I SÉRIE — n.º 52
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 10
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Edição I Série n.º 52/2009
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- Título de secção, página 1: Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009
- Parágrafo, página 1: I SÉRIE — Número 52
- Título de secção, página 1: BOLETIM DA REPÚBLICA
- Texto lido por imagem, página 1: BOLETIM DA REPÚBLICA PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
- Título de secção, página 1: PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
- Parágrafo, página 1: 10.º SUPLEMENTO
- Título de secção, página 1: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE
- Título de secção, página 1: A V I S O
- Parágrafo, página 1: A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da
- Parágrafo, página 1: República».
- Título de secção, página 1: SUMÁRIO
- Parágrafo, página 1: Ministério da Energia:
- Lista, página 1: Diploma Ministerial n.º 275/2009: Aprova o Regulamento Interno do Departamento de Informática. Diploma Ministerial n.º 276/2009: Aprova o Regulamento Interno da Direcção Nacional de Combustíveis. Diploma Ministerial n.º 277/2009: Aprova o Regulamento Interno da Direcção Nacional de Energias Novas e Renováveis. Diploma Ministerial n.º 278/2009:
- Parágrafo, página 1: Aprova o Regulamento Interno do Departamento de Relações Internacionais.
- Parágrafo, página 1: Comissão Interministerial da Função Pública:
- Lista, página 1: Resolução n.º 32/2009: Cria as carreiras de regime especial não diferenciadas de técnico superior de assistência jurídica e técnico de assistência jurídica, integradas nos grupos salariais indicados e aprova os respectivos qualificadores profissionais. Resolução n.º 33/2009: Cria a função de Delegado Distrital e aprova os respectivos qualificadores. Resolução n.º 34/2009:
- Parágrafo, página 1: Aprova o Estatuto Orgânico da Administração de Infra-
- Parágrafo, página 1: -estruturas de Água e Saneamento.
- Texto do artigo, página 1: MINISTÉRIO DA ENERGIA
- Texto do artigo, página 1: Diploma Ministerial n.o 275/2009
- Texto do artigo, página 1: de 31 de Dezembro
- Texto do artigo, página 1: Havendo necessidade de aprovar o Regulamento Interno do Departamento de Informática, ao abrigo do disposto no artigo 19 do Estatuto Orgânico do Ministério da Energia, publicado no Diploma Ministerial n.º 195/2005, de 14 de Setembro, determino:
- Texto do artigo, página 1: Único. É aprovado o Regulamento Interno do Departamento de Informática, em anexo ao presente diploma e dele fazendo parte integrante.
- Texto do artigo, página 1: Ministério da Energia, em Maputo, 26 de Maio de 2006. O Ministro da Energia, Salvador Namburete.
- Número ou marcador, página 1: Regulamento Interno do Departamento de Informática
- Número ou marcador, página 1: CAPÍTULO I Natureza e funções
- Número ou marcador, página 1: ARTIGO 1
- Texto do artigo, página 1: Natureza
- Texto do artigo, página 1: O Departamento de Informática, adiante designado por DINF, é o órgão do Ministério da Energia responsável pela implementação, concepção e execução das políticas de informática no sector da energia.
- Número ou marcador, página 1: ARTIGO 2
- Texto do artigo, página 1: Funções
- Texto do artigo, página 1: São funções do DINF:
- Número ou marcador, página 1: a) Planear, implementar, desenvolver e manter a operacionalidade da rede de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) do Ministério e assegurar a sua ligação com as instituições subordinadas e tuteladas;
- Número ou marcador, página 1: b) Desenvolver aplicações informáticas para o Ministério, que permitam:
- Texto do artigo, página 1: i. A agregação dos bancos de dados diversos a desenvolver tanto nos operadores do sector como nos vários sectores do Ministério;
- Texto do artigo, página 2: 286394——(150)(150) I ISÉRIESÉRIE——NÚMERONÚMERO5238
- Texto do artigo, página 2: ii. O uso eficiente e racional dos recursos informáticos disponíveis no Ministério; iii. A partilha eficiente e pronta de informação ao nível do Ministério e suas instituições subordinadas e tuteladas; iv. Facilitem os serviços de planeamento e de administração financeira e de pessoal, e assegurem a transparência das acções e a sua conformidade com as normas aplicáveis à gestão de instituições de estado.
- Número ou marcador, página 2: c) Desenvolver interfaces com outros Ministérios e instituições estatais que permitam aceder a bancos de dados estatísticos e documentais, relevantes para a actividade do próprio Ministério e suas instituições subordinadas e tuteladas;
- Número ou marcador, página 2: d) Promover o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC´s );
- Número ou marcador, página 2: e) Melhorar a comunicação e troca de informação entre o Ministério da Energia, suas Instituições subordinadas, tuteladas e o público;
- Número ou marcador, página 2: f) Assegurar a implementação da Política de Informática do Governo, nomeadamente, garantir a informatização efectiva do Ministério e sua integração na rede electrónica do governo;
- Número ou marcador, página 2: g) Desenvolver e actualizar o portal do Ministério da Energia;
- Número ou marcador, página 2: h) Garantir a formação dos funcionários do Ministério em tecnologias de informação e comunicação;
- Número ou marcador, página 2: i) Elaborar normas que assegurem o uso efectivo das tecnologias de Informação e comunicação;
- Número ou marcador, página 2: j) Colaborar na elaboração da legislação sobre a circulação electrónica de informação;
- Número ou marcador, página 2: k) Propor sistemas de informação e comunicação que permitam o controlo da execução dos programas do Ministério.
- Número ou marcador, página 2: CAPÍTULO II Estrutura orgânica
- Texto do artigo, página 2: Áreas de intervenção e estrutura
- Número ou marcador, página 2: ARTIGO 3
- Texto do artigo, página 2: Áreas de intervenção
- Texto do artigo, página 2: O DINF está organizado de acordo com as seguintes áreas de Intervenção:
- Número ou marcador, página 2: a) Rede física;
- Número ou marcador, página 2: b) Rede lógica;
- Número ou marcador, página 2: c) Equipamentos automatizados;
- Número ou marcador, página 2: d) Monitorização; e
- Número ou marcador, página 2: e) Tecnologias de Informação e Comunicação.
