou marcador, página 27: 6. BENS DISPONÍVEIS E NECESSÁRIOS
- Texto do artigo, página 27: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (51)
- Texto do artigo, página 27: 6.1. Operações de Busca e Salvamento
- Número ou marcador, página 27: 6. Bens Disponíveis E Necessários 6.1. Operações de Busca e Salvamento As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC)
- Texto do artigo, página 27: As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) para salvaguardar a vida das populações e segurança das infraestruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
- Texto do artigo, página 27: para salvaguardar a vida das populações e segurança das infra-estruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
- Texto do artigo, página 27: Tabela 8: Operações de Busca e Salvamento
- Texto do artigo, página 27: Resumo - Meios de busca e salvamento PROVÍNCIA Barcos Motores Barcos Pontes Móveis Camiões cisterna Camiões Tratores Total Total 76 99 8 2 5 100 290
- Texto do artigo, página 27: 6.2. Assistência alimentar As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões,
- Texto do artigo, página 27: 6.2. Assistência alimentar
- Texto do artigo, página 27: óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
- Texto do artigo, página 27: As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões, óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
- Número ou marcador, página 27: a) assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
- Número ou marcador, página 27: b) assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência; e
- Número ou marcador, página 27: c) assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
- Texto do artigo, página 27: O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares,
- Texto do artigo, página 27: O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares, cereais, feiões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
- Texto do artigo, página 27: Tabela 9: Assistência alimentar Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
- Texto do artigo, página 27: Resumo - Assistência alimentar Pessoas por assistir Risco Insan deslocados Total 295 166 511 244 1 122 440 1 928 850 Produtos Quantidade em Toneladas Total necessário (Ton) Disponível Aquisições em curso Défice Cereais 8 855 30 675 67 346 106 876 36 068 2 000 (70 808) Feijão Manteiga 1 771 6 135 13 469 21 375 7 008 200 (14 368) Óleo alimentar 664 2 301 5 051 8 016 2 696 200 (5 320) Açúcar 708 2 454 - 3 162 216 200 (2 946) Sal 177 613 - 791 28 20 (763) Total 12 176 42 178 85 867 140 220 46 016 - (94 204)
- Texto do artigo, página 27: cereais, feijões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
- Texto do artigo, página 27: Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
- Número ou marcador, página 27: a) Assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
- Número ou marcador, página 27: b) Assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência;
- Número ou marcador, página 27: c) Assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
- Texto do artigo, página 27: Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
- Texto do artigo, página 27: Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
- Texto do artigo, página 27: O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
- Texto do artigo, página 27: O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
- Texto do artigo, página 27: Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
- Texto do artigo, página 27: 53
- Texto do artigo, página 28: Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
- Parágrafo, página 28: 2234 — (52) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 28: Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10
- Texto do artigo, página 28: Tabela 10: Aquisições em curso
- Texto do artigo, página 28: Tabela 10: Aquisições em curso
Resumo - Aquisições em curso ( em toneladas)
Item Quantidades Valor estimado
Feijão Manteiga 200 22 000 000
Óleo Vegetal (1l=900grs) 180 21 600 000
Sal de Cozinha 20 300 000
Açúcar Castanho 200 16 000 000
Arroz 1 000 60 000 000
Milho 1 000 60 000 000
Total 2 600 179 900 000
Item Quantidades Valor estimado Feijão Manteiga 200 22 000 000 Óleo Vegetal (1l=900grs) 180 21 600 000 Sal de Cozinha 20 300 000 Açúcar Castanho 200 16 000 000 Arroz 1 000 60 000 000 Milho 1 000 60 000 000 Total 2 600 179 900 000 - Texto do artigo, página 28: de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
- Texto do artigo, página 28: 6.3. Abrigo
- Texto do artigo, página 28: 6.3. Abrigo
- Texto do artigo, página 28: Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/ lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
- Texto do artigo, página 28: As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
- Texto do artigo, página 28: As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
- Texto do artigo, página 28: Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares
- Texto do artigo, página 28: 54
