I SÉRIE — n.º 156

BOLETIM DA REPÚBLICA

PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 23

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Edição I Série n.º 156/2016

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Texto do artigo · p. 147 Parcela (%)
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Texto do artigo · p. 147 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
Texto do artigo · p. 147 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho
Texto do artigo · p. 147 Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho crescerá anualmente a uma taxa de 3%. Na agricultura, presume-se que a produtividade do trabalho irá aumentar anualmente por 4% até 2025, e posteriormente por 3% até 2035. O número de trabalhadores no sector de mineração é um dado preliminar.
Texto do artigo · p. 147 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 147 8
Texto do artigo · p. 147 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
Texto do artigo · p. 147 Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
Texto do artigo · p. 147 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 147 (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
Texto do artigo · p. 147 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
Texto do artigo · p. 147 O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
Texto do artigo · p. 147  Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014  Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-20352
Texto do artigo · p. 147 Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
Texto do artigo · p. 147 (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
Texto do artigo · p. 147 O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
Texto do artigo · p. 147 • Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014 • Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 20152035
Texto do artigo · p. 147 Tabela 11.3.1 Crescimento do PIB e Outros Indicadores segundo o PARP
Texto do artigo · p. 147 2009 2010 2011 2012 2013 2014 PIB Real (a preços constantes de 2003) 172.054 183.207 196.826 212.058 228.552 246.112 Taxa de Crescimento Anual (%) 6,4% 6,5% 7,4% 7,7% 7,8% 7,7% PIB Real per Capita (Mil MT) 8,1 8,4 8,9 9,3 9,8 10,3 PIB Nominal (Milhão de MT) 269.346 323.226 375.170 426.719 485.662 552.264 Taxa de Crescimento Anual (%) 12,1% 20% 16,1% 13,7% 13,8% 13,7% PIB Nominal per Capita (Mil MT) 34,8 40,8 46,2 51,3 57,1 63,4 Taxa de Inflação (%, média anual) 3,3% 12,7% 8,0% 5,6% 5,6% 5,6% Taxa de Câmbio (média anual) 26,7 32,6 32,9 33,6 35,7 38,3
200920102011201220132014
PIB Real (a preços constantes de 2003)172.054183.207196.826212.058228.552246.112
Taxa de Crescimento Anual (%)6,4%6,5%7,4%7,7%7,8%7,7%
PIB Real per Capita (Mil MT)8,18,48,99,39,810,3
PIB Nominal (Milhão de MT)269.346323.226375.170426.719485.662552.264
Taxa de Crescimento Anual (%)12,1%20%16,1%13,7%13,8%13,7%
PIB Nominal per Capita (Mil MT)34,840,846,251,357,163,4
Taxa de Inflação (%, média anual)3,3%12,7%8,0%5,6%5,6%5,6%
Taxa de Câmbio (média anual)26,732,632,933,635,738,3
Texto do artigo · p. 147 Fonte: PARP (Plano de Acção para a Redução da Pobreza) 2011-2014
Texto do artigo · p. 147 (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
Texto do artigo · p. 147 Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
Texto do artigo · p. 147 2 A Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015-2035 foi aprovada pelo Governo de Moçambique em Junho de 2014.
Texto do artigo · p. 148 (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
Texto do artigo · p. 148 anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações, construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
Texto do artigo · p. 148 construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
Texto do artigo · p. 148 Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
Texto do artigo · p. 148 A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
Texto do artigo · p. 148 A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
Texto do artigo · p. 148 A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draft de Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draft final da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
Texto do artigo · p. 148 Como indicadores socioeconómicos e metas, a ENDE prevê uma média de crescimento anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações,
Texto do artigo · p. 148 A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draftde Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draftfinal da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
Texto do artigo · p. 148 Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035
Texto do artigo · p. 148 Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1
ProdutoUnidade2011201720252035
Com o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772275.304506.5261.149.171
Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,88,28,8
Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772274.855497.079984.241
Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,87,57,1
Texto do artigo · p. 148 Fonte: ENDE (Estratégia Nacional de Desenvolvimento) , 2013, Draft, MPD
Texto do artigo · p. 148 6.0 6.5 7.0 7.5 8.0 8.5 9.0 AnnualGrowthRate(%) GDP at the stage of April 2013 version of NDS GDP by the final version of NDS PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural TaxadeCrescimentoAnual(%)
Texto do artigo · p. 148 Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035 Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1
ProdutoUnidade2011201720252035
Com o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772275.304506.5261.149.171
Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,88,28,8
Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772274.855497.079984.241
Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,87,57,1
Texto do artigo · p. 148 PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural
Texto do artigo · p. 148 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB no draft de Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo, a projecção do PIB no draft final da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural. (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
Texto do artigo · p. 148 Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
Texto do artigo · p. 148 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB nodraftde Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo,
Texto do artigo · p. 148 a projecção do PIB nodraftfinal da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural.
Texto do artigo · p. 148 (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
Texto do artigo · p. 148 Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
Texto do artigo · p. 148 11
Texto do artigo · p. 149 (3) Projecções para as Províncias
Texto do artigo · p. 149 A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevê-se que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
Texto do artigo · p. 149 (3) Projecções para as Províncias A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de
Texto do artigo · p. 149 estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevêse que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
Texto do artigo · p. 149 crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos
Texto do artigo · p. 149 Tabela 11.3.3 Metas ou Projecções das Taxas de Crescimento do PIB Regional em Função dos Planos Provinciais
Texto do artigo · p. 149 Províncias Período Planeado Opções Conservador Moderado Optimista Niassa 2008-2017 8,0% 10,0% 12,0% Cabo Delgado 2010-2014 N.A. Nampula 2010-2015 8,5% 2015-2020 8,3% Zambézia 2011-2020 N.A. Tete (baseado em entrevistas) 2012-2021 2,0% - 9,0%
ProvínciasPeríodo PlaneadoOpções
ConservadorModeradoOptimista
Niassa2008-20178,0%10,0%12,0%
Cabo Delgado2010-2014N.A.
Nampula2010-20158,5%
2015-20208,3%
Zambézia2011-2020N.A.
Tete (baseado em entrevistas)2012-20212,0%-9,0%
Texto do artigo · p. 149 Fonte: Planos Quinquenais Provinciais / Planos Estratégicos
Texto do artigo · p. 149 (4) Outras Projecções
Texto do artigo · p. 149 (4) Outras Projecções
Texto do artigo · p. 149 no sector de mineração. Neste padrão de crescimento económico, os projectos/empreendimentos de grande porte são encorajados a criar ligações com as pequenas empresas e entidades individuais locais. Como resultado destes esforços, as taxas de crescimento económico seriam de baixo nível nas fases iniciais, mas seriam mais sustentáveis comparadas com as do primeiro padrão de crescimento (o descontrolado).
Texto do artigo · p. 149 O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
Texto do artigo · p. 149 O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI)3 projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
Texto do artigo · p. 149 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala4
Texto do artigo · p. 149 O relatório do FMI também afirma que a aceleração da taxa de crescimento populacional em Moçambique não foi acompanhada pela diversificação económica ou pela criação proporcional de empregos. A base de produção e de exportação tem-se tornado cada vez mais concentrada – um reflexo da emergência de projectos de grande escala e fraquezas do ambiente de negócios que têm impedido a diversificação da economia, em contraste com os outros países da África Subsaariana.
Texto do artigo · p. 149 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 149 (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
Texto do artigo · p. 149 Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
Texto do artigo · p. 149 (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
Texto do artigo · p. 149 Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
Texto do artigo · p. 149 Por outro lado, o padrão de crescimento económico controlado vai promover o crescimento sustentável e o desenvolvimento equitativo da Região do Corredor de Nacala, que são caracterizados por: aumento de produção e produtividade do sector agrário; expansão de indústrias nos polos de crescimento; desenvolvimento de ZEEs, ZFIs e parques industriais; fortalecimento das ligações entre as indústrias, o sector de serviços e os projectos de mineração de grande escala; promoção do turismo; criação de oportunidades de emprego; e desenvolvimento de recursos humanos. O investimento proveniente dos projectos de grande escala será distribuído por toda a economia da Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 149 Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o
Texto do artigo · p. 149 Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o crescimento a nível desta Região ocorra de forma rápida na sua fase inicial. Este é o caso do padrão de crescimento económico descontrolado.
Texto do artigo · p. 149 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia.
Texto do artigo · p. 149 (2) Metodologia
Texto do artigo · p. 149 Os indicadores dos dois padrões de crescimento económico são apresentados na Tabela 11.3.4. Cada padrão de crescimento é composto dos Casos ‘A’ e ‘B’. O Caso A não inclui projectos de grande escala, e já o Caso B inclui os mesmos.
Texto do artigo · p. 149 12
Texto do artigo · p. 149 Importa notar que os indicadores destes padrões de crescimento são apresentados como prováveis índices importantes e não projecções necessariamente, porque a contribuição dos projectos de grande escala para o PIB Regional da Região do Corredor de Nacala, no futuro, não está prevista no momento.
Texto do artigo · p. 149 O segundo padrão de crescimento pode conduzir ao caminho rumo a uma economia sustentável. Trata-se de um padrão referido como “padrão de crescimento económico controlado”, o qual é caracterizado por ser gerido em termos económicos, ambientais e institucionais. Este padrão de crescimento pode ser alcancado através da gestão e mitigação de impactos ambientais e sociais causados pelo desenvolvimento rápido e em massa, especialmente
Texto do artigo · p. 149 Os indicadores são principalmente baseados nas taxas de crescimento do PIB no PARP e na ENDE, nas taxas de crescimento do PIB Regional nos planos
Texto do artigo · p. 149 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia. 5 Idem, p.16 6 Os projectos de grande escala incluem a extracção do carvão e o desenvolvimento de centrais hidroeléctricas em Tete, além do desenvolvimento do gás natural e a construção de
Texto do artigo · p. 149 instalações de derivados em Cabo Delgado.
Texto do artigo · p. 150 provinciais, na informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos
Texto do artigo · p. 150 informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos dos projectos de grande escala sobre o PIB7, e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
Texto do artigo · p. 150 dos projectos de grande escala sobre o PIB , e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
Texto do artigo · p. 150 Tabela 11.3.4 Taxas Alternativas de Crescimento do PIB Regional: Padrões de Crescimento Económico até 2035
Texto do artigo · p. 150 Unidade: % por ano
Texto do artigo · p. 150 2012-2015 2016-2020 2021-2025 2026-2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 7,5 8,0 8,5 6,0 (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 7,5 9,0 10,5 6,5 (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 7,5 7,5 7,5 7,5 (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 7,5 8,5 9,5 9,5
2012-20152016-20202021-20252026-2035
(1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)7,58,08,56,0
(2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)7,59,010,56,5
(3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)7,57,57,57,5
(4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)7,58,59,59,5
Texto do artigo · p. 150 Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: A taxa de crescimento anual entre 2012 e 2017 é de 7,7% em (1), 8,1 % em (2), 7,5% em (3) e 7,9% em (4).
Texto do artigo · p. 150 (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
Texto do artigo · p. 150 Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
Texto do artigo · p. 150 (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
Texto do artigo · p. 150 (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
Texto do artigo · p. 150 Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
Texto do artigo · p. 150 Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodosalvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços, incluindo o apoio às PMEs8.
Texto do artigo · p. 150 Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
Texto do artigo · p. 150 Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
Texto do artigo · p. 150 (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
Texto do artigo · p. 150 Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodos-alvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços,
Texto do artigo · p. 150 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos.
Texto do artigo · p. 150 14
Texto do artigo · p. 150 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos. 8 O Sumário Executivo do “The Future of Natural Gas in Mozambique: Towards a Gas Master Plan”, Agosto de 2012, do ICF International, ressalta que a contribuição do desenvolvimento do gás natural à economia regional através de várias actividades e apoio é o elemento-chave para a selecção do padrão de crescimento no Plano Director.
Texto do artigo · p. 151 Tabela 11.3.5 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala por Padrão de Crescimento Económico até 2035
Texto do artigo · p. 151 Unidade: Milhão de MT (a preços constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 151 Padrão de Crescimento 2011 2017 2025 2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 64.254 (119.414) 100.000 (186.000) 190.000 (352.000) 340.000 (631.000) (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 64.254 (119.414) 102.000 (189.000) 218.000 (404.000) 408.000 (759.000) (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 64.254 (119.414) 99.000 (184.000) 177.000 (329.000) 365.000 (677.000) (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 64.254 (119.414) 101.000 (188.000) 203.000 (377.000) 503.000 (936.000)
Padrão de Crescimento2011201720252035
(1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)64.254 (119.414)100.000 (186.000)190.000 (352.000)340.000 (631.000)
(2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)64.254 (119.414)102.000 (189.000)218.000 (404.000)408.000 (759.000)
(3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)64.254 (119.414)99.000 (184.000)177.000 (329.000)365.000 (677.000)
(4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)64.254 (119.414)101.000 (188.000)203.000 (377.000)503.000 (936.000)
Texto do artigo · p. 151 Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: Os números entre parênteses são baseados em preços constantes de 2011. Nota*: Os valores na tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 151 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003) 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034 2035
Texto do artigo · p. 151 PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 151 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 GRDPUnit:MTmillion(2003prices) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas PIBRegional Unidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003) Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural
Texto do artigo · p. 151 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 G R D P U n it: M T m i lio n (2 0 3 p rices) Year (1) Unmanaged Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (2) Unmanaged Economic Growth Scenario with Coal and Natural Gas (Case B) (3) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (4) Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas (Case B) 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 Padrão de crescimento económico descontrolado sem carvão e gás natural (Caso A1) Padrão de crescimento económico descontrolado com carvão e gás natural (Caso Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural (Caso A2) Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural (Caso B2) PIBRegional Unidade:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 151 PIBRegionalUnidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003)GRDPUnit:MTmillion(2003prices)
Texto do artigo · p. 151 de:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 151 A1) B1) ) )
Texto do artigo · p. 151 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033
Texto do artigo · p. 151 Fonte: Equipa de Estudo da JICA Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 151 Figura 11.3.2 Dois Padrões de Crescimento do PIB Regional
Texto do artigo · p. 151 Figura 11.3.3 Padrão de Crescimento Controlado com e sem o Desenvolvimento do Carvão e Gás Natural
Texto do artigo · p. 151 O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
Texto do artigo · p. 151 O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
Texto do artigo · p. 151 Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753 dólares americanos em 2035.
Texto do artigo · p. 151 Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753
Texto do artigo · p. 151 Tabela 11.3.6 Quadros Económicos Seleccionados para a Região do Corredor de Nacala*
Texto do artigo · p. 151 2011 2017 2025 2035 PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003) 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0%
2011201720252035
PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003)64.254101.000203.000503.000
Taxa de Crescimento Anual (%)-7,8%9,1%9,5%
PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003)4.5976.0809.90019.449
Taxa de Crescimento Anual (%)-4,8%6,3%7,0%
Texto do artigo · p. 151 16
Texto do artigo · p. 151 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
Texto do artigo · p. 151 de Nacala.
Texto do artigo · p. 151 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 151 Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
Texto do artigo · p. 151 Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
Texto do artigo · p. 152 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
Texto do artigo · p. 152 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0%
Texto do artigo · p. 152 de Nacala.
Parágrafo · p. 152 1426 — (1150) I SÉRIE — NÚMERO 156
Texto do artigo · p. 152 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 152 Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
Texto do artigo · p. 152 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 152 Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/ informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
Texto do artigo · p. 152 Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
Texto do artigo · p. 152 Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
Texto do artigo · p. 152 Tabela 11.3.7 Mudanças na Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 152 Unidade: %
Texto do artigo · p. 152 PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003) Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011 64.254 40,3 0,2 19 40,2 2025 181.700 33 13 19 35 2035 450.300 24 28 20 29
PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003)AgriculturaMineração/Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiços
201164.25440,30,21940,2
2025181.70033131935
2035450.30024282029
Texto do artigo · p. 152 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
Texto do artigo · p. 152 Tabela 11.3.8 Taxas de Crescimento por Sector Económico na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 152 Unidade: %
Texto do artigo · p. 152 Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011-2025 7,0 49,3 8,5 7,4 2025-2035 6,0 18,3 9,7 7,4
AgriculturaMineração/Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiços
2011-20257,049,38,57,4
2025-20356,018,39,77,4
Texto do artigo · p. 152 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 152 As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8% e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente.