- Número ou marcador, página 2: ARTIGO 4
- Texto do artigo, página 2: Órgãos
- Texto do artigo, página 2: O DINF está estruturado da seguinte forma:
- Número ou marcador, página 2: a) Chefe do Departamento;
- Número ou marcador, página 2: b) Secções;
- Número ou marcador, página 2: c) Serviços de Apoio; e
- Número ou marcador, página 2: d) Colectivos.
- Número ou marcador, página 2: SECÇÃO II
- Texto do artigo, página 2: Chefe do Departamento
- Número ou marcador, página 2: ARTIGO 5
- Texto do artigo, página 2: Nomeação do Chefe do Departamento
- Texto do artigo, página 2: O DINF é dirigido por um Chefe do Departamento nomeado, em comissão de serviço, pelo Ministro da Energia.
- Número ou marcador, página 2: ARTIGO 6
- Texto do artigo, página 2: Competências do chefe do Departamento
- Número ou marcador, página 2: 1. Compete ao Chefe do Departamento:
- Número ou marcador, página 2: a) Assegurar a implementação de políticas de desenvolvimento da informática no sector;
- Número ou marcador, página 2: b) Planificar e controlar a execução de todos os trabalhos e estudos de investigação informática no sector;
- Número ou marcador, página 2: c) Planear, dirigir e orientar a execução das actividades dos órgãos, no sentido da integral execução dos seus objectivos;
- Número ou marcador, página 2: d) Elaborar os planos de actividades, com identificação dos objectivos a atingir pelos serviços;
- Número ou marcador, página 2: e) Assegurar, controlar e avaliar a execução dos planos de actividades e a concretização dos objectivos propostos;
- Número ou marcador, página 2: f) Elaborar os relatórios de actividade com indicação dos resultados atingidos face aos objectivos propostos;
- Número ou marcador, página 2: g) Propor ao Ministro a prática de actos para os quais não tenha competência;
- Número ou marcador, página 2: h) Proceder a difusão interna das missões e objectivos do DINF, das competências das secções e das formas de articulação entre eles, desenvolvendo formas de articulação e comunicação entre as unidades orgânicas e respectivos funcionários;
- Número ou marcador, página 2: i) Acompanhar e avaliar sistematicamente a actividade do DINF, responsabilizando os diferentes órgãos pela utilização dos meios postos à sua disposição e pelos resultados atingidos, nomeadamente, em termos de impacto da actividade e da qualidade dos serviços prestados;
- Número ou marcador, página 2: j) Propor medidas com vista a racionalização e simplificação de procedimentos;
- Número ou marcador, página 2: k) Representar o DINF, assim como estabelecer as ligações externas, ao seu nível, com outros serviços e organismos da administração pública e com outras entidades congéneres nacionais, internacionais e estrangeiras;
- Número ou marcador, página 2: l) Garantir a elaboração e actualização do diagnóstico de necessidades de formação do DINF e, com base neste, a elaboração do respectivo plano de formação, bem como efectuar a avaliação dos efeitos da formação ministrada ao nível de eficácia do serviço e do impacto do investimento efectuado;
- Número ou marcador, página 2: m) Submeter ao Gabinete do Ministro, as sínteses do colectivo do departamento; e
- Número ou marcador, página 2: n) Exercer outras atribuições que lhe forem cometidas e nas áreas de competência.
- Número ou marcador, página 2: 2. Nas ausências e impedimentos do Chefe do Departamento,
- Texto do artigo, página 2: as actividades do DINF são asseguradas pelo chefe de sessão nomeado pelo Ministro da Energia, sob proposta do Chefe do Departamento.
- Texto do artigo, página 3: 3128 DEDE DEZEMBROSETEMBRO DEDE 20092009 394286——(151)(151)
- Número ou marcador, página 3: SECÇÃO III
- Texto do artigo, página 3: Funções das secções
- Número ou marcador, página 3: ARTIGO 7
- Texto do artigo, página 3: Secções
- Número ou marcador, página 3: 1. O DINF tem as seguintes Secções:
- Número ou marcador, página 3: a) Secção de sistemas e aplicações; e
- Número ou marcador, página 3: b) Secção de infra-estruturas e apoio.
- Número ou marcador, página 3: 2. Os Chefes de secção são nomeados pelo Secretário Permanente sob proposta do Chefe do Departamento.
- Número ou marcador, página 3: 3. Compete aos chefes de secção:
- Número ou marcador, página 3: a) Estabelecer, de harmonia com os objectivos gerais as estratégias definidas pelo chefe de departamento, os objectivos específicos da secção e os procedimentos a adoptar no âmbito do mesmo;
- Número ou marcador, página 3: b) Definir os objectivos de actuação da secção, tendo em conta os objectivos gerais estabelecidos;
- Número ou marcador, página 3: c) Orientar, controlar e avaliar o desempenho e a eficiência do departamento, com vista à execução dos planos de actividade e prossecução dos resultados obtidos e a alcançar;
- Número ou marcador, página 3: d) Garantir a coordenação das actividades e a qualidade técnica da prestação dos serviços da sua dependência;
- Número ou marcador, página 3: e) Gerir com rigor e eficiência os recursos humanos, patrimoniais e tecnológicos afectos a secção que dirige, optimizando os meios e adoptando medidas que permitam simplificar e acelerar os procedimentos e promover a aproximação à sociedade e a outros serviços públicos; e
- Número ou marcador, página 3: f) Assegurar a coordenação geral e a orientação técnica das actividades desenvolvidas e fixar prioridades, tendo em conta os objectivos e as estratégias estabelecidas.