- Texto do artigo, página 28: Tabela 11: Tabela de abrigo Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 12: Aquisicoes em pipeline
- Texto do artigo, página 28: Tabela 11: Tabela de abrigo
Resumo - Abrigo (32222 familias)
Item Total necessario Disponível Aquisições em curso Défice
Tendas Comunitarias 242 359 55
Tendas Multi Uso 3 222 15 - (3 207)
Tendas Familiares 4 833 3 148 4 000 -
Kits de Abrigo 9 667 6 115 4 000 -
Kits de Ferramenta 17 722 10 568 3 000 (4 154)
Lonas Familiares 4x6m 35 444 10 510 50 000 -
Lonas Familiares 7x12m 403 661 - -
Lonas Comunitárias 12x50 m 81 72 - (9)
Rolos Plastico 1x50 m 115 999 139 030 4 000 -
Item Total necessario Disponível Aquisições em curso Défice Tendas Comunitarias 242 359 55 Tendas Multi Uso 3 222 15 - (3 207) Tendas Familiares 4 833 3 148 4 000 - Kits de Abrigo 9 667 6 115 4 000 - Kits de Ferramenta 17 722 10 568 3 000 (4 154) Lonas Familiares 4x6m 35 444 10 510 50 000 - Lonas Familiares 7x12m 403 661 - - Lonas Comunitárias 12x50 m 81 72 - (9) Rolos Plastico 1x50 m 115 999 139 030 4 000 - - Texto do artigo, página 28: Tabela 12: Aquisições em pipeline
- Texto do artigo, página 28: Tabela 12: Aquisições em pipeline
Resumo - Aquisições em pipeline
Item Quantidades Valor estimado
Tendas Familiares 4 000 200 000 000
Kits de Abrigo e Acomodacao 4 000 11 400 000
Rolos plásticos (1x50m) 4 000 14 560 000
Kits de Ferramentas 3 000 5 400 000
Lonas de 4x6m 50 000 50 000 000
Tendas Comunitárias 55 6 050 000
Total 287 410 000
Item Quantidades Valor estimado Tendas Familiares 4 000 200 000 000 Kits de Abrigo e Acomodacao 4 000 11 400 000 Rolos plásticos (1x50m) 4 000 14 560 000 Kits de Ferramentas 3 000 5 400 000 Lonas de 4x6m 50 000 50 000 000 Tendas Comunitárias 55 6 050 000 Total 287 410 000 - Texto do artigo, página 28: 6.4. Água e Saneamento
- Texto do artigo, página 28: De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil familias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n˚ 13
- Texto do artigo, página 29: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (53)
- Texto do artigo, página 29: 6.4. Água e Saneamento
- Texto do artigo, página 29: De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil famílias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n.˚ 13.
- Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Água e saneamento
- Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Agua e saneamento Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento
- Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Água e saneamento
Resumo - Água e Saneamento (74548 famílias)
Item Quantidades em unidades
Total necessário Disponível Aquisições em curso Défice
Tanques Flexiveis 5000l 750 31 1 546 -
Tanques Flexiveis 500 l 167 21 - (146)
Tanques Rigidos 8 20 - -
Estacao de Tratamento de Agua (ETA) 22 - - (22)
Kits de Teste Rapido 110 131 - -
Baldes Plasticos 41 687 25 980 30 000 -
Jerricans 83 374 6 648 40 000 (36 726)
Certeza (Frascos 150ml) 41 687 150 262 - -
Certeza (caixas) - - - -
Cloro em pacotes/kg 41 687 4 371 242 077 -
Lajes 8 215 187 464 1 200 -
Kit de Latrina 8 215 - - (8 215)
Rolos Plastico 2x12 m 9 858 2 893 - (6 965)
Rolos Plastico 4x50 m 39 433 - - (39 433)
Sabao 131 049 128 - (130 921)
Detergente em Po (Pacotes) 99 299 - - -
Pás 8 215 37 600 - -
Enxadas 8 215 143 - (8 072)
Catanas 9 858 806 - (9 052)
Item Quantidades em unidades Total necessário Disponível Aquisições em curso Défice Tanques Flexiveis 5000l 750 31 1 546 - Tanques Flexiveis 500 l 167 21 - (146) Tanques Rigidos 8 20 - - Estacao de Tratamento de Agua (ETA) 22 - - (22) Kits de Teste Rapido 110 131 - - Baldes Plasticos 41 687 25 980 30 000 - Jerricans 83 374 6 648 40 000 (36 726) Certeza (Frascos 150ml) 41 687 150 262 - - Certeza (caixas) - - - - Cloro em pacotes/kg 41 687 4 371 242 077 - Lajes 8 215 187 464 1 200 - Kit de Latrina 8 215 - - (8 215) Rolos Plastico 2x12 m 9 858 2 893 - (6 965) Rolos Plastico 4x50 m 39 433 - - (39 433) Sabao 131 049 128 - (130 921) Detergente em Po (Pacotes) 99 299 - - - Pás 8 215 37 600 - - Enxadas 8 215 143 - (8 072) Catanas 9 858 806 - (9 052) - Texto do artigo, página 29: Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento
Resumo - Aquisições em pipeline
Item Quantidades Valor estimado
Tanques Flexíveis 5000 l 1 546 120 000
Lajes Plásticas 1 200 2 100 000
Jerricans 20 Litros 40 000 4 000 000
Cloro em pacotes/kg 242 077 4 841 540
Baldes Plásticos 10 000 2 000 000
Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de 2 500 000
Item Quantidades Valor estimado Tanques Flexíveis 5000 l 1 546 120 000 Lajes Plásticas 1 200 2 100 000 Jerricans 20 Litros 40 000 4 000 000 Cloro em pacotes/kg 242 077 4 841 540 Baldes Plásticos 10 000 2 000 000 Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de 2 500 000 - Texto do artigo, página 29: 6.5. Utensílios Domésticos Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação,
- Texto do artigo, página 29: 6.5. Utensílios Domésticos
- Texto do artigo, página 29: foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15.
