I SÉRIE — n.º 156
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 23
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Edição I Série n.º 156/2016
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| 2009 | 2010 | 2011 | 2012 | 2013 | 2014 | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| PIB Real (a preços constantes de 2003) | 172.054 | 183.207 | 196.826 | 212.058 | 228.552 | 246.112 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 6,4% | 6,5% | 7,4% | 7,7% | 7,8% | 7,7% |
| PIB Real per Capita (Mil MT) | 8,1 | 8,4 | 8,9 | 9,3 | 9,8 | 10,3 |
| PIB Nominal (Milhão de MT) | 269.346 | 323.226 | 375.170 | 426.719 | 485.662 | 552.264 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 12,1% | 20% | 16,1% | 13,7% | 13,8% | 13,7% |
| PIB Nominal per Capita (Mil MT) | 34,8 | 40,8 | 46,2 | 51,3 | 57,1 | 63,4 |
| Taxa de Inflação (%, média anual) | 3,3% | 12,7% | 8,0% | 5,6% | 5,6% | 5,6% |
| Taxa de Câmbio (média anual) | 26,7 | 32,6 | 32,9 | 33,6 | 35,7 | 38,3 |
| Produto | Unidade | 2011 | 2017 | 2025 | 2035 |
|---|---|---|---|---|---|
| Com o Desenvolvimento do Gás Natural | |||||
| PIB (a preços de 2003) | Milhão de MT | 177.772 | 275.304 | 506.526 | 1.149.171 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 7,3 | 7,8 | 8,2 | 8,8 | |
| Sem o Desenvolvimento do Gás Natural | |||||
| PIB (a preços de 2003) | Milhão de MT | 177.772 | 274.855 | 497.079 | 984.241 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 7,3 | 7,8 | 7,5 | 7,1 |
| Produto | Unidade | 2011 | 2017 | 2025 | 2035 |
|---|---|---|---|---|---|
| Com o Desenvolvimento do Gás Natural | |||||
| PIB (a preços de 2003) | Milhão de MT | 177.772 | 275.304 | 506.526 | 1.149.171 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 7,3 | 7,8 | 8,2 | 8,8 | |
| Sem o Desenvolvimento do Gás Natural | |||||
| PIB (a preços de 2003) | Milhão de MT | 177.772 | 274.855 | 497.079 | 984.241 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | 7,3 | 7,8 | 7,5 | 7,1 |
| Províncias | Período Planeado | Opções | ||
|---|---|---|---|---|
| Conservador | Moderado | Optimista | ||
| Niassa | 2008-2017 | 8,0% | 10,0% | 12,0% |
| Cabo Delgado | 2010-2014 | N.A. | ||
| Nampula | 2010-2015 | 8,5% | ||
| 2015-2020 | 8,3% | |||
| Zambézia | 2011-2020 | N.A. | ||
| Tete (baseado em entrevistas) | 2012-2021 | 2,0% | - | 9,0% |
| 2012-2015 | 2016-2020 | 2021-2025 | 2026-2035 | |
|---|---|---|---|---|
| (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) | 7,5 | 8,0 | 8,5 | 6,0 |
| (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) | 7,5 | 9,0 | 10,5 | 6,5 |
| (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) | 7,5 | 7,5 | 7,5 | 7,5 |
| (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) | 7,5 | 8,5 | 9,5 | 9,5 |
| Padrão de Crescimento | 2011 | 2017 | 2025 | 2035 |
|---|---|---|---|---|
| (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) | 64.254 (119.414) | 100.000 (186.000) | 190.000 (352.000) | 340.000 (631.000) |
| (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) | 64.254 (119.414) | 102.000 (189.000) | 218.000 (404.000) | 408.000 (759.000) |
| (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) | 64.254 (119.414) | 99.000 (184.000) | 177.000 (329.000) | 365.000 (677.000) |
| (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) | 64.254 (119.414) | 101.000 (188.000) | 203.000 (377.000) | 503.000 (936.000) |
| 2011 | 2017 | 2025 | 2035 | |
|---|---|---|---|---|
| PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003) | 64.254 | 101.000 | 203.000 | 503.000 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | - | 7,8% | 9,1% | 9,5% |
| PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) | 4.597 | 6.080 | 9.900 | 19.449 |
| Taxa de Crescimento Anual (%) | - | 4,8% | 6,3% | 7,0% |
| PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003) | Agricultura | Mineração/Projectos de Grande Escala | Indústria, Construção e Serviços Públicos | Serviços | |
|---|---|---|---|---|---|
| 2011 | 64.254 | 40,3 | 0,2 | 19 | 40,2 |
| 2025 | 181.700 | 33 | 13 | 19 | 35 |
| 2035 | 450.300 | 24 | 28 | 20 | 29 |
| Agricultura | Mineração/Projectos de Grande Escala | Indústria, Construção e Serviços Públicos | Serviços | |
|---|---|---|---|---|
| 2011-2025 | 7,0 | 49,3 | 8,5 | 7,4 |
| 2025-2035 | 6,0 | 18,3 | 9,7 | 7,4 |
| Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* | Agricultura, Pesca e Plantação Florestal | Mineração/ Projectos de Grande Escala | Indústria, Construção e Serviços Públicos | Serviços | PIB Regional a Custo de Factores | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869 | Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2 | Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937 | Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807 | Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9 | (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615 |
| Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove |
| Agricultura, Pesca e Plantação Florestal | Mineração/ Projectos de Grande Escala | Indústria, Construção e Serviços Públicos | Serviços | PIB Regional a Custo de Factores | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) | Parcela (%) | (Milhão de MT, preços constantes de 2003) |
| Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Tete | Agricultura, Pesca e Plantação Florestal | Mineração/ Projectos de Grande Escala | Indústria, Construção e Serviços Públicos | Serviços | PIB Regional a Custo de Factores | |||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200 | Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000 | Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400 | Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1 | (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400 | Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2 | (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000 |
| Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional | 60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal | 23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala | 34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos | 63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços | 181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores | |||
| (Milhão de MT, a preços constantes | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes | Parcela (%) | (Milhão de MT, a preços constantes | Parcela (%) | (Milhão de MT, preços constantes |
| 2007 | 2011 | 2017 | 2025 | 2035 | |
|---|---|---|---|---|---|
| PIB Regional da Região do Corredor de Nacala | 44.876 | 57.628 | 90.300 | 181.700 | 450.300 |
| Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA | 17.287 | 23.242 | 34.800 | 60.200 | 107.900 |
| Sector de Mineração | 47 | 85 | 2.000 | 23.300 | 124.600 |
| Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos | 9.076 | 11.109 | 18.000 | 34.900 | 88.200 |
| Sector de Serviços | 18.466 | 23.192 | 35.500 | 63.300 | 129.600 |
| PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) | Taxa de Crescimento Anual (%) | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2011 | 2017 | 2025 | 2035 | 2011-2025 | 2011-2035 | |
| Província de Niassa | 5.272 | 8.000 | 14.200 | 27.800 | 7,3 | 7,2 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,2% | 7,4% | 6,9% | ||
| Província de Cabo Delgado | 8.152 | 12.600 | 31.300 | 143.600 | 10,1 | 12,7 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,5% | 12,0% | 16,5% | ||
| Província de Nampula | 26.551 | 40.700 | 72.700 | 148.500 | 7,5 | 7,4 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,4% | 7,5% | 7,4% | ||
| Província da Zambézia* | 7.615 | 11.600 | 20.500 | 41.000 | 7,3 | 7,3 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,3% | 7,4% | 7,2% | ||
| Província de Tete | 10.038 | 17.400 | 43.000 | 89.400 | 11,0 | 9,5 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 9,6% | 12,0% | 7,6% | ||
| Região do Corredor de Nacala | 57.629 | 90.300 | 181.700 | 450.300 | 8,5 | 8,9 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,8% | 9,1% | 9,5% | ||
| Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%) | 119.851 - | 185.004 7,5% | 324.800 7,3% | 698.900 8,0% | 7,4 | 7,6 |
| Moçambique | 177.479 | 275.300 | 506.500 | 1.149.200 | 7,8 | 8,1 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 7,6% | 7,9% | 8,5% |
| PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003) | Taxa de Crescimento Anual (%) | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2011 | 2017 | 2025 | 2035 | 2011-2025 | 2011-2035 | |
| Província de Niassa | 3,78 | 4,75 | 6,82 | 10,97 | 4,3 | 4,5 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 3,8% | 4,6% | 4,9% | ||
| Província de Cabo Delgado | 4,57 | 6,16 | 12,81 | 47,33 | 7,6 | 10,2 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 5,1% | 9,6% | 14,0% | ||