- Número ou marcador, página 3: ARTIGO 8
- Texto do artigo, página 3: Competências da Secção de Sistemas e Aplicações
- Texto do artigo, página 3: Compete à secção de Sistemas e Aplicaões:
- Número ou marcador, página 3: a) Promover e apoiar as actividades de informatização do Ministério, garantindo as soluções informáticas mais adequadas;
- Número ou marcador, página 3: b) Promover e participar em acções de âmbito informático e que envolvam entidades exteriores ao Ministério;
- Número ou marcador, página 3: c) Elaborar, analisar e propor a aprovação projectos, estudos e propostas que se relacionem com sistemas e aplicações, principalmente no tocante à viabilidade técnica de utilização no sector de energia;
- Número ou marcador, página 3: d) Assegurar a organização, coordenação e gestão da rede informática do Ministério;
- Número ou marcador, página 3: e) Estudar o desenvolvimento dos meios informáticos do Ministério e garantir a manutenção das aplicações em exploração;
- Número ou marcador, página 3: f) Proceder à monitorização e reavaliação permanente dos sistemas de informação, com vista a garantir a qualidade dos produtos informatizados e a sua efectiva adequação aos objectivos globais do Ministério e específicos de cada sector de actividade;
- Número ou marcador, página 3: g) Conceber os sistemas de tratamento automático e computarizado da informação mais aptos à racionalização dos circuitos e à prossecução das atribuições do Ministério;
- Número ou marcador, página 3: h) Propor medidas que assegurem a melhor exploração das aplicações e dos equipamentos;
- Número ou marcador, página 3: i) Propor e apoiar acções de formação sobre as aplicações informáticas desenvolvidas pelo Ministério;
- Número ou marcador, página 3: j) Definir as normas de segurança necessárias à garantia do sigilo da informação e gerir os códigos de acesso do universo de utilizadores;
- Número ou marcador, página 3: k) Apreciar os pedidos de informatização submetidos pelos órgãos do Ministério, tendo em conta os possíveis impactos nos recursos existentes e previstos, e analisar as implicações decorrentes das novas aplicações informáticas no que respeita ao estabelecimento dos circuitos de informação;
- Número ou marcador, página 3: l) Propor a destruição selectiva de informação quando excedido o respectivo prazo de conservação;
- Número ou marcador, página 3: m) Promover auditorias de normas e procedimentos operacionais e gerências;
- Número ou marcador, página 3: n) Colaborar com os demais centros de informática existentes nos organismos e serviços do Governo, a fim de promover compatibilização de metodologias utilizadas no tratamento da informação;
- Número ou marcador, página 3: o) Planear, desenvolver, implantar e efectuar a manutenção do Portal do Ministério na Internet;
- Número ou marcador, página 3: p) Gerir os recursos disponíveis de modo a garantir os níveis de serviços disponibilizados no Portal;
- Número ou marcador, página 3: q) Interagir com os demais órgãos do Estado, entidades tuteladas e subordinadas ao Ministério, visando padronizar o acesso às páginas do Ministério através do Portal do Governo;
- Número ou marcador, página 3: r) Definir normas de modo a obter informação em tempo útil para a actualização do portal;
- Número ou marcador, página 3: s) Assegurar aos titulares de cargos de direcção e confiança do Ministério e entidades subordinadas e tuteladas o acesso a alguns serviços de informática e bases de dados, mantido pelo Ministério;
- Número ou marcador, página 3: t) Projectar, desenvolver, instalar e modificar programas e aplicações informáticas, em conformidade com as exigências dos sistemas de informação definidos, com recurso aos suportes lógicos, ferramentas e linguagens apropriadas; e
- Número ou marcador, página 3: u) Desenvolver e efectuar testes unitários e de integração dos programas e das aplicações, de forma a garantir o seu correcto funcionamento e realizar a respectiva documentação e manutenção.
- Número ou marcador, página 3: ARTIGO 9
- Texto do artigo, página 3: Competências da Secção de Infra-estruturas e Apoio
- Texto do artigo, página 3: Compete a Secção de infra-estruturas e apoio:
- Número ou marcador, página 3: a) Garantir o funcionamento da rede informática do Ministério;
- Número ou marcador, página 3: b) Garantir as comunicações informáticas com o exterior;
- Número ou marcador, página 3: c) Gerir os meios informáticos automatizados, nomeadamente os instalados no Ministério;
- Número ou marcador, página 3: d) Promover a instalação e configuração dos recursos computacionais disponíveis, orientando e assessorando permanentemente todos os usuários da rede;
- Número ou marcador, página 3: e) Administrar a infra-estrutura de sustentação das bases de dados;
- Número ou marcador, página 3: f) Definir, em articulação com usuários, os níveis de acesso aos dados e informações dos diferentes sistemas operacionais compartilhados;
- Texto do artigo, página 4: 286394——(152)(152) I ISÉRIESÉRIE——NÚMERONÚMERO5238
- Número ou marcador, página 4: g) Estruturar, executar e manter os processos relativos à segurança, acessos, “back-ups”, planeamento de capacidades, desempenho e tudo que permita resultados compatíveis com a demanda além de procurar o aperfeiçoamento contínuo dos processos;
- Número ou marcador, página 4: h) Prestar assessoria à implantação de redes locais no âmbito de sua actuação, assegurando a sua interligação à rede de comunicação de dados do Ministério;
- Número ou marcador, página 4: i) Estudar e propor a aquisição de equipamento informático e os respectivos suportes;
- Número ou marcador, página 4: j) Assegurar a monitorização da manutenção dos equipamentos informáticos do Ministério, assim como definir os critérios a que deve obedecer a aquisição dos consumíveis, de acordo com as normas técnicas aplicáveis;
- Número ou marcador, página 4: k) Orientar os usuários, estabelecendo normas, padrões e procedimentos para cumprimento dos fluxos de tratamento e recuperação de dados;
- Número ou marcador, página 4: l) Assegurar o funcionamento dos equipamentos e aplicações, garantindo a monitorização da respectiva utilização;
- Número ou marcador, página 4: m) Estudar e efectuar operações de transferência de informação e ligação de redes e aplicações, com observância dos necessários critérios de segurança;
- Número ou marcador, página 4: n) Apoiar os utilizadores e gerir a distribuição dos recursos informáticos conforme a necessidade dos serviços;
- Número ou marcador, página 4: o) Avaliar e homologar produtos de hardware e software entregues ao ME por fornecedores, tendo em vista a sua viabilidade técnica em termos de sua utilização;
- Número ou marcador, página 4: p) Elaborar, analisar e homologar projectos, estudos e propostas que se relacionem com a área de hardware, principalmente no tocante à viabilidade técnica de utilização de equipamentos;
- Número ou marcador, página 4: q) Aperfeiçoar, divulgar e orientar o uso das novas tecnologias adquiridas;
- Número ou marcador, página 4: r) Indicar ferramentas e propor acções de treinamento que possam racionalizar as actividades operacionais, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade, reduzir custos e manter a equipe actualizada;
- Número ou marcador, página 4: s) Assessorar no planeamento e programação de treinamento em TIC’s necessário para o sector;
- Número ou marcador, página 4: t) Dar apoio à utilização de recursos informáticos comuns;
- Número ou marcador, página 4: u) Responder de imediato às solicitações que sejam efectuadas por e-mail e por outros mecanismos de comunicação referentes a:
- Número ou marcador, página 4: i) Falha no acesso à área pessoal; ii) Falha no acesso ao correio electrónico.