- Texto do artigo, página 29: Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação, foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15
- Texto do artigo, página 29: 56
- Título de secção, página 30: 2234 — (54) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 30: Tabela 15: Utensílios domésticos Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 16: tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.6. Educação Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar. O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura. Tabela 17: Sector de Educação
- Texto do artigo, página 30: Resumo - Utensílios domésticos (32222 familias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Kits de Cozinha 32 222 11 145 - (21 077) Kits de Higiene 32 222 8 056 - (24 166) Pasta Dentifrica 3 222 1 872 - (1 350) Kits de dignidade 19 333 6 595 2 500 (10 238) Kit famíliar 25 778 1 155 - (24 623) Mantas 38 666 12 438 5 000 (21 228) Esteiras 38 666 13 557 - (25 109) Colchoes 3 222 299 - (2 923) Redes Mosquiteiras 96 666 - - (96 666) Roupa em sacos 2 578 2 291 - (287) Copos Plasticos 6 444 6 873 - - Pratos Plasticos 6 444 1 996 - (4 448) Panelas Comunitarias 129 33 - (96) Bacias Plasticas 81 313 - -
- Texto do artigo, página 30: Tabela 16: Tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.7. Apoio Psico-social Tabela 17: Sector de Educação
- Texto do artigo, página 30: Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Mantas 5000 7 500 000 Kits de Dignidade 2500 3 750 000
- Texto do artigo, página 30: 6.6. Educação
- Texto do artigo, página 30: necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar.
- Texto do artigo, página 30: Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são
- Texto do artigo, página 30: O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura.
- Texto do artigo, página 30: Resumo - Educação (1656964 alunos) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Tendas Escola 7 788 42 - (7 746) Kit de Alunos 1 259 293 20 510 - (1 238 783) Kit de Professores 24 854 176 - (24 678) Kit Escola 21 541 154 - (21 387) Kit de Desenvolvimento da 1a Infancia 99 100 - - Quadros Portatil 5 799 176 - (5 623) Lona 5x60 m 1 574 28 - (1 546) Lona p Cobertura 8 451 1 244 - (7 207)
- Texto do artigo, página 30: 57
- Texto do artigo, página 30: 6.7. Apoio Psico-Social
- Texto do artigo, página 30: O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
- Texto do artigo, página 30: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 30: Tabela 18: Apoio Psico social
- Texto do artigo, página 31: 6.7. Apoio Psico-Social
- Texto do artigo, página 31: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (55)
- Texto do artigo, página 31: O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
- Texto do artigo, página 31: O Sector da Mulher Género Criança e Acção Social planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
- Texto do artigo, página 31: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 31: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 31: Tabela 18: Apoio Psico social 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido a ocorrência de seca, cheias e ciclones Ver tabela 19. Tabela 19: Agricultura Tabela 18. Apoio psico-social Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20. Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
- Texto do artigo, página 31: 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido
- Texto do artigo, página 31: a ocorrência de seca, cheias e ciclones. Ver tabela 19.
