I SÉRIE — n.º 203
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 12
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Edição I Série n.º 203/2017
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| Região | Escoamentos em OND 2016 | Escoamentos JFM 2017 |
|---|---|---|
| Sul | Foram inferiores que no ano transacto 2015/16 | Foram superiores que no ano transacto 2015/16 |
| Centro | As bacias do Save, Búzi, Púngoè e Zambeze registaram picos de escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999/2016) e superiores ao ano transacto (2015/16 | As bacias do Save, Búzi, Púngoé em (Púngoé Sul) e Licungo em (Gurué) registaram escoamentos superiores a média dos últimos 17 anos e ao ano transacto 2015/16 |
| Norte | Registaram-se escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999-2016) e do ano transacto 2015/16, em virtude de ocorrência de chuvas abaixo do normal |
| Barragem | Capacidade (Mm3) | Outubro-2016 (%) a) | Março-2017 (%) b) | Diferença (b-a) (%) |
|---|---|---|---|---|
| P. Libombos | 400 | 19 | 28 | 9 |
| Corumana | 884 | 9 | 63 | 54 |
| Massingir | 2.836 | 48 | 73 | 25 |
| Chicamba | 2.200 | 26 | 63 | 37 |
| HCB | 51.700 | 37 | 70 | 33 |
| Nampula | 4 | 68 | 100 | 32 |
| Nacala | 7 | 92 | 85 | -7 |
| Messica | 55 | 79 | 64 | -15 |
| Bacia/Barragens | Capacidade de Armazenamento (106 m3) | Enchimento (%) | ||
|---|---|---|---|---|
| 02/09/2016 | 02/09/2017 | Previsão Até Março de 2018 | ||
| HCB | 51000 | 43 | 54 | 68 |
| BPL | 400 | 25 | 22 | 50 |
| Corumana | 880 | 12 | 62 | 80 |
| Massingir | 2800 | 49 | 68 | 80 |
| Chicamba | 2200 | 58 | 59 | 86 |
| Nacala | 6.6 | 95 | 85 | 100 |
| Nampula | 4.3 | 71 | 66 | 100 |
| Província | População em Risco | |||
|---|---|---|---|---|
| Ventos e chuvas fortes e Vendavais | Inundações (Cidades e Vilas) | Seca | Total do Cenário I | |
| Niassa | 4.220 | 1.850 | 0 | 6.070 |
| Cabo Delgado | 7.600 | 1.210 | 0 | 8.810 |
| Nampula | 16.195 | 1.605 | 0 | 17.800 |
| Zambezia | 28.217 | 11.452 | 10.000 | 49.669 |
| Tete | 4.013 | 514 | 22.000 | 26.527 |
| Manica | 28.056 | 2.482 | 19.000 | 49.538 |
| Sofala | 20.919 | 54.675 | 34.000 | 109.594 |
| Inhambane | 1.970 | 2.770 | 30.000 | 34.740 |
| Gaza | 27.135 | 16.511 | 38.000 | 81.646 |
| Maputo Provincia | 12.800 | 4.900 | 24.000 | 41.700 |
| Maputo Cidade | 7.083 | 39.601 | 0 | 46.684 |
| Total | 158.208 | 137.570 | 177.000 | 472.778 |
| Provincias | Cenario I | Risco de Cheias | Risco de Ciclones | Total do Cenario II |
|---|---|---|---|---|
| Niassa | 6 070 | 4 300 | 0 | 10 370 |
| Cabo Delgado | 8 810 | 3 150 | 11 850 | 23 810 |
| Nampula | 17 800 | 21 113 | 221 468 | 260 381 |
| Zambezia | 49 669 | 48 619 | 101 665 | 199 953 |
| Tete | 26 527 | 12 156 | 0 | 38 683 |
| Manica | 49 538 | 11 537 | 441 | 61 516 |
| Sofala | 109 594 | 50 474 | 63 615 | 223 683 |
| Inhamabane | 34 740 | 6 077 | 90 021 | 130 838 |
| Gaza | 81 646 | 118 286 | 3 440 | 203 372 |
| Maputo Provincia | 41 700 | 15 873 | 6 400 | 63 973 |
| Maputo Cidade | 46 684 | 0 | 8 053 | 54 737 |
| Total | 472 778 | 291 585 | 506 953 | 1 271 316 |
| Provincia | Cenário II | Populaçõ em Risco | |
|---|---|---|---|
| Sismos | Total do Cenário III | ||
| Niassa | 10 370 | 2 173 | 12 543 |
| Cabo Delgado | 23 810 | 1 829 | 25 639 |
| Nampula | 260 381 | 1 409 | 261 790 |
| Zambezia | 199 953 | 125 364 | 325 317 |
| Tete | 38 683 | 21 504 | 60 187 |
| Manica | 61 516 | 35 670 | 97 186 |
| Sofala | 223 683 | 40 819 | 264 502 |
| Inhamabane | 130 838 | 1 295 | 132 133 |
| Gaza | 203 372 | 1 002 | 204 374 |
| Maputo Provincia | 63 973 | 1 176 | 65 149 |
| Maputo Cidade | 54 737 | 1 540 | 56 277 |
| Total | 1 271 316 | 233 781 | 1 505 097 |
| Província | Escolas | Número de Salas em risco | População em Risco | |
|---|---|---|---|---|
| Alun. | Prof. | |||
| Niassa | 217 | 291 | 19 875 | 590 |
| C. Delgado | 111 | 230 | 15 260 | 306 |
| Nampula | 103 | 294 | 24 426 | 3 893 |
| Zambezia | 320 | 865 | 139 340 | 2 051 |
| Tete | 104 | 299 | 6 202 | 1 819 |
| Manica | 61 | 209 | 12 872 | 201 |
| Sofala | 106 | 162 | 12 177 | 298 |
| Inhambane | 445 | 2 904 | 138 125 | 3 449 |
| Gaza | 833 | 2 341 | 70 285 | 1 631 |
| Maputo | 170 | 640 | 113 000 | 1 150 |
| Maputo Cidade | 8 | 87 | 18 818 | 181 |
| Total | 2 478 | 8 322 | 570 380 | 15 569 |
| Perigo | Áreas em risco (ha) | Produtores em risco | Sementes | Custo (Mt) |
|---|---|---|---|---|
| Seca | 70.800 | 35.400 | 3.540 | 212.400 |
| Inundações/cheias | 196.000 | 98.000 | 7.070 | 424.200 |
| ciclones | 24.000 | 12.000 | 2.550 | 153.000 |
| Total | 290.800 | 145.400 | 13.160 | 789.600 |
| Tabela 10. Actividades sectoriais no contexto de resposta e gestão de emergências - Prontidão, Resposta e Recuperação | |||
|---|---|---|---|
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| INGC | • Realizar exercícios de simulação de emergências; • Actualizar,harmonizar e divulgar o plano de contingência nacional a todos os niveis; • Manter em alerta os CLGRC nas zonas de risco alto; • Identificar as rotas de evacuação e locais para abrigo temporário; • Pre-posicionar materiais, bens e quipamentos para resposta; • Estabelecer parcerias com o ICS; • Reativar os grupos de trabalho sectoriais, incluindo HCT; • Fortalecer os Conselhos Técnicos de Gestão de Calamidades dos governos províncias, distritais e municipais; • Activar o sistema de aviso prévio; • Intensificar as actividades de monitoria (segurança alimentar e nutricional); • Verificar e apoiar nível de prontidão escolar, hospitalar e de serviços essenciais; • Assegurar a existência de capacidade ao nivel das estruturas locais do uso de formulários uniformizados para recolha e manutenção de bases de dados sobre ocorrências e gestão de informação; • Rever a metodologia e ferramentas de avaliação rápida de necessidades assim como definir e preparar equipes multisectoriais de avaliação; • Identificar espaços para criação de infraestruturas de emergência (centros de saúde); | • Activar o nível de alerta em função da magnitude do evento; • Operacionarlizar o plano de contingência nacional, provincial e distrital; • Realizar operações de busca e salvamento em caso de necessidade; • Realizar avaliações rápidas das necessidades em coordenação multissectorial; • Garantir acomodação digna e segura (centros de acomodação temporarios,familias de acolhimento e centros de reassentamento) das populacoes afectadas pelos eventos extremos. com as condições mínimas de abastecimento de água, higiene. assistência médica, bens alimentares e não alimentares; • Elaborar o plano de reassentamento; • Assegurar a continuidade de actividades produtivas, culturais, sociais e desportivas nos centros de acomodação temporária; • Realizar actividades de educação pública e campanhas de promoção de higiene e saúde ambiental; • Preparar os apelos de ajuda humanitária e mobilização de recursos adicionais; • Avaliar e monitorar progressivamente a resposta humanitaria e a situacao humaniaria no pais; • Coordenar a avaliação de necessidades pós desastres (ANPD); • Desenhar o plano/estratégia multissectorial da recuperação pós emergência com base nos resultados da ANPD. | • Organizar o cadastro; • Reavaliar o plano .Estrategia multisctorial de recuperacao (reassentamento,reconstrucao assistencia alimentar , projectos de geracao de renda) • Monitorar a implementacao e integrada das actividades e programas de recuperacao; |
| UNAPROC | • Elaborar o plano de acção de actividades; • Preparar a capacidade (forças) de resposta • Realizar palestras e sensibilizacao às populações particularmente nas zonas de risco; • Mobilizar meios materiais e humanos para prontidao,resposta e recuperação. • Assegurar o funcionamento e operacionalidade dos equipamentos de busca e socorro | • Implementar pontualmente as accoes de busca, salvamento reunificacao das familias separadas e transporte de bens materiais criticos. • Recolher, processar e transmitir informações aos órgãos decisores referente ao evento • Actualizar regularmente e comunicar ao CTGC o grau de Implementacao e operacionalizacao do plano de contingência. • Salvar e resgatar as populações afectadas em zonas de riscos | • Apoiar no processo de reconstrução através da disponibilização pontual de meios humanos e materiais; • Assegurar a integração da equipa da UNAPROC nas missões de recuperação/ reconstrução; |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| GABINFO | • Avaliar e assegurar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; • Identificar e designar o porta-voz para emergência; • Produzir e disseminar informação atempada e precisa aos órgãos de comunicação oficiais; • Pre-posicionar material e equipamentos de comunicação; • Divulgar e partilhar o plano de contingência nacional aos diversos níveis. | • Disseminar informação sobre o fenómeno em causa; • Gerir a disseminação de informação pelos órgãos de comunicação • Intensificar os apelos às comunidades nas zonas de risco. • Divulgar aos orgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação, incluindo HCT | • Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; • Avaliar o cumprimento do plano de resposta de emergência; • Mobilizar as comunidades para participar no processo de recuperação e reconstrução; • Avaliar e propor medidas para uma resposta melhorada. |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
|---|---|---|---|
| MASA | • Aprovisionar sementes atempadamente; • Monitorar a época chuvosa e o seu impacto na produção agrícola; • Disseminar e divulgar a previsão climática sazonal; • Fazer limpeza dos canais e valas de drenagem; • Fazer manutenção de estruturas e reservatórios de água; • Fazer limpeza de fontes de água; • Prover a assistência técnica aos produtores familiares; • Fomentar a tracção animal; • Controlar as pragas e doenças das plantas; • Identificar as zonas propensas as inundacoes • Capacitar os CLGRC em técnicas de produção de culturas tolerantes a seca. • Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional | • Intensificar a realizar de monitoria continua nas zonas de riscos; • Disponibilizar imediatamente pesticidas para o controlo das pragas nas zonas de risco; • Reajustar os planos de aprovisionamento de sementes agrícolas; • Deslocar manadas das zonas de risco de inundação e das zonas inundadas; • Levantamento preliminar das áreas agricolas afectadas. | • Reabilitar infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afectados; • Realizar intervenções sanitárias e desparasitação dos animais; • Fazer o levantamento das áreas e famílias afectadas; • Elaborar e implementar o plano de recuperação. • Realizar feiras de insumos agricolas • Fomentar e multiplicar mandioqueiras e batata doce de polpa alaranjada • Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| MTC | • Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicaçoes para os diversos pontos do pais; • Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos; • Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; • Capacitar os técnicos em materias de monitoria dos fenomenos climaticos | • Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; • Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno e zonas de risco; • Intensificar a monitoria e vigilância meteorológica. | • Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pósemergências. |
| MITADER | • Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras; • Mapear e divulgar os centros de acomodação existentes para melhor planificar as estratégias/intervenções de prontidão e resposta; • Reproduzir e disseminar o manual de técnicas básicas de planeamento físico; • Sensibilizar as populações para se retirarem das zonas de riscos de desastres; • Capacitar os líderes comunitários, CLGRC, técnicos distritais e direções provinciais em matérias de Gestão de Riscos Ambientais; • Mapear parceiros com capacidade de resposta e preenchimento das lacunas identificadas na implementação dos planos; • Identificar e fazer o levantamento dos cursos de água e aquiferos com nível freatico alto para a agricultura, consumo e construção de represas; | • Fazer o ordenamento territorial e organizar os centros de acomodação/reassentamento • Demarcar e atribuir talhões as populações afectadas para fins de reassentamento; • Construir abrigos temporários e centros de acomodação e apoiar na criação de centros de reassentamento; • Levantamento socio-ambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; | • Cadastrar as famílias e sua distribuição física; • Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; • Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/recuperação e os planos locais de acção de resiliência; • Participar activamente no processo de reassentamento das populações; |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
|---|---|---|---|
| MIC | • Fazer as avaliações rápidas da disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; • Mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens de consumo durante e depois da ocorrência da emergência; • Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas afectadas. • Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | • Identificar pontos alternativos de compra/aquisição de produtos alimenatres e facilitar a aquisição local dos mesmos; • Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; • Participar na triagem de produtos (alimentares e não alimentares) doados antes de serem distribuídos às populações afectadas ou canalizados às zonas afectadas. • Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem; • Assegurar a realização de feiras de produtos de primeira necessidade e agricolas no periodo de seca; • Monitorar osmercados internos e a variação dos preços de modo a evitar especulação; • Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteorados ou destinados aassistência humanitária. | • Facilitar os processos de aquisição/compras locais; • Emitir pareceres para (ex. parceiros de cooperação) a entrada de produtos doados para a emergência; • Assegurar a reposição da rede comercial danificada nas zonas afectadas; • Participar e estimular acções de transformação e enriquecimento de produtos alimentares; • Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados aassistência humanitária; • Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem; • Avaliação dos resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| MMAIP | • Identificar os locais seguros para construção de tanques de piscicultura; • Identificar os locais de abrigo para atracagem das embarcações de pesca; • Capacitar os conselhos comunitários de pesca sobre medidas de prontidão e resposta; • Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; | • Prover assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques nos locais seguros; • Incentivar a rápida reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados. • Definir estratégias/plano de reconstrução/ recuperação do sector; | • Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/estrategias de (re) construção e recuperação do sector; |
| MGCAS | • Sensibilizar as populações para o abandono das zonas de risco a tomarem medidas de precaução/redução do risco de vulnerabilidade; • Transmitir mensagens específicas ao fenómeno em causa em linguas de sinais para pessoas com deficiência auditiva; • Adquirir e pre-posicionar material para resposta a emergência; • Realizar capacitações para prevenção de violência baseada no género; • Monitorar a tendência evolutiva da emergência e sua implicação para os grupos mais vulneráveis; • Capacitar os comités comunitários de proteção às crianças; | • Advogar para maior envolvimento de parceiros nacionais e estrangeiros nas acções do MGCAS, nomeadamente, no resgate, assistencia e proteccao social; • Fazer a avaliação rapida das necessidades em coordenação multissectorial; • Monitorar a situação de proteção dos afectados nos centros de acomodação temporários e familias de acolhimento; • Activar os mecanismos integrados de prevenção e resposta contra a violência e abusos nos locais afectados; • Instalar espaços de recreação e prover kits de higiene, alimentar, cozinha e de apoio psicossocial; | • Sensibilizar nos centros de acomodação, familias de acolhimento e bairros de reassentamento contra a violência baseada no género; • Realizar visitas de monitoria aos lugares afectadaos; • Divulgar informações sobre os serviços de atendimento as crianças e mulheres vítimas de violência e abuso • Identificar os beneficiários dos diferentes serviços de proteção social (PSSB, PASD e PASP) e assegurar a reintegração das pessoas vulneráveis • Prestar apoio psico-social as familias; • Incentivar a abertura de escolinhas comunitárias nos bairros de reassentamento; |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
|---|---|---|---|
| MISAU | • Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica ; • Identificar e treinar activistas, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; • Pre-posicionar materiais de emergência ( kit de medicamentos e testes de diagnóstico rápido de malária, anti-retrovirais ); • Capacitar os profissionais de saúde na provisão do pacote mínimo de Saude Sexual e Reprodutiva; • Promover medidas de promoção de higiene e saúde; • Formar membros de associações juvenis em matéria de saúde sexual e reprodutiva para as emergências; • Identificar os distritos de maior risco de eclosão de doenças em situação de emergência • Assegurar a identificação de pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes) nas zonas de risco | • Aumentar o acesso aos serviços de saúde, incluindo sexual e reprodutiva; • Garantir/monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes); • Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV; • Distribuir redes mosquiteiras com inseticidas; • Garantir assistência médica permanente, através da colocação de técnicos de saúde nos centros de acomodação caso sejam criados ; • Garantir assistência específica a mulheres grávidas, crianças e idosos; • Garantir a existência de kits de Saude Sexual e Reprodutiva, incluído kits de profilaxia pós exposição para caso de violação sexual devido à alta vulnerabilidade destas comunidades | • Manter a vigilância de rotina pós epidemia; • Recolher e conservar material usado para atendimento hospitalar; • Assegurar o funcionamento normal das unidades sanitárias que tenham sido afectadas. |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| MINEDH | • Capacitar os técnicos, professores e CEGRD nos distritos de alto risco em matéria de GRD; • Avaliar o nível de prontidão de MINEDH; • Apoiar o desenvolvimento e implementação do plano escolar básico de emergência nas escolas com maior risco de desastres; • Pré-posicionar material de emergência escolar; • Elaborar o plano de distribuição de material para emergência; • Divulgar o mapeamento de risco nas zonas de risco; • Fazer e divulgar a previsão climática sazonal nos direções provinciais e serviços distritos de educação. | • Avaliar o impacto dos desastres sobre as infraestruturas escolares; • Distribuir material diverso de educação nas zonas de risco e escolas afectadas; • Coordenar com diferentes actores incluindo o cluster de Educação e o sector de proteção • Monitorar a resposta às escolas e centros de acomodação; • Assegurar o funcionamento normal de aulas nos centros de acomodação temporária e centros de reassentamento; • Participar nos encontros técnicos do INGC e sectoriais; • Desenvolver o plano/estratégiasde reconstrução/ recuperação do sector. | • Avaliar os danos e necessidades de reconstrução de salas de aulas; • Liderar e assistir na implementação do plano/ estratégia integrada de reconstrução/recuperação do sector; • Reabilitar ou construir as infraestruturas de educação destruídas ou danificadas; • Promover e priorizar a reconstrução/recuperação resiliente de salas de aulas; • Fortalecer a prontidão escolar através da implementação e expansão do plano escolar básico de emergência (PEBE). |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| MOPHRH/ DNGRH | • Verificar os meios de comunicação disponiveis (telefones e rádios); • Mapear as bacias hidrográficas com risco de cheias e inundações; • Realizar a manutenção da rede de observação; • Inspecionar a rede de observação hidrológica e sua atualização; • Realizar o levantamento da situação das infraestruturas hidráulicas e das estações hidrográficas; • Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos; • Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante; • Garantir a operacionalidade dos diques de proteção; • Gerir as albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia | • Recolher e actualizar os dados hidrológicos; • Inspecionar a rede hidrológica do sistema de aviso de cheias (SAC); • Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos | ISAC indicar medidas de normalizacao. • Recuper/reabilitar infraestruturas hidraulicas (diques, barragens, acudes, reservatorios escavados); • Reposicao da rede de estacoes hidrometeorologica; • Realizar levantamento da disponibilidade de recursos hídrico as zonas afectadas pela seca/estiagem, convista a identificar fontes alterntivas para o abastecimento de água. |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