- Número ou marcador, página 4: v) Responder, no prazo de 48 horas, por ordem de entrada de solicitações, às solicitações que sejam efectuadas por e-mail, e outros mecanismos de comunicação referentes a:
- Número ou marcador, página 4: i) Falha no Hardware; ii) Falha no Software; iii) Alterações de senha de entrada
- Texto do artigo, página 4: x) Gerar e documentar as configurações, organizar e manter actualizado o arquivo dos manuais de instalação, operação e utilização dos sistemas e suportes lógicos de base; e
- Número ou marcador, página 4: z) Planificar a exploração, parametrizar e accionar o funcionamento, controlo e operação dos sistemas, computadores, periféricos e dispositivos de
- Texto do artigo, página 4: comunicações instalados, atribuir, optimizar e desafectar os recursos, identificar as anomalias e desencadear acções de regularização requeridas.
- Número ou marcador, página 4: SECÇÃO IV Serviços de apoio
- Número ou marcador, página 4: ARTIGO 10
- Texto do artigo, página 4: Competências dos serviços de apoio
- Texto do artigo, página 4: Compete ao secretário executivo assegurar a gestão administrativa, financeira e patrimonial do DINF, nomeadamente:
- Número ou marcador, página 4: a) Garantir a execução pontual e eficiente do expediente, seu processamento e arquivo;
- Número ou marcador, página 4: b) Preparar, secretariar e manter o registo actualizado das reuniões do departamento;
- Número ou marcador, página 4: c) Efectuar diligências protocolares de viagem e tramitação de emigração para o pessoal do DINF e seus colaboradores quando em viagem;
- Número ou marcador, página 4: d) Acompanhar os actos de administração relativos aos recursos humanos do DINF;
- Número ou marcador, página 4: e) Acompanhar os actos de administração relativos à manutenção do património afecto ao DINF.;
- Número ou marcador, página 4: f) Organizar, processar e disseminar informação e dados sobre o DINF;
- Número ou marcador, página 4: g) Elaborar propostas sobre aquisição de revistas, livros e demais documentos relacionados com questões de informática;
- Número ou marcador, página 4: h) Assegurar o bom funcionamento das actividades do chefe do departamento e dos chefes das secções; e
- Número ou marcador, página 4: i) Assegurar todo processo de entrevista e comunicação do chefe do departamento e chefes das secções com o público e ou com outras entidades.
- Número ou marcador, página 4: SECÇÃO III
- Texto do artigo, página 4: Colectivos
- Número ou marcador, página 4: ARTIGO 11
- Texto do artigo, página 4: Colectivos do DINF
- Texto do artigo, página 4: No DINF funcionam os seguintes colectivos:
- Número ou marcador, página 4: a) Colectivo do Departamento; e
- Número ou marcador, página 4: b) Conselho Técnico.
- Número ou marcador, página 4: ARTIGO 12
- Texto do artigo, página 4: Colectivo do Departamento
- Número ou marcador, página 4: 1. O Colectivo do Departamento é o órgão consultivo do Chefe do Departamento, que se pronuncia sobre questões fundamentais da actividade do DINF.
- Número ou marcador, página 4: 2. O Colectivo do Departamento é composto pelos seguintes membros:
- Número ou marcador, página 4: a) Chefe do Departamento; e
- Número ou marcador, página 4: b) Chefes das secções.
- Número ou marcador, página 4: 3. O Chefe do Departamento poderá sempre que achar
- Texto do artigo, página 4: conveniente convidar outros quadros do DINF para tomarem parte nas reuniões do colectivo.
- Texto do artigo, página 5: 3128 DEDE DEZEMBROSETEMBRO DEDE 20092009 394286——(153)(153)
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 13
- Texto do artigo, página 5: Competências do Colectivo do Departamento
- Texto do artigo, página 5: Ao Colectivo de Departamento compete:
- Número ou marcador, página 5: a) Tomar medidas de carácter geral que contribuam para uma gestão eficiente e desenvolvimento das TIC’s no sector;
- Número ou marcador, página 5: b) Aprovar relatórios e propostas de planos de actividades do DINF; e
- Número ou marcador, página 5: c) Pronunciar-se sobre regulamentos e normas de gestão das TIC’s no Sector.
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 14
- Texto do artigo, página 5: Reuniões do Colectivo do Departamento
- Texto do artigo, página 5: O colectivo de departamento reúne-se uma vez por semana em sessões ordinárias e extraordinariamente quando convocado pelo Chefe de Departamento.
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 15
- Texto do artigo, página 5: Conselho Técnico
- Texto do artigo, página 5: 1.O Conselho Técnico é um órgão consultivo de apoio ao chefe do departamento em assuntos de carácter técnico, com a seguinte composição:
- Número ou marcador, página 5: a) Chefe do departamento; e
- Número ou marcador, página 5: b) Chefes das secções.