- Texto do artigo, página 31: Tabela 19: Agricultura
- Texto do artigo, página 31: 58
- Texto do artigo, página 31: Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
- Texto do artigo, página 31: Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
- Texto do artigo, página 31: Tabela 20: Aquisição em pipeline de insumos agrícolas
- Texto do artigo, página 31: Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
- Texto do artigo, página 31: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
- Texto do artigo, página 31: A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
- Texto do artigo, página 31: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
- Texto do artigo, página 32: 6.10. Recursos Humanos
- Texto do artigo, página 32: O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
- Parágrafo, página 32: 2234 — (56) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 32: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer
- Texto do artigo, página 32: a. O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. b. O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. c. A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária. d. O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. e. A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial. f. Ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
- Texto do artigo, página 32: emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
- Número ou marcador, página 32: d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres;
- Número ou marcador, página 32: e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
- Número ou marcador, página 32: f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
- Texto do artigo, página 32: face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
- Texto do artigo, página 32: 6.10. Recursos Humanos
- Texto do artigo, página 32: O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura
- Texto do artigo, página 32: Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
- Número ou marcador, página 32: a) o CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais;
- Número ou marcador, página 32: b) o CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD;
- Número ou marcador, página 32: c) a Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de
- Texto do artigo, página 32: A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
- Texto do artigo, página 32: A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
- Texto do artigo, página 32: Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
- Texto do artigo, página 32: Local
CCGC
CTGC
COE
Regiões do INGD
UNAPROC (incluindo Desdobramento por Regiões
Equipa Humanitária Nacional
Total
Nível central
17
14
28
59
Maputo Cidade
57
57
Maputo Província
27
54
81
Gaza
27
54
81
Inhambane
27
54
81
Sofala
27
54
81
Manica
27
54
81
Tete
27
54
81
Zambezia
27
54
81
Nampula
27
54
81
Niassa
27
54
81
Cabo Delgado
27
54
81
Total
17
341
568
30
925
900
2 781
Local CCGC CTGC COE Regiões do INGD UNAPROC (incluindo Desdobramento por Regiões Equipa Humanitária Nacional Total Nível central 17 14 28 59 Maputo Cidade 57 57 Maputo Província 27 54 81 Gaza 27 54 81 Inhambane 27 54 81 Sofala 27 54 81 Manica 27 54 81 Tete 27 54 81 Zambezia 27 54 81 Nampula 27 54 81 Niassa 27 54 81 Cabo Delgado 27 54 81 Total 17 341 568 30 925 900 2 781 - Texto do artigo, página 32: operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
- Número ou marcador, página 32: d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta a desastres;
- Número ou marcador, página 32: e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
- Número ou marcador, página 32: f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade. A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
- Texto do artigo, página 32: Local
- Texto do artigo, página 32: 568
- Texto do artigo, página 32: 60
- Texto do artigo, página 33: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (57)
- Texto do artigo, página 33: Os 900 oficiais humanitários provenientes da equipa Humanitária Nacional provêm de 8 Agências das Nações Unidas, 33 Organizações Não-Governamentais Internacionais e 21 Organização Não-Governamentais Nacionais.
- Número ou marcador, página 33: 7. Recursos Financeiros Necessários E Disponíveis As bases para o cálculo do orçamento deficitário são:
- Texto do artigo, página 33: • As actividades previstas nos períodos de prontidão, resposta e recuperação, sobretudo, aquelas que não coincidem com o curso normal do funcionamento das instituições; • A necessidade de aquisição de produtos e materiais diversos para cobrir défices arrolados no PC, incluindo a situação prevalecente dos deslocados de guerra;
- Texto do artigo, página 33: • A necessidade de cobrir as despesas com a logística, com as operações de busca e salvamento, a gestão de centros de acomodação temporária, o pré-posicionamento de meios, a monitoria permanente dos eventos, para além da operacionalização de todo o sistema de coordenação; e • A necessidade de cobrir as despesas para assistência aos deslocados causados pelos ataques armados nas zonas norte e centro do país.
- Texto do artigo, página 33: 7.1 Orçamento por Cenários O Orçamento do PC está redistribuido por Sectores e por
- Texto do artigo, página 33: Cenários, conforme a tabela a baixo.
- Texto do artigo, página 33: Neste sentido, o Cenário I está orçado em 10.8 mil milhões, o Cenário II em cerca de 12.5 mil milhões e o cenário III, Cerca de 16.5 mil milhões.
- Texto do artigo, página 33: Tabela 223: Resumo do Orçamento Global por Cenários (103 MZN)
- Texto do artigo, página 33: Cenário I
Cenário II
Cenário III
Distritos
41 737
48 684
199 921
SP
2 580
2 580
2 580
INGD
2 140 341
3 166 418
5 075 245
MADER
85 057
96 565
129 957
MOPHRH
2 131 762
2 646 982
4 257 706
MINEDH
51 920
70 585
183 450
MISAU
29 204
44 990
108 613
MGCAS
13 507
16 117
17 726
MITADER
17 383
26 048
28 877
GABINFO/ICS
1 996
3 105
3 209
MTC
13 436
19 338
31 597
MIC
5 588
9 104
10 329
MINT
1 186
34 546
124 767
MDN
3 424
2 491
3 489
MIREME
108 367
124 664
140 785
MMAIP
1 430
1 090
2 022
MICULTUR
1
1 300
1 300
MEF/INE
1 820
36 212
1 800
Sub Total
4 650 739
6 350 819
10 323 372
Deslocados vitimas dos insurgentes
6 128 522
6 128 522
6 128 522
Total Geral
10 779 262
12 479 342
16 451 895