|---|---|---|---|
| MOPHRH/ DNAAS | • Realizar encontros com todos parceiros chave do sector para coordenação/preparação de resposta a emergência envolvendo; • Reforçar as capacidades das províncias e distritos na planificação, monitoria e resposta atempada de emergência; • Fornecer equipamentos e materiais para tratamento, transporte e distribuição de água; • Adquirir e alocar materiais adicionais (Certeza, Lajes Plásticas e Rolos de plástico); • Disponibilizar tanques móveis de abastecimento de água nos centros de acomodação, casas de acolhimento e bairros de reassentamento; • Preparar e disseminar, mensagens de boas práticas de higiene, saneamento e utilização racional da água; | • Realizar levantamento rápido da situação e necessidades em água, saneamento e higiene; • Assegurar a disponibilidade de água segura e de infraestruturas de saneamento; • Providenciar equipamentos e materiais para: (a) tratamento, conservação, distribuição de água (b) deposição de excretas humanas e resíduos sólidos (c) promoção das boas práticas de higiene; • Reactivar os mecanismos de coordenação e sistema de partilha de informação.Garantir o abastecimento de água nas zonas onde as fontes estejam submersas. | • Realizar levantamento da situação e necessidades em água, saneamento e higiene; • Avaliar os danos sobre as infra – estruturas das fontes de abastecimento de água e saneamento; Apoiar as famílias/ comunidades reabilitação e construção das fontes de água; • Apoiar a autoconstrução de latrinas familiares; • Restabelecer o abastecimento de água envolvendo as famílias de modo a garantir a sustentabilidade; Garantir condições de saneamento de água. |
| Instituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
| MOPHRH/ Habitação e Urbanismo | • Realizar levantamento das infraestruturas seguras para acomodação temporária das pessoas afectadas; • Coordenar com as DPOPHRH na identificação e inventariação dos locais seguros para acomodação provisória; • Coordenar com as DPOPHRH na identificação de rotas de evacuação rápida; • Incentivar a organização do cadastro provisório/definitivo de terras pelas comunidades reassentadas; • Adquirir equipamentos para a produção de materiais de construção de baixo custo e resistentes a calamidades; • Avaliar o nível de capacidade de reassentamento de novas famílias nos Bairros de Reassentamento já existentes. | • Participar na monitoria do processo de registo e controlo do número das famílias e população afectada nos centros de acomodação e famílias de acolhimento; • Participar na coordenação das acções de acomodação das vítimas em abrigos provisórios; • Participar na construção rápida de abrigos provisórios em lugares seguros para populações afectadas; • Coordenar e garantir a participação dos líderes comunitários em acções de transferência rápida das vítimas dos abrigos provisórios para talhões já demarcados. | • Reassentar as populações afectadas e reconstrução das infraestruturas danificadas • Monitorar a implantação dos planos parciais de ordenamento territorial em articulação com a Direcção Nacional de Ordenamento do Território e Reassentamento (DINOTER); • Monitorar a prestação de assistência técnica ao processo de reconstrução e ou construção de casas tecnicamente melhoradas para a habitação; • Incentivar a produção e utilização de materiais de construção produzidos com recurso ao material local. |
| MOPHRH/ Estradas | • Participar em todas as reuniões de CTGC; • Participar em todas as reuniões de troca de informações face a evolução dos fenómenos e planos de mitigação; • Inspecionar as estradas e pontes; • Mapear as vias alternativas. | • Mobilizar empreiteiros para reparação de emergências; • Informar os membros do CTGC sobre a transitabilidade ou não das estradas; • Continuar a monitorar troços afectados pelas calamidades; • Identificar medidas alternativas para garantir a circulação de pessoas e bens nos troços afectados. | • Garantir a reposição da rede afectada; • Realizar levantamentos e estudos dos troços afectados para a reabilitação. |
| MIREME | • Estabelecimento de equipas de avanço nos locais previamente definidos como zonas de potenciais riscos e em prontidão para qualquer intervenção de emergência; • Assegurar a disponibilidade dos grupos geradores de emergência e combustível em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; • Reforço da logística de transporte, combustível e materiais sobressalentes em todas as Áreas Operacionais; • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. toda as fases • Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acessos é facilmente afectado pelas intempéries; | • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. | • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. |
| Intituições | Prontidão | Resposta | Recuperação |
|---|---|---|---|
| MIREME/INAMI | • Operacionalizar e manter funcionais as plataformas de análiose de dados sismicos e a rede Nacional de Estações sismograficas; • Ter funcionais as plataformas de monitória de eventos sísmocos; • Fazer a monitoria 24/7 dos eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e nos Paises vizinhos; • Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de tsunami | • Preparar informação, comunicados de imprensa, em tempo útil sobre a ocorrência de evento sísmico com epicentro em Mocambique ou nos países vizinhos mas que tenha sentido no território nacional; • Avaliar a intensidade sísmica, erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões regiões afectadas pelo desastre geológico; • Preparar a monitória de réplicas dos eventos em estudo; • Fazer a inventariação de danos geológicos visíveis nas região afectadas pelos desastre geológicos; | • Recomendar medidas de mitigação dos impactos dos desastres geológicos |
| Secretaria Provincial | • Coordenar a elaboração do Plano de Contingência do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades (CTPGC) e garantir a sua implementação. • Convocar a reuniões mensais do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades • Coordenar com as instituições competentes funcionamento dos Sistemas de Alerta e Aviso Prévio | • Supervisionar as acções de assistência humanitária durante a emergência Manter a coordenação das operações conjuntas entre os diferentes níveis institucionais ao nível da província (implementação do plano de resposta). • Garantir a funcionalidade do sistema de gestão da emergência ao nível da província (fluxo de informação, operacionalização dos 4 sectores do COE Provincial) | • Supervisionar a implementação dos planos de recuperação e reconstrucção a todos níveis; • Manter a funcionalidade do fluxo de informação |
| N/O | Área | Sede | Forças e Meios | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Homens | Barcos | Viaturas | |||
| 1 | Bacia do Umbeluzi | B. Pequenos Libomos | 15 | 10 | 2 |
| 2 | Bacia do Incomati e Limpopo | Vila de Macia | 75 | 30 | 7 |
| 3 | Bacia do save | Vilanculos | 20 | 10 | 2 |
| 4 | Bacia do Buzi e Púnguè | Cidade da Beira | 30 | 15 | 2 |
| 5 | Bacia do Zambeze | Caia | 25 | 20 | 3 |
| 6 | Bacia do Licungo | Mocuba | 20 | 15 | 2 |
| 7 | Distritos de Larde e Moma | Moma | 15 | 10 | 2 |
| 8 | Bacia do Messalo | Chai | 12 | 10 | 2 |
| Total | 212 | 120 | 22 |
| Bens Alimentares (ton) | Bens Necessários | Bens Disponiveis/Existentes | Defice | Custo Unitário (103) | Custo Total (103) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Governo | Parceiros | Total | |||||
| Cereais | 5 014 | 0 | 3000 | 3 000 | 2014 | 27.2 | 54 780.80 |
| Feijão | 573 | 0 | 450 | 450 | 123 | 312.5 | 38 437.50 |
| Acucar | 21 | 0 | 0 | 21 | |||
| Sal | 21 | 0 | 0 | 21 | 15 | 315 | |
| Conservas | 5000 | 0 | 0 | 5000 | 0.065 | 325 | |
| Total | 93 858.30 |
| Item | Bens Necess | Bens Disponiveis/ Existentes | Defice | Custo Unitário (103) | Custo Total (103) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Total no Pais | |||||
| Tendas Comun.1x30 | 33 | 28 | 5 | 33 | - | 150.0 | 0.00 |
| Tendas Comuns 1x10 | 35 | 25 | 25 | 10 | 70.0 | 700.00 | |
| Tendas Familiares 1x5 | 4230 | 1024 | 291 | 1 315 | 2 915 | 13.5 | 39 352.50 |
| Kits de Abrigo** | 11872 | 1731 | 5 911 | 7 642 | 4 230 | 2.0 | 8 460.00 |
| Kits de Ferramenta | 1658 | 1556 | 102 | 1 658 | - | 1.5 | 0.00 |
| Lonas Familiares | 22893 | 3571 | 17 322 | 20 893 | 2 000 | 0.6 | 1 200.00 |
| Lonas Comunitarias | 70 | 10 | 0 | 10 | 60 | 30 | 180.00 |
| Rolos Plastico | 5000 | 3167 | 165 | 3 332 | 1 668 | 1.5 | 2 502.00 |
| Esteiras | 9000 | 757 | 3274 | 4031 | 4969 | 0.8 | 3 726.75 |
| Total | - | 56 121.25 |
| Local | Abrigos Temporários | Armazéns | Campos de Futebol | Pistas de Aterragem | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Salas de Aula | Escolas | Latrinas | Casas de Culto | Gov. | Parc. | Total | |||
| Niassa | 0 | 10 | 11 | ||||||
| C. Delgado | 480 | 277 | 48 | 0 | |||||
| Nampula | 1,575 | 266 | 146 | 146 | |||||
| Zambézia | 246 | 187 | 82 | 34 | 15 | 8 | |||
| Tete | 0 | 7 | 7 | ||||||
| Manica | 2,025 | 457 | 254 | 18 | 18 | ||||
| Sofala | 284 | 3 | 3 | 80 | 22 | ||||
| Inhambane | 8 | 3 | 11 | ||||||
| Gaza | 1,132 | 141 | 424 | 235 | 19 | 4 | 23 | 95 | 12 |
| Maputo Prov. | 0 | ||||||||
| Maputo Cid. | 12 | 2 | 1 | 1 | |||||
| Total | 5,742 | 153 | 1,345 | 887 | 195 | 14 | 243 | 200 | 53 |
| Província | Tenda Escola | Kit aluno | Kit Professor | Kit Administrativo | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Necess. | Dispon. | Necess. | Dispon. | Necess. | Dispon. | Necess. | Dispon. | |
| Maputo | 20 | 0 | 100 000 | 0 | 250 | 0 | 100 | 0 |
| Cid.Maputo | 15 | 0 | 18 818 | 0 | 181 | 0 | 118 | 0 |
| Gaza | 10 | 3 | 51 690 | 18 595 | 5 287 | 318 | 500 | 0 |
| Inhambane | 40 | 29 | 69 062 | 6 000 | 1 725 | 0 | 300 | 89 |
| Sofala | 20 | 0 | 12 600 | 0 | 340 | 0 | 170 | 0 |
| Manica | 15 | 6 | 12 177 | 0 | 300 | 0 | 120 | 0 |
| Tete | 10 | 0 | 6 200 | 0 | 250 | 0 | 341 | 0 |
| Zambézia | 23 | 7 | 138 640 | 700 | 500 | 0 | 919 | 0 |
| Nampula | 25 | 5 | 22 426 | 1 540 | ||||
| C. Delgado | 10 | 5 | 6 629 | 0 | 298 | 0 | 109 | 0 |
| Niassa | 15 | 5 | 19 229 | 646 | 282 | 0 | 282 | 0 |
| Total | 203 | 60 | 457 471 | 27 481 | 9 413 | 318 | 2 959 | 89 |
| Sector | Bens Necess. | Bens Disponiveis/ Existentes | Defice | Custo Unitario | Custo Total (103) | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Priv. | Total | |||||
| Tanques Flexiveis | 0 | 11 | 0 | 11 | 0 | 0 | ||
| 0 | 119 | 2 | 121 | 0 | 0 | |||
| Tanques Rigidos | 0 | 1 | 0 | 1 | 0 | 0 | ||
| 0 | 110 | 0 | 0 | 0 | ||||
| ETA | 24 | 16 | 3 | 19 | 5 | 1 400 | 7 000 | |
| Baldes | 60 000 | 13 229 | 12 532 | 0 | 25 761 | 10 000 | 0.150 | 1 500 |
| Baldes | 26 458 | 25 064 | 0 | 51 522 | ||||
| Jerricans | 170 000 | 3 | 6 300 | 6 303 | 11 291 | 0.150 | 1 693 .7 | |
| Jerricans | 1 728 | 10 889 | 12 617 | |||||
| Jerricans | 4 000 | 4 000 | ||||||
| Jerricans | 1 731 | 21 189 | 0 | 22 920 | ||||
| Certeza/Frascos | 10 000 | 470 | 6 000 | 6 470 | 3 530 | 0.015 | 53 | |
| Sulfato de Alum. kg | 0 | 363 | 363 | 0 | 0 | 0 | ||
| Cloro em pac./kg | 610 | 0 | 610 | 0 | 0 | 0 | ||
| Total | 10 246 .7 |
| Sector | Bens Necessarios | Bens Disponiveis | Defice | Custo Unitario | Custo Total (103) | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Total | |||||
| Lajes | 6 373 | 1 224 | 5 149 | 6 373 | 1 178 | 0.420 | 494.8 |
| Rolos Plastico | 2 000 | 654 | 168 | 822 | 1 390 | 0.350 | 486.5 |
| Pás | 1 560 | 164 | 6 | 170 | 406 | 0.200 | 81.2 |
| Enxadas | 936 | 505 | 25 | 530 | 0 | 0 | |
| Serrote | 53 | 0 | 0 | 0 | |||
| Botas | 0 | 711 | 0 | 711 | 0 | 0 | |
| Total | 1 062.5 |
| Sector | Bens Necessarios | Bens Disponiveis/Existentes | Defice | Custo Unitario | Custo Total | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Total no total | |||||
| Kits de Cozinha | 10000 | 3 103 | 6 274 | 9377 | 623 | 1 | 623 |
| Kits de Higiene | 3000 | 171 | 2000 | 2171 | 829 | 0.5 | 414.5 |
| Kits de dignidade | 1000 | 0 | 1000 | 0.750 | 750 | ||
| Kit de família | 2 500 | 337 | 1 598 | 1 935 | 565 | 2.5 | 1 412.5 |
| Mantas | 14 000 | 648 | 9 543 | 10 191 | 3 809 | 0.3 | 1 142.7 |
| Capulanas | 0 | 0 | - | 1.20 | 0.00 | ||
| Bacias | 0 | 0 | - | 0.13 | 0.00 | ||
| Esteiras | 0 | 0 | - | 0.024 | 0.00 | ||
| Roupa em sacos | 751 | 42 | 793 | -793 | 2.5 | 1 982.5 | |
| Bacias | 457 | 4 | 461 | -461 | 0.05 | 23 050.00 | |
| Copos Metalicos | 449 | 104 | 553 | -553 | 0.03 | 16. 6 | |
| Copos Plasticos | 607 | 0 | 607 | -607 | 0.05 | 30.4 | |
| Total | 1 037.5 |
| Sector | Bens Necessarios | Bens Disponiveis/Existentes | Defice | Custo Unitario | Custo Total | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Total no total | |||||
| Kits de Cozinha | 10000 | 3 103 | 6 274 | 9377 | 623 | 1 | 623 |
| Kits de Higiene | 3000 | 171 | 2000 | 2171 | 829 | 0.5 | 414.5 |
| Kits de dignidade | 1000 | 0 | 1000 | 0.750 | 750 | ||
| Kit de família | 2 500 | 337 | 1 598 | 1 935 | 565 | 2.5 | 1 412.5 |
| Mantas | 14 000 | 648 | 9 543 | 10 191 | 3 809 | 0.3 | 1 142.7 |
| Capulanas | 0 | 0 | - | 1.20 | 0.00 | ||
| Bacias | 0 | 0 | - | 0.13 | 0.00 | ||
| Esteiras | 0 | 0 | - | 0.024 | 0.00 | ||
| Roupa em sacos | 751 | 42 | 793 | -793 | 2.5 | 1 982.5 | |
| Bacias | 457 | 4 | 461 | -461 | 0.05 | 23 050.00 | |
| Copos Metalicos | 449 | 104 | 553 | -553 | 0.03 | 16. 6 | |
| Copos Plasticos | 607 | 0 | 607 | -607 | 0.05 | 30.4 | |
| Total | 1 037.5 |
| Sector | Necessidades | Bens Disponiveis/Existentes | Défice | ||
|---|---|---|---|---|---|
| Gov | Parc | Total no Pais | |||
| Tenda Hospitalar 72m2 | 138 | 0 | 12 | 12 | 126 |
| Cama Metalica cólera | 83 | 84 | 260 | 344 | 0 |
| SRO | 16,528 | 0 | 200 | 200 | 16328 |
| Saco para cadaver adultos | 10 | 346 | 15 | 361 | 0 |
| saco para cadavers criancas | 20 | 0 | 5 | 5 | 15 |
| Redes Mosquiteiras | 137,667 | 8,612,085 | 10,837 | 871,922 | 0 |
| Kit de antimalaricos | 413,282 | 0 | 0 | 0 | 413,282 |
| Sector | Bens Necessarios | Custo Total (103Mz) | Assistência a Produtores Mais Necessitados (103Mz) |
|---|---|---|---|
| Insumos | Sementes e instrumentos | 789,600.00 | 157,920 |
| Sanidade Vegetal | Pesticidas, armadilhas, etc | 87,751.20 | 17,550.24 |
| Sanidade Animal | Drogas e Vacinas | 40,960.80 | 8,192.16 |
| Monitoria e Avaliacao | 2,500.00 | 500 | |
| Total | 920,812.00 | 184,162.40 |
| Itens | Orçamento (103 MT) |
|---|---|
| Material de Comunicacoes | 600 |
| Meios de Socorro e Combustiveis | 35,238 |
| Aluguer de meios aéreos | 3,000 |
| Despesas aeroportuarias (taxas de voo, de cargas nos agentes de carga, armazenagem, manuseamento e scan ) | 2,000 |
| Desembaraço aduaneiro (MCNET, Taxas aduaneiras e Honorarios de serviço) | 6,000 |
| Manuseamento de carga (estiva, aluguer de armazem e fumigação) | 2,000 |
| Monitoria (Passagens aereas, ADC, Comunicações, Alojamento, aluguer de salas, Lanches, Consumiveis de escritórios) | 2,500 |
| Transporte de carga (aluguer de camiões) | 8,000 |
| Campanhas de sensibilizacao por via da imprensa | 3,800 |
| Coordenação e Monitoria permanente da época | 4,300 |
| Preposicionamento de plataformas móveis | 7,800 |
| Total | 75,238 |
| Total | 777700 | 1102737 | 1280358 |
|---|---|---|---|
| MJD | 200 | 200 | 200 |
| MCT | 300 | 400 | 500 |
| MEF/INE | 200 | 200 | 200 |
| MCTESTP | 1123 | 1662 | 1712 |
| MMAIP | 1989 | 5308 | 6920 |
| MIREM | 51088 | 116 027 | 130 055 |
| MDN | 2100 | 3805 | 4910 |
| MINT | 2687 | 3566 | 4417 |
| MIC | 4273 | 5694 | 6607 |
| MTC | 7853 | 12 122 | 16635 |
| MITADER | 7212 | 8665 | 8904 |
| MGCAS | 8470 | 9710 | 10004 |
| MISAU | 26065 | 29652 | 33155 |
| MINEDH | 30556 | 30714 | 33474 |
| MOPHRH | 183749 | 274 431 | 406 081 |
| MASA | 127 406 | 232 868 | 235 620 |
| INGC | 290 923 | 334 430 | 346 617 |
| SP | 764 | 1200 | 1200 |
| Distritos | 30742 | 32085 | 33147 |
| Cenário I | Cenário II | Cenário III |
| Cereais (t) | Feijão (t) | Combustivel e Lubrificantes p Barcos | Rolos Plásticos p Saneamento | |
|---|---|---|---|---|
| Gaza | 81 | 9 | 0 | 0 |
| Sofala | 36 | 4 | 0 | 0 |
| Zambezia | 267 | 31 | ||
| Quantidade Total | 384 | 44 | 12,000 | 1 500 |
| Custo Total | 17,280,000,00 | 3,740,000,00 | 3,532,500,00 | 3,000,000,00 |
| Custo Total | 27 552 500.00 | |||
| Operações de resposta inicial * | 7,000,000,00 | |||
| Total Geral | 36,132,500,00 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Parágrafo, página 1: Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017 I SÉRIE — Número 203
- Título de secção, página 1: BOLETIM DA REPÚBLICA
- Título de secção, página 1: PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
- Parágrafo, página 1: 12.º SUPLEMENTO
- Parágrafo, página 1: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E. P.
- Parágrafo, página 1: A V I S O
- Parágrafo, página 1: A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
- Parágrafo, página 1: SUMÁRIO
- Parágrafo, página 1: Conselho de Ministros:
- Parágrafo, página 1: Resolução n. º 62/2017:
- Parágrafo, página 1: Aprova o Plano de Contingência para Época Chuvosa 2017-2018.
- Texto lido por imagem, página 1: ••••••••
- Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
- Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 62/2017
- Texto do artigo, página 1: de 29 de Dezembro
- Texto do artigo, página 1: Tornando-se necessário aprovar o Plano de Contingência para Época Chuvosa 2017-2018, que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do artigo 12 da Lei n.º 15/2014, de 20 de Junho, que aprova o Regime Jurídico da Gestão das Calamidades, o Conselho de Ministros determina:
- Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É aprovado o Plano de Contingência para Época Chuvosa 2017-2018, anexo a presente Resolução, dela fazendo parte integrante.
- Número ou marcador, página 1: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
- Texto do artigo, página 1: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 19 de Dezembro de 2017. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
- Texto do artigo, página 1: Plano de Contingência para A Época Chuvosa 2017-2018
- Texto do artigo, página 1: Sumário Executivo
- Texto do artigo, página 1: Moçambique é um país que enfrenta várias ameaças - Ciclones, Cheias, Secas, Epidemias e Sismos. A vulnerabilidade do País face aos desastres resulta da sua localização a jusante nove rios
- Texto do artigo, página 1: internacionais, a existência de zonas áridas e semiáridas; a longa extensão do território nacional localizado na zona de convergência intertropical sujeita a perdas e ganhos excessivos de humidade, a extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e a existência de zonas sísmicas activas.
- Texto do artigo, página 1: Ciente da vulnerabilidade do País aos eventos extremos e, em consonância com o plasmado no artigo 12 da Lei n.º 15/2014 (Lei de Gestão de Calamidades), o Governo elabora anualmente um Plano de Contingência para a mitigação e gestão de desastres, que contempla acções e medidas estratégicas e multissectoriais de prontidão, resposta e recuperação pós desastres.
- Texto do artigo, página 1: A previsão climática sazonal para a época chuvosa 2017-2018 na SADC, divulgada em Agosto de 2017 pelo Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), foi ajustada para o contexto climatológico específico de Moçambique e posteriormente intrepretada para as componentes de hidrologia e agricultura.
- Texto do artigo, página 1: Deste modo,a previsão climática sazonal para Moçambique indica para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2017a probabilidade de ocorrência de:(i) Chuvas normais com tendência para acima do normal em toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande parte das províncias de Tete e Zambézia; (ii) Chuvas normais para o Sul das províncias de Nampula e Niassa e Norte de Zambézia e Tete; e (iii) Chuvas normais com tendência para abaixo do normal em toda a província de Cabo Delgado e Norte das Províncias de Nampula e Niassa.