- Número ou marcador, página 5: 2. Poderão fazer parte do conselho técnico como convidados,
- Texto do artigo, página 5: outros quadros técnicos, quando especialmente designados ou convidados para o efeito pelo chefe do departamento.
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 16
- Texto do artigo, página 5: Competências do Conselho Técnico
- Texto do artigo, página 5: Compete ao Conselho Técnico, pronunciar-se sobre quaisquer questões técnicas decorrentes do exercício das funções do DINF ou relacionados com trabalhos de especialidade, nomeadamente,
- Número ou marcador, página 5: a) A oportunidade e conveniência de adoptar novas técnicas e processos de trabalho; e
- Número ou marcador, página 5: b) Incentivo e desenvolvimento de iniciativas de treino, formação e actualização técnicas individuais e colectivas.
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 17
- Texto do artigo, página 5: Periodicidade do conselho técnico
- Texto do artigo, página 5: O conselho técnico reúne-se sempre que convocado pelo Chefe do Departamento.
- Número ou marcador, página 5: CAPÍTULO III Quadro de pessoal
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 18
- Texto do artigo, página 5: Pessoal
- Número ou marcador, página 5: 1. O número e os lugares do pessoal do DINF constam dos quadros de pessoal comum e privativo do Ministério, aprovado pelo Diploma Ministerial Conjunto n.º 230/2005, dos Ministros da Energia, da Administração Estatal e das Finanças.
- Número ou marcador, página 5: 2. O provimento dos lugares dos quadros de pessoal é efectuado
- Texto do artigo, página 5: de acordo com o Estatuto Geral dos Funcionários do Estado.
- Texto do artigo, página 5: Diploma Ministerial n.o 276/2009
- Texto do artigo, página 5: de 31 de Dezembro
- Texto do artigo, página 5: Havendo necessidade de aprovar o Regulamento Interno da Direcção Nacional de Combustíveis, ao abrigo do disposto no artigo 19 do Estatuto Orgânico do Ministério da Energia, publicado no Diploma Ministerial n.º 195/2005, de 14 de Setembro, determino:
- Texto do artigo, página 5: Único. É aprovado o Regulamento Interno da Direcção Nacional de Combustíveis, em anexo ao presente diploma e dele fazendo parte integrante.
- Texto do artigo, página 5: Ministério da Energia, em Maputo, 26 de Maio de 2006. O Ministro da Energia, Salvador Namburete.
- Número ou marcador, página 5: Regulamento Interno da Direcção Nacional dos Combustíveis
- Número ou marcador, página 5: CAPÍTULO I Natureza e funções
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 1
- Texto do artigo, página 5: Natureza
- Texto do artigo, página 5: A Direcção Nacional dos Combustíveis, abreviadamente designada por DNC, é o órgão do Ministério da Energia responsável pela, concepção, promoção, avaliação, execução e monitoramento de políticas no âmbito do sector de combustíveis.
- Número ou marcador, página 5: ARTIGO 2
- Texto do artigo, página 5: Funções
- Texto do artigo, página 5: São funções da DNC:
- Número ou marcador, página 5: a) Elaborar e propor a política de produção, transporte, armazenagem, distribuição, comercialização e utilização de derivados de petróleo no Pais e acompanhar a sua execução;
- Número ou marcador, página 5: b) Propor a política de distribuição, comercialização e utilização de gás natural no País;
- Número ou marcador, página 5: c) Promover a expansão das infra-estruturas de armazenagem, distribuição, fornecimento e comercialização de combustíveis, em particular para as zonas rurais;
- Número ou marcador, página 5: d) Promover e divulgar novas tecnologias que garantam a utilização eficiente dos combustíveis;
- Número ou marcador, página 5: e) Elaborar e manter actualizada a informação estatística sobre a produção, consumo, stocks e reservas estratégicas de combustíveis;
- Número ou marcador, página 5: f) Aprovar projectos de desenvolvimento e aproveitamento da rede de fornecimento de combustíveis elaborados por outros organismos;
- Número ou marcador, página 5: g) Licenciar a instalação de sistemas de armazenagem, refinação e transformação de petróleo bruto e seus derivados e distribuição dos produtos derivados do petróleo;
- Número ou marcador, página 5: h) Licenciar instalações de produção, armazenagem, transporte, distribuição e comercialização de derivados de petróleo e terminais portuárias para a sua recepção e manter o respectivo cadastro;
- Número ou marcador, página 5: i) Elaborar normas de segurança técnica no âmbito da sua competência;
- Texto do artigo, página 6: 286394——(154)(154) I ISÉRIESÉRIE——NÚMERONÚMERO5238
- Número ou marcador, página 6: j) Elaborar normas de defesa do ambiente no âmbito da sua competência;
- Número ou marcador, página 6: k) Elaborar os programas e planos anuais de abastecimento de combustíveis e acompanhar a sua execução;
- Número ou marcador, página 6: l) Controlar a qualidade dos produtos derivados do petróleo importados ou produzidos e comercializados no país;
- Número ou marcador, página 6: m) Elaborar planos e programas específicos sobre a distribuição dos produtos derivados dos petróleos e acompanhar a sua implementação;
- Número ou marcador, página 6: n) Promover a elaboração da legislação relacionada com a produção, utilização, transformação, armazenagem, distribuição e comercialização de combustíveis;
- Número ou marcador, página 6: o) Propor e controlar mecanismos de definição de preços, em particular as margens de comercialização dos combustíveis, praticados pelos distribuidores e retalhistas, de acordo com as normas aplicáveis;
- Número ou marcador, página 6: p) Propor, em coordenação com as entidades competentes, medidas adequadas para fazer face a eventuais situações de interferência no normal abastecimento de combustível;
- Número ou marcador, página 6: q) Elaborar normas sobre a qualidade de serviços bem como dos derivados de petróleo em uso no país e controlar a sua execução; e
- Número ou marcador, página 6: r) Promover o desenvolvimento e utilização de tecnologias que garantam a optimização do manuseamento dos combustíveis sólidos, líquidos ou gasosos.