Cenário I Cenário II Cenário III Distritos 41 737 48 684 199 921 SP 2 580 2 580 2 580 INGD 2 140 341 3 166 418 5 075 245 MADER 85 057 96 565 129 957 MOPHRH 2 131 762 2 646 982 4 257 706 MINEDH 51 920 70 585 183 450 MISAU 29 204 44 990 108 613 MGCAS 13 507 16 117 17 726 MITADER 17 383 26 048 28 877 GABINFO/ICS 1 996 3 105 3 209 MTC 13 436 19 338 31 597 MIC 5 588 9 104 10 329 MINT 1 186 34 546 124 767 MDN 3 424 2 491 3 489 MIREME 108 367 124 664 140 785 MMAIP 1 430 1 090 2 022 MICULTUR 1 1 300 1 300 MEF/INE 1 820 36 212 1 800 Sub Total 4 650 739 6 350 819 10 323 372 Deslocados vitimas dos insurgentes 6 128 522 6 128 522 6 128 522 Total Geral 10 779 262 12 479 342 16 451 895 - Texto do artigo, página 33: Distritos SP INGD MADER MOPHRH MINEDH MISAU MGCAS MITADER GABINFO/ICS MTC MIC MINT MDN MIREME MMAIP MICULTUR MEF/INE Sub Total Deslocados vitimas dos insurgentes Total Geral
- Texto do artigo, página 33: Cenário I
- Texto do artigo, página 33: Cenário II
- Texto do artigo, página 33: Cenário III
- Texto do artigo, página 33: 4 650 739
- Texto do artigo, página 33: 6 350 819
- Texto do artigo, página 33: 6 128 522
- Texto do artigo, página 33: 6 128 522
- Texto do artigo, página 33: 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acçoes a cobrir
- Texto do artigo, página 33: 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acções a cobrir A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia
- Texto do artigo, página 33: A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
- Texto do artigo, página 33: alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
- Texto do artigo, página 34: A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
- Título de secção, página 34: 2234 — (58) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 34: Total necessário Cenário II (103 Mzn)
- Texto do artigo, página 34: Item
- Texto do artigo, página 34: Responsável
- Texto do artigo, página 34: A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
- Texto do artigo, página 34: Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento
1 028 249.16 506 750.41
Total necessário Cenário II (103 Mzn)
INGD MOPHRHResponsável
Assistencia alimentar Abrigo e socorro
6 990 564.81 1 028 249.16
INGD INGD
Saúde e higiene Água e saneamento
108 613.00 506 750.41
MISAU MOPHRH
Utensílios domésticos Assistencia alimentar
363 648.31 6 990 564.81
INGD INGD
Estradas Saúde e higiene
2 600 685.70 108 613.00
MOPHRH MISAU
Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos
183 450.00 363 648.31
MINEDH INGD
protecçãoEstradas e recreação
2 60017 726.00685.70
MGCASMOPHRH
AgriculturaEducação
129183 957.00450.00
MADERMINEDH
Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação
20117 726.00522.61
INGD/INAM/DNGRHMGCAS
outrosAgriculturaserviços
348129 175.00957.00
DemaisMADERSectores
Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica
12 479 342.00 201 522.61
INGD/INAM/DNGRH
Outrosoutros serviçosserviços
348 175.00
Demais Sectores
7.2. Orçamento Disponível Par Total
a O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00
-2022
Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento 1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn) INGD MOPHRHResponsável Assistencia alimentar Abrigo e socorro 6 990 564.81 1 028 249.16 INGD INGD Saúde e higiene Água e saneamento 108 613.00 506 750.41 MISAU MOPHRH Utensílios domésticos Assistencia alimentar 363 648.31 6 990 564.81 INGD INGD Estradas Saúde e higiene 2 600 685.70 108 613.00 MOPHRH MISAU Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos 183 450.00 363 648.31 MINEDH INGD protecçãoEstradas e recreação 2 60017 726.00685.70 MGCASMOPHRH AgriculturaEducação 129183 957.00450.00 MADERMINEDH Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação 20117 726.00522.61 INGD/INAM/DNGRHMGCAS outrosAgriculturaserviços 348129 175.00957.00 DemaisMADERSectores Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica 12 479 342.00 201 522.61 INGD/INAM/DNGRH Outrosoutros serviçosserviços 348 175.00 Demais Sectores 7.2. Orçamento Disponível Par Total a O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00 -2022 - Texto do artigo, página 34: Total necessário Cenário II (10³ Mzn)
- Texto do artigo, página 34: Responsável
- Texto do artigo, página 34: Demais Sectores
- Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 34: 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
- Texto do artigo, página 34: 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
- Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 34: Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das necessidades do PC 2022 (103MZN)
- Texto do artigo, página 34: Fontes de financiamento - PC 2022/2023
Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das ne
Valor disponível (103)
cessidades do PC 2022 (103MZN)
Saldo em Outubro de 2022
0.00
Orçamento Inscrito no OE 2023
326 000.00
Banco Mundial
Fontes de financiamento - PC 2022/2023
322 500.00
Valor disponível (103)
ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC
4 429 790.500.00
ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca
32646 600.00000.00
TotalBanco Mundial
5 124322 890.50500.00
Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das ne Valor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN) Saldo em Outubro de 2022 0.00 Orçamento Inscrito no OE 2023 326 000.00 Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023 322 500.00 Valor disponível (103) ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC 4 429 790.500.00 ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca 32646 600.00000.00 TotalBanco Mundial 5 124322 890.50500.00 - Texto do artigo, página 34: Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Valor disponível (103)
- Texto do artigo, página 34: para resposta a seca 46 600.00
- Texto do artigo, página 34: Valoração dos materiais disponíveis no PC 4 429 790.50 Contribuição do PMA para resposta a seca 46 600.00 Total 5 124 890.50
- Texto do artigo, página 34: 7.4. Análise do Orçamento adoptado A análise do Risco inicialmente feita no presente documento induziu a adopção do Cenário II como aquele que mais poderá
- Texto do artigo, página 34: 63
- Texto do artigo, página 34: aproximar-se a eventuais acontecimentos. Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 12.5 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 34: 63
- Texto do artigo, página 34: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de 7,4 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 35: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de cerca de 7,4 mil milhões de meticais.