| Província de Nampula | 5,76 | 7,43 | 10,84 | 18,00 | 4,6 | 4,9 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 4,3% | 4,8% | 5,2% | ||
| Província da Zambézia* | 3,73 | 4,78 | 6,96 | 11,51 | 4,6 | 4,8 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 4,2% | 4,8% | 5,2% | ||
| Província de Tete | 4,73 | 6,51 | 12,19 | 18,83 | 7,0 | 5,9 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 5,5% | 8,2% | 4,4% | ||
| Região do Corredor de Nacala | 4,91 | 6,34 | 10,29 | 20,35 | 5,5 | 6,2 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 4,6% | 6,3% | 7,1% | ||
| Outras Zonas | 10,80 | 14,39 | 20,88 | 35,69 | 4,8 | 5,1 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 4,9% | 4,8% | 5,5% | ||
| Moçambique | 7,70 | 10,21 | 15,25 | 27,66 | 5,0 | 5,5 |
| Taxa de crescimento anual (%) | - | 4,7% | 5,2% | 6,1% |
| 2011 | 2017 | 2025 | 2035 |
|---|
| Província de Niassa | 0,49 | 0,47 | 0,45 | 0,40 |
|---|---|---|---|---|
| Província de Cabo Delgado | 0,59 | 0,61 | 0,84 | 1,71 |
| Província de Nampula | 0,75 | 0,73 | 0,71 | 0,65 |
| Província da Zambézia | 0,48 | 0,47 | 0,46 | 0,42 |
| Província de Tete | 0,61 | 0,64 | 0,80 | 0,68 |
| Região do Corredor de Nacala | 0,63 | 0,62 | 0,67 | 0,74 |
| Outras Zonas | 1,40 | 1,422 | 1,37 | 1,29 |
| Moçambique | 1,00 | 1,00 | 1,00 | 1,00 |
| Nível | Presente | 2025-2035 |
|---|---|---|
| Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional) | Nenhum | Área da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha) |
| Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional) | Nampula, Nacala | Grande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize |
| Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial) | Pemba, Lichinga, Tete | Pemba, Lichinga |
| Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial) | Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, Mocuba | Angoche, Gurué, Mocuba, Palma |
| Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital) | Outros Centros Municipais/ Distritais | Outros Centros Municipais/ Distritais |
| 2011 (habitantes) | 2035 (habitantes) | |
|---|---|---|
| Área da Baía de Nacala | 285.000 | 927.000 |
| Grande Nampula | 583.000 | 1.329.000 |
| Cidade de Cuamba | 99.000 | 267.000 |
| Tete com Moatize | 232.000 | 567.000 |
| Cidade de Lichinga | 182.000 | 467.000 |
| Cidade de Pemba | 168.000 | 470.000 |
| Característicasdosbenefícios/impactos | Impactosambientais | • EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave. | • PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico. |
|---|---|---|---|
| Impactossociais | • EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves. | • EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião. | |
| Benefícios/impactoseconómicoseespaciais | • EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte. | • PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte. | |
| Factoresparadiferenciaros cenários | Padrões espaciais | 1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala | 2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala |
| Principais indústrias | A. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineração | B. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados | |
| Nomedo cenário | Forte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae Nacala | Desenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala | |
| Código do cenário | A-1 | 10 B-2 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
- Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
- Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
- Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
- Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
- Texto do artigo, página 147: Mão-de-obra (1.000 pessoas)
- Texto do artigo, página 147: Parcela (%)
- Texto do artigo, página 147: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
- Texto do artigo, página 147: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho
- Texto do artigo, página 147: Nota: Para todos os sectores económicos, com excepção dos sectores agrícola e de mineração, prevê-se que a produtividade do trabalho crescerá anualmente a uma taxa de 3%. Na agricultura, presume-se que a produtividade do trabalho irá aumentar anualmente por 4% até 2025, e posteriormente por 3% até 2035. O número de trabalhadores no sector de mineração é um dado preliminar.