Texto do artigo · p. 152 As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8%
Texto do artigo · p. 152 das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
Texto do artigo · p. 152 Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura, indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
Texto do artigo · p. 152 e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente. Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura,
Texto do artigo · p. 152 indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
Texto do artigo · p. 152 11-17
Texto do artigo · p. 152 11.3.4 PIB Regional Provincial na Região do Corredor de Nacala: 2017, 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 152 As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 152 Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação
Texto do artigo · p. 153 Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
Texto do artigo · p. 153 As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 153 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1151)
Texto do artigo · p. 153 Tabela 11.3.9 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2011
Texto do artigo · p. 153 Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869 Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2 Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937 Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807 Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615 Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove
Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia*Agricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9(Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615
Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove
Texto do artigo · p. 153 a
Texto do artigo · p. 153 Tabela 11.3.10 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2017, 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 153 Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes de 2003)
Agricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, preços constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 153 (1) PIB Regional Provincial Projectado para 2017 por Sector Económico
Texto do artigo · p. 153 a
Texto do artigo · p. 153 Niassa 3.900 48,7 0 0,0 600 7,5 3.500 43,8 8.000
Texto do artigo · p. 153 Cabo Delgado 6.200 49,2 200 1,6 1.700 13,5 4.500 35,7 12.600 Nampula 15.900 39,1 10 0,0 7.300 17,9 17.500 43,0 40.700 Zambézia* 5.800 50,0 0 0,0 1.500 12,9 4.300 37,1 11.600 Tete 3.000 17,2 1.800 10,3 6.900 39,7 5.700 32,8 17.400 Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 153 11-18
Texto do artigo · p. 153 34.800 39 2.000 2,2 18.000 19,9 35.500 39,3 90.300
Texto do artigo · p. 153 Outras Zonas 39.100 21,1 24.300 13,1 34.400 18,6 87.200 47,2 185.000 Moçambique 73.900 26,8 26.300 9,6 52.400 19,0 122.700 44,6 275.300
Texto do artigo · p. 153 (2) PIB Regional Provincial Projectado para 2025 por Sector Económico
Texto do artigo · p. 153 Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Tete Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200 Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000 Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400 Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400 Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000 Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional 60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal 23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala 34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos 63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços 181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes
Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* TeteAgricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2(Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000
Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, preços constantes
Texto do artigo · p. 153 a
Texto do artigo · p. 153 a de 2003)
Texto do artigo · p. 153 de 2003) de 2003) de 2003) de 2003)
Texto do artigo · p. 153 Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 153 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
Texto do artigo · p. 153 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
Texto do artigo · p. 153 nove
Texto do artigo · p. 153 Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
Texto do artigo · p. 154 Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 154 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
Título de secção · p. 154 1426 — (1152) I SÉRIE — NÚMERO 156
Texto do artigo · p. 154 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
Texto do artigo · p. 154 Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
Texto do artigo · p. 154 Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
Texto do artigo · p. 154 Tabela 11.3.11 PIB Regional e PIB Regional por Sector, Anos 2007, 2011, 2017, 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 154 Unidade: Milhão de MT, a preços de 2003
Texto do artigo · p. 154 2007 2011 2017 2025 2035 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala 44.876 57.628 90.300 181.700 450.300 Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA 17.287 23.242 34.800 60.200 107.900 Sector de Mineração 47 85 2.000 23.300 124.600 Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos 9.076 11.109 18.000 34.900 88.200 Sector de Serviços 18.466 23.192 35.500 63.300 129.600
20072011201720252035
PIB Regional da Região do Corredor de Nacala44.87657.62890.300181.700450.300
Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA17.28723.24234.80060.200107.900
Sector de Mineração47852.00023.300124.600
Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos9.07611.10918.00034.90088.200
Sector de Serviços18.46623.19235.50063.300129.600
Texto do artigo · p. 154 F
Texto do artigo · p. 154 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 154 11-19
Texto do artigo · p. 154 Tabela 11.3.12 PIB Regional por Província, Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 154 PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 5.272 8.000 14.200 27.800 7,3 7,2 Taxa de crescimento anual (%) - 7,2% 7,4% 6,9% Província de Cabo Delgado 8.152 12.600 31.300 143.600 10,1 12,7 Taxa de crescimento anual (%) - 7,5% 12,0% 16,5% Província de Nampula 26.551 40.700 72.700 148.500 7,5 7,4 Taxa de crescimento anual (%) - 7,4% 7,5% 7,4% Província da Zambézia* 7.615 11.600 20.500 41.000 7,3 7,3 Taxa de crescimento anual (%) - 7,3% 7,4% 7,2% Província de Tete 10.038 17.400 43.000 89.400 11,0 9,5 Taxa de crescimento anual (%) - 9,6% 12,0% 7,6% Região do Corredor de Nacala 57.629 90.300 181.700 450.300 8,5 8,9 Taxa de crescimento anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%) 119.851 - 185.004 7,5% 324.800 7,3% 698.900 8,0% 7,4 7,6 Moçambique 177.479 275.300 506.500 1.149.200 7,8 8,1 Taxa de crescimento anual (%) - 7,6% 7,9% 8,5%
PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
20112017202520352011-20252011-2035
Província de Niassa5.2728.00014.20027.8007,37,2
Taxa de crescimento anual (%)-7,2%7,4%6,9%
Província de Cabo Delgado8.15212.60031.300143.60010,112,7
Taxa de crescimento anual (%)-7,5%12,0%16,5%
Província de Nampula26.55140.70072.700148.5007,57,4
Taxa de crescimento anual (%)-7,4%7,5%7,4%
Província da Zambézia*7.61511.60020.50041.0007,37,3
Taxa de crescimento anual (%)-7,3%7,4%7,2%
Província de Tete10.03817.40043.00089.40011,09,5
Taxa de crescimento anual (%)-9,6%12,0%7,6%
Região do Corredor de Nacala57.62990.300181.700450.3008,58,9
Taxa de crescimento anual (%)-7,8%9,1%9,5%
Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%)119.851 -185.004 7,5%324.800 7,3%698.900 8,0%7,47,6
Moçambique177.479275.300506.5001.149.2007,88,1
Taxa de crescimento anual (%)-7,6%7,9%8,5%
Texto do artigo · p. 154 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 154 PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 3,78 4,75 6,82 10,97 4,3 4,5 Taxa de crescimento anual (%) - 3,8% 4,6% 4,9% Província de Cabo Delgado 4,57 6,16 12,81 47,33 7,6 10,2 Taxa de crescimento anual (%) - 5,1% 9,6% 14,0% Província de Nampula 5,76 7,43 10,84 18,00 4,6 4,9 Taxa de crescimento anual (%) - 4,3% 4,8% 5,2% Província da Zambézia* 3,73 4,78 6,96 11,51 4,6 4,8 Taxa de crescimento anual (%) - 4,2% 4,8% 5,2% Província de Tete 4,73 6,51 12,19 18,83 7,0 5,9 Taxa de crescimento anual (%) - 5,5% 8,2% 4,4% Região do Corredor de Nacala 4,91 6,34 10,29 20,35 5,5 6,2 Taxa de crescimento anual (%) - 4,6% 6,3% 7,1% Outras Zonas 10,80 14,39 20,88 35,69 4,8 5,1 Taxa de crescimento anual (%) - 4,9% 4,8% 5,5% Moçambique 7,70 10,21 15,25 27,66 5,0 5,5 Taxa de crescimento anual (%) - 4,7% 5,2% 6,1% Fonte: Equipa de Estudo da JICA Tabela 11.3.14 Percentagem do PIB Regional per Capita em Relação à Média Nacional,
PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
20112017202520352011-20252011-2035
Província de Niassa3,784,756,8210,974,34,5
Taxa de crescimento anual (%)-3,8%4,6%4,9%
Província de Cabo Delgado4,576,1612,8147,337,610,2
Taxa de crescimento anual (%)-5,1%9,6%14,0%
Província de Nampula5,767,4310,8418,004,64,9
Taxa de crescimento anual (%)-4,3%4,8%5,2%
Província da Zambézia*3,734,786,9611,514,64,8
Taxa de crescimento anual (%)-4,2%4,8%5,2%
Província de Tete4,736,5112,1918,837,05,9
Taxa de crescimento anual (%)-5,5%8,2%4,4%
Região do Corredor de Nacala4,916,3410,2920,355,56,2
Taxa de crescimento anual (%)-4,6%6,3%7,1%
Outras Zonas10,8014,3920,8835,694,85,1
Taxa de crescimento anual (%)-4,9%4,8%5,5%
Moçambique7,7010,2115,2527,665,05,5
Taxa de crescimento anual (%)-4,7%5,2%6,1%
Texto do artigo · p. 154 Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
Texto do artigo · p. 154 Unidade: %
Texto do artigo · p. 154 2011 2017 2025 2035
2011201720252035
Texto do artigo · p. 154 Província de Niassa 0,49 0,47 0,45 0,40 Província de Cabo Delgado 0,59 0,61 0,84 1,71 Província de Nampula 0,75 0,73 0,71 0,65 Província da Zambézia 0,48 0,47 0,46 0,42 Província de Tete 0,61 0,64 0,80 0,68 Região do Corredor de Nacala 0,63 0,62 0,67 0,74 Outras Zonas 1,40 1,422 1,37 1,29 Moçambique 1,00 1,00 1,00 1,00
Província de Niassa0,490,470,450,40
Província de Cabo Delgado0,590,610,841,71
Província de Nampula0,750,730,710,65
Província da Zambézia0,480,470,460,42
Província de Tete0,610,640,800,68
Região do Corredor de Nacala0,630,620,670,74
Outras Zonas1,401,4221,371,29
Moçambique1,001,001,001,00
Texto do artigo · p. 154 11-20
Texto do artigo · p. 154 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Número ou marcador · p. 155 Capítulo 12 Quadro Espacial
Texto do artigo · p. 155 12.1 Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala A estrutura espacial da Região do Corredor de Nacala é
Texto do artigo · p. 155 representada pelos seguintes conceitos:
Texto do artigo · p. 155 1) Rede de corredores de transporte; 2) Sistema hierárquico dos centros urbanos.
Texto do artigo · p. 155 12.2 Rede de Corredores de Transporte para a Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 155 O PEDEC-Nacala propõe a estrutura espacial do Corredor de Nacala para 2035 como se mostra na Figura 12.2.1. As setas azuis indicam as rotas do corredor propostos, enquanto as setas castanhas são as rotas de transporte existentes. A rede de corredores de transporte consiste nos principais corredores, subcorredores e linhas de acesso. Os principais corredores formam a espinha dorsal da Região, apoiada pelas linhas férreas e pelas estradas principais. Os principais corredores passam pelos centros urbanos primários e secundários. Os subcorredores ligam os principais corredores aos centros urbanos terciários. As linhas de acesso conectam os principais corredores e subcorredores às amplas áreas bem como aos centros urbanos quaternários e outros centros urbanos de menor porte.
Texto do artigo · p. 155 A estrutura do Corredor está projectada de tal maneira que o Porto de Nacala será ligado a Lilongwe em Malawi e a Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia por uma extensão aproximada de 2.000km, assumindo a condição de um corredor internacional e que o efeito desse acesso melhorado espalhar-se-á para tantas áreas quanto possível na parte Moçambicana, melhorando a mobilidade das pessoas e promovendo o desenvolvimento ao longo das rotas.
Texto do artigo · p. 155 (1) Principais Corredores
Texto do artigo · p. 155 • [M-1] Nacala-Nampula-Cuamba-Lilongwe (Malawi)Lusaka (Zâmbia) • [M-2] Cuamba-Tete • [M-3] Cuamba-Lichinga
Texto do artigo · p. 155 O corredor principal mostrado pelas setas azuis grossas começa em Nacala no extremo oriental, ruma para o oeste e passando por Nampula, vai até Cuamba na Província de Niassa, numa extensão aproximada de 530km. Em Cuamba, o corredor principal divide-se em três direcções; na direcção noroeste para Lichinga; na direcção ocidental para Lilongwe em Malawi e mais adiante para Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia; e na direcção sudoeste para Moatize na Província de Tete passando pelo território Malawiano.
Texto do artigo · p. 155 Estes principais corredores serão servidos tanto pelas linhas férreas como pelas estradas principais. A referida parte principal do Corredor de Nacala assegurará um transporte de cargas mais rápido com custo mais baixo, especialmente para o transporte de cargas pesadas de longa distância, acelerando assim as exportações e as importações para Malawi, Zâmbia e Moçambique. O Principal Corredor Cuamba-Lilongwe-Lusaka [M-1] garantirá importações de bens a preços mais baixos bem como o aumento da possibilidade de exportar os bens produzidos em Malawi e na Zâmbia através do Porto de Nacala. O Principal Corredor Cuamba-Lichinga [M-3] mudará drasticamente a situação da Província de Niassa, de uma província sem perspectivas com ligações fracas a outras zonas para uma província exportadora de abundantes produtos agrícolas e madeireiros para outras zonas e para o estrangeiro através do novo corredor. A Província de Niassa poder-se-á tornar numa nova porta de entrada internacional para Malawi e para a parte sul da Tanzania por meio do transporte
Texto do artigo · p. 155 aquático no Lago Niassa. O Principal Corredor Cuamba-Tete [M-2] proporcionará uma nova saída para a Província de Tete, que tem sido um importante nó para a rede de transporte ligando Malawi, a parte sul da Zâmbia, Zimbabwe e a Beira.
Texto do artigo · p. 155 (2) Subcorredores
Texto do artigo · p. 155 • [S-1] Lichinga-Pemba; • [S-2] Nacala-Pemba-Palma; • [S-3] Chipoka-Metangula-Baía de Mbamba Porto de Itsungi.
Texto do artigo · p. 155 As grandes linhas azuis tracejadas mostram os três subcorredores. Um corre de leste a oeste, a partir de Pemba na Província de Cabo Delgado até Lichinga na Província de Niassa por uma extensão aproximada de 700km, enquanto que o outro corre de sul a norte, a partir de Nacala até Palma na Província de Cabo Delgado passando por Pemba por uma extensão aproximada de 660km. Já que ambos os subcorredores são servidos por estradas, existe a possibilidade de se criar um gasoduto que ligará Palma e Nacala. O Subcorredor Lichinga-Pemba vai acomodar o trânsito da estrada entre Pemba e a Província de Niassa e fornecer uma rota alternativa para o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba-Lichinga em caso de impedimentos, como em situações de emergência e congestionamento do tráfego. O Subcorredor Nacala-Pemba-Palma serve para distribuir bens para Palma que opera os projectos de exploração do gás natural e também para os destinos turísticos localizados ao longo das áreas costeiras e nas ilhas das Províncias de Cabo Delgado e de Nampula. O terceiro subcorredor é o corredor de transporte aquático que liga Chipoka em Malawi, Metangula em Moçambique e a Baía de Mbamba e o Porto de Itungi em Tanzania.
Texto do artigo · p. 155 (3) Linhas de Acesso
Texto do artigo · p. 155 O PEDEC-Nacala propõe as seguintes sete linhas de acesso mostradas em pequenas setas azuis tracejadas na Figura 12.2.1. Estas linhas exercerão um papel crucial na expansão espacial dos impactos do desenvolvimento do Corredor para cada canto das zonas rurais.