- Número ou marcador, página 6: CAPÍTULO II Estrutura orgânica
- Número ou marcador, página 6: SECÇÃO I
- Texto do artigo, página 6: Estrutura
- Número ou marcador, página 6: ARTIGO 3
- Texto do artigo, página 6: Órgãos
- Texto do artigo, página 6: A DNC está estruturada da seguinte forma:
- Número ou marcador, página 6: a) Direcção;
- Número ou marcador, página 6: b) Departamentos;
- Número ou marcador, página 6: c) Secções;
- Número ou marcador, página 6: d) Serviços de apoio; e
- Número ou marcador, página 6: e) Colectivos.
- Número ou marcador, página 6: SECÇÃO II
- Texto do artigo, página 6: Direcção
- Número ou marcador, página 6: ARTIGO 4
- Texto do artigo, página 6: Director Nacional
- Número ou marcador, página 6: 1. A DNC é dirigida por um Director Nacional coadjuvado por um Director Nacional Adjunto
- Número ou marcador, página 6: 2. O Director Nacional e o Director Nacional Adjunto são
- Texto do artigo, página 6: nomeados, em comissão de serviço, pelo Ministro da Energia.
- Número ou marcador, página 6: ARTIGO 5
- Texto do artigo, página 6: Competência do Director Nacional
- Número ou marcador, página 6: 1. Compete ao Director Nacional:
- Número ou marcador, página 6: a) Pôr em prática a política definida relativamente ao sector dos Combustíveis;
- Número ou marcador, página 6: b) Assegurar a emissão de pareceres sobre os assuntos da competência da DNC;
- Número ou marcador, página 6: c) Apresentar, a despacho do Ministro da Energia, todos os assuntos que careçam de decisão superior e para os quais não tenha competência;
- Número ou marcador, página 6: d) Propor a política do desenvolvimento da área dos combustíveis no país;
- Número ou marcador, página 6: e) Planificar e controlar a execução de todos os trabalhos e estudos de investigação dos combustíveis do país;
- Número ou marcador, página 6: f) Propor superiormente as medidas que tenha por convenientes para à melhoria da eficiência no funcionamento dos órgãos da DNC;
- Número ou marcador, página 6: g) Prestar informações dos funcionários que lhe estão directamente subordinados;
- Número ou marcador, página 6: h) Planear, dirigir e orientar a execução das actividades dos órgãos;
- Número ou marcador, página 6: i) Elaborar os planos de actividades, com identificação dos objectivos a atingir pelos serviços;
- Número ou marcador, página 6: j) Assegurar, controlar e avaliar a execução dos planos de actividades e a concretização dos objectivos propostos;
- Número ou marcador, página 6: k) Elaborar os relatórios de actividade com indicação dos resultados atingidos face aos objectivos propostos;
- Número ou marcador, página 6: l) Proceder a difusão interna das missões e objectivos da DNC, das competências dos departamentos e das formas de articulação entre eles, desenvolvendo formas de articulação e comunicação entre as unidades orgânicas e respectivos funcionários;
- Número ou marcador, página 6: m) Acompanhar e avaliar sistematicamente a actividade da DNC, responsabilizando os diferentes sectores pela utilização dos meios postos à sua disposição e pelos resultados atingidos, nomeadamente, em termos de impacto da actividade e da qualidade dos serviços prestados;
- Número ou marcador, página 6: n) Propor a adequação de dispositivos legais ou regulamentares desactualizados e a racionalização e simplificação de procedimentos;
- Número ou marcador, página 6: o) Representar a DNC, assim como estabelecer as ligações externas, ao seu nível, com outros serviços e organismos da administração pública e com outras entidades congéneres nacionais, internacionais e estrangeiras;
- Número ou marcador, página 6: p) Garantir a elaboração e actualização do diagnóstico de necessidades de formação da DNC e, com base neste, a elaboração do respectivo plano de formação, bem como efectuar a avaliação dos efeitos da formação ministrada ao nível de eficácia do serviço e do impacto do investimento efectuado;
- Número ou marcador, página 6: q) Submeter as sínteses dos conselhos directivos ao Gabinete do Ministro da Energia; e
- Número ou marcador, página 6: r) Exercer outras atribuições que lhe forem cometidas e nas áreas de competência.
- Texto do artigo, página 6: 2 O Director Nacional é substituído, nas suas ausências ou impedimentos, pelo Director Nacional Adjunto.
- Número ou marcador, página 6: SECÇÃO III
- Texto do artigo, página 6: Competências dos departamentos
- Número ou marcador, página 6: ARTIGO 6
- Texto do artigo, página 6: Departamentos
- Número ou marcador, página 6: 1. Na DNC funcionam os seguintes departamentos:
- Número ou marcador, página 6: a) Departamento de Aprovisionamento e Preços ( DAP); e b)Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico (DLAT).
- Número ou marcador, página 6: 2. Os departamentos são chefiados por chefes de departamento
- Texto do artigo, página 6: nomeados, em comissão de serviço, pelo Ministro da Energia sob proposta do Director Nacional.
- Texto do artigo, página 7: 3128 DEDE DEZEMBROSETEMBRO DEDE 20092009 394286——(155)(155)
- Número ou marcador, página 7: 3. Compete aos chefes de departamento:
- Número ou marcador, página 7: a) Estabelecer, de harmonia com os objectivos gerais e as estratégias definidas pelo Director Nacional, os objectivos específicos do departamento e os procedimentos a adoptar no âmbito do mesmo;
- Número ou marcador, página 7: b) Definir os objectivos de actuação do departamento que dirige, tendo em conta os objectivos gerais estabelecidos;
- Número ou marcador, página 7: c) Orientar, controlar e avaliar o desempenho e a eficiência do departamento, com vista à execução dos planos de actividade e prossecução dos resultados obtidos e a alcançar;
- Número ou marcador, página 7: d) Garantir a coordenação das actividades e a qualidade técnica da prestação dos serviços na sua dependência;
- Número ou marcador, página 7: e) Gerir com rigor e eficiência os recursos humanos, patrimoniais e tecnológicos afectos ao seu departamento, optimizando os meios e adoptando medidas que permitam simplificar e acelerar os procedimentos e promover a aproximação à sociedade e a outros serviços públicos; e
- Número ou marcador, página 7: f) Assegurar a coordenação geral e a orientação técnica das actividades desenvolvidas e fixar prioridades, tendo em conta os objectivos e as estratégias estabelecidas.