- Texto do artigo, página 147: 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 147: 8
- Texto do artigo, página 147: 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
- Texto do artigo, página 147: Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
- Texto do artigo, página 147: 11.3 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 147: (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
- Texto do artigo, página 147: 11.3.1 Crescimento do PIB e do PIB Regional nos Planos e Projecções Existentes
- Texto do artigo, página 147: O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
- Texto do artigo, página 147: Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014 Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-20352
- Texto do artigo, página 147: Com vista a estabelecer as metas de crescimento do PIB Regional na Região do Corredor de Nacala para 2025 e 2035, os seguintes planos e projecções de desenvolvimento existentes foram revistos e analisados:
- Texto do artigo, página 147: (1) Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011–2014
- Texto do artigo, página 147: O PARP fundamenta que o crescimento em si só não garante a distribuição da riqueza ou a redução da pobreza. Além disso, o PARP estima que a incidência da pobreza absoluta deverá reduzir de 55% da população em 2009 para 42% em 2014, sob a suposição de que o crescimento do consumo per capita será de 5% anualmente, com efeitos neutros sobre a distribuição da renda. Se a economia não atingir uma taxa de crescimento igual ou superior a 5% anual, a meta não poderá ser atingida. Assim, as metas para taxas de crescimento anual são estabelecidas, conforme mostra a Tabela 11.3.1:
- Texto do artigo, página 147: • Plano de Acção para a Redução da Pobreza (PARP): 2011-2014 • Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 20152035
- Texto do artigo, página 147: Tabela 11.3.1 Crescimento do PIB e Outros Indicadores segundo o PARP
- Texto do artigo, página 147: 2009
2010
2011
2012
2013
2014
PIB Real (a preços constantes de 2003)
172.054
183.207
196.826
212.058
228.552
246.112
Taxa de Crescimento Anual (%)
6,4%
6,5%
7,4%
7,7%
7,8%
7,7%
PIB Real per Capita (Mil MT)
8,1
8,4
8,9
9,3
9,8
10,3
PIB Nominal (Milhão de MT)
269.346
323.226
375.170
426.719
485.662
552.264
Taxa de Crescimento Anual (%)
12,1%
20%
16,1%
13,7%
13,8%
13,7%
PIB Nominal per Capita (Mil MT)
34,8
40,8
46,2
51,3
57,1
63,4
Taxa de Inflação (%, média anual)
3,3%
12,7%
8,0%
5,6%
5,6%
5,6%
Taxa de Câmbio (média anual)
26,7
32,6
32,9
33,6
35,7
38,3
2009 2010 2011 2012 2013 2014 PIB Real (a preços constantes de 2003) 172.054 183.207 196.826 212.058 228.552 246.112 Taxa de Crescimento Anual (%) 6,4% 6,5% 7,4% 7,7% 7,8% 7,7% PIB Real per Capita (Mil MT) 8,1 8,4 8,9 9,3 9,8 10,3 PIB Nominal (Milhão de MT) 269.346 323.226 375.170 426.719 485.662 552.264 Taxa de Crescimento Anual (%) 12,1% 20% 16,1% 13,7% 13,8% 13,7% PIB Nominal per Capita (Mil MT) 34,8 40,8 46,2 51,3 57,1 63,4 Taxa de Inflação (%, média anual) 3,3% 12,7% 8,0% 5,6% 5,6% 5,6% Taxa de Câmbio (média anual) 26,7 32,6 32,9 33,6 35,7 38,3 - Texto do artigo, página 147: Fonte: PARP (Plano de Acção para a Redução da Pobreza) 2011-2014
- Texto do artigo, página 147: (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
- Texto do artigo, página 147: Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
- Texto do artigo, página 147: 2 A Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015-2035 foi aprovada pelo Governo de Moçambique em Junho de 2014.