Tabela 24: Orçamento adoptado para o PC, disponível e Défice
Descrição
Orçamento (103 MZN)
Orçamento do Cenário II
12 479 341.72
Recursos Disponíveis
5 124 890.50
Défice
-7 354 451.22
Descrição Orçamento (103 MZN) Orçamento do Cenário II 12 479 341.72 Recursos Disponíveis 5 124 890.50 Défice -7 354 451.22 - Número ou marcador, página 35: 8. MECANISMOS DE COORDENAÇÃO, REVISÃO E MONITORIA
Descrição Orçamento (103 MZN) Orçamento do Cenário II 12 479 341.72 Recursos Disponíveis 5 124 890.50 Défice -7 354 451.22 - Texto do artigo, página 35: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (59)
- Número ou marcador, página 35: 8. Mecanismos de Coordenação, Revisão e Monitoria 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco
- Texto do artigo, página 35: de Desastres (CCGRD)
- Texto do artigo, página 35: O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
- Texto do artigo, página 35: 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco de Desastres (CCGRD)
- Texto do artigo, página 35: O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
- Texto do artigo, página 35: 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
- Texto do artigo, página 35: O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da vulnerabilidade e gestão do risco de desastres. Podem ser convidados para o CTGD representantes da HCT e do sector privado.
- Texto do artigo, página 35: 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
- Texto do artigo, página 35: O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da
- Texto do artigo, página 35: 8.3. Centro Nacional Operativo De Emergência (CENOE) O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de
- Texto do artigo, página 35: tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. O objectivo do CENOE é implementar acções de prevenção, mitigação e resposta aos desastres, incluindo monitoria dos eventos extremos e gestão das operações de emergência.
- Texto do artigo, página 35: O CENOE é coordenado pelo INGD e tem a sua sede em Maputo e representações operacionais em Vilanculos (Inhambane), Caia (Sofala) e Nacala (Nampula). Nas províncias, os Centros Operativos de Emergências (COEs) representam o desdobramento do CENOE.
- Texto do artigo, página 35: A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária.
- Texto do artigo, página 35: 8.4. Sectores do CENOE: Papeis e Responsabilidades
- Texto do artigo, página 35: O CENOE está subdividido em quatro sectores principais: (i) Planificação e Informação, liderado pelo Ministério da Economia e Finanças (ii) Infra-estruturas, liderando pelo Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, (iii)Social, liderado pelo Ministério da Saúde e (iv)Comunicação, liderado pelo Gabinete de Informação. Cabe a cada um dos sectores:
- Número ou marcador, página 35: a) liderar os respectivos sectores em todo o processo de gestão e redução do risco de desastres;
- Número ou marcador, página 35: b) elaborar de forma atempada e operacionalizar os planos de respostas;
- Número ou marcador, página 35: c) assegurar a participação e colaboração activa das contrapartes sectoriais da HCT na coordenação e implementação da resposta;
- Número ou marcador, página 35: d) partilhar de informação entre os sectores sobre as acções de resposta as emergências;
- Número ou marcador, página 35: e) realizar avaliações multissectoriais das operações de emergência, assistência humanitária e reconstrução pós-emergência; e
- Número ou marcador, página 35: f) elaborar os relatórios balanços sectoriais pós emergência.
- Texto do artigo, página 35: 8.5. Complementaridade Das Acções Da Equipe Humanitária Nacional (HCT)
- Texto do artigo, página 35: A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial.
- Texto do artigo, página 35: Estes grupos estão integrados nos quatro sectores do CENOE (Planificação e Informação, Infra-estruturas, Social e Comunicação) e estão alinhados com as respectivas contrapartes ministeriais. O alinhamento contribui para redução da duplicação de esforços e de recursos bem como para maximização do uso eficiente dos recursos e a preservação dos direitos e dignidade das populações afectadas e sua participação ao longo de todo o processo de gestão e redução do risco de desastres.