- Texto do artigo, página 1: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2018, há uma maior probabilidade de ocorrência de: (i) Chuvas normais com tendência para acima do normal para as Províncias de Tete e Zambézia, grande parte das províncias de Sofala e Manica e Norte das províncias de Gaza e Inhambane; (ii) Chuvas normais para as Províncias de Niassa e Nampula, grande parte das províncias de Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e Faixa costeira de Sofala e sul de Manica; e (iii) Chuvas normais com tendência para abaixo da normal para província de Maputo, Sul das províncias de Gaza e Inhambane e norte da Província do Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 1: De um modo geral, o prognóstico hidrológico para Outubro-Novembro-Dezembro de 2017 aponta a possibilidade de ocorrências de um (i) Risco Baixo de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Maputo, Umbeluzi, Limpopo, Save, Buzi, Pungoe, Zambeze, Licungo, Ligonha, Meluli, Melela, Lúrio, Megaruma, Messalo, Montepuêz e Rovuma; e (ii) Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Maputo, Incomáti, Mutamba, Inhanombe e Savane.
- Texto do artigo, página 1: A Hidrologia prevê três cenários para o período JaneiroFevereiro-Março de 2018, designadamente: (i) Risco Baixo de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Inharrime, Mutamba,
- Texto do artigo, página 2: Inhanombe e Govuro; (ii)Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Maputo, Umbeluzi, Limpopo, Save, Gorongosa, Zambeze, Lurio e Bacias Costeira da Província de Nampula; e (iii) Risco Moderado a Alto de cheias nas Bacias hidrográficas do Messalo, Megaruma, Licungo, Pungue, Savane, Buzi, Save e Incomati.
- Texto do artigo, página 2: O Sector de Agricultura prevê que, no período OutubroNovembro-Dezembro de 2017, a região Norte (Cabo Delgado, Niassa, Nampula e norte da Zambézia) poderá registar um índice muito baixo, até 50% de satisfação das necessidades hídricas das culturas; a região Centro (parte central da província de Tete, Manica e Sofala e Sul da Zambézia) poderá apresentar um índice moderado (71 à 90%) de satisfação das necessidades hídricas das culturas; e a região Sul (Inhambane, Gaza e Maputo) apresenta um índice baixo, até 70% de satisfação das necessidades hídricas das culturas.
- Texto do artigo, página 2: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2018 está prevista uma melhoria significativas em todo o país, com destaque para as regiões Norte e Centro, onde o índice de satisfação das necessidades hídricas das culturas será muito alto; a região Sul poderá igualmente registar melhorias significativas com um índice de satisfação hídrica alto (90-100%), nas províncias de Maputo e Gaza e Inhambane.
- Texto do artigo, página 2: Estas previsões serviram de base para elaboração do presente Plano Nacional de Contingência, cujo processo envolveu intervenientes do nível local ao nacional e contou com a participação dos municípios e dos parceiros de cooperação. Ainda em função das previsões climáticas, o presente Plano de Contingência prevê três cenários que projectam a população em risco na presente época chuvosa, designadamente, o Cenário I que poderá afectar pelo menos 472.778 pessoas por efeitos combinados de ocorrência deventos fortes, inundações nas cidades e vilas e seca; o Cenário II que associa os fenómenos do Cenário I à ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando desta forma para 1.271.316 pessoas em risco; e o Cenário III que eleva para cerca de 1.505.097 o número de pessoas em risco. O último cenário agrega os fenómenos dos Cenários I e II acrescidos a ocorrência de um sismo.
- Texto do artigo, página 2: A operacionalização do presente Plano de Contingências será feita em função dos fenómenos e população em risco projectada para o Cenário II, isto é, as previsões Hidro-meteorológicas remetem para que o País esteja preparado para enfrentar uma eventual ocorrência de ventos fortes, descargas atmosféricas, inundações nas cidades e vilas, prevalência da seca em algumas regiões, risco de cheias e ciclones.
- Texto do artigo, página 2: Em Julho passado, o Governo aprovou o Decreto que cria o Fundo de Gestão de Desastres com o objectivo de flexibilizar a mobilização de recursos para o financiamento sustentável e previsível das acções de prontidão, resposta, recuperação e reconstrução pós-calamidades.
- Texto do artigo, página 2: Com aprovação do Decreto que cria o Fundo de Gestão de Calamidades, pretende-se que de ora em diante, as acções previstas no Plano de Contingência sejam implementadas no período de Janeiro a Dezembro de cada ano.
- Texto do artigo, página 2: O orçamento global projectado para o Cenário II do Plano de Contingência é de mil milhões de meticais, dos quais o Governo inscreveu no Orçamento do Estado para 2018 um total de 160 milhões de meticais para a operacionalização do Plano de Contingência, o que claramente ilustra que há défice de 943.737.000 meticais que deverão ser mobilizados junto dos parceiros de cooperação e doadores.
- Texto do artigo, página 2: Os fundos alocados no Orçamento do Estado para a operacionalização do Plano de Contingência deverão priorizar 4 componentes para minimizar o sofrimento das populações, designadamente (i) monitoria dos fenómenos e emissão de avisos prévios, (ii) pré-posicionamento de recursos (humanos e materiais) para resposta, (iii) Operações de Busca e salvamento; e (iv) assistência humanitária nos primeiros 15 dias.
- Texto do artigo, página 2: A Implementação deste Plano de Contingência seguirá os mecanismos estabelecidos no sistema nacional de Gestão de Calamidades que envolve os CCGC, CTGC, CENOE, UNAPROC, COEs provinciais e distritais e CLGRC, e toda a acção dos parceiros de cooperação e da sociedade civil em geral.
- Número ou marcador, página 2: 1. Introdução
- Texto do artigo, página 2: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para o processo de coordenação, resposta e gestão de eventos extremos relacionados ao clima, sendo os mais frequentes as cheias, ciclones e secas. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) 1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT) 2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal e a sua interpretação para Hidrologia e para a Agricultura.
- Texto do artigo, página 2: O Plano Nacional de Contingência para a redução e gestão desastres na época 2017-2018 tem como objectivos Reduzir a perda de vidas humanas e destruição de infraestruturas vitais em Moçambique, assim como assegurar a rápida assistência humanitária e restabelecimento da vida normal aos afectados pelos eventos climáticos, naturais e antrópicos extremos ou recorrentes. Neste sentido, o Plano Nacional de Contingência para a redução e gestão desastres na época 2017-2018 destaca os seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 2: • Principais ameaças susceptíveis de causar situações de emergência; • Zonas de risco e possíveis impactos; • Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação; • Recursos (humanos, materiais, tecnológicos e financeiros) disponíveis e necessários para a resposta e gestão do desastres.
- Texto do artigo, página 2: O Plano Nacional de Contingência é elaborado através de um processo descentralizado que inicia com a elaboração de contingecia distrital e Provincial. A nível central, os sectores também elaboram os seus planos e após a globalização dos dados pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades, o exercício culmina com a aprovação do Plano Anual de Contingência pelo Conselho de Ministros
- Texto do artigo, página 2: Balanço da Época Chuvosa 2016/2017
- Texto do artigo, página 2: 2.1. Situação Meteorológica
- Texto do artigo, página 2: Nos meses de Outubro a Dezembro de 2016, a precipitação acumulada esteve abaixo da média observada nornmalmente nesse período, em quase toda a Região Norte do país, incluindo grande uma parte da província da Zambézia, o norte das províncias de Manica e Sofala, bem como o oeste da Província de Gaza (Chicualacula, Massingir, Pafuri). O resto do País registou uma precipitação normal e acima do normal em relação a média climatológica acumulada entre Outubro e Dezembro (figura 1).
- Texto do artigo, página 2: 1 Integram o CTGC sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita no final de Agosto de cada ano pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição
- Texto do artigo, página 2: espacial da quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
- Texto do artigo, página 3: ANOMALIAS Oct-Dec/2016 Figura 1: Percentagem de precipitação observada (a) em relação ao normal referente acumulado de 01 de Outubro a 31 de Dezembro de 2016
- Texto do artigo, página 3: Figura 1: Percentagem da precipitação observada (a) em relação ao normal referenteao acumulado de 01 de Outubro a 31 de Dezembro de 2016
- Texto do artigo, página 3: No período Janeiro, Fevereiro e Março de 2017 houve queda de chuvas em quase todo o país, com maior destaque para as províncias de Manica, Sofala e Tete, na região centro, do país e na província de Inhambane, na região sul, onde a precipitação acumulada esteve acima de 700 milímetros . As províncias da região norte do pais tiveram algumas zonas com défice de precipitação, destacando Nampula, norte de Niassa e Sul de Cabo Delgado onde a precipitação esteve abaixo daquilo que é a normal climatológica para aquele período.
- Texto do artigo, página 3: No dia 12 de Fevereiro formou se uma perturbação tropical na costa central do canal de Moçambique, que evoluiu até ao estágio de ciclone tropical de categoria 4, com o nome de DINEO, que fustigou os distritos costeiros da província de Inhambane.
- Texto do artigo, página 3: Anomalia de Precipitação, JFM de 2017 Prec (mm) Figura 2: Percentagem da precipitação observada em relação ao normal referente ao acumulado de 01 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2017
- Texto do artigo, página 3: Figura 2: Percentagem da precipitação observada em relação ao normal referente ao acumulado de 01 de Janeiro a 28 de Fevereiro de 2017
- Texto do artigo, página 3: 2.2 Avaliação do Ano Hidrológico 2016/2017
- Texto do artigo, página 3: De uma forma geral, a época chuvosa 2016/2017 foi caracterizada por escoamentos moderados a altos nas bacias do Incomáti, Limpopo, Mutamba, Inhanombe, Save, Búzi, Pungue, Zambeze e Licungo. As restantes bacias hidrográficas do País foram caracterizadas por escoamentos Baixos a Moderados. Para o período Outubro, Novembro e Dezembro de 2016, registaram-se escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos nas principais bacias hidrográficas do país, em todas regiões (Tabela 1).
- Texto do artigo, página 3: Tabela 1.
- Texto do artigo, página 3: Região
Escoamentos em OND 2016
Escoamentos JFM 2017
Sul
Foram inferiores que no ano transacto 2015/16
Foram superiores que no ano transacto 2015/16
Centro
As bacias do Save, Búzi, Púngoè e Zambeze registaram picos de escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999/2016) e superiores ao ano transacto (2015/16
As bacias do Save, Búzi, Púngoé em (Púngoé Sul) e Licungo em (Gurué) registaram escoamentos superiores a média dos últimos 17 anos e ao ano transacto 2015/16
Norte
Registaram-se escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999-2016) e do ano transacto 2015/16, em virtude de ocorrência de chuvas abaixo do normal
Região Escoamentos em OND 2016 Escoamentos JFM 2017 Sul Foram inferiores que no ano transacto 2015/16 Foram superiores que no ano transacto 2015/16 Centro As bacias do Save, Búzi, Púngoè e Zambeze registaram picos de escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999/2016) e superiores ao ano transacto (2015/16 As bacias do Save, Búzi, Púngoé em (Púngoé Sul) e Licungo em (Gurué) registaram escoamentos superiores a média dos últimos 17 anos e ao ano transacto 2015/16 Norte Registaram-se escoamentos inferiores a média dos últimos 17 anos (1999-2016) e do ano transacto 2015/16, em virtude de ocorrência de chuvas abaixo do normal - Texto do artigo, página 3: Quanto as previsões hidrológicas avançadas pela Direção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), em Setembro de 2016, da avaliação efectuada mostra terem sido acertadas em 92% para o período de OND-2016 e em cerca de 60% para o período de JFM-2017.
- Texto do artigo, página 3: 2.2.1 Enchimento de Barragens dentro e fora do território nacional
- Texto do artigo, página 3: A gestão de Albufeiras, principalmente na época chuvosa é de extrema importância para a mitigação de cheias. De acordo com o nível de enchimento registado nas diferentes albufeiras, o destaque vai para a barragem dos Pequenos Libombos que registou o menor incremento, enquanto Corumana teve uma subida significativa do nível de enchimento durante a época chuvosa 2016/17. Assim, com vista a assegurar água até a época chuvosa 2017/18, a partir da barragem dos Pequenos Libombos, foram tomadas medidas tais como: interrupção de alocação de água para agricultura e produção de energia e redução das descargas.
- Texto do artigo, página 3: Barragem
Capacidade (Mm3)
Outubro-2016 (%) a)
Março-2017 (%) b)
Diferença (b-a) (%)
P. Libombos
400
19
28
9
Corumana
884
9
63
54
Massingir
2.836
48
73
25
Chicamba
2.200
26
63
37
HCB
51.700
37
70
33
Nampula
4
68
100
32
Nacala
7
92
85
-7
Messica
55
79
64
-15
Barragem Capacidade (Mm3) Outubro-2016 (%) a) Março-2017 (%) b) Diferença (b-a) (%) P. Libombos 400 19 28 9 Corumana 884 9 63 54 Massingir 2.836 48 73 25 Chicamba 2.200 26 63 37 HCB 51.700 37 70 33 Nampula 4 68 100 32 Nacala 7 92 85 -7 Messica 55 79 64 -15 - Texto do artigo, página 4: 2.3 Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2016/17
- Texto do artigo, página 4: Em geral as perspectivas de produção agrícola foram boas à satisfatórias, com destaque para a região Centro. Nas culturas alimentares, a produção de cereais foi de cerca de 3 milhões de toneladas, leguminosas 707 mil toneladas, mandioca 10,9 milhões de toneladas, batata doce 1.8 milhões de toneladas, hortícolas diversas 2,6 milhões toneladas, oleaginosas 132 mil toneladas, batata reno 294,6 mil toneladas, numa área total de ±5,4 milhões de ha.
- Texto do artigo, página 4: As inundações ocorridas durante a época e o ciclone DINEO afectaram cerca de 87.557 ha de culturas diversas (milho, arroz, feijão nhemba, hortícolas diveras), correspondendo a 1,9% da área total semeada, tendo afectado cerca de 105 mil produtores, sendo as províncias de Sofala e Inhambane as mais afectadas.
- Texto do artigo, página 4: Em termos de pragas e doenças, o destaque vai para a Lagarta do Funil do Milho (Spodoptera frugiperda), originaria da América Central e do Sul, que constituí uma das pragas mais violentas para a cultura do milho. No país, foi detectada em principios de 2017 nas províncias de Tete (Changara e Cidade de Tete), Manica (Vanduzi, Catandica, Manica, e Chimoio), e Gaza (Xai-Xai, Bilene e Chicualacuala). Devido a sua capacidade migratoria, de dispersão e multiplicação, quase todas as províncias estão afectadas, sendo que os níveis de danos variam de local para local. A província mais infestada é de Gaza (60%), seguida de Manica (30%) e Tete (20%). Decorrem treinamentos aos extensinistas e levantamentos mais exasutivo dos danos da praga nas províncias afectadas.
- Texto do artigo, página 4: 2.4 Impacto dos fenómenos ocorridos na época chuvosa
- Texto do artigo, página 4: 2016/2017
- Texto do artigo, página 4: Em todo país foram registadas situações de ocorrência de diferentes eventos extremos, como chuvas e ventos fortes (combinados ou em simultâneo, ou ainda de forma isolada), ciclones, inundações e descargas atmosféricas. Os eventos que mais criaram impactos sócio económicos foram registados nas regiões Sul (ventos fortes em Maputo – cidade e província, ciclone DINEO em Inhambane, Inundações em Govuro) Gaza e Centro do Pais, com maior ênfase para as províncias de Sofala (chuvas fortes na Beira, Inundações em Machanga).
- Texto do artigo, página 4: Os efeitos combinados da ocorrência de ventos fortes, ciclone, descargas atmosféricas, inundações e cheias na época chuvosa 2016/2017 provocou a morte de 73 pessoas e causou a destruição total de 43.781 casas afectando cerca de 1.054.707 pessoas. Adicionalmente, pelo menos 2.413 salas de aulas foram totalmente destruídas e 108 unidades sanitárias afectadas e com níveis diferentes de destruição.
- Texto do artigo, página 4: A maior percentagem de pessoas afectadas foi registada devido a ocorrência do Ciclone DINEO, com 52% de afectados em Inhambane, seguido de cheias e inundações, causando cerca de 39% de afectados em Sofala. Em termos de óbitos, o maior número foi causado por ventos fortes (28), descargas atmosféricas (23) e arrastamento por água das chuvas (11).
- Texto do artigo, página 4: Outros danos incluíram restrições no fornecimento de energia eléctrica na província de Inhambane devido ao ciclone que destruiu 3.900m de baixadas sobre tudo da rede de condutores na cidade de Inhambane.
- Texto do artigo, página 4: O impacto da seca no país estendeu se até Março de 2017 em termos de pessoas com necessidade de assistência alimentar. O SETSAN indicou para o período de Setembro-Dezembro 2016, que pelo menos, 1.4 milhões de pessoas estavam em insegurança alimentar e com necessidade de assistência alimentar.
- Número ou marcador, página 4: 3. Previsão Climática Sazonal 2017/2018 3.1 Antevisão para a Região da SADC
- Texto do artigo, página 4: Na região da África Austral, prevê-se para o período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2017, a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal na parte
- Texto do artigo, página 4: norte da República Democrática do Congo e Tanzânia, Seicheles, leste de Madagáscar, extremo sul da Zâmbia, sul de Moçambique, extremo Sudoeste da Zâmbia, leste da Suazilândia e Lesoto. Para o resto da região da SADC que representa a maior extensão, há maior probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo do normal especialmente na zona centro e norte de Moçambique, Sul da Tanzania, Norte e sul do Malawi, larga extensão de Angola, Namíbia, partes do centro e oeste da África do Sul entre outras regiões como se pode ver na Figura 3.
- Texto do artigo, página 4: Na mesma região, no período de Janeiro-Fevereiro-Março 2018 (JFM), há uma maior probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal na maior parte da extensão da região incluíndo todas as regiões de Moçambique. No entanto, a previsão sazonal, indica que uma pequena porção da região registará chuvas normais com tendência para abaixo do normal nomeadamente no Sudoeste de Angola, faixa ocidental da Namíbia e África do Sul. (Figura 4).
- Texto do artigo, página 4: OCTOBER-NOVEMBER-DECEMBER 2017 Legend SADC_boundary SADC_2017_OND_Outlook N
- Texto do artigo, página 4: Figura 3. Antevisão da precipitação na SADC para o período OND 2017 Figura 4. Antevisão da precipitação na SADC para o período JFM 2018
- Texto do artigo, página 4: JANUARY-FEBRUARY-MARCH 2018 Legend SADC_boundary SADC_2018_JFM_Outlook N
- Texto do artigo, página 4: 3.2. Antevisão para Moçambique
- Texto do artigo, página 4: Para o período, Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2017 (Figura 5), há maior probabilidade de ocorrência de:
- Texto do artigo, página 4: • Chuvas normais com tendência para acima do normal em toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande parte das províncias de Tete e Zambézia; • Chuvas normais para o Sul das províncias de Nampula e Niassa e Norte de Zambézia e Tete;
- Texto do artigo, página 5: • Chuvas normais com tendência para abaixo do normal em toda a província de Cabo Delgado e Norte das Províncias de Nampula e Niassa.
- Texto do artigo, página 5: INAM Previsão Climática Sazonal: OND 2017 Legenda Elaborado: 01 de Setembro de 2017
- Número ou marcador, página 5: 5. Figura 6: Previsão da precipitação para o período JFM – 2017
- Número ou marcador, página 5: 5. Figura 6: Previsão da precipitação para o período JFM – 2017
- Texto do artigo, página 5: No período de Janeiro, Fevereiro, e Março (JFM) 2018, há maior probabilidade de ocorrência de:
- Texto do artigo, página 5: • Chuvas normais com tendência para acima do normal para as Províncias de Tete e Zambézia, grande parte das províncias de Sofala e Manica e Norte das províncias de Gaza e Inhambane; • Chuvas normais para as Províncias de Niassa e Nampula, grande parte das províncias de Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e Faixa costeira de Sofala e sul de Manica; • Chuvas normais com tendência para abaixo do normal para província de Maputo, Sul das províncias de Gaza e Inhambane e norte da Província do Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 5: INAM Previsão Climática Sazonal: JFM 2018 Legenda Elaborado: 01 de Setembro de 2017 Figura 6: Previsão da precipitação para o período JFM – 2017
- Texto do artigo, página 5: Figura 6: Previsão da precipitação para o período JFM – 2017
- Texto do artigo, página 5: 3.3 Previsão Hidrológica Sazonal 2017/2018
- Texto do artigo, página 5: Para a elaboração da previsão hidrológica foram considerados os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das
- Texto do artigo, página 5: previsões do SARCOF 4 21 e INAM, (ii) índice de humidade do solo, (iii) nível de enchimento das albufeiras nacionais e dos países a montante e (iv) nível de vulnerabilidade das bacias em relação às infraestruturas de defesa. Neste contexto, as Figuras 7 a) e 7 b) ilustram a probabilidade de ocorrência de cheias para os períodos OND 2017 e JFM de 2018. Para o período, OND 2017 prevê-se risco baixo de ocorrência de cheias em todas as bacias hidrográficas com excepção das bacias de Maputo (1), Incomati (2), Mutamba (3), Inharrime (4) e Savane (5) que apresentam risco moderado de ocorrência de cheias.
- Texto do artigo, página 5: Para o período, JFM 2018 prevê-se:
- Texto do artigo, página 5: • Risco Baixo de Ocorrência de Cheias nas bacias hidrográficas do Inharrime, Mutamba, Inhanombe, Govuro e bacias costeiras da Província de Cabo Delgado; • Risco Moderado de Ocorrência de Cheias nas bacias do Maputo, Umbeluzi, Limpopo, Gorongosa, Zambeze, Raraga, Ligonha, Monapo, Lúrio Montepuêz, Rovuma e bacias costeiras das províncias de Nampula; • Risco Moderado a Alto de Ocorrência de Cheias nas bacias do Incomáti (8), Save (7), Búzi (6), Pungue (4), Savane (5), Licungo (3), Megaruma (2) e Messalo (1).