Texto do artigo · p. 155 • [F-1] Nacaroa-Nacala: assegurar um acesso mais fácil para o/do Porto de Nacala pelo lado norte. • [F-2] Nampula-Angoche: apoiar o desenvolvimento da parte sul da Província de Nampula através da promoção da pesca e agricultura. • [F-3] Cuamba-Marrupa: apoiar o desenvolvimento da agricultura ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor Lichinga-Pemba e o Principal Corredor Nacala-Nampula-Cuamba. • [F-4] Cuamba-Gurué-Alto Molócuè: estimular a produção agrícola ao longo da rota que passa pela parte norte da Província da Zambézia. • [F-5] Lichinga-Metangula: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e criar uma nova porta de entrada internacional para Malawi e Tanzania através do transporte aquático. • [F-6] Nampula-Montepuez: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor LichingaPemba e o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba. • [F-7] Tete-Fingoe-Zumbu: promover a produção agrícola pelas terras férteis ao longo da rota e abrir uma nova saída para a parte sul da Zâmbia.
Parágrafo · p. 156 1426 — (1154) I SÉRIE — NÚMERO 156
Texto do artigo · p. 156 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 156 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 156 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 156 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 156 Secundrioá
Texto do artigo · p. 156 Quaternrioá
Texto do artigo · p. 156 Primário
Texto do artigo · p. 156 Tercirioá
Texto do artigo · p. 156 RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
Texto do artigo · p. 156 [QuadroRegionalEspacialaLongoPrazo]
Texto do artigo · p. 156 Figura12.2.1EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2035(FuturoaLongoPrazo)
Texto do artigo · p. 156 Fonte:EquipadeEstudodaJICA
Texto do artigo · p. 156 4
Texto do artigo · p. 157 RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
Texto do artigo · p. 157 Região do Corredor de Nacala no Futuro Quadro Regional Espacial a Curto Prazo Tanzania Congo Zambia Zimbabwe Malawi Mozambique Cabo Delgado Nampula Niassa Zambézia Tete Manica Sofala Nacala Nampula Lichinga Cuamba Quelimane Beira Corredor Principal Corredor Secundário Linhas de Alimentação Condutas Existentes Centro Urbano Centro Urbano Secundário Centro Urbano Terciário Centro Urbano Quaternário Porto de Entrada (Gateway): Porto de Entrada: Terrestre Figura 12.2.2 Estrutura Espacial para a Região do Corredor de Nacala em 2017 (Futuro a Curto Prazo) Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 157 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 157 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 157 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 157 CentroUrbano
Texto do artigo · p. 157 Secundrioá
Texto do artigo · p. 157 Primário
Texto do artigo · p. 157 Tercirioá
Texto do artigo · p. 157 [QuadroRegionalEspacialaCurtoPrazo]
Texto do artigo · p. 157 Quaternrioá
Texto do artigo · p. 157 Figura12.2.2EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2017(FuturoaCurtoPrazo)
Texto do artigo · p. 157 Fonte:EquipadeEstudodaJICA
Texto do artigo · p. 157 5
Texto do artigo · p. 158 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos
Texto do artigo · p. 158 12.3.1 Centros Urbanos
Parágrafo · p. 158 1426 — (1156) I SÉRIE — NÚMERO 156
Texto do artigo · p. 158 As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
Texto do artigo · p. 158 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos 12.3.1 Centros Urbanos
Texto do artigo · p. 158 pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
Texto do artigo · p. 158 Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
Texto do artigo · p. 158 As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
Texto do artigo · p. 158 Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
Texto do artigo · p. 158 Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração
Texto do artigo · p. 158 Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
Texto do artigo · p. 158 Tabela 12.3.1 Classificação dos Centros Urbanos no Presente e para os Anos de 2025 a 2035
Texto do artigo · p. 158 Nível Presente 2025-2035 Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional) Nenhum Área da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha) Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional) Nampula, Nacala Grande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial) Pemba, Lichinga, Tete Pemba, Lichinga Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial) Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, Mocuba Angoche, Gurué, Mocuba, Palma Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital) Outros Centros Municipais/ Distritais Outros Centros Municipais/ Distritais
NívelPresente2025-2035
Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional)NenhumÁrea da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha)
Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional)Nampula, NacalaGrande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize
Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial)Pemba, Lichinga, TetePemba, Lichinga
Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial)Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, MocubaAngoche, Gurué, Mocuba, Palma
Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital)Outros Centros Municipais/ DistritaisOutros Centros Municipais/ Distritais
Texto do artigo · p. 158 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 158 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos
Texto do artigo · p. 158 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos Tendo em consideração as Estratégias Globais de
Texto do artigo · p. 158 Tendo em consideração as Estratégias Globais de Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
Texto do artigo · p. 158 6) Cidade de Pemba - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com a
Texto do artigo · p. 158 Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
Texto do artigo · p. 158 Base de Apoio à Exploração do Gás Natural, bem como a Base Turística
Texto do artigo · p. 158 1) Área da Baía de Nacala: Centro Urbano Primário (Internacional)
Texto do artigo · p. 158 1) Área da Baía de Nacala - Centro Urbano Primário (Internacional):
Texto do artigo · p. 158 Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
Texto do artigo · p. 158 7) Angoche - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 8) Gurué - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 9) Mocuba - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços com a Base
Texto do artigo · p. 158 Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
Texto do artigo · p. 158 2) Grande Nampula - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Polo de Crescimento Regional para a Região Norte 3) Cidade de Cuamba - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Centro Logístico e Industrial Regional do Interior 4) Cidade de Tete com Moatize - Centro Urbano Secundário
Texto do artigo · p. 158 6
Texto do artigo · p. 158 de Produção Industrial:
Texto do artigo · p. 158 10) Palma - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços para a Exploração
Texto do artigo · p. 158 (Nacional e Regional):
Texto do artigo · p. 158 do Gás Natural, com a Base Industrial Química
Texto do artigo · p. 158 Centro Administrativo Regional e de Negócios do Interior com a Base de Apoio à Mineração do Carvão
Texto do artigo · p. 158 A Figura 12.3.1 apresenta o padrão hierárquico dos centros urbanos na Região do Corredor de Nacala. A Tabela 12.3.2 e a Figura 12.3.2 mostram as populações urbanas futuras dos principais centros urbanos.
Texto do artigo · p. 158 5) Cidade de Lichinga - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com o
Texto do artigo · p. 158 Centro Académico e Científico e a Base de Processamento da Madeira
Texto do artigo · p. 159 Tanzania Zambia Malawi Zimbabwe CABO DELGADO NIASSA NAMPULA ZAMBEZIA TETE Lichinga Cuamba Tete-Moatize Mocuba Quelimane Beira Pemba Palma Angoche Nacala Bay Area Greater Nampula Legenda Centro Urbano Limite Rio Lago & Reservatório Transportes N
Texto do artigo · p. 159 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 159 Legenda
Texto do artigo · p. 159 Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 159 Rio Lago e Reservatório
Texto do artigo · p. 159 Figura 12.3.1 Padrão Hierárquico dos Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala, Anos 2025 a 2035
Texto do artigo · p. 159 Tabela 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
Texto do artigo · p. 159 2011 (habitantes) 2035 (habitantes) Área da Baía de Nacala 285.000 927.000 Grande Nampula 583.000 1.329.000 Cidade de Cuamba 99.000 267.000 Tete com Moatize 232.000 567.000 Cidade de Lichinga 182.000 467.000 Cidade de Pemba 168.000 470.000
2011 (habitantes)2035 (habitantes)
Área da Baía de Nacala285.000927.000
Grande Nampula583.0001.329.000
Cidade de Cuamba99.000267.000
Tete com Moatize232.000567.000
Cidade de Lichinga182.000467.000
Cidade de Pemba168.000470.000
Texto do artigo · p. 159 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 159 8
Texto do artigo · p. 160 População Urbana (10^3 habitantes) Ano 2011 Ano 2035 Zambia Malawi Tanzania CABO DELGADO NIASSA Lichinga 467 182 [B-3] Cuamba 99 267 [M-2] [M-3] Nampula 1,329 583 [M-1] Nacala 927 285 Pemba 470 168 Quelimane Tete& Moatize 567 232 Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
Texto do artigo · p. 160 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 160 Figura 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
Texto do artigo · p. 160 Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
Número ou marcador · p. 160 Capítulo 13 Estratégias Globais de Desenvolvimento 13.1 Introdução
Texto do artigo · p. 160 Neste capítulo, em primeiro lugar, foram considerados e analisados os cenários de desenvolvimento. Um cenário de desenvolvimento foi seleccionado após a avaliação a partir de quatro perspectivas (económica, espacial, social e ambiental). Com base no cenário de desenvolvimento seleccionado, foram formuladas estratégias globais de desenvolvimento de modo a se alcançarem as metas de desenvolvimento bem como a visão para o futuro da Região do Corredor de Nacala. Além disso, considerando-se como iniciar o desenvolvimento regional, serão identificadas estratégias essenciais de desenvolvimento (a curto e médio prazo) em relação às estratégias globais de desenvolvimento.
Texto do artigo · p. 160 13.2 Cenários de Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 160 Um “Cenário de Desenvolvimento” é um conjunto de descrição narrativa (mas não uma explicação completa) das maneiras de desenvolvimento incluindo a ênfase nos sectores económicos, nos padrões espaciais de desenvolvimento e na sequência de desenvolvimento. É útil desenhar as imagens globais de diferentes padrões de desenvolvimento regional.
Texto do artigo · p. 160 Neste capítulo, são preparados cenários alternativos de desenvolvimento e as suas características são analisadas e avaliadas dos pontos de vista fornecidos pela visão, pelas metas de desenvolvimento e pelas questões globais.
Texto do artigo · p. 160 13.2.1 Cenário de Desenvolvimento Seleccionado Com base na avaliação dos cenários alternativos de
Texto do artigo · p. 160 desenvolvimento, foi seleccionado, para o futuro a longo prazo
Texto do artigo · p. 160 da Região do Corredor de Nacala, o cenário de desenvolvimento “B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional”, que será apresentado a seguir:
Texto do artigo · p. 160 (1) Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados A Região do Corredor de Nacala promoverá não apenas o
Texto do artigo · p. 160 desenvolvimento de recursos minerais (carvão, gás natural e outros recursos), mas também o desenvolvimento de diversificados sectores económicos incluindo o comércio, logística, indústria manufactureira, turismo, agricultura e plantação florestal através da utilização de um vasto leque de potenciais de desenvolvimento disponível para uma ampla região.
Texto do artigo · p. 160 (2) Desenvolvimento do Carvão e o Transporte como Forças Motrizes Iniciais
Texto do artigo · p. 160 Neste cenário de desenvolvimento, a exploração do carvão na Província de Tete e a necessidade de melhorar o transporte do carvão de Tete para o Porto de Nacala é uma força motriz inicial muito importante do desenvolvimento regional na Região do Corredor de Nacala. Tirar proveito desta oportunidade de desenvolvimento para melhorar a função de transporte de longo curso e o potencial de desenvolvimento dos sectores económicos representa uma chave muito significativa para as pretensões do PEDEC-Nacala. O desenvolvimento do carvão para a exportação asseguraria uma alta demanda de transporte na fase inicial da melhoria ferroviária. Além disso, a linha férrea melhorada será capaz de transportar cargas além do carvão (cargas gerais e contentores), assim como os passageiros, se uma intervenção
Texto do artigo · p. 160 9
Texto do artigo · p. 161 apropriada para o desenvolvimento for feita de modo a acomodar cargas além do carvão, conforme prescrito nos acordos de concessão das linhas férreas.
Texto do artigo · p. 161 (3) Corredor Principal de Transporte: A Existência em Paralelo da Linha Férrea e da Estrada Principal
Texto do artigo · p. 161 Paralelamente à linha férrea melhorada, as estradas principais que ligam Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula ao Porto de Nacala serão construídas valendo-se do auxílio estrangeiro ao Governo de Moçambique. A linha férrea e as estradas principais melhoradas serão capazes de se complementarem uma a outra. O transporte de cargas pesadas a longa distância (mais de 500 a 700km) utilizará a linha férrea do corredor. Por outro lado, as principais estradas e as estradas de acesso transportarão mercadorias e pessoas a uma média distância (300 a 500km).
Texto do artigo · p. 161 As principais estradas que partem de Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula em direcção ao Porto de Nacala seriam um eixo da Região do Corredor de Nacala do qual os subcorredores e as linhas de acesso poderiam ser estendidos, ampliados e profundados rumo ao interior da Região. As estradas secundárias e as estradas de acesso servirão para transportar bens e pessoas de uma ampla área direccionando-os para as estradas principais e para a linha férrea do corredor.
Texto do artigo · p. 161 (4) Uma Extensa Rede de Corredores e Centros Urbanos Hierarquizados
Texto do artigo · p. 161 Uma extensa rede de corredores será desenvolvida gradualmente depois da conclusão do corredor principal (que consiste na linha férrea melhorada e nas estradas principais). Esta rede extensa de corredores também ajudará a desenvolver os centros urbanos nos seus pontos nodais de transporte. Estes centros urbanos nodais tornar-se-ão em centros comerciais e de serviço bem como bases para a produção industrial.
Texto do artigo · p. 161 A rede extensa de corredores e o sistema hierárquico de centros urbanos fornecerão serviços de transporte e serviços de centro comercial, resultando na melhoria do ambiente de negócios de modo a criar uma cadeia de valor para os sectores de agricultura e de plantação florestal. Os custos de transporte ficarão consideravelmente reduzidos numa ampla área, onde os preços dos bens básicos e materiais de construção diminuirão e os pequenos agricultores poderão comprar insumos químicos a preços mais razoáveis, assim como vender os seus produtos agrícolas a preços mais altos para os comerciantes intermediários.
Texto do artigo · p. 161 (5) Impacto Positivo na Educação e nos Serviços de Saúde Graças a esta extensa rede de corredores e centros urbanos
Texto do artigo · p. 161 melhorados, os funcionários administrativos, professores e profissionais da saúde serão capazes de viver e trabalhar em melhores condições mesmo nas áreas interiores da Região do Corredor de Nacala. Como resultado, com uma intervenção adicional adequada, escolas, centros e postos de saúde poderão funcionar de melhor maneira para a população local mesmo nas zonas menos acessíveis.
Texto do artigo · p. 161 (6) Possibilidade de Desenvolvimento para Outros Recursos Minerais e Recursos Turísticos nas Zonas Menos Acessíveis
Texto do artigo · p. 161 A Região do Corredor de Nacala é rica em variedades de recursos minerais e recursos turísticos naturais. Com o uso da extensa rede de corredores e centros urbanos, tais recursos minerais e recursos turísticos (produtos e destinos) serão mais acessíveis e facilmente aproveitáveis para o desenvolvimento.
Texto do artigo · p. 161 (7) Prioridade de Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 161 Quanto à prioridade de desenvolvimento, este cenário de desenvolvimento atribui altíssima prioridade à Área da Baía de Nacala para a preparação da base (infraestruturas pesadas
Texto do artigo · p. 161 e ligeiras) para o desenvolvimento do sector industrial. Já que a Área da Baía de Nacala terá a função portuária melhorada e uma conexão ferroviária melhorada para as zonas do interior de Moçambique, de Malawi e da Província Oriental da Zâmbia, a vantagem em termos de posicionamento da Área da Baía de Nacala será elevada consideravelmente a um alto nível, de modo a permitir ao sector industrial a instalação e o desenvolvimento para servir tanto aos países e às zonas do interior como aos países além da fronteira marítima. No entanto, para realizar esta situação, é necessário disponibilizar infraestruturas económicas e apoiar as indústrias manufactureiras, incluindo o abastecimento estável de electricidade e água.
Texto do artigo · p. 161 Quando a Área da Baía de Nacala estiver bem sucedida em atrair e operacionalizar as indústrias manufactureiras, então será a vez da Grande Nampula fazer o mesmo criando as infraestruturas económicas adequadas.
Texto do artigo · p. 161 13.2.2 Cenários Alternativos de Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 161 Para considerar os padrões futuros de desenvolvimento, são desenvolvidos cenários alternativos de desenvolvimento. Dois factores principais são usados para criar diferentes cenários de desenvolvimento. O primeiro factor são os principais sectores económicos. O segundo factor são os padrões espaciais de desenvolvimento.