- Texto do artigo, página 35: 64
- Texto do artigo, página 35: A nível provincial, foi institucionalizado o papel do ponto focal da HCT como uma prática e um mecanismo de coordenação da resposta a este nível. O ponto focal provincial do HCT representa o coordenador da HCT a nível provincial e é responsável por apoiar e facilitar a coordenação com as autoridades do Governo na província através da coordenação sectorial/cluster, incluindo a coordenação com o INGD e entre os actores humanitários para complementar os esforços da resposta a emergência.
- Texto do artigo, página 35: A HCT, através dos seus sectores, tem providenciado apoio técnico, material e financeiro de modo a aumentar a capacidade de resposta dos sectores do Governo, observando os padrões internacionais e princípios humanitários que regem a gestão e resposta a situações de emergência.
- Texto do artigo, página 35: Na perspectiva de garantir um alinhamento entre as acções planificadas pelo Governo e o apoio dos parceiros de cooperação, foram integrados nos sectores do Governo os meios humanos e materiais existentes bem como o tipo de intervenção a ser efectuada nas fases de prontidão, resposta e recuperação.
- Título de secção, página 36: 2234 — (60) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 36: Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
- Texto do artigo, página 36: Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária CCGD INGD CTGD CMT HCT CENOE HCTWG UNAPROC Comunicação Infraestrutura Informação e Planificação Serviços Sociais Abrigo Telecomunicacoes Logistica Protecção Recuperação Educação Saúde Nutrição Agua, Saneamento Segurança Alimentar
- Texto do artigo, página 36: Figura 13: Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
- Texto do artigo, página 36: 67
- Texto do artigo, página 37: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (61)
- Texto do artigo, página 37: Glossário Assistência humanitária – ajuda prestada às populações
- Texto do artigo, página 37: afectadas pelos desastres.
- Texto do artigo, página 37: Avaliação de risco de desastre - uma abordagem qualitativa ou quantitativa para determinar a natureza e a extensão do risco de desastre, analisando os riscos potenciais e avaliando as condições existentes de exposição e vulnerabilidade que, em conjunto, podem prejudicar as pessoas, a propriedade, os serviços, os meios de subsistência e o ambiente de que dependem.
- Texto do artigo, página 37: Calamidade pública - evento anormal provocado por uma catástrofe de grande dimensão, causando danos e prejuízos que impliquem o comprometimento substancial de capacidade de resposta do poder público.
- Texto do artigo, página 37: Capacidade - combinação de todos as forças, atributos e recursos disponíveis dentro de uma organização, comunidade ou sociedade para gerir e reduzir o risco de desastres e reforçar a resiliência.
- Texto do artigo, página 37: Catástrofe – desastre que, pela sua duração e impacto extraordinários, provoca perturbações na vida das pessoas, no tecido económico e social do país e graves danos ao meio ambiente.
- Texto do artigo, página 37: Códigos de construção – conjunto de regulamentos e padrões destinados a regular aspectos de concepção de projectos, construção de infraestruturas para diversos fins e modificações de infraestruturas ou ocupação de solos, sem por em risco vidas humanas e o meio ambiente.
- Texto do artigo, página 37: Desastre – grave perturbação do funcionamento normal de uma comunidade ou sociedade, causado por um fenómeno de origem natural, tecnológico, biológico, geológico ou da acção humana sobre o meio ambiente.
- Texto do artigo, página 37: Emergência – ocorrência súbita ou progressiva de um desastre que afecta pessoas e bens, o meio ambiente e exige medidas urgentes e excepcionais para restabelecer a normalidade.
- Texto do artigo, página 37: Epidemia - é a manifestação, em uma colectividade ou região, de um corpo de casos de alguma enfermidade, que excede o número de casos esperados.
- Texto do artigo, página 37: Eventos extremos - podem ser de origem hidrológicos, geológicos ou geofísicos, meteorológicos e climatológicos, que ocorrem de diversas formas como, enchentes, inundações bruscas, secas prolongadas, queimadas e incêndios florestais, ondas de calor, tufões e tornados.
- Texto do artigo, página 37: Gestão de desastre - organização, planificação e gestão de recursos e responsabilidades para lidar com uma emergência.
- Texto do artigo, página 37: Gestão do risco de desastres – conjunto de decisões e conhecimentos técnicos, administrativas e operacionais para reduzir os impactos das vulnerabilidade e exposição aos eventos extremos.
- Texto do artigo, página 37: Infra-estruturas críticas – instalações, redes e outros activos que asseguram o funcionamento normal de serviços essenciais para uma comunidade ou sociedade.