- Texto do artigo, página 5: Risco de Ocorrência de Cheias (OND-17) Baixo (10-25%) Moderado (25-50%) Moderado a Alto (50-75%) Alto (75-100%) Figura 7a: Previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2017
- Texto do artigo, página 5: Figura 7a: Previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2017 Figura 7b: Previsão de risco de ocorrência de cheias para JFM-2018
- Texto do artigo, página 5: Risco de Ocorrência de Cheias (JFM-18) Baixo (10-25%) Moderado (25-50%) Moderado a Alto (50-75%) Alto (75-100%) Figura 7b: Previsão de risco de ocorrência de cheias para JFM-2018
- Texto do artigo, página 5: 4 Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática
- Texto do artigo, página 6: O risco Moderado e Moderado a Alto de cheias nos Rios Maputo, Movene (Umbeluzi) nos cursos principais de Incomati, Limpopo, Save e Licungo, deve-se ao facto de nao existir infraestruturas de armazenamento nestes rios.
- Texto do artigo, página 6: Análise da Situação de Armazenamento
- Texto do artigo, página 6: Para a região sul de Moçambique, apesar do Cenário Hidrológico mostrar uma tendência para ocorrência de risco de cheias de regime Moderado e Moderado a Alto em particular nas bacias do Umbelúzi, Incomati e Limpopo e Save, não se prevê atingir o Nível de Pleno Armazenamento (NPA), devido
- Texto do artigo, página 6: ao estágio actual de armazenamento das albufeiras nacionais, que é baixo. Situação similar poderá se verificar nas barragens da regiao Centro, nomeadamente, Coahora Bassa e Chicamba que poderão registar incrememntos do volume de armazenamento, sem atingir o NPA.
- Texto do artigo, página 6: Na reigião Norte, não ostante a previsão de risco baixo de cheias, as barragens de Nampula, e Nacala, ppoderão registar o NPA, por apresentarem baixa capacidade de encaixe.
- Texto do artigo, página 6: A tabela abaixo ilustra a situação actual do armazenamento e as perspectivas até Março de 2018.
- Texto do artigo, página 6: Tabela 3: situação actual do armazenamento e as perspectivas até Março de 2018.
- Texto do artigo, página 6: Bacia/Barragens
Capacidade de Armazenamento (106 m3)
Enchimento (%)
02/09/2016
02/09/2017
Previsão Até Março de 2018
HCB
51000
43
54
68
BPL
400
25
22
50
Corumana
880
12
62
80
Massingir
2800
49
68
80
Chicamba
2200
58
59
86
Nacala
6.6
95
85
100
Nampula
4.3
71
66
100
Bacia/Barragens Capacidade de Armazenamento (106 m3) Enchimento (%) 02/09/2016 02/09/2017 Previsão Até Março de 2018 HCB 51000 43 54 68 BPL 400 25 22 50 Corumana 880 12 62 80 Massingir 2800 49 68 80 Chicamba 2200 58 59 86 Nacala 6.6 95 85 100 Nampula 4.3 71 66 100 - Texto do artigo, página 6: Análise de Risco de Cheias Urbanas
- Texto do artigo, página 6: Para a elaboração da previsão de ocorrência de inundações urbanas foram considerados os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das previsões do SARCOF 21 e INAM, (ii) topografia do terreno e (iii) existência de infraestruturas de drenagem. As Figuras 8 (a) e 8 (b) ilustram a probabilidade de ocorrência de cheias para o período Outubro de 2017 a Março de 2018.
- Texto do artigo, página 6: Para as cidades de Maputo e Matola durante o período Outubro de 2017 a Março de 2018 prevê-se:
- Texto do artigo, página 6: • Risco Baixo de Ocorrência de Cheias Urbanas – Nos bairros de Mucatine, Boquisso, Muhalaze, Mali, Momemo, 1° de Maio, Matola B, Polana Cimento A e B, Central A e B, Maxaquene C e D, Chamanculo A, FPLM, Mavalane B, Nsalene, Sommershild e Coop. • Risco Moderado a Alto – Nos bairros 25 de Junho A, Acordos de Luzaka, Machava A, Matola Gare,
- Texto do artigo, página 6: Ndlavela, Patrício Lumumba, S. Damanso, Singatela, Trevo, Tsalala, Unidade D, Vale de Infulene;
- Texto do artigo, página 6: • Risco Alto – Nos bairros da Matola A, J, H, D e F, Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Chamanculo C& B, Xipamanine, Aeroporto A & B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana e Nkobe.
- Texto do artigo, página 6: Para a cidade da Beira durante o período Outubro de 2017 e Março de 2018 prevê-se:
- Texto do artigo, página 6: • Risco Baixo de Ocorrência de Cheias Urbanas – Nos bairros do Alto da Manga, Pontagea e Macuti; • Risco Moderado - nos bairros do Matador, Vila Massane, Mungassa, Inhamizua, Chingussura e Nhaconjo; • Risco Moderado a Alto – Pioneiros, Matacuane, Mananga, Chota, Muhave e Esturro; • Risco Alto - Bairros Ndunda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite (Praia Nova) e Maraza.
- Texto do artigo, página 6: (a) (b)
- Texto do artigo, página 6: Risco de Ocorrência de Cheias OND-2017 - Risco Baixo - Risco Moderado - Risco Moderado a Alto - Risco Alto Risco de Ocorrência de Cheias JFM-2018 - Risco Baixo - Risco Moderado - Risco Moderado a Alto - Risco Alto
- Texto do artigo, página 6: (a) (b) Figura 8: Previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2017 e JFM-2018 para os Municípios de Matola e Maputo(a) e da Beira (b).
- Texto do artigo, página 6: Figura 8: Previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2017 e JFM-2018 para os Municípios de Matola e Maputo(a) e da Beira (b).
- Texto do artigo, página 6: Risco de Ocorrência de Cheias OND-2017 - Risco Baixo - Risco Moderado - Risco Moderado a Alto - Risco Alto Risco de Ocorrência de Cheias JFM-2018 - Risco Baixo - Risco Moderado - Risco Moderado a Alto - Risco Alto
- Texto do artigo, página 7: 3.4 Antevisão para a Agricultura na época chuvosa
- Texto do artigo, página 7: 2017/2018 Para a elaboração do cenário agrícola, foram considerados
- Texto do artigo, página 7: os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; (ii) dados de precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março; (iii) evapotranspiração Potencial (ETP) acumulada para iguais períodos e (iv) décadas de sementeiras.
- Texto do artigo, página 7: Dado a estes pressupostos, para o período OND 2017 (Figura 9a) espera-se em geral:
- Texto do artigo, página 7: • Índice muito baixo de satisfação das necessidades hídricas das culturas (até 50%) na região Norte (províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula) e a norte da província da Zambézia; • Na região Centro (parte central da província de Tete, Manica e Sofala e Sul da Zambézia) em geral apresentam índice moderado de satisfação das necessidades hídricas das culturas (71 à 90%); • Na região Sul, províncias de Inhambane, Gaza e Maputo apresentam em geral índice baixo de satisfação das necessidades hídricas das culturas (até 70%).
- Texto do artigo, página 7: OND-2017 NHC % 0-50 (Muito Baixo) 51-70 (Baixo) 71-90 (Moderado) 90-100 (Alto) Figura 9a: Necessidades hídricas das culturas (NHC) para OND-2017.
- Texto do artigo, página 7: Figura 9a: Necessidades hídricas das culturas (NHC) para OND-2017
- Texto do artigo, página 7: No período JFM 2018 (Figura 9b), em geral, espera-se:
- Texto do artigo, página 7: • Melhorias significativas em todo o país, com destaque para as regiões Norte e Centro, onde o índice muito alto de satisfação das necessidades hídricas das culturas será (> 100%); • Na região Sul, nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane o índice de satisfação das necessidades hídricas das culturas será alto (90 à 100%).
- Texto do artigo, página 7: JFM-2018 NHC % 90 - 100 (Alto) > 100 (Muito Alto)
- Texto do artigo, página 7: Figura 9b: Necessidades hídricas das culturas (NHC) para JFM – 2018
- Número ou marcador, página 7: 4. Análise do Risco de Calamidades A análise de risco feita no presente plano de contingência
- Texto do artigo, página 7: respeita a definição clássica do risco 5.
- Texto do artigo, página 7: 4.1 Principais Perigos
- Texto do artigo, página 7: A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2017/2018 indica que, no geral, Moçambique poderá registar chuvas normais com tendência para acima do normal em algumas regiões do sul e centro do país, no primeiro período da época chuvosa (OND). Para o período (JFM) prevê-se a mesma situação com chuvas normais com tendências para acima do normal em algumas regiões da zona sul, centro e norte do país.
- Texto do artigo, página 7: Estas chuvas poderão resultar em risco moderado de cheias e inundações para as bacias hidrográficas doUmbeluzi, Incomati, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Pungue, Licungo, Ligonha, Meluli, Megaruma, Messalo, Montepuez e Lugenda e risco alto para a bacia do Licungo.
- Texto do artigo, página 7: A zona centro que conta com uma previsão OND e JFM de regularidade de precipitação aumenta o risco de moderado à alto de cheias e inundações para as principais bacias focalizando a do Licungo que apresenta risco alto.
- Texto do artigo, página 7: Contudo, a previsão de ocorrência de chuvas abaixo do normal para o período JFM, principalmente nas províncias do Sul (Gaza e Maputo) do país, poderá concorrer para a prevalência da situação de Seca.
- Texto do artigo, página 7: O aquecimento das águas superficiais do Oceano Índico poderá contribuir para a formação de depressões e ciclones tropicais com algum impacto sobre as cidades e vilas costeiras do país. Igualmente, devido aos sistemas de baixas pressões de origem térmica na região Austral e Central de África, há probabilidade de ocorrência de vendavais e trovoadas.
- Texto do artigo, página 7: O país deve ainda estar preparado para responder a prováveis situações de epidemias (malária, doenças diarreicas, cólera), deslocados internos devido a combinação de fenómenos naturais extremos (cheias, ciclones, sismos) bem como surto de pragas (lagarta do funil do milho) que podem comprometer a produção agrícola em algumas zonas do país. Uma nova ameaca surge com o aparecimento da peste bubónica na região, criando um risco acentuado particularmente nas regiões que possam de alguma forma ter contacto com Madagascar, já afectado pela peste.
- Texto do artigo, página 7: 4.2 Factores de Vulnerabilidade
- Texto do artigo, página 7: A vulnerabilidade do País face aos desastres resulta da sua localização na foz de nove rios internacionais, a existência de zonas áridas e semiáridas; a longa extensão do território nacional localizado na zona de convergência intertropical sujeita a perdas e ganhos excessivos de humidade, a extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e a existência de zonas sísmicas activas.
- Texto do artigo, página 7: No geral, a vulnerabilidade do país aos perigos naturais devese, em parte, aos seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 7: • A fraca implementação sistemática de medidas estruturais e não estruturais críticas de redução de risco de desastres; • Fraca capacidade institucional de prontidão, resposta e rápida recuperação pós emergências; • A existência e exposição de infra-estruturas críticas não resilientes nas zonas de elevado risco de desastres;
- Texto do artigo, página 7: 5 A probabilidade de um evento acontecer vezes o impacto associado ao evento e inclui elementos de vulnerabilidade e exposição.
- Texto do artigo, página 8: • A ocupação das zonas de risco sem consideração às medidas de resiliência e de redução de risco; • A fraca capacidade institucional de garantir aplicação das leis e políticas referentes ao planeamento físico e ordenamento territorial resultando na ocupação massiva das zonas de risco; • A insuficiência de infra-estruturas hidráulicas para a regulação dos caudais dos rios; • A inexistência ou deficiente funcionamento de sistemas de escoamento das águas pluviais e residuais; • A deposição de resíduos sólidos nas valas de drenagem e falta de limpeza das mesmas.
- Texto do artigo, página 8: A vulnerabilidade do sector de infra-estruturas merece uma atenção especial devido ao impacto significativo que este sector tem ciclicamente registado, calculado em termos de danos cumulativos e custo de reconstrução.
- Texto do artigo, página 8: 4.3 Factores de Contenção
- Texto do artigo, página 8: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de calamidades nas principais políticas públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 reflectem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
- Texto do artigo, página 8: De entre as medidas que contribuem para a redução da vulnerabilidade destacam-se as seguintes medidas.
- Texto do artigo, página 8: Medidas críticas estruturais:
- Texto do artigo, página 8: • Reposição de infra-estruturas danificadas nas épocas chuvosas anteriores (Dique de Nante), incrementando a resiliência das mesmas. • Disponibilidade de plataformas móveis para a travessia de pessoas e bens materiais/equipamentos em caso de corte e interrupções de vias de acesso devido a ocorrência de chuvas intensas ou cheias. • Implementação do programa de reassentamento nas zonas seguras das Bacias Hidrográficas com maior riscos de inundação do País e outros locais habitacionais e propensos a inundações. • Operacionalização de uma rede existente de 28 estações pluviométricas e 33 hidrométricas para a Monitoria Hidrológica. • Operacionalizção de um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Buzi, Licungo e Messalo) e é gerido por 127 Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades, • Operacionalização de 39 estações de televisão e rádios comunitárias que usam línguas locais para a divugação de mensagens sobre as medidas preventivas e informações sobre a ocorrência de eventos extremos;
- Texto do artigo, página 8: Medidas críticas não estruturais:
- Texto do artigo, página 8: • Criação de duas estruturas de coordenação e intervenção multissectorial, nomeadamente o Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE) e a Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC); • Aprovação da Lei de gestão de calamidades, Lei 15/2014, que estabelece o regime jurídico da gestão das calamidades no país;
- Texto do artigo, página 8: • Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão de Risco de Calamidades (CLGRC) em locais considerados mais propensos a eventos extremos, com destaque para a criação de cerca de 1500 CLGRC em todo o país; • Fortalecimento dos sistemas de gestão de informação e comunicação, como por exemplo com a introdução do sistema de comunicação Data Win. • Realização de exercícios anuais de simulação ao nível das províncias.
- Texto do artigo, página 8: 4.4. População em Risco - Definição dos Cenários
- Texto do artigo, página 8: A definição dos cenários no presente Plano Nacional de Contingência tomou em consideração a multiplicidade de fenómenos de provável ocorrência durante a presente época chuvosa e ciclónica nomeadamente cheias, secas, ciclones, epidemias, vendavais e sismos. Além disso, existe o reconhecimento de que os eventos para cada cenário poderão ocorrer em simultâneo, portanto, a necessidade de racionalização dos recursos disponíveis de modo a garantir uma intervenção atempada e apropriada é imperativa.
- Texto do artigo, página 8: O objecto principal para a definição dos cenários é de estimar a população em risco e tomou em consideração os seguintes pressupostos: (i) o comportamento da época passada e a avaliação do impacto dos riscos, (ii) as previsões hidro-meteorológicas e da agricultura, (iii) os factores de vulnerabilidade existentes, (iv) os factores de contenção existentes, e (v) o levantamento da população em risco realizado pelas províncias.
- Texto do artigo, página 8: Com base nos pressupostos acima mencionados, estão previstos neste plano três cenários para grupos específicos de fenómenos que poderão ocorrer, tendo como principal foco o seu impacto sobre às populações e o tipo de resposta a ser prestada pelo Governo e seus parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 8: 4.4.1 Cenário I
- Texto do artigo, página 8: O primeiro cenário (Cenário I) é composto por ameaças de pequena magnitude que, embora sejam localizadas, têm efeitos destrutivos nas camadas populacionais mais vulneráveis. Neste cenário incluem-se os (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) a Seca.
- Texto do artigo, página 8: Em todo país poderão acontecer situacões de ocorrência de ventos fortes, sistemas causados pelo forte aquecimento no continente, criando uma forte actividade convectiva e ocorrência de ventos fortes, acompanhados de trovoadas severas (descargas atmosféricas), aguaceiros e queda de granizo. Estes fenómenos são de curta duração e muito localizados, mas com alto poder destruitivo devido ao vento em forma de remoinho com movimento na vertical, destruindo basicamente a cobertura de edificios e culturas. As Provinciais mais susceptíveis e com maior destaque são Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Zambézia e Nampula.
- Texto do artigo, página 8: Igualmente, espera-se ocorrencia de período sde estiagem/ stress hídrico causados pelo araso, irregularidade e má distribuicao das chuvas durante a época chuvosa em aálise, o que poderá afectar as culturas em campo, compromentendo os níves de produção planificados.
- Texto do artigo, página 8: Neste contexto, estima-se que cerca de 472.778 pessoas possam estar em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e caso prevaleça a situação da seca (ver tabela 4 ).
- Texto do artigo, página 9: Tabela 4: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
- Texto do artigo, página 9: Província
População em Risco
Ventos e chuvas fortes e Vendavais
Inundações (Cidades e Vilas)
Seca
Total do Cenário I
Niassa
4.220
1.850
0
6.070
Cabo Delgado
7.600
1.210
0
8.810
Nampula
16.195
1.605
0
17.800
Zambezia
28.217
11.452
10.000
49.669
Tete
4.013
514
22.000
26.527
Manica
28.056
2.482
19.000
49.538
Sofala
20.919
54.675
34.000
109.594
Inhambane
1.970
2.770
30.000
34.740
Gaza
27.135
16.511
38.000
81.646
Maputo Provincia
12.800
4.900
24.000
41.700
Maputo Cidade
7.083
39.601
0
46.684
Total
158.208
137.570
177.000
472.778
Província População em Risco Ventos e chuvas fortes e Vendavais Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Niassa 4.220 1.850 0 6.070 Cabo Delgado 7.600 1.210 0 8.810 Nampula 16.195 1.605 0 17.800 Zambezia 28.217 11.452 10.000 49.669 Tete 4.013 514 22.000 26.527 Manica 28.056 2.482 19.000 49.538 Sofala 20.919 54.675 34.000 109.594 Inhambane 1.970 2.770 30.000 34.740 Gaza 27.135 16.511 38.000 81.646 Maputo Provincia 12.800 4.900 24.000 41.700 Maputo Cidade 7.083 39.601 0 46.684 Total 158.208 137.570 177.000 472.778 - Texto do artigo, página 9: 4.4.2 Cenário II
- Texto do artigo, página 9: O segundo cenário (Cenário II) no Plano Nacional de Contingência resulta da combinação de todas as ameaças arroladas no Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) adicionadas ao risco de cheias nas bacias hidrográficas e risco de ciclones. Neste cenário estima-se que 1.271.316 pessoas possam estar em risco, das quais, 291.585 em risco de cheias e 506.953 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 5).
- Texto do artigo, página 9: De salientar que o nível alto e médio foi feito com base nas frequências das ocorrências dos ciclones, e o peso da percentagem foi estimada tendo em conta a frequência de ocorrência de eventos na província e o tipo de construção predominante na província. Para o cálculo do número de pessoas que serão afectadas por ciclones, estimou-se cerca de 10% da população que reside
- Texto do artigo, página 9: nas áreas de alto risco de ocorrência de ciclones (Nampula e Zambézia).
- Texto do artigo, página 9: Para áreas de risco médio de ocorrência de ciclones considerouse 5% da população dos distritos da província de Cabo Delgado, Nampula (Nacaroa, Memba, Erati, Mecuburi, Nacaroa, Ribaue), Zambezia (Alto Molocue, Ile, Namarroi, Morrumbala, Mocuba, Mopeia, C. de Quelimane, Nicoadala, Inhassunge, Chinde) e Inhambane.
- Texto do artigo, página 9: Para a província de Gaza considerou-se uma estimativa de 2.5% da população que reside nas áreas de baixo risco de ocorrência de ciclone.
- Texto do artigo, página 9: A província e cidade de Maputo, por se localizarem numa região subtropical os números foram estimados usando a probabilidade de ocorrência de um ciclone extratropical.
- Texto do artigo, página 9: Ver tabela 5.
- Texto do artigo, página 9: Tabela 5: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II
- Texto do artigo, página 9: Provincias
Cenario I
Risco de Cheias
Risco de Ciclones
Total do Cenario II
Niassa
6 070
4 300
0
10 370
Cabo Delgado
8 810
3 150
11 850
23 810
Nampula
17 800
21 113
221 468
260 381
Zambezia
49 669
48 619
101 665
199 953
Tete
26 527
12 156
0
38 683
Manica
49 538
11 537
441
61 516
Sofala
109 594
50 474
63 615
223 683
Inhamabane
34 740
6 077
90 021
130 838
Gaza
81 646
118 286
3 440
203 372
Maputo Provincia
41 700
15 873
6 400
63 973
Maputo Cidade
46 684
0
8 053
54 737
Total
472 778
291 585
506 953
1 271 316
Provincias Cenario I Risco de Cheias Risco de Ciclones Total do Cenario II Niassa 6 070 4 300 0 10 370 Cabo Delgado 8 810 3 150 11 850 23 810 Nampula 17 800 21 113 221 468 260 381 Zambezia 49 669 48 619 101 665 199 953 Tete 26 527 12 156 0 38 683 Manica 49 538 11 537 441 61 516 Sofala 109 594 50 474 63 615 223 683 Inhamabane 34 740 6 077 90 021 130 838 Gaza 81 646 118 286 3 440 203 372 Maputo Provincia 41 700 15 873 6 400 63 973 Maputo Cidade 46 684 0 8 053 54 737 Total 472 778 291 585 506 953 1 271 316 - Texto do artigo, página 10: 4.4.3 Cenário III
- Texto do artigo, página 10: O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que 1.505.097 pessoas possam
- Texto do artigo, página 10: Tabela 6: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
- Texto do artigo, página 10: Provincia
Cenário II
Populaçõ em Risco
Sismos
Total do Cenário III
Niassa
10 370
2 173
12 543
Cabo Delgado
23 810
1 829
25 639
Nampula
260 381
1 409
261 790
Zambezia
199 953
125 364
325 317
Tete
38 683
21 504
60 187
Manica
61 516
35 670
97 186
Sofala
223 683
40 819
264 502
Inhamabane
130 838
1 295
132 133
Gaza
203 372
1 002
204 374
Maputo Provincia
63 973
1 176
65 149
Maputo Cidade
54 737
1 540
56 277
Total
1 271 316
233 781
1 505 097
Provincia Cenário II Populaçõ em Risco Sismos Total do Cenário III Niassa 10 370 2 173 12 543 Cabo Delgado 23 810 1 829 25 639 Nampula 260 381 1 409 261 790 Zambezia 199 953 125 364 325 317 Tete 38 683 21 504 60 187 Manica 61 516 35 670 97 186 Sofala 223 683 40 819 264 502 Inhamabane 130 838 1 295 132 133 Gaza 203 372 1 002 204 374 Maputo Provincia 63 973 1 176 65 149 Maputo Cidade 54 737 1 540 56 277 Total 1 271 316 233 781 1 505 097 - Texto do artigo, página 10: estar em risco, das quais pelo menos 233.781 em risco de sismos - Ver tabela 6. A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de abalos sismicos e magnitude registados em Mocambique e países vizinhos, mapa de áreas de risco de sismo e de falhas geológicas de Moçambique.