Texto do artigo · p. 161 (1) Economia Orientada ao Sector de Mineração contra Sectores Económicos Diversificados
Texto do artigo · p. 161 Ao analisar qual sector económico deve servir como a principal força motriz para a promoção do desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala, foram preparados os seguintes dois cenários de desenvolvimento:
Texto do artigo · p. 161 • Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração; • Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados.
Texto do artigo · p. 161 As principais características destes cenários são resumidas como se segue:
Texto do artigo · p. 161 1) Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração;
Texto do artigo · p. 161 Neste cenário, os principais sectores económicos estão limitados aos sectores relacionados com a mineração. No Corredor de Nacala, existem dois sectores de mineração dominantes: 1) Exploração do carvão e o seu transporte para a exportação; e 2) Exploração do gás natural e produção de GNL para exportação.
Texto do artigo · p. 161 Além das actividades de mineração, há algumas possibilidades de desenvolver outros sectores económicos que apoiem as actividades de mineração, incluindo o processamento primário de minerais (como a produção de GNL no caso do gás natural) e fornecimento de serviços de manutenção das máquinas de construção, bem como o fornecimento de alimentos e outros serviços de suprimento. Além das indústrias de apoio, será necessário desenvolver infraestruturas e funções urbanas para apoiar as actividades de mineração. O retorno sobre o capital investido será mais alto mesmo incluindo os custos necessários, se se considerarem não apenas as actividades de mineração mas também o apoio às indústrias e a disponibilização de infraestruturas e funções urbanas.
Texto do artigo · p. 161 Nas áreas de mineração e nos seus arredores, não será tão fácil desenvolver outros sectores económicos mesmo que estes sectores possam aproveitar as infraestruturas e funções urbanas disponibilizadas com vista às actividades de mineração e seus sectores de apoio.
Texto do artigo · p. 161 As actividades de mineração juntamente com os sectores de apoio não serão sustentáveis a um termo muito longo. Portanto, a economia regional baseada em sectores de mineração dominantes não é muito sustentável.
Texto do artigo · p. 162 2) Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados
Texto do artigo · p. 162 Neste cenário, além do desenvolvimento de recursos minerais, serão desenvolvidos diversificados sectores económicos que incluem a indústria manufactureira, o turismo, a agricultura, a plantação florestal, assim como o comércio e os serviços. Existem as seguintes possibilidades de desenvolvimento na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo · p. 162 • Desenvolvimento de sectores industriais na Área da Baía de Nacala e na Grande Nampula; • Desenvolvimento de indústrias de agro-processamento em Cuamba; • Desenvolvimento de bases turísticas na Área da Baía de Nacala, Pemba e Lichinga por meio da viabilização do acesso às praias e outros destinos turísticos de cunho cultural e natural; • Desenvolvimento agrícola ao longo do corredor principal através do apoio aos pequenos agricultores e do estabelecimento de uma cadeia de valor para a agricultura; • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do carvão na Província de Tete; e • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do gás natural no norte da Província de Cabo Delgado.
Texto do artigo · p. 162 A economia regional composta de sectores económicos diversificados terá os seguintes benefícios:
Texto do artigo · p. 162 • Os diferentes sectores económicos poderiam apoiar uns aos outros a fim de realizar um crescimento económico em sinergias; • Os sectores económicos diversificados localizar-se-ão em vários lugares dentro de uma vasta área, resultando na contribuição para o desenvolvimento a nível regional; • Os sectores económicos diversificados farão com que as pessoas de várias ocupações encontrarem os seus próprios empregos; • Na economia regional baseada em tais sectores económicos diversificados, um vasto leque de ocupações pode participar das actividades económicas; • A economia regional com sectores económicos diversificados terá maior resistência a choques externos; • A economia regional apoiada por sectores económicos diversificados será mais sustentável do que outros casos;
Texto do artigo · p. 162 (2) Três Diferentes Padrões Espaciais de Desenvolvimento Além do primeiro factor relacionado com os principais
Texto do artigo · p. 162 sectores económicos, os padrões espaciais de desenvolvimento são usados como o segundo factor para diferenciar os cenários de desenvolvimento. Analisando as diferentes possibilidades na Região do Corredor de Nacala, os seguintes três padrões são formulados:
Texto do artigo · p. 162 • Padrão Espacial 1: Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala • Padrão Espacial 2: Desenvolvimento do Corredor Único de Tete-Nacala • Padrão Espacial 3: Desenvolvimento Baseado numa Rede de Corredores a Nível Regional
Texto do artigo · p. 162 Estes três padrões espaciais estão intimamente relacionados com diferentes sectores económicos importantes. O Padrão Espacial 1 está intensamente direccionado à economia orientada ao sector de mineração (Cenário A). Tanto o Padrão Espacial 2 como o Padrão Espacial 3 apoiam os casos de sectores económicos
Texto do artigo · p. 162 diversificados (Cenário B). Portanto, ao combinar os dois factores (os principais sectores económicos e os padrões espaciais), os seguintes três cenários de desenvolvimento são identificados naturalmente:
Texto do artigo · p. 162 • Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero); • Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala; • Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional.
Texto do artigo · p. 162 As principais características destes cenários de desenvolvimento são descritas como se segue:
Texto do artigo · p. 162 1) Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero)
Texto do artigo · p. 162 Os desenvolvimentos significativos acontecerão principalmente nos três enclaves de Tete, Palma e Nacala. O enclave de Tete será limitado à exploração do carvão e à sua função de apoio. O enclave de Palma será limitado à exploração do gás natural e à produção de GNL com os seus sectores de apoio. Palma desenvolverá as indústrias químicas, tais como as de amónio e metanol. O enclave de Nacala será baseado no sector da logística do Porto de Nacala e no sector industrial orientado aos mercados internos.
Texto do artigo · p. 162 Neste cenário, a função da linha férrea de Tete ao Porto de Nacala não será bem desenvolvida e será mais limitada ao transporte do carvão, uma vez que nem as cargas gerais nem os contentores serão suficientemente transportados.
Texto do artigo · p. 162 Outros sectores económicos não serão capazes de crescer com sucesso, com excepção dos sectores de apoio às actividades de mineração, embora puderem depender das infraestruturas e das funções urbanas de apoio aos sectores de mineração. Desde que estará sujeita à flutuação dos preços dos recursos minerais no mercado internacional, a economia da Região do Corredor de Nacala não será tão resistente aos choques externos, resultando com o tempo numa insustentabilidade. As economias regionais baseadas em tais enclaves não serão sustentáveis a longo prazo.
Texto do artigo · p. 162 Já que a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala será limitada ao transporte do carvão neste cenário, camiões trailer de carga percorrerão as principais estradas (actualmente em construção) saindo de Lichinga ou Mandimba passando por Cuamba e chegando a Nampula e Nacala. Nesta situação de transporte ferroviário e rodoviário, as principais estradas ficarão danificadas, mesmo após a conclusão dos projectos de melhoria. Como resultado, a médio e a longo prazo, não haverá disponibilidade de estradas principais bem-mantidas no Corredor de Nacala, e a criação de uma cadeia de valor para o sector agrícola seria muito difícil.
Texto do artigo · p. 162 Este cenário (Cenário A-1) pode também ser considerado como “Opção Zero” porque a situação de desenvolvimento esperado ao seguir este cenário é semelhante à do caso sem intervenções substanciais.
Texto do artigo · p. 162 2) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
Texto do artigo · p. 162 Neste cenário apenas um único corredor de transporte (composto da linha férrea e da estrada principal) de Tete ao Porto de Nacala será melhorado e funcional. As áreas ao longo deste corredor de transporte serão desenvolvidas, incluindo as áreas adjacentes ao Porto de Nacala.
Texto do artigo · p. 163 Além do carvão, a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala transportará carga geral e contentores, assim como passageiros. Como resultado, as áreas de influência comercial e da logística para os principais centros urbanos, incluindo Nacala e Nampula, serão significativamente expandidas. Então, não apenas os sectores do comércio e da logística, mas também o sector industrial e outros sectores poderão crescer muito tirando proveito das oportunidades de desenvolvimento que surgirão graças à melhoria ferroviária.
Texto do artigo · p. 163 Por outro lado, nas áreas ao longo do corredor de transporte, a criação da cadeia de valor para o sector agrícola será relativamente fácil e possível de modo a contribuir para a modernização e intensificação da agricultura praticada pelos pequenos agricultores.
Texto do artigo · p. 163 Neste cenário, a conexão entre o Porto de Nacala e Tete será fortemente estabelecida através da linha férrea e da estrada principal, enquanto que a conexão entre o Porto de Nacala e Pemba/Palma será relativamente fraca.
Texto do artigo · p. 163 3) Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
Texto do artigo · p. 163 Neste cenário, a rede de corredores para uma ampla região é desenvolvida através da extensão dos subcorredores e linhas de acesso a partir dos principais corredores. Haverá um amplo desenvolvimento ao longo da extensa rede de corredores.
Texto do artigo · p. 163 Graças a esta extensa rede de corredores, vastas áreas não apenas no interior de Moçambique mas também em Malawi e na parte oriental da Zâmbia serão conectadas intensamente umas às outras de modo a formar uma economia regional ampla e integrada. Nesta economia regional extensa e integrada, os principais centros urbanos tais como a Área da Baía de Nacala e a Grande Nampula, ampliarão os seus papéis de fornecimento de serviços comerciais e da logística, assim como a produção industrial. Outros centros urbanos nos pontos nodais da rede de corredores também serão capazes de fazer crescer as suas funções urbanas e económicas.
Texto do artigo · p. 163 Com o estabelecimento da extensa rede de corredores a nível regional e do sistema hierárquico de centros urbanos a servirem uma ampla área da Região, será possível criar uma cadeia de valor para a agricultura e outros sectores económicos.
Texto do artigo · p. 163 Quando a economia regional torna-se diversificada, esta pode reduzir os possíveis riscos causados por choques externos aos sectores de mineração que incluem a flutuação de preços, diferentemente do Cenário A-1.
Texto do artigo · p. 163 Neste cenário, quando os sectores económicos diversificados crescem utilizando uma variedade de recursos e potenciais de desenvolvimento, não apenas as grandes empresas mas também as PMEs poderão participar do desenvolvimento económico na Região. Como resultado, a realização deste cenário contribuirá para o crescimento sustentável da economia nacional de Moçambique.
Texto do artigo · p. 163 Por outro lado, o desenvolvimento e a manutenção de uma extensa rede de corredores de transporte para uma ampla região são relativamente dispendiosos e portanto, é necessário desenvolver diversificados sectores económicos para gerar e manter a demanda por cargas para o corredor de transporte.
Texto do artigo · p. 163 13.2.3 Avaliação dos Cenários Alternativos de Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 163 Os três cenários alternativos de desenvolvimento (A-1, B-2 e B-3) foram comparados e avaliados, tomando em consideração os impactos/benefícios económicos e espaciais, os impactos sociais e os impactos ambientais como ilustra a Tabela 13.2.1.
Texto do artigo · p. 163 A médio e a longo prazo, o Cenário B-3 é o melhor dos três cenários do ponto de vista dos impactos económicos e sociais. A intensidade dos impactos ambientais no Cenário B-3 seria mais baixa do que a dos Cenários A-1 e B-2. Neste sentido, os impactos ambientais do Cenário B-3 são mais fáceis de controlar ou administrar do que no caso dos Cenários A-1 e B-2.
Texto do artigo · p. 163 Em termos mais amplos, o Cenário B-3 pode trazer os benefícios de desenvolvimento para uma área mais ampla, capacitando mais e vários grupos da população para participar do desenvolvimento regional por meio da utilização de vários potenciais disponíveis ao longo da vasta região.
Texto do artigo · p. 163 Não limitando os esforços de desenvolvimento para determinados sectores, e assim promovendo o desenvolvimento de diversificados sectores económicos, o Cenário B-3 será mais capaz de encontrar o desenvolvimento sustentável em relação aos casos dos outros cenários.
Texto do artigo · p. 163 No Cenário B-3, haveria maiores possibilidades de gerar mais demanda de cargas para sustentar a rede de corredores de transporte numa ampla área da Região do que nos outros cenários.
Texto do artigo · p. 164 Gás Natural Porto Carvão
Texto do artigo · p. 164 Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
Texto do artigo · p. 164 Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Porto Gás Natural Porto Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km
Texto do artigo · p. 164 Gás Natural Porto Carvão
Texto do artigo · p. 164 Gás Natural Porto Porto Porto Carvão
Texto do artigo · p. 164 Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económico Diversificado com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
Texto do artigo · p. 164 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 164 Figura 13.2.1 Cenários Alternativos de Desenvolvimento para a Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 164 9
Texto do artigo · p. 165 Característicasdosbenefícios/impactos Impactosambientais • EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave. • PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico. Impactossociais • EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves. • EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião. Benefícios/impactoseconómicoseespaciais • EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte. • PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte. Factoresparadiferenciaros cenários Padrões espaciais 1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala 2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala Principais indústrias A. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineração B. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados Nomedo cenário Forte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae Nacala Desenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala Código do cenário A-1 10 B-2
Característicasdosbenefícios/impactosImpactosambientais• EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave.• PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico.
Impactossociais• EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves.• EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião.
Benefícios/impactoseconómicoseespaciais• EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte.• PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte.
Factoresparadiferenciaros cenáriosPadrões espaciais1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala
Principais indústriasA. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineraçãoB. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados
Nomedo cenárioForte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae NacalaDesenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala
Código do cenárioA-110 B-2
Texto do artigo · p. 165 •EfeitoNegativo:Amineraçãodocarvãomudaráas
Texto do artigo · p. 165 característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea
Texto do artigo · p. 165 paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens,
Texto do artigo · p. 165 •EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento
Texto do artigo · p. 165 Impactosambientais
Texto do artigo · p. 165 qualidadedoaredaágua.
Texto do artigo · p. 165 agrande
Texto do artigo · p. 165 heirose
Texto do artigo · p. 165 paraos
Texto do artigo · p. 165 oblemas
Texto do artigo · p. 165 Tabela13.2.1AvaliaçãodosCenáriosAlternativosdeDesenvolvimento
Texto do artigo · p. 165 C
Texto do artigo · p. 165 ce
Texto do artigo · p. 165 selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o
Texto do artigo · p. 165 impactoambientaltambémserágeograficamente
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
  2. Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
  3. Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
  4. Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
  5. Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
  6. Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
  7. Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
  8. Texto do artigo, página 147: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
  9. Texto do artigo, página 147: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho
  10. Texto do artigo, página 147: Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho crescerá anualmente a uma taxa de 3%. Na agricultura, presume-se que a produtividade do trabalho irá aumentar anualmente por 4% até 2025, e posteriormente por 3% até 2035. O número de trabalhadores no sector de mineração é um dado preliminar.
  11. Texto do artigo, página 147: 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
  12. Texto do artigo, página 147: 8
  13. Texto do artigo, página 147: 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
  14. Texto do artigo, página 147: Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
  15. Texto do artigo, página 147: 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
  16. Texto do artigo, página 147: (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
  17. Texto do artigo, página 147: 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
  18. Texto do artigo, página 147: O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
  19. Texto do artigo, página 147:  Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014  Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-20352
  20. Texto do artigo, página 147: Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
  21. Texto do artigo, página 147: (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
  22. Texto do artigo, página 147: O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
  23. Texto do artigo, página 147: • Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014 • Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 20152035
  24. Texto do artigo, página 147: Tabela 11.3.1 Crescimento do PIB e Outros Indicadores segundo o PARP
  25. Texto do artigo, página 147: 2009 2010 2011 2012 2013 2014 PIB Real (a preços constantes de 2003) 172.054 183.207 196.826 212.058 228.552 246.112 Taxa de Crescimento Anual (%) 6,4% 6,5% 7,4% 7,7% 7,8% 7,7% PIB Real per Capita (Mil MT) 8,1 8,4 8,9 9,3 9,8 10,3 PIB Nominal (Milhão de MT) 269.346 323.226 375.170 426.719 485.662 552.264 Taxa de Crescimento Anual (%) 12,1% 20% 16,1% 13,7% 13,8% 13,7% PIB Nominal per Capita (Mil MT) 34,8 40,8 46,2 51,3 57,1 63,4 Taxa de Inflação (%, média anual) 3,3% 12,7% 8,0% 5,6% 5,6% 5,6% Taxa de Câmbio (média anual) 26,7 32,6 32,9 33,6 35,7 38,3
    200920102011201220132014
    PIB Real (a preços constantes de 2003)172.054183.207196.826212.058228.552246.112
    Taxa de Crescimento Anual (%)6,4%6,5%7,4%7,7%7,8%7,7%
    PIB Real per Capita (Mil MT)8,18,48,99,39,810,3
    PIB Nominal (Milhão de MT)269.346323.226375.170426.719485.662552.264
    Taxa de Crescimento Anual (%)12,1%20%16,1%13,7%13,8%13,7%
    PIB Nominal per Capita (Mil MT)34,840,846,251,357,163,4
    Taxa de Inflação (%, média anual)3,3%12,7%8,0%5,6%5,6%5,6%
    Taxa de Câmbio (média anual)26,732,632,933,635,738,3
  26. Texto do artigo, página 147: Fonte: PARP (Plano de Acção para a Redução da Pobreza) 2011-2014
  27. Texto do artigo, página 147: (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
  28. Texto do artigo, página 147: Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
  29. Texto do artigo, página 147: 2 A Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015-2035 foi aprovada pelo Governo de Moçambique em Junho de 2014.