- Número ou marcador, página 7: ARTIGO 7
- Texto do artigo, página 7: Competências do Departamento de Aprovisionamento e Preços
- Texto do artigo, página 7: Compete ao Departamento de Aprovisionamento e Preços:
- Número ou marcador, página 7: a) Manter actualizada a informação sobre a evolução dos preços internacionais do crude e seus derivados;
- Número ou marcador, página 7: b) Elaborar e actualizar o balanço dos produtos petrolíferos, em relação a produção, importação, exportação, vendas no mercado interno, variação de estoques, bancas nacionais e internacionais;
- Número ou marcador, página 7: c) Revisão e actualização dos preços dos combustíveis em conformidade com a legislação em vigor;
- Número ou marcador, página 7: d) Calcular anualmente a rentabilidade média dos operadores de combustíveis líquidos, e actualizá-las sempre que for necessário;
- Número ou marcador, página 7: e) Criar e assegurar a manutenção das obrigações nacionais relativas a reservas obrigatórias de combustíveis, propondo as actuações adequadas à correcção de desvios;
- Número ou marcador, página 7: f) Propor, em articulação e colaboração de entidades competentes, as medidas adequadas para fazer face as eventuais situações de emergência ou crise, com interferência no normal abastecimento de combustíveis líquidos;
- Número ou marcador, página 7: g) Elaborar e manter actualizada a informação estatística sobre as reservas, produções de crude e gás natural assim como as capacidades de refinação mundial; e
- Número ou marcador, página 7: h) Assegurar a importação atempada dos produtos petrolíferos.
- Número ou marcador, página 7: ARTIGO 8
- Texto do artigo, página 7: Competências do Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico
- Texto do artigo, página 7: Compete ao Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico: a) Propor acções com vista ao aproveitamento de gás natural
- Texto do artigo, página 7: para a substituição de combustíveis líquidos;
- Número ou marcador, página 7: b) Emitir pareceres sobre os acordos e contratos no domínio de fornecimento de gás natural;
- Número ou marcador, página 7: c) Propor e controlar a revogação ou anulação de concessões ou licenças de distribuição e comercialização de gás natural;
- Número ou marcador, página 7: d) Instruir o processo de reconhecimento de entidades instaladoras, montadoras, reparadoras, exploradoras e inspectoras de instalações de armazenagem, redes, ramais e instalações de gás;
- Número ou marcador, página 7: e) Promover e participar na elaboração de legislação e regulamentação relativa ao licenciamento, à segurança, à eficiência e à fiscalização das instalações de produção, transporte, utilização, transformação e armazenagem de combustivel;
- Número ou marcador, página 7: f) Propor a regulamentação das condições técnicas das instalações de produção, utilização, transformação e armazenagem de combustíveis líquidos e gás natural;
- Número ou marcador, página 7: g) Instruir o processo de licenciamento das instalações de recepção, processamento, refinação, armazenagem, transporte e fornecimento de combustíveis líquidos e gás natural de acordo com a legislação em vigor;
- Número ou marcador, página 7: h) Promover o apoio à aplicação da regulamentação técnica de segurança e de qualidade de serviço;
- Número ou marcador, página 7: i) Apreciar ou propor para aprovação projectos tipo, guias técnicos e especificações técnicas respeitantes ao projecto, execução e exploração de instalações de combustíveis líquidos e gás natural;
- Número ou marcador, página 7: j) Participar na análise e avaliação das causas de acidentes provocados pelo uso de combustíveis em instalações;
- Número ou marcador, página 7: k) Definir e promover, em coordenação com a Inspecção -Geral, a execução de programas de controlo de qualidade dos combustíveis destinados ao consumo, assegurando o interface com as instâncias comunitárias; e
- Número ou marcador, página 7: l) Organizar os processos relativos as concessões e licenciamento das actividades respectivas as áreas de gás natural e combustíveis líquidos.
- Número ou marcador, página 7: SECÇÃO V
- Texto do artigo, página 7: Competências das secções
- Número ou marcador, página 7: ARTIGO 9
- Texto do artigo, página 7: Secções
- Número ou marcador, página 7: 1. No Departamento de Aprovisionamento e Preços funcionam as seguintes secções:
- Número ou marcador, página 7: a) Secção de Aprovisionamento ( SA ); e
- Número ou marcador, página 7: b) Secção de Preços ( SP ).
- Número ou marcador, página 7: 2. No Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico funcionam as seguintes secções:
- Número ou marcador, página 7: a) Secção de Licenciamento ( SL ); e
- Número ou marcador, página 7: b) Secção de Apoio Técnico ( SAT ).
- Número ou marcador, página 7: 3. As secções são chefiadas por chefes de secção nomeados, em comissão de serviço, pelo Secretario Permanente, sob proposta do Director Nacional.