- Texto do artigo, página 10: 4.5 Provável impacto no sector da Educação
Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2017/18, o sector da Educação, prevê danos em cerca de 1,893 escolas em risco. Na mesma sequência
prevê que cerca de 630.000 alunos e aproximadamente 12.000 professores estarão em risco carecendo de assistência em termos de materiais e equipamentos escolares tais como: tenda escola, kit do aluno, kit do professor e quadros portateis.
Tabela 7:Provável impacto no sector da Educação
Província
Escolas
Número de Salas em risco
População em Risco
Alun.
Prof.
Niassa
217
291
19 875
590
C. Delgado
111
230
15 260
306
Nampula
103
294
24 426
3 893
Zambezia
320
865
139 340
2 051
Tete
104
299
6 202
1 819
Manica
61
209
12 872
201
Sofala
106
162
12 177
298
Inhambane
445
2 904
138 125
3 449
Gaza
833
2 341
70 285
1 631
Maputo
170
640
113 000
1 150
Maputo Cidade
8
87
18 818
181
Total
2 478
8 322
570 380
15 569
4.6 Provável Impacto no sector da Agricultura
Província Escolas Número de Salas em risco População em Risco Alun. Prof. Niassa 217 291 19 875 590 C. Delgado 111 230 15 260 306 Nampula 103 294 24 426 3 893 Zambezia 320 865 139 340 2 051 Tete 104 299 6 202 1 819 Manica 61 209 12 872 201 Sofala 106 162 12 177 298 Inhambane 445 2 904 138 125 3 449 Gaza 833 2 341 70 285 1 631 Maputo 170 640 113 000 1 150 Maputo Cidade 8 87 18 818 181 Total 2 478 8 322 570 380 15 569 - Texto do artigo, página 10: Tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, existe a possibilidade de ocorrência de estiagem e inundações localizadas com impactos negativos na produção agrícola. Assim, no primeiro período chuvoso (OND – 2017), nas regiões Sul e parte do Centro (Gaza, Maputo, Tete e Zambézia), espera-se que a situação de irregularidade de chuvas ocorra, causando estiagem e afectando as actividades agro-pecuárias.
- Texto do artigo, página 10: No segundo período chuvoso (JFM – 2018), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, o que poderá afectar culturas em campo, sobretudo nas Províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado. Em caso de ocorrência de seca, ciclone ou cheias, estima-se que um total de 145.400 famílias camponesas e 290.800 hectares de culturas diversas sejam afectados em todo o País.
- Texto do artigo, página 11: Tabela 8: Cenários esperados e seu impacto
- Texto do artigo, página 11: Perigo
Áreas em risco (ha)
Produtores em risco
Sementes
Custo (Mt)
Seca
70.800
35.400
3.540
212.400
Inundações/cheias
196.000
98.000
7.070
424.200
ciclones
24.000
12.000
2.550
153.000
Total
290.800
145.400
13.160
789.600
Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes Custo (Mt) Seca 70.800 35.400 3.540 212.400 Inundações/cheias 196.000 98.000 7.070 424.200 ciclones 24.000 12.000 2.550 153.000 Total 290.800 145.400 13.160 789.600 - Texto do artigo, página 11: Fonte: DINAS
- Texto do artigo, página 11: Os cenários apontam para um total de 290.800ha em risco, com destaque para o milho e arroz, podendo afectar cerca de 145.400 produtores. Em relação a sanidade animal e tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa, poderão ocorrer algumas doenças, epidemias em animais, a destacar: Carbúnculos Hemático e Sintomático, Newcastle, Febre do Vale do Rift, Tripanosomoses, Dermatofilose, Pest de Pequenos Ruminantes, Raiva e em caso de ocorrência de secas e outras infecções. Em relação a sanidade vegetal, as pragas migratórias poderão ocorrer nas regiões e províncias com condições propícias para a sua eclosão. Assim, espera-se que a lagarta do funil do milho, a Lagarta Invasora, Pardal do Bico Vermelho e o Rato de Campo possam afectar algumas culturas em campo. Atenção especial deve ser dada a lagarta do funil do milho por ser uma praga nova, está presente em todo país e devido a complexidade para o seu controlo e rápida capacidade de reprodução.
- Número ou marcador, página 11: 5. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
- Texto do artigo, página 11: O quadro de definição de acções sectoriais convista a minimizar o impacto de desastres compreende três categorias: Prontidão, Resposta e Recuperação. Estas acções poderão ser realizadas ao longo do ano sendo que no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as categorias de Prontidão e Resposta. Neste sentido, acções como:
- Texto do artigo, página 11: (a) A elaboração do Plano Anual de Contingência para o ano seguinte; (b) O preposicionamento estratégico de meios e bens materiais; (c) A importação de bens e materiais adicionais para dar resposta as necessidades incrementadas; e (d) A coordenação e monitoria multissectorial lideradas pelo INGC.
- Texto do artigo, página 11: Constituem algumas das actividades a serem realizadas neste período.
- Texto do artigo, página 11: No período de Janeiro a Março maior incidência poderá ser para as três categorias, com enfase na Resposta, uma vez que é neste período onde normalmente os fenómenos climatológicos são mais frequentes e severos. A implementação das medidas deResposta depende da ocorrência e magnitude do evento, do local da ocorrência do evento e o número total da população afectada. Apesar da existência do presente Plano de Contingência, o processo de Resposta à emergência deve ser antecedido pela elaboração de um plano de resposta específico, guiado com base nos resultados da avaliação rápida de necessidades cuja mesma servirá de base para atribuição de dados reais ou estimados sobre as necessidades de resposta, tipo de resposta e locais de intervenção.
- Texto do artigo, página 11: No período de Abril a Setembro, as acções de Recuperação e Resposta poderão predominar para garantir, por um lado, a
- Texto do artigo, página 11: continuidade da reposição da vida normal das famílias afectadas e das condições socio-económicas e, por outro lado, para garantir a resposta à eventos extraordinários que possam ocorrer. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmentros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período. As acções a implementar na fase de recuperação irão contribuir para a promoção da resiliência e redução do risco e vulnerabilidades às ameaças. Esta fase será guiada pela estipulação e aprovação de actividades cuja pertinência se enquadra para além das intervenções de natureza de resposta imediata enquadradas nos períodos compreendidos entre os 3 e 6 meses de emergência. Os períodos de prontidão, resposta e recuperação estabelecem fases distintas do ciclo de planificação e implementação sistemática de gestão do riscos de desatres, não pressupõem, contudo, a não ocorrência de uma emergência ou necessidade de acções de prontidão e resposta dentro dos três períodos. A implementação das ações de Prontidão, Resposta e Recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos orgãos locais, incluindo os Municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta. 5.1 Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência
- Texto do artigo, página 11: A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa em acções de prontidão e resposta às calamidades com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, sob a Liderança do (a) Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas aliada a decisão do Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo. A assistência humanitaria atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 11: • Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis; • Apresentação de dados sobre a população afectada, áreas afectadas, grupos vulneráveis; • Disponibilização de informação sobre os recursos préposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de eventos; • Activação pelo governo dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contigência; • Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
- Texto do artigo, página 12: Tabela 10. Actividades sectoriais no contexto de resposta e gestão de emergências - Prontidão, Resposta e Recuperação
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
INGC
• Realizar exercícios de simulação de emergências;
• Actualizar,harmonizar e divulgar o plano de contingência nacional a todos os niveis;
• Manter em alerta os CLGRC nas zonas de risco alto;
• Identificar as rotas de evacuação e locais para abrigo temporário;
• Pre-posicionar materiais, bens e quipamentos para resposta;
• Estabelecer parcerias com o ICS;
• Reativar os grupos de trabalho sectoriais, incluindo HCT;
• Fortalecer os Conselhos Técnicos de Gestão de Calamidades dos governos províncias, distritais e municipais;
• Activar o sistema de aviso prévio;
• Intensificar as actividades de monitoria (segurança alimentar e nutricional);
• Verificar e apoiar nível de prontidão escolar, hospitalar e de serviços essenciais;
• Assegurar a existência de capacidade ao nivel das estruturas locais do uso de formulários uniformizados para recolha e manutenção de bases de dados sobre ocorrências e gestão de informação;
• Rever a metodologia e ferramentas de avaliação rápida de necessidades assim como definir e preparar equipes multisectoriais de avaliação;
• Identificar espaços para criação de infraestruturas de emergência (centros de saúde);
• Activar o nível de alerta em função da magnitude do evento;
• Operacionarlizar o plano de contingência nacional, provincial e distrital;
• Realizar operações de busca e salvamento em caso de necessidade;
• Realizar avaliações rápidas das necessidades em coordenação multissectorial;
• Garantir acomodação digna e segura (centros de acomodação temporarios,familias de acolhimento e centros de reassentamento) das populacoes afectadas pelos eventos extremos. com as condições mínimas de abastecimento de água, higiene. assistência médica, bens alimentares e não alimentares;
• Elaborar o plano de reassentamento;
• Assegurar a continuidade de actividades produtivas, culturais, sociais e desportivas nos centros de acomodação temporária;
• Realizar actividades de educação pública e campanhas de promoção de higiene e saúde ambiental;
• Preparar os apelos de ajuda humanitária e mobilização de recursos adicionais;
• Avaliar e monitorar progressivamente a resposta humanitaria e a situacao humaniaria no pais;
• Coordenar a avaliação de necessidades pós desastres (ANPD);
• Desenhar o plano/estratégia multissectorial da recuperação pós emergência com base nos resultados da ANPD.
• Organizar o cadastro;
• Reavaliar o plano .Estrategia multisctorial de recuperacao (reassentamento,reconstrucao assistencia alimentar , projectos de geracao de renda)
• Monitorar a implementacao e integrada das actividades e programas de recuperacao;
UNAPROC
• Elaborar o plano de acção de actividades;
• Preparar a capacidade (forças) de resposta
• Realizar palestras e sensibilizacao às populações particularmente nas zonas de risco;
• Mobilizar meios materiais e humanos para prontidao,resposta e recuperação.
• Assegurar o funcionamento e operacionalidade dos equipamentos de busca e socorro
• Implementar pontualmente as accoes de busca, salvamento reunificacao das familias separadas e transporte de bens materiais criticos.
• Recolher, processar e transmitir informações aos órgãos decisores referente ao evento
• Actualizar regularmente e comunicar ao CTGC o grau de Implementacao e operacionalizacao do plano de contingência.
• Salvar e resgatar as populações afectadas em zonas de riscos
• Apoiar no processo de reconstrução através da disponibilização pontual de meios humanos e materiais;
• Assegurar a integração da equipa da UNAPROC nas missões de recuperação/ reconstrução;
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
GABINFO
• Avaliar e assegurar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação;
• Identificar e designar o porta-voz para emergência;
• Produzir e disseminar informação atempada e precisa aos órgãos de comunicação oficiais;
• Pre-posicionar material e equipamentos de comunicação;
• Divulgar e partilhar o plano de contingência nacional aos diversos níveis.
• Disseminar informação sobre o fenómeno em causa;
• Gerir a disseminação de informação pelos órgãos de comunicação
• Intensificar os apelos às comunidades nas zonas de risco.
• Divulgar aos orgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação, incluindo HCT
• Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação;
• Avaliar o cumprimento do plano de resposta de emergência;
• Mobilizar as comunidades para participar no processo de recuperação e reconstrução;
• Avaliar e propor medidas para uma resposta melhorada.
Tabela 10. Actividades sectoriais no contexto de resposta e gestão de emergências - Prontidão, Resposta e Recuperação Instituições Prontidão Resposta Recuperação INGC • Realizar exercícios de simulação de emergências; • Actualizar,harmonizar e divulgar o plano de contingência nacional a todos os niveis; • Manter em alerta os CLGRC nas zonas de risco alto; • Identificar as rotas de evacuação e locais para abrigo temporário; • Pre-posicionar materiais, bens e quipamentos para resposta; • Estabelecer parcerias com o ICS; • Reativar os grupos de trabalho sectoriais, incluindo HCT; • Fortalecer os Conselhos Técnicos de Gestão de Calamidades dos governos províncias, distritais e municipais; • Activar o sistema de aviso prévio; • Intensificar as actividades de monitoria (segurança alimentar e nutricional); • Verificar e apoiar nível de prontidão escolar, hospitalar e de serviços essenciais; • Assegurar a existência de capacidade ao nivel das estruturas locais do uso de formulários uniformizados para recolha e manutenção de bases de dados sobre ocorrências e gestão de informação; • Rever a metodologia e ferramentas de avaliação rápida de necessidades assim como definir e preparar equipes multisectoriais de avaliação; • Identificar espaços para criação de infraestruturas de emergência (centros de saúde); • Activar o nível de alerta em função da magnitude do evento; • Operacionarlizar o plano de contingência nacional, provincial e distrital; • Realizar operações de busca e salvamento em caso de necessidade; • Realizar avaliações rápidas das necessidades em coordenação multissectorial; • Garantir acomodação digna e segura (centros de acomodação temporarios,familias de acolhimento e centros de reassentamento) das populacoes afectadas pelos eventos extremos. com as condições mínimas de abastecimento de água, higiene. assistência médica, bens alimentares e não alimentares; • Elaborar o plano de reassentamento; • Assegurar a continuidade de actividades produtivas, culturais, sociais e desportivas nos centros de acomodação temporária; • Realizar actividades de educação pública e campanhas de promoção de higiene e saúde ambiental; • Preparar os apelos de ajuda humanitária e mobilização de recursos adicionais; • Avaliar e monitorar progressivamente a resposta humanitaria e a situacao humaniaria no pais; • Coordenar a avaliação de necessidades pós desastres (ANPD); • Desenhar o plano/estratégia multissectorial da recuperação pós emergência com base nos resultados da ANPD. • Organizar o cadastro; • Reavaliar o plano .Estrategia multisctorial de recuperacao (reassentamento,reconstrucao assistencia alimentar , projectos de geracao de renda) • Monitorar a implementacao e integrada das actividades e programas de recuperacao; UNAPROC • Elaborar o plano de acção de actividades; • Preparar a capacidade (forças) de resposta • Realizar palestras e sensibilizacao às populações particularmente nas zonas de risco; • Mobilizar meios materiais e humanos para prontidao,resposta e recuperação. • Assegurar o funcionamento e operacionalidade dos equipamentos de busca e socorro • Implementar pontualmente as accoes de busca, salvamento reunificacao das familias separadas e transporte de bens materiais criticos. • Recolher, processar e transmitir informações aos órgãos decisores referente ao evento • Actualizar regularmente e comunicar ao CTGC o grau de Implementacao e operacionalizacao do plano de contingência. • Salvar e resgatar as populações afectadas em zonas de riscos • Apoiar no processo de reconstrução através da disponibilização pontual de meios humanos e materiais; • Assegurar a integração da equipa da UNAPROC nas missões de recuperação/ reconstrução; Instituições Prontidão Resposta Recuperação GABINFO • Avaliar e assegurar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; • Identificar e designar o porta-voz para emergência; • Produzir e disseminar informação atempada e precisa aos órgãos de comunicação oficiais; • Pre-posicionar material e equipamentos de comunicação; • Divulgar e partilhar o plano de contingência nacional aos diversos níveis. • Disseminar informação sobre o fenómeno em causa; • Gerir a disseminação de informação pelos órgãos de comunicação • Intensificar os apelos às comunidades nas zonas de risco. • Divulgar aos orgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação, incluindo HCT • Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; • Avaliar o cumprimento do plano de resposta de emergência; • Mobilizar as comunidades para participar no processo de recuperação e reconstrução; • Avaliar e propor medidas para uma resposta melhorada. - Texto do artigo, página 13: Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MASA
• Aprovisionar sementes atempadamente;
• Monitorar a época chuvosa e o seu impacto na produção agrícola;
• Disseminar e divulgar a previsão climática sazonal;
• Fazer limpeza dos canais e valas de drenagem;
• Fazer manutenção de estruturas e reservatórios de água;
• Fazer limpeza de fontes de água;
• Prover a assistência técnica aos produtores familiares;
• Fomentar a tracção animal;
• Controlar as pragas e doenças das plantas;
• Identificar as zonas propensas as inundacoes
• Capacitar os CLGRC em técnicas de produção de culturas tolerantes a seca.
• Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional
• Intensificar a realizar de monitoria continua nas zonas de riscos;
• Disponibilizar imediatamente pesticidas para o controlo das pragas nas zonas de risco;
• Reajustar os planos de aprovisionamento de sementes agrícolas;
• Deslocar manadas das zonas de risco de inundação e das zonas inundadas;
• Levantamento preliminar das áreas agricolas afectadas.
• Reabilitar infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afectados;
• Realizar intervenções sanitárias e desparasitação dos animais;
• Fazer o levantamento das áreas e famílias afectadas;
• Elaborar e implementar o plano de recuperação.
• Realizar feiras de insumos agricolas
• Fomentar e multiplicar mandioqueiras e batata doce de polpa alaranjada
• Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MTC
• Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicaçoes para os diversos pontos do pais;
• Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos;
• Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas;
• Capacitar os técnicos em materias de monitoria dos fenomenos climaticos
• Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos;
• Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno e zonas de risco;
• Intensificar a monitoria e vigilância meteorológica.
• Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pósemergências.
MITADER
• Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras;
• Mapear e divulgar os centros de acomodação existentes para melhor planificar as estratégias/intervenções de prontidão e resposta;
• Reproduzir e disseminar o manual de técnicas básicas de planeamento físico;
• Sensibilizar as populações para se retirarem das zonas de riscos de desastres;
• Capacitar os líderes comunitários, CLGRC, técnicos distritais e direções provinciais em matérias de Gestão de Riscos Ambientais;
• Mapear parceiros com capacidade de resposta e preenchimento das lacunas identificadas na implementação dos planos;
• Identificar e fazer o levantamento dos cursos de água e aquiferos com nível freatico alto para a agricultura, consumo e construção de represas;
• Fazer o ordenamento territorial e organizar os centros de acomodação/reassentamento
• Demarcar e atribuir talhões as populações afectadas para fins de reassentamento;
• Construir abrigos temporários e centros de acomodação e apoiar na criação de centros de reassentamento;
• Levantamento socio-ambiental das áreas afectadas pela seca e cheias;
• Cadastrar as famílias e sua distribuição física;
• Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento;
• Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/recuperação e os planos locais de acção de resiliência;
• Participar activamente no processo de reassentamento das populações;
Instituições Prontidão Resposta Recuperação MASA • Aprovisionar sementes atempadamente; • Monitorar a época chuvosa e o seu impacto na produção agrícola; • Disseminar e divulgar a previsão climática sazonal; • Fazer limpeza dos canais e valas de drenagem; • Fazer manutenção de estruturas e reservatórios de água; • Fazer limpeza de fontes de água; • Prover a assistência técnica aos produtores familiares; • Fomentar a tracção animal; • Controlar as pragas e doenças das plantas; • Identificar as zonas propensas as inundacoes • Capacitar os CLGRC em técnicas de produção de culturas tolerantes a seca. • Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional • Intensificar a realizar de monitoria continua nas zonas de riscos; • Disponibilizar imediatamente pesticidas para o controlo das pragas nas zonas de risco; • Reajustar os planos de aprovisionamento de sementes agrícolas; • Deslocar manadas das zonas de risco de inundação e das zonas inundadas; • Levantamento preliminar das áreas agricolas afectadas. • Reabilitar infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afectados; • Realizar intervenções sanitárias e desparasitação dos animais; • Fazer o levantamento das áreas e famílias afectadas; • Elaborar e implementar o plano de recuperação. • Realizar feiras de insumos agricolas • Fomentar e multiplicar mandioqueiras e batata doce de polpa alaranjada • Monitoria regular da situação da segurança alimentar e nutricional Instituições Prontidão Resposta Recuperação MTC • Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicaçoes para os diversos pontos do pais; • Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos; • Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; • Capacitar os técnicos em materias de monitoria dos fenomenos climaticos • Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; • Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno e zonas de risco; • Intensificar a monitoria e vigilância meteorológica. • Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pósemergências. MITADER • Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras; • Mapear e divulgar os centros de acomodação existentes para melhor planificar as estratégias/intervenções de prontidão e resposta; • Reproduzir e disseminar o manual de técnicas básicas de planeamento físico; • Sensibilizar as populações para se retirarem das zonas de riscos de desastres; • Capacitar os líderes comunitários, CLGRC, técnicos distritais e direções provinciais em matérias de Gestão de Riscos Ambientais; • Mapear parceiros com capacidade de resposta e preenchimento das lacunas identificadas na implementação dos planos; • Identificar e fazer o levantamento dos cursos de água e aquiferos com nível freatico alto para a agricultura, consumo e construção de represas; • Fazer o ordenamento territorial e organizar os centros de acomodação/reassentamento • Demarcar e atribuir talhões as populações afectadas para fins de reassentamento; • Construir abrigos temporários e centros de acomodação e apoiar na criação de centros de reassentamento; • Levantamento socio-ambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; • Cadastrar as famílias e sua distribuição física; • Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; • Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/recuperação e os planos locais de acção de resiliência; • Participar activamente no processo de reassentamento das populações; - Texto do artigo, página 14: Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MIC
• Fazer as avaliações rápidas da disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais;
• Mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens de consumo durante e depois da ocorrência da emergência;
• Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas afectadas.
• Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações;
• Identificar pontos alternativos de compra/aquisição de produtos alimenatres e facilitar a aquisição local dos mesmos;
• Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência;
• Participar na triagem de produtos (alimentares e não alimentares) doados antes de serem distribuídos às populações afectadas ou canalizados às zonas afectadas.
• Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem;
• Assegurar a realização de feiras de produtos de primeira necessidade e agricolas no periodo de seca;
• Monitorar osmercados internos e a variação dos preços de modo a evitar especulação;
• Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteorados ou destinados aassistência humanitária.
• Facilitar os processos de aquisição/compras locais;
• Emitir pareceres para (ex. parceiros de cooperação) a entrada de produtos doados para a emergência;
• Assegurar a reposição da rede comercial danificada nas zonas afectadas;
• Participar e estimular acções de transformação e enriquecimento de produtos alimentares;
• Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados aassistência humanitária;
• Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem;
• Avaliação dos resultados sobre o processo de abastecimento de produtos;
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MMAIP
• Identificar os locais seguros para construção de tanques de piscicultura;
• Identificar os locais de abrigo para atracagem das embarcações de pesca;
• Capacitar os conselhos comunitários de pesca sobre medidas de prontidão e resposta;
• Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação;
• Prover assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques nos locais seguros;
• Incentivar a rápida reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados.
• Definir estratégias/plano de reconstrução/ recuperação do sector;
• Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/estrategias de (re) construção e recuperação do sector;
MGCAS
• Sensibilizar as populações para o abandono das zonas de risco a tomarem medidas de precaução/redução do risco de vulnerabilidade;
• Transmitir mensagens específicas ao fenómeno em causa em linguas de sinais para pessoas com deficiência auditiva;
• Adquirir e pre-posicionar material para resposta a emergência;
• Realizar capacitações para prevenção de violência baseada no género;
• Monitorar a tendência evolutiva da emergência e sua implicação para os grupos mais vulneráveis;
• Capacitar os comités comunitários de proteção às crianças;
• Advogar para maior envolvimento de parceiros nacionais e estrangeiros nas acções do MGCAS, nomeadamente, no resgate, assistencia e proteccao social;
• Fazer a avaliação rapida das necessidades em coordenação multissectorial;
• Monitorar a situação de proteção dos afectados nos centros de acomodação temporários e familias de acolhimento;
• Activar os mecanismos integrados de prevenção e resposta contra a violência e abusos nos locais afectados;
• Instalar espaços de recreação e prover kits de higiene, alimentar, cozinha e de apoio psicossocial;
• Sensibilizar nos centros de acomodação, familias de acolhimento e bairros de reassentamento contra a violência baseada no género;
• Realizar visitas de monitoria aos lugares afectadaos;
• Divulgar informações sobre os serviços de atendimento as crianças e mulheres vítimas de violência e abuso
• Identificar os beneficiários dos diferentes serviços de proteção social (PSSB, PASD e PASP) e assegurar a reintegração das pessoas vulneráveis
• Prestar apoio psico-social as familias;
• Incentivar a abertura de escolinhas comunitárias nos bairros de reassentamento;
Instituições Prontidão Resposta Recuperação MIC • Fazer as avaliações rápidas da disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; • Mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens de consumo durante e depois da ocorrência da emergência; • Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas afectadas. • Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; • Identificar pontos alternativos de compra/aquisição de produtos alimenatres e facilitar a aquisição local dos mesmos; • Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; • Participar na triagem de produtos (alimentares e não alimentares) doados antes de serem distribuídos às populações afectadas ou canalizados às zonas afectadas. • Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem; • Assegurar a realização de feiras de produtos de primeira necessidade e agricolas no periodo de seca; • Monitorar osmercados internos e a variação dos preços de modo a evitar especulação; • Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteorados ou destinados aassistência humanitária. • Facilitar os processos de aquisição/compras locais; • Emitir pareceres para (ex. parceiros de cooperação) a entrada de produtos doados para a emergência; • Assegurar a reposição da rede comercial danificada nas zonas afectadas; • Participar e estimular acções de transformação e enriquecimento de produtos alimentares; • Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados aassistência humanitária; • Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais de carência no periodo de estiagem; • Avaliação dos resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; Instituições Prontidão Resposta Recuperação MMAIP • Identificar os locais seguros para construção de tanques de piscicultura; • Identificar os locais de abrigo para atracagem das embarcações de pesca; • Capacitar os conselhos comunitários de pesca sobre medidas de prontidão e resposta; • Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; • Prover assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques nos locais seguros; • Incentivar a rápida reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados. • Definir estratégias/plano de reconstrução/ recuperação do sector; • Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/estrategias de (re) construção e recuperação do sector; MGCAS • Sensibilizar as populações para o abandono das zonas de risco a tomarem medidas de precaução/redução do risco de vulnerabilidade; • Transmitir mensagens específicas ao fenómeno em causa em linguas de sinais para pessoas com deficiência auditiva; • Adquirir e pre-posicionar material para resposta a emergência; • Realizar capacitações para prevenção de violência baseada no género; • Monitorar a tendência evolutiva da emergência e sua implicação para os grupos mais vulneráveis; • Capacitar os comités comunitários de proteção às crianças; • Advogar para maior envolvimento de parceiros nacionais e estrangeiros nas acções do MGCAS, nomeadamente, no resgate, assistencia e proteccao social; • Fazer a avaliação rapida das necessidades em coordenação multissectorial; • Monitorar a situação de proteção dos afectados nos centros de acomodação temporários e familias de acolhimento; • Activar os mecanismos integrados de prevenção e resposta contra a violência e abusos nos locais afectados; • Instalar espaços de recreação e prover kits de higiene, alimentar, cozinha e de apoio psicossocial; • Sensibilizar nos centros de acomodação, familias de acolhimento e bairros de reassentamento contra a violência baseada no género; • Realizar visitas de monitoria aos lugares afectadaos; • Divulgar informações sobre os serviços de atendimento as crianças e mulheres vítimas de violência e abuso • Identificar os beneficiários dos diferentes serviços de proteção social (PSSB, PASD e PASP) e assegurar a reintegração das pessoas vulneráveis • Prestar apoio psico-social as familias; • Incentivar a abertura de escolinhas comunitárias nos bairros de reassentamento; - Texto do artigo, página 15: Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MISAU
• Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica ;
• Identificar e treinar activistas, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência;
• Pre-posicionar materiais de emergência ( kit de medicamentos e testes de diagnóstico rápido de malária, anti-retrovirais );
• Capacitar os profissionais de saúde na provisão do pacote mínimo de Saude Sexual e Reprodutiva;
• Promover medidas de promoção de higiene e saúde;
• Formar membros de associações juvenis em matéria de saúde sexual e reprodutiva para as emergências;
• Identificar os distritos de maior risco de eclosão de doenças em situação de emergência
• Assegurar a identificação de pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes) nas zonas de risco
• Aumentar o acesso aos serviços de saúde, incluindo sexual e reprodutiva;
• Garantir/monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes);
• Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV;
• Distribuir redes mosquiteiras com inseticidas;
• Garantir assistência médica permanente, através da colocação de técnicos de saúde nos centros de acomodação caso sejam criados ;
• Garantir assistência específica a mulheres grávidas, crianças e idosos;
• Garantir a existência de kits de Saude Sexual e Reprodutiva, incluído kits de profilaxia pós exposição para caso de violação sexual devido à alta vulnerabilidade destas comunidades
• Manter a vigilância de rotina pós epidemia;
• Recolher e conservar material usado para atendimento hospitalar;
• Assegurar o funcionamento normal das unidades sanitárias que tenham sido afectadas.
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MINEDH
• Capacitar os técnicos, professores e CEGRD nos distritos de alto risco em matéria de GRD;
• Avaliar o nível de prontidão de MINEDH;
• Apoiar o desenvolvimento e implementação do plano escolar básico de emergência nas escolas com maior risco de desastres;
• Pré-posicionar material de emergência escolar;
• Elaborar o plano de distribuição de material para emergência;
• Divulgar o mapeamento de risco nas zonas de risco;
• Fazer e divulgar a previsão climática sazonal nos direções provinciais e serviços distritos de educação.
• Avaliar o impacto dos desastres sobre as infraestruturas escolares;
• Distribuir material diverso de educação nas zonas de risco e escolas afectadas;
• Coordenar com diferentes actores incluindo o cluster de Educação e o sector de proteção
• Monitorar a resposta às escolas e centros de acomodação;
• Assegurar o funcionamento normal de aulas nos centros de acomodação temporária e centros de reassentamento;
• Participar nos encontros técnicos do INGC e sectoriais;
• Desenvolver o plano/estratégiasde reconstrução/ recuperação do sector.
• Avaliar os danos e necessidades de reconstrução de salas de aulas;
• Liderar e assistir na implementação do plano/ estratégia integrada de reconstrução/recuperação do sector;
• Reabilitar ou construir as infraestruturas de educação destruídas ou danificadas;
• Promover e priorizar a reconstrução/recuperação resiliente de salas de aulas;
• Fortalecer a prontidão escolar através da implementação e expansão do plano escolar básico de emergência (PEBE).
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MOPHRH/ DNGRH
• Verificar os meios de comunicação disponiveis (telefones e rádios);
• Mapear as bacias hidrográficas com risco de cheias e inundações;
• Realizar a manutenção da rede de observação;
• Inspecionar a rede de observação hidrológica e sua atualização;
• Realizar o levantamento da situação das infraestruturas hidráulicas e das estações hidrográficas;
• Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos;
• Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante;
• Garantir a operacionalidade dos diques de proteção;
• Gerir as albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia
• Recolher e actualizar os dados hidrológicos;
• Inspecionar a rede hidrológica do sistema de aviso de cheias (SAC);
• Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos
ISAC indicar medidas de normalizacao.
• Recuper/reabilitar infraestruturas hidraulicas (diques, barragens, acudes, reservatorios escavados);
• Reposicao da rede de estacoes hidrometeorologica;
• Realizar levantamento da disponibilidade de recursos hídrico as zonas afectadas pela seca/estiagem, convista a identificar fontes alterntivas para o abastecimento de água.
Instituições Prontidão Resposta Recuperação MISAU • Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica ; • Identificar e treinar activistas, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; • Pre-posicionar materiais de emergência ( kit de medicamentos e testes de diagnóstico rápido de malária, anti-retrovirais ); • Capacitar os profissionais de saúde na provisão do pacote mínimo de Saude Sexual e Reprodutiva; • Promover medidas de promoção de higiene e saúde; • Formar membros de associações juvenis em matéria de saúde sexual e reprodutiva para as emergências; • Identificar os distritos de maior risco de eclosão de doenças em situação de emergência • Assegurar a identificação de pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes) nas zonas de risco • Aumentar o acesso aos serviços de saúde, incluindo sexual e reprodutiva; • Garantir/monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão, Diabetes); • Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV; • Distribuir redes mosquiteiras com inseticidas; • Garantir assistência médica permanente, através da colocação de técnicos de saúde nos centros de acomodação caso sejam criados ; • Garantir assistência específica a mulheres grávidas, crianças e idosos; • Garantir a existência de kits de Saude Sexual e Reprodutiva, incluído kits de profilaxia pós exposição para caso de violação sexual devido à alta vulnerabilidade destas comunidades • Manter a vigilância de rotina pós epidemia; • Recolher e conservar material usado para atendimento hospitalar; • Assegurar o funcionamento normal das unidades sanitárias que tenham sido afectadas. Instituições Prontidão Resposta Recuperação MINEDH • Capacitar os técnicos, professores e CEGRD nos distritos de alto risco em matéria de GRD; • Avaliar o nível de prontidão de MINEDH; • Apoiar o desenvolvimento e implementação do plano escolar básico de emergência nas escolas com maior risco de desastres; • Pré-posicionar material de emergência escolar; • Elaborar o plano de distribuição de material para emergência; • Divulgar o mapeamento de risco nas zonas de risco; • Fazer e divulgar a previsão climática sazonal nos direções provinciais e serviços distritos de educação. • Avaliar o impacto dos desastres sobre as infraestruturas escolares; • Distribuir material diverso de educação nas zonas de risco e escolas afectadas; • Coordenar com diferentes actores incluindo o cluster de Educação e o sector de proteção • Monitorar a resposta às escolas e centros de acomodação; • Assegurar o funcionamento normal de aulas nos centros de acomodação temporária e centros de reassentamento; • Participar nos encontros técnicos do INGC e sectoriais; • Desenvolver o plano/estratégiasde reconstrução/ recuperação do sector. • Avaliar os danos e necessidades de reconstrução de salas de aulas; • Liderar e assistir na implementação do plano/ estratégia integrada de reconstrução/recuperação do sector; • Reabilitar ou construir as infraestruturas de educação destruídas ou danificadas; • Promover e priorizar a reconstrução/recuperação resiliente de salas de aulas; • Fortalecer a prontidão escolar através da implementação e expansão do plano escolar básico de emergência (PEBE). Instituições Prontidão Resposta Recuperação MOPHRH/ DNGRH • Verificar os meios de comunicação disponiveis (telefones e rádios); • Mapear as bacias hidrográficas com risco de cheias e inundações; • Realizar a manutenção da rede de observação; • Inspecionar a rede de observação hidrológica e sua atualização; • Realizar o levantamento da situação das infraestruturas hidráulicas e das estações hidrográficas; • Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos; • Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante; • Garantir a operacionalidade dos diques de proteção; • Gerir as albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia • Recolher e actualizar os dados hidrológicos; • Inspecionar a rede hidrológica do sistema de aviso de cheias (SAC); • Recolher, actualizar e disseminar os dados hidrológicos ISAC indicar medidas de normalizacao. • Recuper/reabilitar infraestruturas hidraulicas (diques, barragens, acudes, reservatorios escavados); • Reposicao da rede de estacoes hidrometeorologica; • Realizar levantamento da disponibilidade de recursos hídrico as zonas afectadas pela seca/estiagem, convista a identificar fontes alterntivas para o abastecimento de água. - Texto do artigo, página 16: Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MOPHRH/ DNAAS
• Realizar encontros com todos parceiros chave do sector para coordenação/preparação de resposta a emergência envolvendo;
• Reforçar as capacidades das províncias e distritos na planificação, monitoria e resposta atempada de emergência;
• Fornecer equipamentos e materiais para tratamento, transporte e distribuição de água;
• Adquirir e alocar materiais adicionais (Certeza, Lajes Plásticas e Rolos de plástico);
• Disponibilizar tanques móveis de abastecimento de água nos centros de acomodação, casas de acolhimento e bairros de reassentamento;
• Preparar e disseminar, mensagens de boas práticas de higiene, saneamento e utilização racional da água;
• Realizar levantamento rápido da situação e necessidades em água, saneamento e higiene;
• Assegurar a disponibilidade de água segura e de infraestruturas de saneamento;
• Providenciar equipamentos e materiais para: (a) tratamento, conservação, distribuição de água (b) deposição de excretas humanas e resíduos sólidos (c) promoção das boas práticas de higiene;
• Reactivar os mecanismos de coordenação e sistema de partilha de informação.Garantir o abastecimento de água nas zonas onde as fontes estejam submersas.
• Realizar levantamento da situação e necessidades em água, saneamento e higiene;
• Avaliar os danos sobre as infra – estruturas das fontes de abastecimento de água e saneamento; Apoiar as famílias/ comunidades reabilitação e construção das fontes de água;
• Apoiar a autoconstrução de latrinas familiares;
• Restabelecer o abastecimento de água envolvendo as famílias de modo a garantir a sustentabilidade;
Garantir condições de saneamento de água.
Instituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MOPHRH/
Habitação e Urbanismo
• Realizar levantamento das infraestruturas seguras para acomodação temporária das pessoas afectadas;
• Coordenar com as DPOPHRH na identificação e inventariação dos locais seguros para acomodação provisória;
• Coordenar com as DPOPHRH na identificação de rotas de evacuação rápida;
• Incentivar a organização do cadastro provisório/definitivo de terras pelas comunidades reassentadas;
• Adquirir equipamentos para a produção de materiais de construção de baixo custo e resistentes a calamidades;
• Avaliar o nível de capacidade de reassentamento de novas famílias nos Bairros de Reassentamento já existentes.
• Participar na monitoria do processo de registo e controlo do número das famílias e população afectada nos centros de acomodação e famílias de acolhimento;
• Participar na coordenação das acções de acomodação das vítimas em abrigos provisórios;
• Participar na construção rápida de abrigos provisórios em lugares seguros para populações afectadas;
• Coordenar e garantir a participação dos líderes comunitários em acções de transferência rápida das vítimas dos abrigos provisórios para talhões já demarcados.
• Reassentar as populações afectadas e reconstrução das infraestruturas danificadas
• Monitorar a implantação dos planos parciais de ordenamento territorial em articulação com a Direcção Nacional de Ordenamento do Território e Reassentamento (DINOTER);
• Monitorar a prestação de assistência técnica ao processo de reconstrução e ou construção de casas tecnicamente melhoradas para a habitação;
• Incentivar a produção e utilização de materiais de construção produzidos com recurso ao material local.
MOPHRH/ Estradas
• Participar em todas as reuniões de CTGC;
• Participar em todas as reuniões de troca de informações face a evolução dos fenómenos e planos de mitigação;
• Inspecionar as estradas e pontes;
• Mapear as vias alternativas.
• Mobilizar empreiteiros para reparação de emergências;
• Informar os membros do CTGC sobre a transitabilidade ou não das estradas;
• Continuar a monitorar troços afectados pelas calamidades;
• Identificar medidas alternativas para garantir a circulação de pessoas e bens nos troços afectados.
• Garantir a reposição da rede afectada;
• Realizar levantamentos e estudos dos troços afectados para a reabilitação.
MIREME
• Estabelecimento de equipas de avanço nos locais previamente definidos como zonas de potenciais riscos e em prontidão para qualquer intervenção de emergência;
• Assegurar a disponibilidade dos grupos geradores de emergência e combustível em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos;
• Reforço da logística de transporte, combustível e materiais sobressalentes em todas as Áreas Operacionais;
• Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. toda as fases
• Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acessos é facilmente afectado pelas intempéries;
• Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios.
• Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios.