- Texto do artigo, página 37: Mitigação – medidas que visam minimizar o impacto dos eventos extremos sobre uma comunidade ou sociedade.
- Texto do artigo, página 37: Mitigação dos efeitos da seca – conjunto de estratégias e medidas visando disponibilizar, racionalizar e utilizar recursos hídricos em ambientes com limitada precipitação ou disponibilidade de fontes de água.
- Texto do artigo, página 37: Mudanças climáticas- variação de longo termo das condições meteorológicas médias, causadas pela natureza ou pela actividade humana.
- Texto do artigo, página 37: Pandemia - ocorrência epidémica de uma doença transmissível, caracterizada por larga distribuição espacial, atingindo vários países e diversas regiões do planeta.
- Texto do artigo, página 37: Perigo - processo, fenómeno ou actividade humana que pode causar perda de vidas, lesões ou outros impactos na saúde, danos à propriedade, interrupções sociais e económicas ou degradação ambiental.
- Texto do artigo, página 37: Plano de resposta aos desastres – conjunto de instrumentos, estratégias e decisões operacionais padronizadas e harmonizadas para a gestão e resposta a um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Planos previsionais – estratégias previamente elaboradas para a prevenção, mitigação e gestão e resposta de um evento extremo irreversível.
- Texto do artigo, página 37: Preparação - os conhecimentos e capacidades desenvolvidas, a todos os níveis, para gestão e resposta a um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Prevenção – conjunto de medidas padronizadas que visam proteger pessoas e bens em caso de ocorrência de um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Prontidão – é o estado de preparação técnica, material, financeira e humana para mitigar os efeitos dos desastres.
- Texto do artigo, página 37: Reconstrução ou recuperação – acções de médio e longo para a restauração sustentável de infra-estruturas.
- Texto do artigo, página 37: Redução do risco de desastres - marco conceitual de elementos (normas e procedimentos) que têm a função de minimizar a vulnerabilidade e limitar o impacto adverso de ameaças.
- Texto do artigo, página 37: Resiliência - é a capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a perigos, resistir, absorver, acomodar, adaptar, transformar e recuperar dos efeitos de um perigo de forma oportuna e eficiente.
- Texto do artigo, página 37: Resposta – conjunto de medidas que visam salvar vidas, garantir saúde e segurança pública e satisfazer as necessidades básicas das pessoas afectadas antes, durante e após a ocorrência de um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Risco – probabilidade de consequências prejudiciais ou perdas resultantes de interações entre fenómenos de origem natural ou antrópicos e as condições de vulnerabilidade.
- Texto do artigo, página 37: Risco de Desastre – potencial perda de vidas, lesões e destruição de bens que possam ocorrer numa comunidade ou sociedade por conta do impacto de um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Seca – redução substancial da disponibilidade de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos devido a escassez ou limitada de precipitação.
- Texto do artigo, página 37: Seguro paramétrico – pagamento pré-determinado, para efeitos de compensação, visando a salvaguarda de um bem susceptível de ser afectado por evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Sistema de aviso prévio – mecanismo integrado de monitoria, previsão de ameaças e disseminação de medidas preventivas contra eventos extremos.
- Texto do artigo, página 37: Socorro – conjunto de medidas imediatas padronizadas para salvar vidas e prestar assistência as vítimas de um evento extremo.
- Texto do artigo, página 37: Vulnerabilidade – condições determinadas por factores físicos, sociais, económicos e ambientais que aumentam a susceptibilidade das comunidades ao impacto dos perigos ou da ocorrência de desastres.
- Texto do artigo, página 37: Zonas áridas e semiáridas – conjunto de formações naturais complexas e dispersas com escassez de humidade.
- Parágrafo, página 38: 2234 — (62) I SÉRIE — NÚMERO 249
- Texto do artigo, página 38: Acrónimos
- Texto do artigo, página 38: ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGD - Conselho Coordenador de Gestão e Redução do
- Texto do artigo, página 38: Risco de Desastres CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRD - Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres CTPGD - Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução
- Texto do artigo, página 38: do Risco de Desastres CTGD - Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco
- Texto do artigo, página 38: de Desastres CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção
- Texto do artigo, página 38: Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura
- Texto do artigo, página 38: e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas para a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação DICORD – Divisão de Coordenação do Reassentamento GRD - Gestão do Risco de Desastres HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária
- Texto do artigo, página 38: Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia
- Texto do artigo, página 38: ICS - Instituto de Comunicação Social INGD – Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco
- Texto do artigo, página 38: de Desastres JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação
- Texto do artigo, página 38: e Recursos Hídricos MTA – Ministério da Terra e Ambiente MADER - Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 38: Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior
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Diplomas nesta edição
- Decreto n.º 73/2022 CONSELHO DE MINISTROS
- Resolução n.º 53/2022 Resolução n.º 53/2022