  30. Texto do artigo, página 148: (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
  31. Texto do artigo, página 148: anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações, construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
  32. Texto do artigo, página 148: construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
  33. Texto do artigo, página 148: Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
  34. Texto do artigo, página 148: A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
  35. Texto do artigo, página 148: A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
  36. Texto do artigo, página 148: A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draft de Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draft final da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
  37. Texto do artigo, página 148: Como indicadores socioeconómicos e metas, a ENDE prevê uma média de crescimento anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações,
  38. Texto do artigo, página 148: A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draftde Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draftfinal da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
  39. Texto do artigo, página 148: Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035
  40. Texto do artigo, página 148: Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1
    ProdutoUnidade2011201720252035
    Com o Desenvolvimento do Gás Natural
    PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772275.304506.5261.149.171
    Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,88,28,8
    Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
    PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772274.855497.079984.241
    Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,87,57,1
  41. Texto do artigo, página 148: Fonte: ENDE (Estratégia Nacional de Desenvolvimento) , 2013, Draft, MPD
  42. Texto do artigo, página 148: 6.0 6.5 7.0 7.5 8.0 8.5 9.0 AnnualGrowthRate(%) GDP at the stage of April 2013 version of NDS GDP by the final version of NDS PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural TaxadeCrescimentoAnual(%)
  43. Texto do artigo, página 148: Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035 Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1
    ProdutoUnidade2011201720252035
    Com o Desenvolvimento do Gás Natural
    PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772275.304506.5261.149.171
    Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,88,28,8
    Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
    PIB (a preços de 2003)Milhão de MT177.772274.855497.079984.241
    Taxa de Crescimento Anual (%)7,37,87,57,1
  44. Texto do artigo, página 148: PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural
  45. Texto do artigo, página 148: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB no draft de Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo, a projecção do PIB no draft final da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural. (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
  46. Texto do artigo, página 148: Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
  47. Texto do artigo, página 148: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB nodraftde Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo,
  48. Texto do artigo, página 148: a projecção do PIB nodraftfinal da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural.
  49. Texto do artigo, página 148: (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
  50. Texto do artigo, página 148: Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
  51. Texto do artigo, página 148: 11
  52. Texto do artigo, página 149: (3) Projecções para as Províncias
  53. Texto do artigo, página 149: A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevê-se que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
  54. Texto do artigo, página 149: (3) Projecções para as Províncias A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de
  55. Texto do artigo, página 149: estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevêse que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
  56. Texto do artigo, página 149: crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos
  57. Texto do artigo, página 149: Tabela 11.3.3 Metas ou Projecções das Taxas de Crescimento do PIB Regional em Função dos Planos Provinciais
  58. Texto do artigo, página 149: Províncias Período Planeado Opções Conservador Moderado Optimista Niassa 2008-2017 8,0% 10,0% 12,0% Cabo Delgado 2010-2014 N.A. Nampula 2010-2015 8,5% 2015-2020 8,3% Zambézia 2011-2020 N.A. Tete (baseado em entrevistas) 2012-2021 2,0% - 9,0%
    ProvínciasPeríodo PlaneadoOpções
    ConservadorModeradoOptimista
    Niassa2008-20178,0%10,0%12,0%
    Cabo Delgado2010-2014N.A.
    Nampula2010-20158,5%
    2015-20208,3%
    Zambézia2011-2020N.A.
    Tete (baseado em entrevistas)2012-20212,0%-9,0%
  59. Texto do artigo, página 149: Fonte: Planos Quinquenais Provinciais / Planos Estratégicos
  60. Texto do artigo, página 149: (4) Outras Projecções
  61. Texto do artigo, página 149: (4) Outras Projecções
  62. Texto do artigo, página 149: no sector de mineração. Neste padrão de crescimento económico, os projectos/empreendimentos de grande porte são encorajados a criar ligações com as pequenas empresas e entidades individuais locais. Como resultado destes esforços, as taxas de crescimento económico seriam de baixo nível nas fases iniciais, mas seriam mais sustentáveis comparadas com as do primeiro padrão de crescimento (o descontrolado).
  63. Texto do artigo, página 149: O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
  64. Texto do artigo, página 149: O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI)3 projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
  65. Texto do artigo, página 149: 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala4
  66. Texto do artigo, página 149: O relatório do FMI também afirma que a aceleração da taxa de crescimento populacional em Moçambique não foi acompanhada pela diversificação económica ou pela criação proporcional de empregos. A base de produção e de exportação tem-se tornado cada vez mais concentrada – um reflexo da emergência de projectos de grande escala e fraquezas do ambiente de negócios que têm impedido a diversificação da economia, em contraste com os outros países da África Subsaariana.
  67. Texto do artigo, página 149: 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
  68. Texto do artigo, página 149: (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
  69. Texto do artigo, página 149: Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
  70. Texto do artigo, página 149: (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
  71. Texto do artigo, página 149: Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
  72. Texto do artigo, página 149: Por outro lado, o padrão de crescimento económico controlado vai promover o crescimento sustentável e o desenvolvimento equitativo da Região do Corredor de Nacala, que são caracterizados por: aumento de produção e produtividade do sector agrário; expansão de indústrias nos polos de crescimento; desenvolvimento de ZEEs, ZFIs e parques industriais; fortalecimento das ligações entre as indústrias, o sector de serviços e os projectos de mineração de grande escala; promoção do turismo; criação de oportunidades de emprego; e desenvolvimento de recursos humanos. O investimento proveniente dos projectos de grande escala será distribuído por toda a economia da Região do Corredor de Nacala.
  73. Texto do artigo, página 149: Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o
  74. Texto do artigo, página 149: Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o crescimento a nível desta Região ocorra de forma rápida na sua fase inicial. Este é o caso do padrão de crescimento económico descontrolado.
  75. Texto do artigo, página 149: 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia.
  76. Texto do artigo, página 149: (2) Metodologia
  77. Texto do artigo, página 149: Os indicadores dos dois padrões de crescimento económico são apresentados na Tabela 11.3.4. Cada padrão de crescimento é composto dos Casos ‘A’ e ‘B’. O Caso A não inclui projectos de grande escala, e já o Caso B inclui os mesmos.
  78. Texto do artigo, página 149: 12
  79. Texto do artigo, página 149: Importa notar que os indicadores destes padrões de crescimento são apresentados como prováveis índices importantes e não projecções necessariamente, porque a contribuição dos projectos de grande escala para o PIB Regional da Região do Corredor de Nacala, no futuro, não está prevista no momento.
  80. Texto do artigo, página 149: O segundo padrão de crescimento pode conduzir ao caminho rumo a uma economia sustentável. Trata-se de um padrão referido como “padrão de crescimento económico controlado”, o qual é caracterizado por ser gerido em termos económicos, ambientais e institucionais. Este padrão de crescimento pode ser alcancado através da gestão e mitigação de impactos ambientais e sociais causados pelo desenvolvimento rápido e em massa, especialmente
  81. Texto do artigo, página 149: Os indicadores são principalmente baseados nas taxas de crescimento do PIB no PARP e na ENDE, nas taxas de crescimento do PIB Regional nos planos
  82. Texto do artigo, página 149: 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia. 5 Idem, p.16 6 Os projectos de grande escala incluem a extracção do carvão e o desenvolvimento de centrais hidroeléctricas em Tete, além do desenvolvimento do gás natural e a construção de
  83. Texto do artigo, página 149: instalações de derivados em Cabo Delgado.
  84. Texto do artigo, página 150: provinciais, na informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos
  85. Texto do artigo, página 150: informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos dos projectos de grande escala sobre o PIB7, e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
  86. Texto do artigo, página 150: dos projectos de grande escala sobre o PIB , e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
  87. Texto do artigo, página 150: Tabela 11.3.4 Taxas Alternativas de Crescimento do PIB Regional: Padrões de Crescimento Económico até 2035
  88. Texto do artigo, página 150: Unidade: % por ano
  89. Texto do artigo, página 150: 2012-2015 2016-2020 2021-2025 2026-2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 7,5 8,0 8,5 6,0 (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 7,5 9,0 10,5 6,5 (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 7,5 7,5 7,5 7,5 (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 7,5 8,5 9,5 9,5
    2012-20152016-20202021-20252026-2035
    (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)7,58,08,56,0
    (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)7,59,010,56,5
    (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)7,57,57,57,5
    (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)7,58,59,59,5
  90. Texto do artigo, página 150: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: A taxa de crescimento anual entre 2012 e 2017 é de 7,7% em (1), 8,1 % em (2), 7,5% em (3) e 7,9% em (4).
  91. Texto do artigo, página 150: (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
  92. Texto do artigo, página 150: Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
  93. Texto do artigo, página 150: (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
  94. Texto do artigo, página 150: (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
  95. Texto do artigo, página 150: Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
  96. Texto do artigo, página 150: Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodosalvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços, incluindo o apoio às PMEs8.
  97. Texto do artigo, página 150: Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
  98. Texto do artigo, página 150: Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
  99. Texto do artigo, página 150: (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
  100. Texto do artigo, página 150: Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodos-alvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços,
  101. Texto do artigo, página 150: 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos.
  102. Texto do artigo, página 150: 14
  103. Texto do artigo, página 150: 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos. 8 O Sumário Executivo do “The Future of Natural Gas in Mozambique: Towards a Gas Master Plan”, Agosto de 2012, do ICF International, ressalta que a contribuição do desenvolvimento do gás natural à economia regional através de várias actividades e apoio é o elemento-chave para a selecção do padrão de crescimento no Plano Director.
  104. Texto do artigo, página 151: Tabela 11.3.5 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala por Padrão de Crescimento Económico até 2035
  105. Texto do artigo, página 151: Unidade: Milhão de MT (a preços constantes de 2003)
  106. Texto do artigo, página 151: Padrão de Crescimento 2011 2017 2025 2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 64.254 (119.414) 100.000 (186.000) 190.000 (352.000) 340.000 (631.000) (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 64.254 (119.414) 102.000 (189.000) 218.000 (404.000) 408.000 (759.000) (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 64.254 (119.414) 99.000 (184.000) 177.000 (329.000) 365.000 (677.000) (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 64.254 (119.414) 101.000 (188.000) 203.000 (377.000) 503.000 (936.000)
    Padrão de Crescimento2011201720252035
    (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)64.254 (119.414)100.000 (186.000)190.000 (352.000)340.000 (631.000)
    (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)64.254 (119.414)102.000 (189.000)218.000 (404.000)408.000 (759.000)
    (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)64.254 (119.414)99.000 (184.000)177.000 (329.000)365.000 (677.000)
    (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)64.254 (119.414)101.000 (188.000)203.000 (377.000)503.000 (936.000)
  107. Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: Os números entre parênteses são baseados em preços constantes de 2011. Nota*: Os valores na tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor de Nacala.
  108. Texto do artigo, página 151: 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003) 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034 2035
  109. Texto do artigo, página 151: PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003)
  110. Texto do artigo, página 151: 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 GRDPUnit:MTmillion(2003prices) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas PIBRegional Unidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003) Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural
  111. Texto do artigo, página 151: 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 G R D P U n it: M T m i lio n (2 0 3 p rices) Year (1) Unmanaged Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (2) Unmanaged Economic Growth Scenario with Coal and Natural Gas (Case B) (3) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (4) Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas (Case B) 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 Padrão de crescimento económico descontrolado sem carvão e gás natural (Caso A1) Padrão de crescimento económico descontrolado com carvão e gás natural (Caso Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural (Caso A2) Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural (Caso B2) PIBRegional Unidade:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
  112. Texto do artigo, página 151: PIBRegionalUnidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003)GRDPUnit:MTmillion(2003prices)
  113. Texto do artigo, página 151: de:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
  114. Texto do artigo, página 151: A1) B1) ) )
  115. Texto do artigo, página 151: 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033
  116. Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  117. Texto do artigo, página 151: Figura 11.3.2 Dois Padrões de Crescimento do PIB Regional
  118. Texto do artigo, página 151: Figura 11.3.3 Padrão de Crescimento Controlado com e sem o Desenvolvimento do Carvão e Gás Natural
  119. Texto do artigo, página 151: O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
  120. Texto do artigo, página 151: O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
  121. Texto do artigo, página 151: Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753 dólares americanos em 2035.
  122. Texto do artigo, página 151: Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753
  123. Texto do artigo, página 151: Tabela 11.3.6 Quadros Económicos Seleccionados para a Região do Corredor de Nacala*
  124. Texto do artigo, página 151: 2011 2017 2025 2035 PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003) 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0%
    2011201720252035
    PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003)64.254101.000203.000503.000
    Taxa de Crescimento Anual (%)-7,8%9,1%9,5%
    PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003)4.5976.0809.90019.449
    Taxa de Crescimento Anual (%)-4,8%6,3%7,0%
  125. Texto do artigo, página 151: 16
  126. Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
  127. Texto do artigo, página 151: de Nacala.
  128. Texto do artigo, página 151: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
  129. Texto do artigo, página 151: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
  130. Texto do artigo, página 151: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
  131. Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
  132. Texto do artigo, página 152: 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0%
  133. Texto do artigo, página 152: de Nacala.
  134. Parágrafo, página 152: 1426 — (1150) I SÉRIE — NÚMERO 156
  135. Texto do artigo, página 152: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
  136. Texto do artigo, página 152: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
  137. Texto do artigo, página 152: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
  138. Texto do artigo, página 152: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/ informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
  139. Texto do artigo, página 152: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
  140. Texto do artigo, página 152: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
  141. Texto do artigo, página 152: Tabela 11.3.7 Mudanças na Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala
  142. Texto do artigo, página 152: Unidade: %
  143. Texto do artigo, página 152: PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003) Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011 64.254 40,3 0,2 19 40,2 2025 181.700 33 13 19 35 2035 450.300 24 28 20 29
    PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003)AgriculturaMineração/Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiços
    201164.25440,30,21940,2
    2025181.70033131935
    2035450.30024282029
  144. Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
  145. Texto do artigo, página 152: Tabela 11.3.8 Taxas de Crescimento por Sector Económico na Região do Corredor de Nacala
  146. Texto do artigo, página 152: Unidade: %
  147. Texto do artigo, página 152: Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011-2025 7,0 49,3 8,5 7,4 2025-2035 6,0 18,3 9,7 7,4
    AgriculturaMineração/Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiços
    2011-20257,049,38,57,4
    2025-20356,018,39,77,4
  148. Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  149. Texto do artigo, página 152: As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8% e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente.