- Número ou marcador, página 7: 4. Compete aos chefes de secção:
- Número ou marcador, página 7: a) Assegurar a qualidade técnica do trabalho produzido na sua unidade orgânica e garantir o cumprimento dos prazos adequados à eficaz prestação de serviço, tendo em conta a satisfação do interesse dos destinatários;
- Texto do artigo, página 8: 286394——(156)(156) I ISÉRIESÉRIE——NÚMERONÚMERO5238
- Número ou marcador, página 8: b) Efectuar o acompanhamento profissional no local de trabalho, apoiando e motivando os funcionários e proporcionando-lhes os adequados conhecimentos e aptidões profissionais necessários ao exercício do respectivo posto de trabalho, bem, como os procedimentos mais adequados ao incremento da qualidade do serviço a prestar;
- Número ou marcador, página 8: c) Divulgar junto dos funcionários, os documentos internos e as normal de procedimento a adoptar pelo serviço, bem como debater e esclarecer as acções a desenvolver para cumprimento dos objectivos do serviço, de forma a garantir o empenho e a assunção de responsabilidades por parte dos funcionários;
- Número ou marcador, página 8: d) Proceder de forma objectiva à avaliação do mérito dos funcionários, em função dos resultados individuais e de grupo e à forma como cada um se empenha na prossecução dos objectivos e no espírito de equipa; e
- Número ou marcador, página 8: e) Identificar as necessidades de formação específica dos funcionários da sua unidade orgânica e propor a frequência das acções de formação consideradas adequadas ao cumprimento das referidas necessidades, sem prejuízo do direito à autoformação.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 10
- Texto do artigo, página 8: Competências da Secção de Aprovisionamento
- Texto do artigo, página 8: Compete à Secção de Aprovisionamento realizar todas as acções no âmbito das funções atribuídas ao Departamento de Aprovisionamento e Preços, referentes a actualização do balanço dos produtos petrolíferos e a criação de reservas, nomeadamente,
- Texto do artigo, página 8: alíneas e), f), g) e h) do artigo 7, bem como outras acções que forem definidas pela Direcção.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 11 Competências da Secção de Preços Compete à Secção de Preços realizar todas as acções no âmbito das funções atribuídas ao Departamento de Aprovisionamento e Preços, respeitantes à actualização da informação sobre os preços internacionais de petróleo e a fixação de preços no mercado nacional, nomeadamente, alíneas a), c) e d) do artigo 7, bem como outras acções que forem definidas pela Direcção.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 12 Competências da Secção de Licenciamento Compete à Secção de Licenciamento, realizar todas as acções no âmbito das funções atribuídas ao Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico, respeitantes a tramitação do processo de licenciamento e acompanhamento da actividade, nomeadamente, alíneas c), d) e l) do artigo 8, bem como outras acções que forem definidas pela Direcção.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 13 Competências da Secção de Apoio Técnico Compete à Secção de Apoio Técnico, realizar todas as acções no âmbito das funções atribuídas ao Departamento de Licenciamento e Apoio Técnico, respeitantes à regulação e controle de qualidade do combustível, nomeadamente, alíneas f), e k) do artigo 8, bem como outras acções que forem definidas pela Direcção.
- Número ou marcador, página 8: SECÇÃO IV
- Texto do artigo, página 8: Serviços de apoio
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 14
- Texto do artigo, página 8: Competências dos serviços de apoio
- Texto do artigo, página 8: Compete ao secretário executivo assegurar a gestão administrativa, financeira e patrimonial da DNC, nomeadamente:
- Número ou marcador, página 8: a) Garantir a execução pontual e eficiente do expediente, seu processamento e arquivo;
- Número ou marcador, página 8: b) Preparar, secretariar e manter o registo actualizado das reuniões da DNC;
- Número ou marcador, página 8: c) Efectuar diligências protocolares de viagem e tramitação de emigração para o pessoal da DNC e seus colaboradores quando em viagem;
- Número ou marcador, página 8: d) Acompanhar os actos de administração relativos aos recursos humanos da DNC; e
- Número ou marcador, página 8: e) Acompanhar os actos de administração relativos à manutenção do património da DNC.
- Número ou marcador, página 8: SECÇÃO V
- Texto do artigo, página 8: Colectivos
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 15
- Texto do artigo, página 8: Colectivos da DNC
- Texto do artigo, página 8: Na DNC funcionam os seguintes colectivos:
- Número ou marcador, página 8: a) Colectivo de Direcção; e
- Número ou marcador, página 8: b) Conselho Técnico.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 16
- Texto do artigo, página 8: Natureza e composição do Colectivo de direcção
- Número ou marcador, página 8: 1. O Colectivo de Direcção é um órgão consultivo do Director Nacional que se pronuncia sobre questões fundamentais da actividade da DNC.
- Número ou marcador, página 8: 2. O Colectivo de direcção é composto pelos seguintes membros:
- Número ou marcador, página 8: a) Director Nacional;
- Número ou marcador, página 8: b) Director Nacional adjunto;
- Número ou marcador, página 8: c) Chefes de departamento; e
- Número ou marcador, página 8: d) Chefes de secção.
- Número ou marcador, página 8: 3. O Director Nacional poderá, sempre que achar conveniente,
- Texto do artigo, página 8: convidar outros quadros da DNC para tomarem parte nas reuniões do Colectivo.
- Número ou marcador, página 8: ARTIGO 17
- Texto do artigo, página 8: Competência do Colectivo de Direcção
- Texto do artigo, página 8: Compete ao Colectivo de Direcção:
- Número ou marcador, página 8: a) Pronunciar-se sobre quaisquer medidas de carácter geral que promovam a eficiência e desenvolvimento da DNC e do sector;
- Número ou marcador, página 8: b) Analisar e dar parecer sobre as actividades de preparação, execução e controlo do plano e programas de actividades;
- Número ou marcador, página 8: c) Efectuar o balanço periódico das actividades de preparação, execução e controlo do plano; e
- Número ou marcador, página 8: d) Promover a troca de informações e análise colectiva dos problemas da DNC.
- Texto do artigo, página 9: 3128 DEDE DEZEMBROSETEMBRO DEDE 20092009 394286——(157)(157)
- Número ou marcador, página 9: ARTIGO 18
- Texto do artigo, página 9: Reuniões do Colectivo de Direcção
- Texto do artigo, página 9: O Colectivo de Direcção reúne-se ordinariamente uma vez por semana e extraordinariamente quando convocado pelo Director Nacional.
- Número ou marcador, página 9: ARTIGO 19
- Texto do artigo, página 9: Conselho Técnico
- Número ou marcador, página 9: 1. O Conselho Técnico é um órgão consultivo de apoio ao Director Nacional em matéria de carácter técnico, com a seguinte composição:
- Número ou marcador, página 9: a) Director Nacional;
- Número ou marcador, página 9: b) Director Nacional Adjunto;
- Número ou marcador, página 9: c) Chefes de departamento; e
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