Instituições Prontidão Resposta Recuperação MOPHRH/ DNAAS • Realizar encontros com todos parceiros chave do sector para coordenação/preparação de resposta a emergência envolvendo; • Reforçar as capacidades das províncias e distritos na planificação, monitoria e resposta atempada de emergência; • Fornecer equipamentos e materiais para tratamento, transporte e distribuição de água; • Adquirir e alocar materiais adicionais (Certeza, Lajes Plásticas e Rolos de plástico); • Disponibilizar tanques móveis de abastecimento de água nos centros de acomodação, casas de acolhimento e bairros de reassentamento; • Preparar e disseminar, mensagens de boas práticas de higiene, saneamento e utilização racional da água; • Realizar levantamento rápido da situação e necessidades em água, saneamento e higiene; • Assegurar a disponibilidade de água segura e de infraestruturas de saneamento; • Providenciar equipamentos e materiais para: (a) tratamento, conservação, distribuição de água (b) deposição de excretas humanas e resíduos sólidos (c) promoção das boas práticas de higiene; • Reactivar os mecanismos de coordenação e sistema de partilha de informação.Garantir o abastecimento de água nas zonas onde as fontes estejam submersas. • Realizar levantamento da situação e necessidades em água, saneamento e higiene; • Avaliar os danos sobre as infra – estruturas das fontes de abastecimento de água e saneamento; Apoiar as famílias/ comunidades reabilitação e construção das fontes de água; • Apoiar a autoconstrução de latrinas familiares; • Restabelecer o abastecimento de água envolvendo as famílias de modo a garantir a sustentabilidade; Garantir condições de saneamento de água. Instituições Prontidão Resposta Recuperação MOPHRH/ Habitação e Urbanismo • Realizar levantamento das infraestruturas seguras para acomodação temporária das pessoas afectadas; • Coordenar com as DPOPHRH na identificação e inventariação dos locais seguros para acomodação provisória; • Coordenar com as DPOPHRH na identificação de rotas de evacuação rápida; • Incentivar a organização do cadastro provisório/definitivo de terras pelas comunidades reassentadas; • Adquirir equipamentos para a produção de materiais de construção de baixo custo e resistentes a calamidades; • Avaliar o nível de capacidade de reassentamento de novas famílias nos Bairros de Reassentamento já existentes. • Participar na monitoria do processo de registo e controlo do número das famílias e população afectada nos centros de acomodação e famílias de acolhimento; • Participar na coordenação das acções de acomodação das vítimas em abrigos provisórios; • Participar na construção rápida de abrigos provisórios em lugares seguros para populações afectadas; • Coordenar e garantir a participação dos líderes comunitários em acções de transferência rápida das vítimas dos abrigos provisórios para talhões já demarcados. • Reassentar as populações afectadas e reconstrução das infraestruturas danificadas • Monitorar a implantação dos planos parciais de ordenamento territorial em articulação com a Direcção Nacional de Ordenamento do Território e Reassentamento (DINOTER); • Monitorar a prestação de assistência técnica ao processo de reconstrução e ou construção de casas tecnicamente melhoradas para a habitação; • Incentivar a produção e utilização de materiais de construção produzidos com recurso ao material local. MOPHRH/ Estradas • Participar em todas as reuniões de CTGC; • Participar em todas as reuniões de troca de informações face a evolução dos fenómenos e planos de mitigação; • Inspecionar as estradas e pontes; • Mapear as vias alternativas. • Mobilizar empreiteiros para reparação de emergências; • Informar os membros do CTGC sobre a transitabilidade ou não das estradas; • Continuar a monitorar troços afectados pelas calamidades; • Identificar medidas alternativas para garantir a circulação de pessoas e bens nos troços afectados. • Garantir a reposição da rede afectada; • Realizar levantamentos e estudos dos troços afectados para a reabilitação. MIREME • Estabelecimento de equipas de avanço nos locais previamente definidos como zonas de potenciais riscos e em prontidão para qualquer intervenção de emergência; • Assegurar a disponibilidade dos grupos geradores de emergência e combustível em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; • Reforço da logística de transporte, combustível e materiais sobressalentes em todas as Áreas Operacionais; • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. toda as fases • Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acessos é facilmente afectado pelas intempéries; • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. • Assegurar a monitoria permanente do comportamento da Rede Eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. - Texto do artigo, página 17: Intituições
Prontidão
Resposta
Recuperação
MIREME/INAMI
• Operacionalizar e manter funcionais as plataformas de análiose de dados sismicos e a rede Nacional de Estações sismograficas;
• Ter funcionais as plataformas de monitória de eventos sísmocos;
• Fazer a monitoria 24/7 dos eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e nos Paises vizinhos;
• Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de tsunami
• Preparar informação, comunicados de imprensa, em tempo útil sobre a ocorrência de evento sísmico com epicentro em Mocambique ou nos países vizinhos mas que tenha sentido no território nacional;
• Avaliar a intensidade sísmica, erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões regiões afectadas pelo desastre geológico;
• Preparar a monitória de réplicas dos eventos em estudo;
• Fazer a inventariação de danos geológicos visíveis nas região afectadas pelos desastre geológicos;
• Recomendar medidas de mitigação dos impactos dos desastres geológicos
Secretaria Provincial
• Coordenar a elaboração do Plano de Contingência do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades (CTPGC) e garantir a sua implementação.
• Convocar a reuniões mensais do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades
• Coordenar com as instituições competentes funcionamento dos Sistemas de Alerta e Aviso Prévio
• Supervisionar as acções de assistência humanitária durante a emergência Manter a coordenação das operações conjuntas entre os diferentes níveis institucionais ao nível da província (implementação do plano de resposta).
• Garantir a funcionalidade do sistema de gestão da emergência ao nível da província (fluxo de informação, operacionalização dos 4 sectores do COE Provincial)
• Supervisionar a implementação dos planos de recuperação e reconstrucção a todos níveis;
• Manter a funcionalidade do fluxo de informação
Intituições Prontidão Resposta Recuperação MIREME/INAMI • Operacionalizar e manter funcionais as plataformas de análiose de dados sismicos e a rede Nacional de Estações sismograficas; • Ter funcionais as plataformas de monitória de eventos sísmocos; • Fazer a monitoria 24/7 dos eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e nos Paises vizinhos; • Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de tsunami • Preparar informação, comunicados de imprensa, em tempo útil sobre a ocorrência de evento sísmico com epicentro em Mocambique ou nos países vizinhos mas que tenha sentido no território nacional; • Avaliar a intensidade sísmica, erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões regiões afectadas pelo desastre geológico; • Preparar a monitória de réplicas dos eventos em estudo; • Fazer a inventariação de danos geológicos visíveis nas região afectadas pelos desastre geológicos; • Recomendar medidas de mitigação dos impactos dos desastres geológicos Secretaria Provincial • Coordenar a elaboração do Plano de Contingência do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades (CTPGC) e garantir a sua implementação. • Convocar a reuniões mensais do Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades • Coordenar com as instituições competentes funcionamento dos Sistemas de Alerta e Aviso Prévio • Supervisionar as acções de assistência humanitária durante a emergência Manter a coordenação das operações conjuntas entre os diferentes níveis institucionais ao nível da província (implementação do plano de resposta). • Garantir a funcionalidade do sistema de gestão da emergência ao nível da província (fluxo de informação, operacionalização dos 4 sectores do COE Provincial) • Supervisionar a implementação dos planos de recuperação e reconstrucção a todos níveis; • Manter a funcionalidade do fluxo de informação - Número ou marcador, página 17: 6. Bens e Disponíveis e Necessários 6.1 Operações de Busca e Salvamento As operações de busca e salvamento serão realizadas
- Texto do artigo, página 17: e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil
- Texto do artigo, página 17: (UNAPROC) 6 para salvaguardar a vida das populações e segurança das infra-estruturas afectadas. A UNAPROC tem disponíveis cerca de 120 barcos (pertencentes ao INGC, FADM, SENSAP, Administração Marítima) para as operações de busca, salvamento e assistência humanitária.
- Texto do artigo, página 17: Tabela 11: Meios de Busca e Salvamento (Componente de Resposta)
- Texto do artigo, página 17: N/O
Área
Sede
Forças e Meios
Homens
Barcos
Viaturas
1
Bacia do Umbeluzi
B. Pequenos Libomos
15
10
2
2
Bacia do Incomati e Limpopo
Vila de Macia
75
30
7
3
Bacia do save
Vilanculos
20
10
2
4
Bacia do Buzi e Púnguè
Cidade da Beira
30
15
2
5
Bacia do Zambeze
Caia
25
20
3
6
Bacia do Licungo
Mocuba
20
15
2
7
Distritos de Larde e Moma
Moma
15
10
2
8
Bacia do Messalo
Chai
12
10
2
Total
212
120
22
N/O Área Sede Forças e Meios Homens Barcos Viaturas 1 Bacia do Umbeluzi B. Pequenos Libomos 15 10 2 2 Bacia do Incomati e Limpopo Vila de Macia 75 30 7 3 Bacia do save Vilanculos 20 10 2 4 Bacia do Buzi e Púnguè Cidade da Beira 30 15 2 5 Bacia do Zambeze Caia 25 20 3 6 Bacia do Licungo Mocuba 20 15 2 7 Distritos de Larde e Moma Moma 15 10 2 8 Bacia do Messalo Chai 12 10 2 Total 212 120 22 - Texto do artigo, página 17: 6.2 Assistência alimentar As necessidades para assistência alimentar descritas no
- Texto do artigo, página 17: presente plano consideram dois contextos:
- Número ou marcador, página 17: a) Resposta à situação de insegurança alimentar segundo o relatório do SETSAN de Agosto de 2017 que refere a situaao de Outubro de 2017 à Março de 2018;
- Número ou marcador, página 17: b) Risco de cheias e ciclones na presente época chuvosa;
- Número ou marcador, página 17: c) A eventualidade de prevalêcia da insegurança alimenatar de Abril à Dezmbro de 2018
- Texto do artigo, página 17: Para cada um dos casos e como acontece com os demais itens, a intervenção é antecedida de um plano de resposta com dados realisticos ou estimados sobre o número de necessitados, duração da assistência, os locais afectados, e os intervenientes adicionais.
- Texto do artigo, página 17: A tabela a seguir apresenta as necessidades para assistência alimentar.
- Texto do artigo, página 17: 6 BA UNAPROC integra quadros do INGC, Ministério da Defesa Nacional, Ministério do Interior e Cruz Vermelha de Moçambique.
- Texto do artigo, página 18: Tabela 12: Bens alimentares necessários
- Texto do artigo, página 18: Bens Alimentares (ton)
Bens Necessários
Bens Disponiveis/Existentes
Defice
Custo Unitário (103)
Custo Total (103)
Governo
Parceiros
Total
Cereais
5 014
0
3000
3 000
2014
27.2
54 780.80
Feijão
573
0
450
450
123
312.5
38 437.50
Acucar
21
0
0
21
Sal
21
0
0
21
15
315
Conservas
5000
0
0
5000
0.065
325
Total
93 858.30
Bens Alimentares (ton) Bens Necessários Bens Disponiveis/Existentes Defice Custo Unitário (103) Custo Total (103) Governo Parceiros Total Cereais 5 014 0 3000 3 000 2014 27.2 54 780.80 Feijão 573 0 450 450 123 312.5 38 437.50 Acucar 21 0 0 21 Sal 21 0 0 21 15 315 Conservas 5000 0 0 5000 0.065 325 Total 93 858.30 - Texto do artigo, página 18: 6.3 Abrigo
- Texto do artigo, página 18: O abrigo é um determinante crítico para a sobrevivência de pessoas afectadas no estágio inicial de uma emergência. O abrigo é necessário para providênciar segurança, protecção pessoal contra os eventos climáticos e promover resistência às possíveis doenças.
- Texto do artigo, página 18: Normalmente, em situações de emergências causadas pelas cheias e ciclones, há sempre necessidade de providênciar abrigo para a população afectada. Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são
- Texto do artigo, página 18: as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que dem ser identificadas com antecedência como lugares de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
- Texto do artigo, página 18: Segundo a tabela abaixo, o stock de lonas e tendas disponíveis por parte do Governo e Parceiros pode cobrir 74 mil pessoas. A componente de abrigo regista um défice de 155 tendas familiares e 500 lonas comunitárias representando um custo de cerca de 56 milhões de MT.
- Texto do artigo, página 18: Tabela 13: Bens necessários e existentes para abrigo temporário
- Texto do artigo, página 18: Item
Bens Necess
Bens Disponiveis/ Existentes
Defice
Custo Unitário (103)
Custo Total (103)
Gov
Parc
Total no Pais
Tendas Comun.1x30
33
28
5
33
-
150.0
0.00
Tendas Comuns 1x10
35
25
25
10
70.0
700.00
Tendas Familiares 1x5
4230
1024
291
1 315
2 915
13.5
39 352.50
Kits de Abrigo**
11872
1731
5 911
7 642
4 230
2.0
8 460.00
Kits de Ferramenta
1658
1556
102
1 658
-
1.5
0.00
Lonas Familiares
22893
3571
17 322
20 893
2 000
0.6
1 200.00
Lonas Comunitarias
70
10
0
10
60
30
180.00
Rolos Plastico
5000
3167
165
3 332
1 668
1.5
2 502.00
Esteiras
9000
757
3274
4031
4969
0.8
3 726.75
Total
-
56 121.25
Item Bens Necess Bens Disponiveis/ Existentes Defice Custo Unitário (103) Custo Total (103) Gov Parc Total no Pais Tendas Comun.1x30 33 28 5 33 - 150.0 0.00 Tendas Comuns 1x10 35 25 25 10 70.0 700.00 Tendas Familiares 1x5 4230 1024 291 1 315 2 915 13.5 39 352.50 Kits de Abrigo** 11872 1731 5 911 7 642 4 230 2.0 8 460.00 Kits de Ferramenta 1658 1556 102 1 658 - 1.5 0.00 Lonas Familiares 22893 3571 17 322 20 893 2 000 0.6 1 200.00 Lonas Comunitarias 70 10 0 10 60 30 180.00 Rolos Plastico 5000 3167 165 3 332 1 668 1.5 2 502.00 Esteiras 9000 757 3274 4031 4969 0.8 3 726.75 Total - 56 121.25 - Texto do artigo, página 18: Em termos de locais para servirem de centros de acomodação para abrigo temporário no caso de emergência, destaca se a existência de 5,742 salas de aulas, 153 escolas, e 887casas de culto (ver tabela 14). A maioria das salas de aulas encontram se nas províncias de Manica, Nampula e Gaza.
- Texto do artigo, página 18: Tabela 14: Salas de Aulas e outros locais disponiveis para abrigo temporário
- Texto do artigo, página 18: Local
Abrigos Temporários
Armazéns
Campos de Futebol
Pistas de Aterragem
Salas de Aula
Escolas
Latrinas
Casas de Culto
Gov.
Parc.
Total
Niassa
0
10
11
C. Delgado
480
277
48
0
Nampula
1,575
266
146
146
Zambézia
246
187
82
34
15
8
Tete
0
7
7
Manica
2,025
457
254
18
18
Sofala
284
3
3
80
22
Inhambane
8
3
11
Gaza
1,132
141
424
235
19
4
23
95
12
Maputo Prov.
0
Maputo Cid.
12
2
1
1
Total
5,742
153
1,345
887
195
14
243
200
53
Local Abrigos Temporários Armazéns Campos de Futebol Pistas de Aterragem Salas de Aula Escolas Latrinas Casas de Culto Gov. Parc. Total Niassa 0 10 11 C. Delgado 480 277 48 0 Nampula 1,575 266 146 146 Zambézia 246 187 82 34 15 8 Tete 0 7 7 Manica 2,025 457 254 18 18 Sofala 284 3 3 80 22 Inhambane 8 3 11 Gaza 1,132 141 424 235 19 4 23 95 12 Maputo Prov. 0 Maputo Cid. 12 2 1 1 Total 5,742 153 1,345 887 195 14 243 200 53 - Texto do artigo, página 19: Salientar que para além dos Centros de Acomodação existem pessoas que recorrem à famílias de acolhimento, reduzindo significativamente a pressão nos Centros de Acomodação. Contudo este acto de solidariedade implica uma sobrecarga para as famílias de acolhimento. Deste modo há necessidade de potenciar a assistência aos afectados abrigados nestas famílias.
- Texto do artigo, página 19: os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aulas (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar.
- Texto do artigo, página 19: 6.4 Educação (Componente de Recuperação) Em situações de cheias e ciclones, normalmente o sector da
- Texto do artigo, página 19: Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e quadros, mas por outro lado observa se um défice em kits de aluno, kits de professor.
- Texto do artigo, página 19: Educação é afectado pela destruição de salas de aulas privando
- Texto do artigo, página 19: Tabela 15: Meios necessários e existentes para resposta no Sector da Educação
- Texto do artigo, página 19: Província
Tenda Escola
Kit aluno
Kit Professor
Kit Administrativo
Necess.
Dispon.
Necess.
Dispon.
Necess.
Dispon.
Necess.
Dispon.
Maputo
20
0
100 000
0
250
0
100
0
Cid.Maputo
15
0
18 818
0
181
0
118
0
Gaza
10
3
51 690
18 595
5 287
318
500
0
Inhambane
40
29
69 062
6 000
1 725
0
300
89
Sofala
20
0
12 600
0
340
0
170
0
Manica
15
6
12 177
0
300
0
120
0
Tete
10
0
6 200
0
250
0
341
0
Zambézia
23
7
138 640
700
500
0
919
0
Nampula
25
5
22 426
1 540
C. Delgado
10
5
6 629
0
298
0
109
0
Niassa
15
5
19 229
646
282
0
282
0
Total
203
60
457 471
27 481
9 413
318
2 959
89
Província Tenda Escola Kit aluno Kit Professor Kit Administrativo Necess. Dispon. Necess. Dispon. Necess. Dispon. Necess. Dispon. Maputo 20 0 100 000 0 250 0 100 0 Cid.Maputo 15 0 18 818 0 181 0 118 0 Gaza 10 3 51 690 18 595 5 287 318 500 0 Inhambane 40 29 69 062 6 000 1 725 0 300 89 Sofala 20 0 12 600 0 340 0 170 0 Manica 15 6 12 177 0 300 0 120 0 Tete 10 0 6 200 0 250 0 341 0 Zambézia 23 7 138 640 700 500 0 919 0 Nampula 25 5 22 426 1 540 C. Delgado 10 5 6 629 0 298 0 109 0 Niassa 15 5 19 229 646 282 0 282 0 Total 203 60 457 471 27 481 9 413 318 2 959 89 - Texto do artigo, página 19: 6.5 Água e Saneamento (componente de resposta)
- Texto do artigo, página 19: Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2017/18, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê que possam surgir na decorrência de queda excessiva de chuva a necessidade de acomodar as pessoas
- Texto do artigo, página 19: afectadas em centros de acomodação temporária e ou de trânsito. Sendo assim, será necessário prover condições básicas para providenciar água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários – lajes plásticas) e outros matérias arrolados na tabela n.˚ 16.
- Texto do artigo, página 19: Tabela 16: Meios Necessários e Disponíveis - Água
- Texto do artigo, página 19: Sector
Bens Necess.
Bens Disponiveis/ Existentes
Defice
Custo Unitario
Custo Total (103)
Gov
Parc
Priv.
Total
Tanques Flexiveis
0
11
0
11
0
0
0
119
2
121
0
0
Tanques Rigidos
0
1
0
1
0
0
0
110
0
0
0
ETA
24
16
3
19
5
1 400
7 000
Baldes
60 000
13 229
12 532
0
25 761
10 000
0.150
1 500
Baldes
26 458
25 064
0
51 522
Jerricans
170 000
3
6 300
6 303
11 291
0.150
1 693 .7
Jerricans
1 728
10 889
12 617
Jerricans
4 000
4 000
Jerricans
1 731
21 189
0
22 920
Certeza/Frascos
10 000
470
6 000
6 470
3 530
0.015
53
Sulfato de Alum. kg
0
363
363
0
0
0
Cloro em pac./kg
610
0
610
0
0
0
Total
10 246 .7
Sector Bens Necess. Bens Disponiveis/ Existentes Defice Custo Unitario Custo Total (103) Gov Parc Priv. Total Tanques Flexiveis 0 11 0 11 0 0 0 119 2 121 0 0 Tanques Rigidos 0 1 0 1 0 0 0 110 0 0 0 ETA 24 16 3 19 5 1 400 7 000 Baldes 60 000 13 229 12 532 0 25 761 10 000 0.150 1 500 Baldes 26 458 25 064 0 51 522 Jerricans 170 000 3 6 300 6 303 11 291 0.150 1 693 .7 Jerricans 1 728 10 889 12 617 Jerricans 4 000 4 000 Jerricans 1 731 21 189 0 22 920 Certeza/Frascos 10 000 470 6 000 6 470 3 530 0.015 53 Sulfato de Alum. kg 0 363 363 0 0 0 Cloro em pac./kg 610 0 610 0 0 0 Total 10 246 .7 - Texto do artigo, página 20: Tabela 16.1 : Meios Necessários e Disponíveis - Sanemaneto
- Texto do artigo, página 20: Sector
Bens Necessarios
Bens Disponiveis
Defice
Custo Unitario
Custo Total (103)
Gov
Parc
Total
Lajes
6 373
1 224
5 149
6 373
1 178
0.420
494.8
Rolos Plastico
2 000
654
168
822
1 390
0.350
486.5
Pás
1 560
164
6
170
406
0.200
81.2
Enxadas
936
505
25
530
0
0
Serrote
53
0
0
0
Botas
0
711
0
711
0
0
Total
1 062.5
Sector Bens Necessarios Bens Disponiveis Defice Custo Unitario Custo Total (103) Gov Parc Total Lajes 6 373 1 224 5 149 6 373 1 178 0.420 494.8 Rolos Plastico 2 000 654 168 822 1 390 0.350 486.5 Pás 1 560 164 6 170 406 0.200 81.2 Enxadas 936 505 25 530 0 0 Serrote 53 0 0 0 Botas 0 711 0 711 0 0 Total 1 062.5 - Texto do artigo, página 20: Sector
Bens Necessarios
Bens Disponiveis/Existentes
Defice
Custo Unitario
Custo Total
Gov
Parc
Total no total
Kits de Cozinha
10000
3 103
6 274
9377
623
1
623
Kits de Higiene
3000
171
2000
2171
829
0.5
414.5
Kits de dignidade
1000
0
1000
0.750
750
Kit de família
2 500
337
1 598
1 935
565
2.5
1 412.5
Mantas
14 000
648
9 543
10 191
3 809
0.3
1 142.7
Capulanas
0
0
-
1.20
0.00
Bacias
0
0
-
0.13
0.00
Esteiras
0
0
-
0.024
0.00
Roupa em sacos
751
42
793
-793
2.5
1 982.5
Bacias
457
4
461
-461
0.05
23 050.00
Copos Metalicos
449
104
553
-553
0.03
Sector Bens Necessarios Bens Disponiveis/Existentes Defice Custo Unitario Custo Total Gov Parc Total no total Kits de Cozinha 10000 3 103 6 274 9377 623 1 623 Kits de Higiene 3000 171 2000 2171 829 0.5 414.5 Kits de dignidade 1000 0 1000 0.750 750 Kit de família 2 500 337 1 598 1 935 565 2.5 1 412.5 Mantas 14 000 648 9 543 10 191 3 809 0.3 1 142.7 Capulanas 0 0 - 1.20 0.00 Bacias 0 0 - 0.13 0.00 Esteiras 0 0 - 0.024 0.00 Roupa em sacos 751 42 793 -793 2.5 1 982.5 Bacias 457 4 461 -461 0.05 23 050.00 Copos Metalicos 449 104 553 -553 0.03 16. 6 Copos Plasticos 607 0 607 -607 0.05 30.4 Total 1 037.5 - Número ou marcador, página 20: 16. 6
Copos Plasticos
607
0
607
-607
0.05
30.4
Total
1 037.5
6.6 Materiais Necessarios e disponiveis no Sector da Saúde (componente de Resposta) A tabela abaixo apresenta os materiais existentes e necessários para fazer face a resposta no sector da saúde.