  150. Texto do artigo, página 152: As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8%
  151. Texto do artigo, página 152: das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
  152. Texto do artigo, página 152: Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura, indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
  153. Texto do artigo, página 152: e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente. Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura,
  154. Texto do artigo, página 152: indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
  155. Texto do artigo, página 152: 11-17
  156. Texto do artigo, página 152: 11.3.4 PIB Regional Provincial na Região do Corredor de Nacala: 2017, 2025 e 2035
  157. Texto do artigo, página 152: As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
  158. Texto do artigo, página 152: Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação
  159. Texto do artigo, página 153: Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
  160. Texto do artigo, página 153: As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
  161. Texto do artigo, página 153: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1151)
  162. Texto do artigo, página 153: Tabela 11.3.9 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2011
  163. Texto do artigo, página 153: Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869 Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2 Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937 Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807 Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615 Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove
    Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia*Agricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
    (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9(Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615
    Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove
  164. Texto do artigo, página 153: a
  165. Texto do artigo, página 153: Tabela 11.3.10 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2017, 2025 e 2035
  166. Texto do artigo, página 153: Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes de 2003)
    Agricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
    (Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Parcela (%)(Milhão de MT, preços constantes de 2003)
  167. Texto do artigo, página 153: (1) PIB Regional Provincial Projectado para 2017 por Sector Económico
  168. Texto do artigo, página 153: a
  169. Texto do artigo, página 153: Niassa 3.900 48,7 0 0,0 600 7,5 3.500 43,8 8.000
  170. Texto do artigo, página 153: Cabo Delgado 6.200 49,2 200 1,6 1.700 13,5 4.500 35,7 12.600 Nampula 15.900 39,1 10 0,0 7.300 17,9 17.500 43,0 40.700 Zambézia* 5.800 50,0 0 0,0 1.500 12,9 4.300 37,1 11.600 Tete 3.000 17,2 1.800 10,3 6.900 39,7 5.700 32,8 17.400 Região do Corredor de Nacala
  171. Texto do artigo, página 153: 11-18
  172. Texto do artigo, página 153: 34.800 39 2.000 2,2 18.000 19,9 35.500 39,3 90.300
  173. Texto do artigo, página 153: Outras Zonas 39.100 21,1 24.300 13,1 34.400 18,6 87.200 47,2 185.000 Moçambique 73.900 26,8 26.300 9,6 52.400 19,0 122.700 44,6 275.300
  174. Texto do artigo, página 153: (2) PIB Regional Provincial Projectado para 2025 por Sector Económico
  175. Texto do artigo, página 153: Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Tete Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200 Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000 Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400 Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400 Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000 Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional 60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal 23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala 34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos 63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços 181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes
    Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* TeteAgricultura, Pesca e Plantação FlorestalMineração/ Projectos de Grande EscalaIndústria, Construção e Serviços PúblicosServiçosPIB Regional a Custo de Factores
    (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1(Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2(Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000
    Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores
    (Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, a preços constantesParcela (%)(Milhão de MT, preços constantes
  176. Texto do artigo, página 153: a
  177. Texto do artigo, página 153: a de 2003)
  178. Texto do artigo, página 153: de 2003) de 2003) de 2003) de 2003)
  179. Texto do artigo, página 153: Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
  180. Texto do artigo, página 153: 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
  181. Texto do artigo, página 153: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
  182. Texto do artigo, página 153: nove
  183. Texto do artigo, página 153: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
  184. Texto do artigo, página 154: Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
  185. Texto do artigo, página 154: 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
  186. Título de secção, página 154: 1426 — (1152) I SÉRIE — NÚMERO 156
  187. Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
  188. Texto do artigo, página 154: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
  189. Texto do artigo, página 154: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
  190. Texto do artigo, página 154: Tabela 11.3.11 PIB Regional e PIB Regional por Sector, Anos 2007, 2011, 2017, 2025 e 2035
  191. Texto do artigo, página 154: Unidade: Milhão de MT, a preços de 2003
  192. Texto do artigo, página 154: 2007 2011 2017 2025 2035 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala 44.876 57.628 90.300 181.700 450.300 Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA 17.287 23.242 34.800 60.200 107.900 Sector de Mineração 47 85 2.000 23.300 124.600 Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos 9.076 11.109 18.000 34.900 88.200 Sector de Serviços 18.466 23.192 35.500 63.300 129.600
    20072011201720252035
    PIB Regional da Região do Corredor de Nacala44.87657.62890.300181.700450.300
    Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA17.28723.24234.80060.200107.900
    Sector de Mineração47852.00023.300124.600
    Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos9.07611.10918.00034.90088.200
    Sector de Serviços18.46623.19235.50063.300129.600
  193. Texto do artigo, página 154: F
  194. Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  195. Texto do artigo, página 154: 11-19
  196. Texto do artigo, página 154: Tabela 11.3.12 PIB Regional por Província, Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
  197. Texto do artigo, página 154: PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 5.272 8.000 14.200 27.800 7,3 7,2 Taxa de crescimento anual (%) - 7,2% 7,4% 6,9% Província de Cabo Delgado 8.152 12.600 31.300 143.600 10,1 12,7 Taxa de crescimento anual (%) - 7,5% 12,0% 16,5% Província de Nampula 26.551 40.700 72.700 148.500 7,5 7,4 Taxa de crescimento anual (%) - 7,4% 7,5% 7,4% Província da Zambézia* 7.615 11.600 20.500 41.000 7,3 7,3 Taxa de crescimento anual (%) - 7,3% 7,4% 7,2% Província de Tete 10.038 17.400 43.000 89.400 11,0 9,5 Taxa de crescimento anual (%) - 9,6% 12,0% 7,6% Região do Corredor de Nacala 57.629 90.300 181.700 450.300 8,5 8,9 Taxa de crescimento anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%) 119.851 - 185.004 7,5% 324.800 7,3% 698.900 8,0% 7,4 7,6 Moçambique 177.479 275.300 506.500 1.149.200 7,8 8,1 Taxa de crescimento anual (%) - 7,6% 7,9% 8,5%
    PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
    20112017202520352011-20252011-2035
    Província de Niassa5.2728.00014.20027.8007,37,2
    Taxa de crescimento anual (%)-7,2%7,4%6,9%
    Província de Cabo Delgado8.15212.60031.300143.60010,112,7
    Taxa de crescimento anual (%)-7,5%12,0%16,5%
    Província de Nampula26.55140.70072.700148.5007,57,4
    Taxa de crescimento anual (%)-7,4%7,5%7,4%
    Província da Zambézia*7.61511.60020.50041.0007,37,3
    Taxa de crescimento anual (%)-7,3%7,4%7,2%
    Província de Tete10.03817.40043.00089.40011,09,5
    Taxa de crescimento anual (%)-9,6%12,0%7,6%
    Região do Corredor de Nacala57.62990.300181.700450.3008,58,9
    Taxa de crescimento anual (%)-7,8%9,1%9,5%
    Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%)119.851 -185.004 7,5%324.800 7,3%698.900 8,0%7,47,6
    Moçambique177.479275.300506.5001.149.2007,88,1
    Taxa de crescimento anual (%)-7,6%7,9%8,5%
  198. Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  199. Texto do artigo, página 154: PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 3,78 4,75 6,82 10,97 4,3 4,5 Taxa de crescimento anual (%) - 3,8% 4,6% 4,9% Província de Cabo Delgado 4,57 6,16 12,81 47,33 7,6 10,2 Taxa de crescimento anual (%) - 5,1% 9,6% 14,0% Província de Nampula 5,76 7,43 10,84 18,00 4,6 4,9 Taxa de crescimento anual (%) - 4,3% 4,8% 5,2% Província da Zambézia* 3,73 4,78 6,96 11,51 4,6 4,8 Taxa de crescimento anual (%) - 4,2% 4,8% 5,2% Província de Tete 4,73 6,51 12,19 18,83 7,0 5,9 Taxa de crescimento anual (%) - 5,5% 8,2% 4,4% Região do Corredor de Nacala 4,91 6,34 10,29 20,35 5,5 6,2 Taxa de crescimento anual (%) - 4,6% 6,3% 7,1% Outras Zonas 10,80 14,39 20,88 35,69 4,8 5,1 Taxa de crescimento anual (%) - 4,9% 4,8% 5,5% Moçambique 7,70 10,21 15,25 27,66 5,0 5,5 Taxa de crescimento anual (%) - 4,7% 5,2% 6,1% Fonte: Equipa de Estudo da JICA Tabela 11.3.14 Percentagem do PIB Regional per Capita em Relação à Média Nacional,
    PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
    20112017202520352011-20252011-2035
    Província de Niassa3,784,756,8210,974,34,5
    Taxa de crescimento anual (%)-3,8%4,6%4,9%
    Província de Cabo Delgado4,576,1612,8147,337,610,2
    Taxa de crescimento anual (%)-5,1%9,6%14,0%
    Província de Nampula5,767,4310,8418,004,64,9
    Taxa de crescimento anual (%)-4,3%4,8%5,2%
    Província da Zambézia*3,734,786,9611,514,64,8
    Taxa de crescimento anual (%)-4,2%4,8%5,2%
    Província de Tete4,736,5112,1918,837,05,9
    Taxa de crescimento anual (%)-5,5%8,2%4,4%
    Região do Corredor de Nacala4,916,3410,2920,355,56,2
    Taxa de crescimento anual (%)-4,6%6,3%7,1%
    Outras Zonas10,8014,3920,8835,694,85,1
    Taxa de crescimento anual (%)-4,9%4,8%5,5%
    Moçambique7,7010,2115,2527,665,05,5
    Taxa de crescimento anual (%)-4,7%5,2%6,1%
  200. Texto do artigo, página 154: Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
  201. Texto do artigo, página 154: Unidade: %
  202. Texto do artigo, página 154: 2011 2017 2025 2035
    2011201720252035
  203. Texto do artigo, página 154: Província de Niassa 0,49 0,47 0,45 0,40 Província de Cabo Delgado 0,59 0,61 0,84 1,71 Província de Nampula 0,75 0,73 0,71 0,65 Província da Zambézia 0,48 0,47 0,46 0,42 Província de Tete 0,61 0,64 0,80 0,68 Região do Corredor de Nacala 0,63 0,62 0,67 0,74 Outras Zonas 1,40 1,422 1,37 1,29 Moçambique 1,00 1,00 1,00 1,00
    Província de Niassa0,490,470,450,40
    Província de Cabo Delgado0,590,610,841,71
    Província de Nampula0,750,730,710,65
    Província da Zambézia0,480,470,460,42
    Província de Tete0,610,640,800,68
    Região do Corredor de Nacala0,630,620,670,74
    Outras Zonas1,401,4221,371,29
    Moçambique1,001,001,001,00
  204. Texto do artigo, página 154: 11-20
  205. Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  206. Número ou marcador, página 155: Capítulo 12 Quadro Espacial
  207. Texto do artigo, página 155: 12.1 Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala A estrutura espacial da Região do Corredor de Nacala é
  208. Texto do artigo, página 155: representada pelos seguintes conceitos:
  209. Texto do artigo, página 155: 1) Rede de corredores de transporte; 2) Sistema hierárquico dos centros urbanos.
  210. Texto do artigo, página 155: 12.2 Rede de Corredores de Transporte para a Região do Corredor de Nacala
  211. Texto do artigo, página 155: O PEDEC-Nacala propõe a estrutura espacial do Corredor de Nacala para 2035 como se mostra na Figura 12.2.1. As setas azuis indicam as rotas do corredor propostos, enquanto as setas castanhas são as rotas de transporte existentes. A rede de corredores de transporte consiste nos principais corredores, subcorredores e linhas de acesso. Os principais corredores formam a espinha dorsal da Região, apoiada pelas linhas férreas e pelas estradas principais. Os principais corredores passam pelos centros urbanos primários e secundários. Os subcorredores ligam os principais corredores aos centros urbanos terciários. As linhas de acesso conectam os principais corredores e subcorredores às amplas áreas bem como aos centros urbanos quaternários e outros centros urbanos de menor porte.
  212. Texto do artigo, página 155: A estrutura do Corredor está projectada de tal maneira que o Porto de Nacala será ligado a Lilongwe em Malawi e a Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia por uma extensão aproximada de 2.000km, assumindo a condição de um corredor internacional e que o efeito desse acesso melhorado espalhar-se-á para tantas áreas quanto possível na parte Moçambicana, melhorando a mobilidade das pessoas e promovendo o desenvolvimento ao longo das rotas.
  213. Texto do artigo, página 155: (1) Principais Corredores
  214. Texto do artigo, página 155: • [M-1] Nacala-Nampula-Cuamba-Lilongwe (Malawi)Lusaka (Zâmbia) • [M-2] Cuamba-Tete • [M-3] Cuamba-Lichinga
  215. Texto do artigo, página 155: O corredor principal mostrado pelas setas azuis grossas começa em Nacala no extremo oriental, ruma para o oeste e passando por Nampula, vai até Cuamba na Província de Niassa, numa extensão aproximada de 530km. Em Cuamba, o corredor principal divide-se em três direcções; na direcção noroeste para Lichinga; na direcção ocidental para Lilongwe em Malawi e mais adiante para Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia; e na direcção sudoeste para Moatize na Província de Tete passando pelo território Malawiano.
  216. Texto do artigo, página 155: Estes principais corredores serão servidos tanto pelas linhas férreas como pelas estradas principais. A referida parte principal do Corredor de Nacala assegurará um transporte de cargas mais rápido com custo mais baixo, especialmente para o transporte de cargas pesadas de longa distância, acelerando assim as exportações e as importações para Malawi, Zâmbia e Moçambique. O Principal Corredor Cuamba-Lilongwe-Lusaka [M-1] garantirá importações de bens a preços mais baixos bem como o aumento da possibilidade de exportar os bens produzidos em Malawi e na Zâmbia através do Porto de Nacala. O Principal Corredor Cuamba-Lichinga [M-3] mudará drasticamente a situação da Província de Niassa, de uma província sem perspectivas com ligações fracas a outras zonas para uma província exportadora de abundantes produtos agrícolas e madeireiros para outras zonas e para o estrangeiro através do novo corredor. A Província de Niassa poder-se-á tornar numa nova porta de entrada internacional para Malawi e para a parte sul da Tanzania por meio do transporte
  217. Texto do artigo, página 155: aquático no Lago Niassa. O Principal Corredor Cuamba-Tete [M-2] proporcionará uma nova saída para a Província de Tete, que tem sido um importante nó para a rede de transporte ligando Malawi, a parte sul da Zâmbia, Zimbabwe e a Beira.
  218. Texto do artigo, página 155: (2) Subcorredores
  219. Texto do artigo, página 155: • [S-1] Lichinga-Pemba; • [S-2] Nacala-Pemba-Palma; • [S-3] Chipoka-Metangula-Baía de Mbamba Porto de Itsungi.
  220. Texto do artigo, página 155: As grandes linhas azuis tracejadas mostram os três subcorredores. Um corre de leste a oeste, a partir de Pemba na Província de Cabo Delgado até Lichinga na Província de Niassa por uma extensão aproximada de 700km, enquanto que o outro corre de sul a norte, a partir de Nacala até Palma na Província de Cabo Delgado passando por Pemba por uma extensão aproximada de 660km. Já que ambos os subcorredores são servidos por estradas, existe a possibilidade de se criar um gasoduto que ligará Palma e Nacala. O Subcorredor Lichinga-Pemba vai acomodar o trânsito da estrada entre Pemba e a Província de Niassa e fornecer uma rota alternativa para o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba-Lichinga em caso de impedimentos, como em situações de emergência e congestionamento do tráfego. O Subcorredor Nacala-Pemba-Palma serve para distribuir bens para Palma que opera os projectos de exploração do gás natural e também para os destinos turísticos localizados ao longo das áreas costeiras e nas ilhas das Províncias de Cabo Delgado e de Nampula. O terceiro subcorredor é o corredor de transporte aquático que liga Chipoka em Malawi, Metangula em Moçambique e a Baía de Mbamba e o Porto de Itungi em Tanzania.
  221. Texto do artigo, página 155: (3) Linhas de Acesso
  222. Texto do artigo, página 155: O PEDEC-Nacala propõe as seguintes sete linhas de acesso mostradas em pequenas setas azuis tracejadas na Figura 12.2.1. Estas linhas exercerão um papel crucial na expansão espacial dos impactos do desenvolvimento do Corredor para cada canto das zonas rurais.
  223. Texto do artigo, página 155: • [F-1] Nacaroa-Nacala: assegurar um acesso mais fácil para o/do Porto de Nacala pelo lado norte. • [F-2] Nampula-Angoche: apoiar o desenvolvimento da parte sul da Província de Nampula através da promoção da pesca e agricultura. • [F-3] Cuamba-Marrupa: apoiar o desenvolvimento da agricultura ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor Lichinga-Pemba e o Principal Corredor Nacala-Nampula-Cuamba. • [F-4] Cuamba-Gurué-Alto Molócuè: estimular a produção agrícola ao longo da rota que passa pela parte norte da Província da Zambézia. • [F-5] Lichinga-Metangula: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e criar uma nova porta de entrada internacional para Malawi e Tanzania através do transporte aquático. • [F-6] Nampula-Montepuez: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor LichingaPemba e o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba. • [F-7] Tete-Fingoe-Zumbu: promover a produção agrícola pelas terras férteis ao longo da rota e abrir uma nova saída para a parte sul da Zâmbia.
  224. Parágrafo, página 156: 1426 — (1154) I SÉRIE — NÚMERO 156
  225. Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
  226. Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
  227. Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
  228. Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
  229. Texto do artigo, página 156: Secundrioá
  230. Texto do artigo, página 156: Quaternrioá
  231. Texto do artigo, página 156: Primário
  232. Texto do artigo, página 156: Tercirioá
  233. Texto do artigo, página 156: RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
  234. Texto do artigo, página 156: [QuadroRegionalEspacialaLongoPrazo]
  235. Texto do artigo, página 156: Figura12.2.1EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2035(FuturoaLongoPrazo)
  236. Texto do artigo, página 156: Fonte:EquipadeEstudodaJICA
  237. Texto do artigo, página 156: 4
  238. Texto do artigo, página 157: RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
  239. Texto do artigo, página 157: Região do Corredor de Nacala no Futuro Quadro Regional Espacial a Curto Prazo Tanzania Congo Zambia Zimbabwe Malawi Mozambique Cabo Delgado Nampula Niassa Zambézia Tete Manica Sofala Nacala Nampula Lichinga Cuamba Quelimane Beira Corredor Principal Corredor Secundário Linhas de Alimentação Condutas Existentes Centro Urbano Centro Urbano Secundário Centro Urbano Terciário Centro Urbano Quaternário Porto de Entrada (Gateway): Porto de Entrada: Terrestre Figura 12.2.2 Estrutura Espacial para a Região do Corredor de Nacala em 2017 (Futuro a Curto Prazo) Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  240. Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
  241. Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
  242. Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
  243. Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
  244. Texto do artigo, página 157: Secundrioá
  245. Texto do artigo, página 157: Primário
  246. Texto do artigo, página 157: Tercirioá
  247. Texto do artigo, página 157: [QuadroRegionalEspacialaCurtoPrazo]
  248. Texto do artigo, página 157: Quaternrioá
  249. Texto do artigo, página 157: Figura12.2.2EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2017(FuturoaCurtoPrazo)
  250. Texto do artigo, página 157: Fonte:EquipadeEstudodaJICA
  251. Texto do artigo, página 157: 5
  252. Texto do artigo, página 158: 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos
  253. Texto do artigo, página 158: 12.3.1 Centros Urbanos
  254. Parágrafo, página 158: 1426 — (1156) I SÉRIE — NÚMERO 156
  255. Texto do artigo, página 158: As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
  256. Texto do artigo, página 158: 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos 12.3.1 Centros Urbanos
  257. Texto do artigo, página 158: pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
  258. Texto do artigo, página 158: Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
  259. Texto do artigo, página 158: As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
  260. Texto do artigo, página 158: Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
  261. Texto do artigo, página 158: Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração
  262. Texto do artigo, página 158: Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
  263. Texto do artigo, página 158: Tabela 12.3.1 Classificação dos Centros Urbanos no Presente e para os Anos de 2025 a 2035
  264. Texto do artigo, página 158: Nível Presente 2025-2035 Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional) Nenhum Área da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha) Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional) Nampula, Nacala Grande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial) Pemba, Lichinga, Tete Pemba, Lichinga Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial) Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, Mocuba Angoche, Gurué, Mocuba, Palma Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital) Outros Centros Municipais/ Distritais Outros Centros Municipais/ Distritais
    NívelPresente2025-2035
    Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional)NenhumÁrea da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha)
    Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional)Nampula, NacalaGrande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize
    Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial)Pemba, Lichinga, TetePemba, Lichinga
    Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial)Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, MocubaAngoche, Gurué, Mocuba, Palma
    Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital)Outros Centros Municipais/ DistritaisOutros Centros Municipais/ Distritais
  265. Texto do artigo, página 158: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  266. Texto do artigo, página 158: 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos
  267. Texto do artigo, página 158: 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos Tendo em consideração as Estratégias Globais de
  268. Texto do artigo, página 158: Tendo em consideração as Estratégias Globais de Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
  269. Texto do artigo, página 158: 6) Cidade de Pemba - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com a
  270. Texto do artigo, página 158: Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
  271. Texto do artigo, página 158: Base de Apoio à Exploração do Gás Natural, bem como a Base Turística
  272. Texto do artigo, página 158: 1) Área da Baía de Nacala: Centro Urbano Primário (Internacional)
  273. Texto do artigo, página 158: 1) Área da Baía de Nacala - Centro Urbano Primário (Internacional):
  274. Texto do artigo, página 158: Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
  275. Texto do artigo, página 158: 7) Angoche - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 8) Gurué - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 9) Mocuba - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços com a Base
  276. Texto do artigo, página 158: Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
  277. Texto do artigo, página 158: 2) Grande Nampula - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Polo de Crescimento Regional para a Região Norte 3) Cidade de Cuamba - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Centro Logístico e Industrial Regional do Interior 4) Cidade de Tete com Moatize - Centro Urbano Secundário
  278. Texto do artigo, página 158: 6
  279. Texto do artigo, página 158: de Produção Industrial:
  280. Texto do artigo, página 158: 10) Palma - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços para a Exploração
  281. Texto do artigo, página 158: (Nacional e Regional):
  282. Texto do artigo, página 158: do Gás Natural, com a Base Industrial Química
  283. Texto do artigo, página 158: Centro Administrativo Regional e de Negócios do Interior com a Base de Apoio à Mineração do Carvão
  284. Texto do artigo, página 158: A Figura 12.3.1 apresenta o padrão hierárquico dos centros urbanos na Região do Corredor de Nacala. A Tabela 12.3.2 e a Figura 12.3.2 mostram as populações urbanas futuras dos principais centros urbanos.
  285. Texto do artigo, página 158: 5) Cidade de Lichinga - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com o
  286. Texto do artigo, página 158: Centro Académico e Científico e a Base de Processamento da Madeira
  287. Texto do artigo, página 159: Tanzania Zambia Malawi Zimbabwe CABO DELGADO NIASSA NAMPULA ZAMBEZIA TETE Lichinga Cuamba Tete-Moatize Mocuba Quelimane Beira Pemba Palma Angoche Nacala Bay Area Greater Nampula Legenda Centro Urbano Limite Rio Lago & Reservatório Transportes N
  288. Texto do artigo, página 159: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  289. Texto do artigo, página 159: Legenda
  290. Texto do artigo, página 159: Região do Corredor de Nacala
  291. Texto do artigo, página 159: Rio Lago e Reservatório
  292. Texto do artigo, página 159: Figura 12.3.1 Padrão Hierárquico dos Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala, Anos 2025 a 2035
  293. Texto do artigo, página 159: Tabela 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
  294. Texto do artigo, página 159: 2011 (habitantes) 2035 (habitantes) Área da Baía de Nacala 285.000 927.000 Grande Nampula 583.000 1.329.000 Cidade de Cuamba 99.000 267.000 Tete com Moatize 232.000 567.000 Cidade de Lichinga 182.000 467.000 Cidade de Pemba 168.000 470.000
    2011 (habitantes)2035 (habitantes)
    Área da Baía de Nacala285.000927.000
    Grande Nampula583.0001.329.000
    Cidade de Cuamba99.000267.000
    Tete com Moatize232.000567.000
    Cidade de Lichinga182.000467.000
    Cidade de Pemba168.000470.000
  295. Texto do artigo, página 159: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  296. Texto do artigo, página 159: 8
  297. Texto do artigo, página 160: População Urbana (10^3 habitantes) Ano 2011 Ano 2035 Zambia Malawi Tanzania CABO DELGADO NIASSA Lichinga 467 182 [B-3] Cuamba 99 267 [M-2] [M-3] Nampula 1,329 583 [M-1] Nacala 927 285 Pemba 470 168 Quelimane Tete& Moatize 567 232 Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
  298. Texto do artigo, página 160: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  299. Texto do artigo, página 160: Figura 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
  300. Texto do artigo, página 160: Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
  301. Número ou marcador, página 160: Capítulo 13 Estratégias Globais de Desenvolvimento 13.1 Introdução
  302. Texto do artigo, página 160: Neste capítulo, em primeiro lugar, foram considerados e analisados os cenários de desenvolvimento. Um cenário de desenvolvimento foi seleccionado após a avaliação a partir de quatro perspectivas (económica, espacial, social e ambiental). Com base no cenário de desenvolvimento seleccionado, foram formuladas estratégias globais de desenvolvimento de modo a se alcançarem as metas de desenvolvimento bem como a visão para o futuro da Região do Corredor de Nacala. Além disso, considerando-se como iniciar o desenvolvimento regional, serão identificadas estratégias essenciais de desenvolvimento (a curto e médio prazo) em relação às estratégias globais de desenvolvimento.
  303. Texto do artigo, página 160: 13.2 Cenários de Desenvolvimento
  304. Texto do artigo, página 160: Um “Cenário de Desenvolvimento” é um conjunto de descrição narrativa (mas não uma explicação completa) das maneiras de desenvolvimento incluindo a ênfase nos sectores económicos, nos padrões espaciais de desenvolvimento e na sequência de desenvolvimento. É útil desenhar as imagens globais de diferentes padrões de desenvolvimento regional.
  305. Texto do artigo, página 160: Neste capítulo, são preparados cenários alternativos de desenvolvimento e as suas características são analisadas e avaliadas dos pontos de vista fornecidos pela visão, pelas metas de desenvolvimento e pelas questões globais.
  306. Texto do artigo, página 160: 13.2.1 Cenário de Desenvolvimento Seleccionado Com base na avaliação dos cenários alternativos de
  307. Texto do artigo, página 160: desenvolvimento, foi seleccionado, para o futuro a longo prazo
  308. Texto do artigo, página 160: da Região do Corredor de Nacala, o cenário de desenvolvimento “B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional”, que será apresentado a seguir:
  309. Texto do artigo, página 160: (1) Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados A Região do Corredor de Nacala promoverá não apenas o
  310. Texto do artigo, página 160: desenvolvimento de recursos minerais (carvão, gás natural e outros recursos), mas também o desenvolvimento de diversificados sectores económicos incluindo o comércio, logística, indústria manufactureira, turismo, agricultura e plantação florestal através da utilização de um vasto leque de potenciais de desenvolvimento disponível para uma ampla região.
  311. Texto do artigo, página 160: (2) Desenvolvimento do Carvão e o Transporte como Forças Motrizes Iniciais
  312. Texto do artigo, página 160: Neste cenário de desenvolvimento, a exploração do carvão na Província de Tete e a necessidade de melhorar o transporte do carvão de Tete para o Porto de Nacala é uma força motriz inicial muito importante do desenvolvimento regional na Região do Corredor de Nacala. Tirar proveito desta oportunidade de desenvolvimento para melhorar a função de transporte de longo curso e o potencial de desenvolvimento dos sectores económicos representa uma chave muito significativa para as pretensões do PEDEC-Nacala. O desenvolvimento do carvão para a exportação asseguraria uma alta demanda de transporte na fase inicial da melhoria ferroviária. Além disso, a linha férrea melhorada será capaz de transportar cargas além do carvão (cargas gerais e contentores), assim como os passageiros, se uma intervenção
  313. Texto do artigo, página 160: 9
  314. Texto do artigo, página 161: apropriada para o desenvolvimento for feita de modo a acomodar cargas além do carvão, conforme prescrito nos acordos de concessão das linhas férreas.
  315. Texto do artigo, página 161: (3) Corredor Principal de Transporte: A Existência em Paralelo da Linha Férrea e da Estrada Principal
  316. Texto do artigo, página 161: Paralelamente à linha férrea melhorada, as estradas principais que ligam Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula ao Porto de Nacala serão construídas valendo-se do auxílio estrangeiro ao Governo de Moçambique. A linha férrea e as estradas principais melhoradas serão capazes de se complementarem uma a outra. O transporte de cargas pesadas a longa distância (mais de 500 a 700km) utilizará a linha férrea do corredor. Por outro lado, as principais estradas e as estradas de acesso transportarão mercadorias e pessoas a uma média distância (300 a 500km).
  317. Texto do artigo, página 161: As principais estradas que partem de Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula em direcção ao Porto de Nacala seriam um eixo da Região do Corredor de Nacala do qual os subcorredores e as linhas de acesso poderiam ser estendidos, ampliados e profundados rumo ao interior da Região. As estradas secundárias e as estradas de acesso servirão para transportar bens e pessoas de uma ampla área direccionando-os para as estradas principais e para a linha férrea do corredor.
  318. Texto do artigo, página 161: (4) Uma Extensa Rede de Corredores e Centros Urbanos Hierarquizados
  319. Texto do artigo, página 161: Uma extensa rede de corredores será desenvolvida gradualmente depois da conclusão do corredor principal (que consiste na linha férrea melhorada e nas estradas principais). Esta rede extensa de corredores também ajudará a desenvolver os centros urbanos nos seus pontos nodais de transporte. Estes centros urbanos nodais tornar-se-ão em centros comerciais e de serviço bem como bases para a produção industrial.
  320. Texto do artigo, página 161: A rede extensa de corredores e o sistema hierárquico de centros urbanos fornecerão serviços de transporte e serviços de centro comercial, resultando na melhoria do ambiente de negócios de modo a criar uma cadeia de valor para os sectores de agricultura e de plantação florestal. Os custos de transporte ficarão consideravelmente reduzidos numa ampla área, onde os preços dos bens básicos e materiais de construção diminuirão e os pequenos agricultores poderão comprar insumos químicos a preços mais razoáveis, assim como vender os seus produtos agrícolas a preços mais altos para os comerciantes intermediários.
  321. Texto do artigo, página 161: (5) Impacto Positivo na Educação e nos Serviços de Saúde Graças a esta extensa rede de corredores e centros urbanos
  322. Texto do artigo, página 161: melhorados, os funcionários administrativos, professores e profissionais da saúde serão capazes de viver e trabalhar em melhores condições mesmo nas áreas interiores da Região do Corredor de Nacala. Como resultado, com uma intervenção adicional adequada, escolas, centros e postos de saúde poderão funcionar de melhor maneira para a população local mesmo nas zonas menos acessíveis.
  323. Texto do artigo, página 161: (6) Possibilidade de Desenvolvimento para Outros Recursos Minerais e Recursos Turísticos nas Zonas Menos Acessíveis
  324. Texto do artigo, página 161: A Região do Corredor de Nacala é rica em variedades de recursos minerais e recursos turísticos naturais. Com o uso da extensa rede de corredores e centros urbanos, tais recursos minerais e recursos turísticos (produtos e destinos) serão mais acessíveis e facilmente aproveitáveis para o desenvolvimento.