Tabela 18: Material de Saúde necessário e disponível
Sector Bens Necessarios Bens Disponiveis/Existentes Defice Custo Unitario Custo Total Gov Parc Total no total Kits de Cozinha 10000 3 103 6 274 9377 623 1 623 Kits de Higiene 3000 171 2000 2171 829 0.5 414.5 Kits de dignidade 1000 0 1000 0.750 750 Kit de família 2 500 337 1 598 1 935 565 2.5 1 412.5 Mantas 14 000 648 9 543 10 191 3 809 0.3 1 142.7 Capulanas 0 0 - 1.20 0.00 Bacias 0 0 - 0.13 0.00 Esteiras 0 0 - 0.024 0.00 Roupa em sacos 751 42 793 -793 2.5 1 982.5 Bacias 457 4 461 -461 0.05 23 050.00 Copos Metalicos 449 104 553 -553 0.03 16. 6 Copos Plasticos 607 0 607 -607 0.05 30.4 Total 1 037.5 - Texto do artigo, página 20: Sector
Necessidades
Bens Disponiveis/Existentes
Défice
Gov
Parc
Total no Pais
Tenda Hospitalar 72m2
138
0
12
12
126
Cama Metalica cólera
83
84
260
344
0
SRO
16,528
0
200
200
16328
Saco para cadaver adultos
10
346
15
361
0
saco para cadavers criancas
20
0
5
5
15
Redes Mosquiteiras
137,667
8,612,085
10,837
871,922
0
Kit de antimalaricos
413,282
0
0
0
413,282
Sector Necessidades Bens Disponiveis/Existentes Défice Gov Parc Total no Pais Tenda Hospitalar 72m2 138 0 12 12 126 Cama Metalica cólera 83 84 260 344 0 SRO 16,528 0 200 200 16328 Saco para cadaver adultos 10 346 15 361 0 saco para cadavers criancas 20 0 5 5 15 Redes Mosquiteiras 137,667 8,612,085 10,837 871,922 0 Kit de antimalaricos 413,282 0 0 0 413,282 - Texto do artigo, página 21: 6.7 Agricultura
- Texto do artigo, página 21: Para fazer face a possíveis desastres acima mencionados, o MASA estima em cerca de 921 milhões Meticais para garantir a recuperação no sector agrário. Esta recuperação poderá ser feita individualmente, pelos sectores familiar e privado bem como pelo Governo, esta última para assistir as pessoas mais carenciadas.
- Texto do artigo, página 21: Neste sentido e para prestar assistência às famílias mais necessitadas, garantindo insumos agrícolas e efectuando monitoria e avaliação permanente nas áreas afectadas pelas calamidades (desempenho das culturas em campo, Sanidade Vegetal e Animal), estima-se uma necessidade de cerca de 184 milhões de meticais, o correspodente a 20% do total acima referido.
- Texto do artigo, página 21: Tabela 19: Necessidades para resposta no sector da Agricultura (componente de recuperação)
Sector
Bens Necessarios
Custo Total (103Mz)
Assistência a Produtores Mais Necessitados (103Mz)
Insumos
Sementes e instrumentos
789,600.00
157,920
Sanidade Vegetal
Pesticidas, armadilhas, etc
87,751.20
17,550.24
Sanidade Animal
Drogas e Vacinas
40,960.80
8,192.16
Monitoria e Avaliacao
2,500.00
500
Total
920,812.00
184,162.40
6.8 Logística e Coordenação Geral
Para além das aquisicões acima descritas, a operacionalização do plano de contingência inclui necessidades para garantir a recolha, tratamento de dados e o respectivo fluxo, o posicionamento de
equipamento em locais estratégicos, a movimentação de produtos e equipas técnicas entre outros, conforme descrito na tabela 20. Para estas operações está prevista uma necessidade de cerca de 75 milhões de meticais.
Tabela 20: Necessidades para operacões de logisticas e coordenação geral
Sector Bens Necessarios Custo Total (103Mz) Assistência a Produtores Mais Necessitados (103Mz) Insumos Sementes e instrumentos 789,600.00 157,920 Sanidade Vegetal Pesticidas, armadilhas, etc 87,751.20 17,550.24 Sanidade Animal Drogas e Vacinas 40,960.80 8,192.16 Monitoria e Avaliacao 2,500.00 500 Total 920,812.00 184,162.40 - Texto do artigo, página 21: Itens
Orçamento (103 MT)
Material de Comunicacoes
600
Meios de Socorro e Combustiveis
35,238
Aluguer de meios aéreos
3,000
Despesas aeroportuarias (taxas de voo, de cargas nos agentes de carga, armazenagem, manuseamento e scan )
2,000
Desembaraço aduaneiro (MCNET, Taxas aduaneiras e Honorarios de serviço)
6,000
Manuseamento de carga (estiva, aluguer de armazem e fumigação)
2,000
Monitoria (Passagens aereas, ADC, Comunicações, Alojamento, aluguer de salas, Lanches, Consumiveis de escritórios)
2,500
Transporte de carga (aluguer de camiões)
8,000
Campanhas de sensibilizacao por via da imprensa
3,800
Coordenação e Monitoria permanente da época
4,300
Preposicionamento de plataformas móveis
7,800
Total
75,238
Itens Orçamento (103 MT) Material de Comunicacoes 600 Meios de Socorro e Combustiveis 35,238 Aluguer de meios aéreos 3,000 Despesas aeroportuarias (taxas de voo, de cargas nos agentes de carga, armazenagem, manuseamento e scan ) 2,000 Desembaraço aduaneiro (MCNET, Taxas aduaneiras e Honorarios de serviço) 6,000 Manuseamento de carga (estiva, aluguer de armazem e fumigação) 2,000 Monitoria (Passagens aereas, ADC, Comunicações, Alojamento, aluguer de salas, Lanches, Consumiveis de escritórios) 2,500 Transporte de carga (aluguer de camiões) 8,000 Campanhas de sensibilizacao por via da imprensa 3,800 Coordenação e Monitoria permanente da época 4,300 Preposicionamento de plataformas móveis 7,800 Total 75,238 - Número ou marcador, página 21: 7. Recursos Financeiros Necessários e Disponíveis 7.1 Orçamento global do Plano de contingência
- Texto do artigo, página 21: por cenários
- Texto do artigo, página 21: O Orçamento do Plano é apresentado em função dos cenários da população em risco acima descritos e está desagregado por sectores, por províncias, e um agregado dos distritos de maior risco em cada província. Foram considerados como base no cálculo do orçamento, três aspectos para responder o défice, designadamente, (i) as actividades previstas nos períodos de prontidão, resposta e recuperação, sobretudo aquelas que não coincidem com o curso normal do funcionamento das instituições
- Texto do artigo, página 21: e (ii) a necessidade de aquisição de produtos alimentares e materiais e (iii) a necessidade de cobrir as despesas com a logística, operações de busca e salvamento, gestão de centros de acomodação temporária, preposicionamento de meios, monitoria permanente dos eventos, para além de operacionalização de todo o sistema de coordenação.
- Texto do artigo, página 21: Neste sentido, o PC 2017/2018 está estimado em cerca de 738 milhões de meticais para o cenário I, 1.1milhões para o cenário II e cerca de 1.3 mil milhões para o cenário III. No geral, o orçamento previsto apresenta-se mais elevado em todos os cenários, se comparados com os do plano anterior (2016-2017) em parte devido a situação prevalecente da insegurança alimentar.
- Texto do artigo, página 22: Tabela21:ResumodoOrçamentoGlobalporCenários(103MZN)
- Texto do artigo, página 22: Total
777700
1102737
1280358
MJD
200
200
200
MCT
300
400
500
MEF/INE
200
200
200
MCTESTP
1123
1662
1712
MMAIP
1989
5308
6920
MIREM
51088
116
027
130
055
MDN
2100
3805
4910
MINT
2687
3566
4417
MIC
4273
5694
6607
MTC
7853
12
122
16635
MITADER
7212
8665
8904
MGCAS
8470
9710
10004
MISAU
26065
29652
33155
MINEDH
30556
30714
33474
MOPHRH
183749
274
431
406
081
MASA
127
406
232
868
235
620
INGC
290
923
334
430
346
617
SP
764
1200
1200
Distritos
30742
32085
33147
Cenário
I
Cenário
II
Cenário
III
Total 777700 1102737 1280358 MJD 200 200 200 MCT 300 400 500 MEF/INE 200 200 200 MCTESTP 1123 1662 1712 MMAIP 1989 5308 6920 MIREM 51088 116 027 130 055 MDN 2100 3805 4910 MINT 2687 3566 4417 MIC 4273 5694 6607 MTC 7853 12 122 16635 MITADER 7212 8665 8904 MGCAS 8470 9710 10004 MISAU 26065 29652 33155 MINEDH 30556 30714 33474 MOPHRH 183749 274 431 406 081 MASA 127 406 232 868 235 620 INGC 290 923 334 430 346 617 SP 764 1200 1200 Distritos 30742 32085 33147 Cenário I Cenário II Cenário III - Texto do artigo, página 22: I 3074218374930556260658470721278534273268721005108819891123200300200777700
- Texto do artigo, página 22: 027 530816622004002001102737
- Texto do artigo, página 22: 055 692017122005002001280358
- Texto do artigo, página 22: DistritosMOPHRHMINEDHMISAUMGCASMITADERMTCMICMINTMDNMIREMMMAIPMCTESTPMEF/INEMCTMJDTotal
- Texto do artigo, página 22: 116
- Texto do artigo, página 22: 130
- Texto do artigo, página 22: 122 569435663805
- Texto do artigo, página 22: 081 334743315510004890416635660744174910
- Texto do artigo, página 22: 12
- Texto do artigo, página 22: 431 307142965297108665
- Texto do artigo, página 22: 274
- Texto do artigo, página 22: 406
- Texto do artigo, página 22: II 32085
- Texto do artigo, página 22: III 33147
- Texto do artigo, página 22: Cenário
- Texto do artigo, página 22: Cenário
- Texto do artigo, página 22: Cenário
- Texto do artigo, página 22: No âmbito do Plano de Contingência, o Governo inscreveu no Orçamento do Estado um total de 160 milhões de Meticais. No entanto, o orçamento projectado para responder aos eventos previstos no Cenario II, é de cerca mil milhões de meticais, o que claramente ilustra que há défice de 954 milhões meticais que deverão ser mobilizados.
- Texto do artigo, página 22: O orçamento acima apresentado, não inclui a componente de estradas que tem um tratamento específico. O Sector dispõe de cerca de 386.754.000,00Mt para a realização de obras de emergência durante a presente época chuvosa.
- Texto do artigo, página 22: 6.2 Orçamento do Plano de Contingência inscrito no Orçamento do Estado 2017
- Texto do artigo, página 22: No âmbito do Plano anual de Contingência, o Governo inscreveu no Orçamento do Estado, o Fundo de Gestão de Calamidades, que deverá cobrir as necessidades atinentes à Prontidão, Resposta e Recuperação e deverá ser executado no período de Janeiro à Dezembro, conforme as normas estabelecidas em documentos específicos.
- Texto do artigo, página 22: Os fundos alocados aos sectores a nível central, destinam-se à monitoria e supervisão bem como aquisições específicas do nível central para responder a uma necessidade específica num determinado local afectado.
- Texto do artigo, página 22: 6.3 Necessidades para intervenção antes do Inicio da Execução Orçamental 2018
- Texto do artigo, página 22: Até o inicio do período de execução orçamental 2017, em Janeiro, algumas actividades devem acontecer, entre elas, o préposicionamento de materiais, a operacionalização do Sistema de Aviso Prévio e resposta a possíveis situações que possam vir a ocorrer no período referenciado.
- Texto do artigo, página 22: Para levar a cabo às acções acima descritas, estima-se uma necessidade de36.1 milhões de meticais, redistribuídos, conforme a tabela a baixo e cuja execução deverá incluir o nível provincial.
- Texto do artigo, página 22: Tabela 21: Plano de pré-posicionamento de meios no período de Novembro 2016 a Janeiro 2017
- Texto do artigo, página 22: Cereais (t)
Feijão (t)
Combustivel e Lubrificantes p Barcos
Rolos Plásticos p Saneamento
Gaza
81
9
0
0
Sofala
36
4
0
0
Zambezia
267
31
Quantidade Total
384
44
12,000
1 500
Custo Total
17,280,000,00
3,740,000,00
3,532,500,00
3,000,000,00
Custo Total
27 552 500.00
Operações de resposta inicial *
7,000,000,00
Total Geral
36,132,500,00
Cereais (t) Feijão (t) Combustivel e Lubrificantes p Barcos Rolos Plásticos p Saneamento Gaza 81 9 0 0 Sofala 36 4 0 0 Zambezia 267 31 Quantidade Total 384 44 12,000 1 500 Custo Total 17,280,000,00 3,740,000,00 3,532,500,00 3,000,000,00 Custo Total 27 552 500.00 Operações de resposta inicial * 7,000,000,00 Total Geral 36,132,500,00 - Texto do artigo, página 22: *Os fundos projectados nesta rubrica destinam-se à cobertura de operações de emergência antes da aprovação do OE 2018, designadamente
- Número ou marcador, página 22: a) Transporte de cargas;
- Número ou marcador, página 22: b) Movimentos de técnicos;
- Número ou marcador, página 22: c) Todas as despesas inerentes à assistência humanitária.
- Número ou marcador, página 23: 7. Mecanismos de Coordenação, Revisão e Monitoria 7.1 Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades
- Texto do artigo, página 23: (CCGC)
- Texto do artigo, página 23: O CCGC é presidido pelo Primeiro-ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGC tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director de Prevenção e Mitigação de Calamidades Naturais.
- Texto do artigo, página 23: 7.2 Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC) O CTGC é dirigido pelo Director Geral do INGC e é constituído
- Texto do artigo, página 23: pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades. O CTGC tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da vulnerabilidade e risco de calamidades. Podem ser convidados para o CTGC representantes da HCT e do sector privado.
- Texto do artigo, página 23: 7.3 Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE) O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de
- Texto do artigo, página 23: tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. O objectivo do CENOE é implementar acções de prevenção, mitigação e resposta às calamidades, incluindo monitoria dos eventos extremos e gestão das operações de emergência.
- Texto do artigo, página 23: O CENOE é coordenado pelo INGC e tem a sua sede em Maputo e representações operacionais em Vilanculos (Inhambane), Caia (Sofala) e Nacala (Nampula). Nas províncias, os Centros Operativos de Emergências (COEs) representam o desdobramento do CENOE.
- Texto do artigo, página 23: A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência Humanitária.
- Texto do artigo, página 23: 7.4 Sectores do CENOE: Papeis e Responsabilidades
- Texto do artigo, página 23: O CENOE está subdivido em quatro sectores principais, a destacar: (i)Planificação e Informação, liderado pelo Ministério da Economia e Finanças (ii) Infra-estruturas, liderando pelo
- Texto do artigo, página 23: Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, (iii)Social, liderado pelo Ministério da Saúde e (iv)Comunicação, liderado pelo Gabinete de Informação. Cabe a cada um dos sectores:
- Texto do artigo, página 23: • Liderar os respectivos sectores em todo o processo de gestão de calamidades; • Elaborar de forma atempada e operacionalizar os planos de respostas; • Assegurar a participação e colaboração activa das contrapartes sectoriais da HCT na coordenação e implementação da resposta; • Partilhar de informação entre os sectores sobre as acções de resposta as emergências; • Realizar avaliações multissectoriais das operações de emergência, assistência humanitária e reconstrução pós-emergência; • Elaborar os relatórios balanços sectoriais pós emergência.
- Texto do artigo, página 23: 7.5 Complementaridade das acções da Equipe Humanitária Nacional (HCT)
- Texto do artigo, página 23: A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial.
- Texto do artigo, página 23: Estes grupos estão integrados nos quatro sectores do CENOE (Planificação e Informação, Infra-estruturas, Social e Comunicação) e estão alinhados com as respectivas contrapartes ministeriais. O alinhamento contribui para redução da duplicação de esforços e de recursos bem como para maximização do uso eficiente dos recursos e a preservação dos direitos e dignidade das populações afectadas e sua participação ao longo de todo o processo de gestão de calamidades.
- Texto do artigo, página 23: A HCT, através dos seus sectores, tem providenciado apoio técnico, material e financeiro de modo a aumentar a capacidade de resposta dos sectores do Governo, observando os padrões internacionais e princípios humanitários que regem a gestão e resposta a situações de emergência.
- Texto do artigo, página 23: Na perspectiva de garantir um alinhamento entre as acções planificadas pelo Governo e o apoio dos parceiros de cooperação, foram integrados nos sectores do Governo os meios humanos e materiais existentes bem como o tipo de intervenção a ser efectuada nos períodos de prontidão, resposta e recuperação.
- Texto do artigo, página 23: Mecanismos de Coordenação de Emergência GOVERNO PARCEIROS DE COOPERAÇÃO CGCC HCT CTGC Secretariado HCT INGC HCTWG UNAPROC CENOE Sector de Comunicação Sector de Infra-estruturas Sector de Informação Sector de Serviços sociais Abrigo Educação Saúde Nutrição Logística Água e Saneamento Segurança Alimentar Recuperação Inicial
- Texto do artigo, página 23: Figura 12: Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
- Texto do artigo, página 24: Glossário
- Texto do artigo, página 24: Ameaça – um fenómeno, substância, actividade humana perigosa ou condição que pode causar perda de vida, ferimentos ou outros impactos na saúde, danos materiais, perda de meios de subsistência e serviços, ruptura social e económica ou danos ambientais.
- Texto do artigo, página 24: Assistência Humanitária – ajuda prestada às populações afectadas pelas calamidades.
- Texto do artigo, página 24: Calamidade - Sinistro causado por um fenómeno natural, tecnológico, biológico, geológico ou derivado da acção humana, em proporções susceptíveis de criar risco de vida, danos humanos e materiais, bem como a roptura de infraestruturas económicas e sociais de uma comunidade.
- Texto do artigo, página 24: Emergência - Estado resultante da ocorrência súbita de uma calamidade que afecta pessoas e bens e exige medidas urgentes e excepcionais para restabelecer a normalidade.
- Texto do artigo, página 24: Exposição- pessoas, bens, sistemas ou outros elementos presentes em zonas de risco, que estão sujeitas a perdas potenciais.
- Texto do artigo, página 24: Prevenção - Actividades e medidas para evitar riscos de desastres existentes e novos.
- Texto do artigo, página 24: Mitigação – Redução ou minimização dos impactos adversos de um evento perigoso.
- Texto do artigo, página 24: Capacidade de Contenção – capacidade das pessoas, organizações e sistemas, usando as habilidades e recursos disponíveis, para enfrentar e gerir as condições adversas, emergências ou desastres.
- Texto do artigo, página 24: Prontidão - Conhecimento e capacidades desenvolvidas pelos Governos, Organizações Humanitárias, Comunidades e Indivíduos para efectivamente antecipar, responder e se recuperar dos impactos de catástrofes prováveis, iminentes e actuais. Recuperação- restauração e melhoria onde for apropriado, de instalações, meios de subsistência e as condições de vida das comunidades afectadas por desastres, incluindo esforços para reduzir os fatores de risco de desastres.
- Texto do artigo, página 24: Resiliência - Capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a riscos de resistir, absorver, acomodar, se adaptar, transformar e recuperar dos efeitos de um perigo em tempo útil e de maneira eficiente, inclusive através da preservação e restauração de sua estruturas básicas essenciais e funções com base na gestão dos riscos.
- Texto do artigo, página 24: Risco de Desastre - Potencial perda de vidas, lesões ou activos destruídos ou danificados que podem ocorrer a um sistema, sociedade ou comunidade em um determinado período de tempo, calculado de forma probabilística em função do perigo, exposição, vulnerabilidade e capacidade.
- Texto do artigo, página 24: Vulnerabilidade – Condições determinadas por factores ou processos físicos, sociais, económicos e ambientais que aumentam a susceptibilidade de um indivíduo, uma comunidade, activos ou sistemas aos impactos de perigos.
- Texto do artigo, página 24: ACRÓNIMOS
- Texto do artigo, página 24: ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGC - Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRC - Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades CTPGC - Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades CTGC - Conselho Técnico de Gestão de Calamidades CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência
- Texto do artigo, página 24: CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção
- Texto do artigo, página 24: Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas de Apoio a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação GACOR - Gabinete de Coordenação do Reassentamento GRC - Gestão do Risco de Calamidades HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia ICS - Instituto de Comunicação Social INGC – Instituto Nacional de Gestão de Calamidades JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos
- Texto do artigo, página 24: Hídricos MITADER – Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 24: Rural MASA - Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior
- Texto do artigo, página 24: dos EUA OIM – Organização Internacional para as Migrações OND – Outubro-Novembro-Dezembro OMS – Organização Mundial da Saúde PRM – Polícia da República de Moçambique PQG - Programa Quinquenal do Governo PC - Plano de Contingência PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PMA – Programa Mundial de Alimentação SARCOF - Fórum Regional da África Austral para a Previsão
- Texto do artigo, página 24: Climática SAC - Sistema de Aviso de Cheias SSTs - Temperaturas da Superfície do Mar (sigla em inglesa) SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral SETSAN - Secretariado Técnico de Segurança Alimentar SDGCAS – Serviços Distritais do Género, Criança e Acção Social SMS - Serviço de Mensagens Curtas UNAPROC - Unidade Nacional de Protecção Civil UNHABITAT – Programa das Nações Unidas para Assentamentos
- Texto do artigo, página 24: Humanos UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância VBG - Violência Baseada no Género ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
- Parágrafo, página 24: Preço — 84,00 MT
- Parágrafo, página 24: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.
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