  325. Texto do artigo, página 161: (7) Prioridade de Desenvolvimento
  326. Texto do artigo, página 161: Quanto à prioridade de desenvolvimento, este cenário de desenvolvimento atribui altíssima prioridade à Área da Baía de Nacala para a preparação da base (infraestruturas pesadas
  327. Texto do artigo, página 161: e ligeiras) para o desenvolvimento do sector industrial. Já que a Área da Baía de Nacala terá a função portuária melhorada e uma conexão ferroviária melhorada para as zonas do interior de Moçambique, de Malawi e da Província Oriental da Zâmbia, a vantagem em termos de posicionamento da Área da Baía de Nacala será elevada consideravelmente a um alto nível, de modo a permitir ao sector industrial a instalação e o desenvolvimento para servir tanto aos países e às zonas do interior como aos países além da fronteira marítima. No entanto, para realizar esta situação, é necessário disponibilizar infraestruturas económicas e apoiar as indústrias manufactureiras, incluindo o abastecimento estável de electricidade e água.
  328. Texto do artigo, página 161: Quando a Área da Baía de Nacala estiver bem sucedida em atrair e operacionalizar as indústrias manufactureiras, então será a vez da Grande Nampula fazer o mesmo criando as infraestruturas económicas adequadas.
  329. Texto do artigo, página 161: 13.2.2 Cenários Alternativos de Desenvolvimento
  330. Texto do artigo, página 161: Para considerar os padrões futuros de desenvolvimento, são desenvolvidos cenários alternativos de desenvolvimento. Dois factores principais são usados para criar diferentes cenários de desenvolvimento. O primeiro factor são os principais sectores económicos. O segundo factor são os padrões espaciais de desenvolvimento.
  331. Texto do artigo, página 161: (1) Economia Orientada ao Sector de Mineração contra Sectores Económicos Diversificados
  332. Texto do artigo, página 161: Ao analisar qual sector económico deve servir como a principal força motriz para a promoção do desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala, foram preparados os seguintes dois cenários de desenvolvimento:
  333. Texto do artigo, página 161: • Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração; • Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados.
  334. Texto do artigo, página 161: As principais características destes cenários são resumidas como se segue:
  335. Texto do artigo, página 161: 1) Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração;
  336. Texto do artigo, página 161: Neste cenário, os principais sectores económicos estão limitados aos sectores relacionados com a mineração. No Corredor de Nacala, existem dois sectores de mineração dominantes: 1) Exploração do carvão e o seu transporte para a exportação; e 2) Exploração do gás natural e produção de GNL para exportação.
  337. Texto do artigo, página 161: Além das actividades de mineração, há algumas possibilidades de desenvolver outros sectores económicos que apoiem as actividades de mineração, incluindo o processamento primário de minerais (como a produção de GNL no caso do gás natural) e fornecimento de serviços de manutenção das máquinas de construção, bem como o fornecimento de alimentos e outros serviços de suprimento. Além das indústrias de apoio, será necessário desenvolver infraestruturas e funções urbanas para apoiar as actividades de mineração. O retorno sobre o capital investido será mais alto mesmo incluindo os custos necessários, se se considerarem não apenas as actividades de mineração mas também o apoio às indústrias e a disponibilização de infraestruturas e funções urbanas.
  338. Texto do artigo, página 161: Nas áreas de mineração e nos seus arredores, não será tão fácil desenvolver outros sectores económicos mesmo que estes sectores possam aproveitar as infraestruturas e funções urbanas disponibilizadas com vista às actividades de mineração e seus sectores de apoio.
  339. Texto do artigo, página 161: As actividades de mineração juntamente com os sectores de apoio não serão sustentáveis a um termo muito longo. Portanto, a economia regional baseada em sectores de mineração dominantes não é muito sustentável.
  340. Texto do artigo, página 162: 2) Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados
  341. Texto do artigo, página 162: Neste cenário, além do desenvolvimento de recursos minerais, serão desenvolvidos diversificados sectores económicos que incluem a indústria manufactureira, o turismo, a agricultura, a plantação florestal, assim como o comércio e os serviços. Existem as seguintes possibilidades de desenvolvimento na Região do Corredor de Nacala:
  342. Texto do artigo, página 162: • Desenvolvimento de sectores industriais na Área da Baía de Nacala e na Grande Nampula; • Desenvolvimento de indústrias de agro-processamento em Cuamba; • Desenvolvimento de bases turísticas na Área da Baía de Nacala, Pemba e Lichinga por meio da viabilização do acesso às praias e outros destinos turísticos de cunho cultural e natural; • Desenvolvimento agrícola ao longo do corredor principal através do apoio aos pequenos agricultores e do estabelecimento de uma cadeia de valor para a agricultura; • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do carvão na Província de Tete; e • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do gás natural no norte da Província de Cabo Delgado.
  343. Texto do artigo, página 162: A economia regional composta de sectores económicos diversificados terá os seguintes benefícios:
  344. Texto do artigo, página 162: • Os diferentes sectores económicos poderiam apoiar uns aos outros a fim de realizar um crescimento económico em sinergias; • Os sectores económicos diversificados localizar-se-ão em vários lugares dentro de uma vasta área, resultando na contribuição para o desenvolvimento a nível regional; • Os sectores económicos diversificados farão com que as pessoas de várias ocupações encontrarem os seus próprios empregos; • Na economia regional baseada em tais sectores económicos diversificados, um vasto leque de ocupações pode participar das actividades económicas; • A economia regional com sectores económicos diversificados terá maior resistência a choques externos; • A economia regional apoiada por sectores económicos diversificados será mais sustentável do que outros casos;
  345. Texto do artigo, página 162: (2) Três Diferentes Padrões Espaciais de Desenvolvimento Além do primeiro factor relacionado com os principais
  346. Texto do artigo, página 162: sectores económicos, os padrões espaciais de desenvolvimento são usados como o segundo factor para diferenciar os cenários de desenvolvimento. Analisando as diferentes possibilidades na Região do Corredor de Nacala, os seguintes três padrões são formulados:
  347. Texto do artigo, página 162: • Padrão Espacial 1: Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala • Padrão Espacial 2: Desenvolvimento do Corredor Único de Tete-Nacala • Padrão Espacial 3: Desenvolvimento Baseado numa Rede de Corredores a Nível Regional
  348. Texto do artigo, página 162: Estes três padrões espaciais estão intimamente relacionados com diferentes sectores económicos importantes. O Padrão Espacial 1 está intensamente direccionado à economia orientada ao sector de mineração (Cenário A). Tanto o Padrão Espacial 2 como o Padrão Espacial 3 apoiam os casos de sectores económicos
  349. Texto do artigo, página 162: diversificados (Cenário B). Portanto, ao combinar os dois factores (os principais sectores económicos e os padrões espaciais), os seguintes três cenários de desenvolvimento são identificados naturalmente:
  350. Texto do artigo, página 162: • Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero); • Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala; • Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional.
  351. Texto do artigo, página 162: As principais características destes cenários de desenvolvimento são descritas como se segue:
  352. Texto do artigo, página 162: 1) Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero)
  353. Texto do artigo, página 162: Os desenvolvimentos significativos acontecerão principalmente nos três enclaves de Tete, Palma e Nacala. O enclave de Tete será limitado à exploração do carvão e à sua função de apoio. O enclave de Palma será limitado à exploração do gás natural e à produção de GNL com os seus sectores de apoio. Palma desenvolverá as indústrias químicas, tais como as de amónio e metanol. O enclave de Nacala será baseado no sector da logística do Porto de Nacala e no sector industrial orientado aos mercados internos.
  354. Texto do artigo, página 162: Neste cenário, a função da linha férrea de Tete ao Porto de Nacala não será bem desenvolvida e será mais limitada ao transporte do carvão, uma vez que nem as cargas gerais nem os contentores serão suficientemente transportados.
  355. Texto do artigo, página 162: Outros sectores económicos não serão capazes de crescer com sucesso, com excepção dos sectores de apoio às actividades de mineração, embora puderem depender das infraestruturas e das funções urbanas de apoio aos sectores de mineração. Desde que estará sujeita à flutuação dos preços dos recursos minerais no mercado internacional, a economia da Região do Corredor de Nacala não será tão resistente aos choques externos, resultando com o tempo numa insustentabilidade. As economias regionais baseadas em tais enclaves não serão sustentáveis a longo prazo.
  356. Texto do artigo, página 162: Já que a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala será limitada ao transporte do carvão neste cenário, camiões trailer de carga percorrerão as principais estradas (actualmente em construção) saindo de Lichinga ou Mandimba passando por Cuamba e chegando a Nampula e Nacala. Nesta situação de transporte ferroviário e rodoviário, as principais estradas ficarão danificadas, mesmo após a conclusão dos projectos de melhoria. Como resultado, a médio e a longo prazo, não haverá disponibilidade de estradas principais bem-mantidas no Corredor de Nacala, e a criação de uma cadeia de valor para o sector agrícola seria muito difícil.
  357. Texto do artigo, página 162: Este cenário (Cenário A-1) pode também ser considerado como “Opção Zero” porque a situação de desenvolvimento esperado ao seguir este cenário é semelhante à do caso sem intervenções substanciais.
  358. Texto do artigo, página 162: 2) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
  359. Texto do artigo, página 162: Neste cenário apenas um único corredor de transporte (composto da linha férrea e da estrada principal) de Tete ao Porto de Nacala será melhorado e funcional. As áreas ao longo deste corredor de transporte serão desenvolvidas, incluindo as áreas adjacentes ao Porto de Nacala.
  360. Texto do artigo, página 163: Além do carvão, a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala transportará carga geral e contentores, assim como passageiros. Como resultado, as áreas de influência comercial e da logística para os principais centros urbanos, incluindo Nacala e Nampula, serão significativamente expandidas. Então, não apenas os sectores do comércio e da logística, mas também o sector industrial e outros sectores poderão crescer muito tirando proveito das oportunidades de desenvolvimento que surgirão graças à melhoria ferroviária.
  361. Texto do artigo, página 163: Por outro lado, nas áreas ao longo do corredor de transporte, a criação da cadeia de valor para o sector agrícola será relativamente fácil e possível de modo a contribuir para a modernização e intensificação da agricultura praticada pelos pequenos agricultores.
  362. Texto do artigo, página 163: Neste cenário, a conexão entre o Porto de Nacala e Tete será fortemente estabelecida através da linha férrea e da estrada principal, enquanto que a conexão entre o Porto de Nacala e Pemba/Palma será relativamente fraca.
  363. Texto do artigo, página 163: 3) Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
  364. Texto do artigo, página 163: Neste cenário, a rede de corredores para uma ampla região é desenvolvida através da extensão dos subcorredores e linhas de acesso a partir dos principais corredores. Haverá um amplo desenvolvimento ao longo da extensa rede de corredores.
  365. Texto do artigo, página 163: Graças a esta extensa rede de corredores, vastas áreas não apenas no interior de Moçambique mas também em Malawi e na parte oriental da Zâmbia serão conectadas intensamente umas às outras de modo a formar uma economia regional ampla e integrada. Nesta economia regional extensa e integrada, os principais centros urbanos tais como a Área da Baía de Nacala e a Grande Nampula, ampliarão os seus papéis de fornecimento de serviços comerciais e da logística, assim como a produção industrial. Outros centros urbanos nos pontos nodais da rede de corredores também serão capazes de fazer crescer as suas funções urbanas e económicas.
  366. Texto do artigo, página 163: Com o estabelecimento da extensa rede de corredores a nível regional e do sistema hierárquico de centros urbanos a servirem uma ampla área da Região, será possível criar uma cadeia de valor para a agricultura e outros sectores económicos.
  367. Texto do artigo, página 163: Quando a economia regional torna-se diversificada, esta pode reduzir os possíveis riscos causados por choques externos aos sectores de mineração que incluem a flutuação de preços, diferentemente do Cenário A-1.
  368. Texto do artigo, página 163: Neste cenário, quando os sectores económicos diversificados crescem utilizando uma variedade de recursos e potenciais de desenvolvimento, não apenas as grandes empresas mas também as PMEs poderão participar do desenvolvimento económico na Região. Como resultado, a realização deste cenário contribuirá para o crescimento sustentável da economia nacional de Moçambique.
  369. Texto do artigo, página 163: Por outro lado, o desenvolvimento e a manutenção de uma extensa rede de corredores de transporte para uma ampla região são relativamente dispendiosos e portanto, é necessário desenvolver diversificados sectores económicos para gerar e manter a demanda por cargas para o corredor de transporte.
  370. Texto do artigo, página 163: 13.2.3 Avaliação dos Cenários Alternativos de Desenvolvimento
  371. Texto do artigo, página 163: Os três cenários alternativos de desenvolvimento (A-1, B-2 e B-3) foram comparados e avaliados, tomando em consideração os impactos/benefícios económicos e espaciais, os impactos sociais e os impactos ambientais como ilustra a Tabela 13.2.1.
  372. Texto do artigo, página 163: A médio e a longo prazo, o Cenário B-3 é o melhor dos três cenários do ponto de vista dos impactos económicos e sociais. A intensidade dos impactos ambientais no Cenário B-3 seria mais baixa do que a dos Cenários A-1 e B-2. Neste sentido, os impactos ambientais do Cenário B-3 são mais fáceis de controlar ou administrar do que no caso dos Cenários A-1 e B-2.
  373. Texto do artigo, página 163: Em termos mais amplos, o Cenário B-3 pode trazer os benefícios de desenvolvimento para uma área mais ampla, capacitando mais e vários grupos da população para participar do desenvolvimento regional por meio da utilização de vários potenciais disponíveis ao longo da vasta região.
  374. Texto do artigo, página 163: Não limitando os esforços de desenvolvimento para determinados sectores, e assim promovendo o desenvolvimento de diversificados sectores económicos, o Cenário B-3 será mais capaz de encontrar o desenvolvimento sustentável em relação aos casos dos outros cenários.
  375. Texto do artigo, página 163: No Cenário B-3, haveria maiores possibilidades de gerar mais demanda de cargas para sustentar a rede de corredores de transporte numa ampla área da Região do que nos outros cenários.
  376. Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão
  377. Texto do artigo, página 164: Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
  378. Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Porto Gás Natural Porto Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km
  379. Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão
  380. Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Porto Porto Carvão
  381. Texto do artigo, página 164: Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económico Diversificado com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
  382. Texto do artigo, página 164: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  383. Texto do artigo, página 164: Figura 13.2.1 Cenários Alternativos de Desenvolvimento para a Região do Corredor de Nacala
  384. Texto do artigo, página 164: 9
  385. Texto do artigo, página 165: Característicasdosbenefícios/impactos Impactosambientais • EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave. • PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico. Impactossociais • EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves. • EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião. Benefícios/impactoseconómicoseespaciais • EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte. • PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte. Factoresparadiferenciaros cenários Padrões espaciais 1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala 2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala Principais indústrias A. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineração B. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados Nomedo cenário Forte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae Nacala Desenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala Código do cenário A-1 10 B-2
    Característicasdosbenefícios/impactosImpactosambientais• EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave.• PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico.
    Impactossociais• EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves.• EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião.
    Benefícios/impactoseconómicoseespaciais• EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte.• PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte.
    Factoresparadiferenciaros cenáriosPadrões espaciais1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala
    Principais indústriasA. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineraçãoB. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados
    Nomedo cenárioForte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae NacalaDesenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala
    Código do cenárioA-110 B-2
  386. Texto do artigo, página 165: •EfeitoNegativo:Amineraçãodocarvãomudaráas
  387. Texto do artigo, página 165: característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea
  388. Texto do artigo, página 165: paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens,
  389. Texto do artigo, página 165: •EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento
  390. Texto do artigo, página 165: Impactosambientais
  391. Texto do artigo, página 165: qualidadedoaredaágua.
  392. Texto do artigo, página 165: agrande
  393. Texto do artigo, página 165: heirose
  394. Texto do artigo, página 165: paraos
  395. Texto do artigo, página 165: oblemas
  396. Texto do artigo, página 165: Tabela13.2.1AvaliaçãodosCenáriosAlternativosdeDesenvolvimento
  397. Texto do artigo, página 165: C
  398. Texto do artigo, página 165: ce
  399. Texto do artigo, página 165: selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o
  400. Texto do artigo, página 165: impactoambientaltambémserágeograficamente
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