- Texto do artigo, página 148: (2) Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE): 2015-2035
- Texto do artigo, página 148: anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações, construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
- Texto do artigo, página 148: construção, energia eléctrica e água. A taxa de crescimento segundo esta estratégia é muito prudente, visto que a contribuição da produção do gás natural não está incluída.
- Texto do artigo, página 148: Segundo a ENDE, a actual estrutura da economia mostra que Moçambique possui um potencial considerável para um crescimento económico acelerado. Sob esta perspectiva, os actuais esforços para atingir as metas de desenvolvimento e erradicação da pobreza devem ser levados em consideração. Desta forma, o Governo deve mobilizar recursos financeiros para a promoção de investimentos públicos em sectores estratégicos sem perder de vista questões que excluem o investimento privado e a sustentabilidade de dívidas, ao mesmo tempo que deve buscar políticas monetárias e cambiais voltadas à manutenção de um nível de inflação baixo e estável a médio e longo prazo, de modo a evitar a instabilidade do crescimento económico, das taxas de juros e de câmbio.
- Texto do artigo, página 148: A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
- Texto do artigo, página 148: A ENDE ressalta que a expansão da produção do carvão de Moatize, gás natural e outros recursos minerais vai impulsionar o crescimento das exportações e que, através da implementação do sistema integrado de infraestruturas e transportes, que servirá primariamente para ligar as zonas do interior da África do Sul, Zimbabwe e Malawi ao mar, espera-se um crescimento dinâmico a nível do sector de transportes e comunicações. Além do mais, a ENDE enfatiza a importância do sector industrial como um meio através do qual pode-se alcançar a equidade social.
- Texto do artigo, página 148: A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draft de Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draft final da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
- Texto do artigo, página 148: Como indicadores socioeconómicos e metas, a ENDE prevê uma média de crescimento anual de cerca de 7,4% para o período entre 2011 e 2035 graças às contribuições dos sectores da agricultura, indústria, mineração, transportes e comunicações,
- Texto do artigo, página 148: A Tabela 11.3.2 apresenta: (i) a projecção do PIB no draftde Abril de 2013 da ENDE, que inclui a produção do gás natural; e (ii) a projecção do PIB no draftfinal da ENDE, que não inclui o desenvolvimento do gás natural. Neste contexto, é claramente evidente que a maior parte da diferença entre os dois gráficos (em menos de 2 pontos percentuais no máximo) mostra os efeitos da produção do gás natural.
- Texto do artigo, página 148: Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035
- Texto do artigo, página 148: Produto
Unidade
2011
2017
2025
2035
Com o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)
Milhão de MT
177.772
275.304
506.526
1.149.171
Taxa de Crescimento Anual (%)
7,3
7,8
8,2
8,8
Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003)
Milhão de MT
177.772
274.855
497.079
984.241
Taxa de Crescimento Anual (%)
7,3
7,8
7,5
7,1
Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1 - Texto do artigo, página 148: Fonte: ENDE (Estratégia Nacional de Desenvolvimento) , 2013, Draft, MPD
- Texto do artigo, página 148: 6.0 6.5 7.0 7.5 8.0 8.5 9.0 AnnualGrowthRate(%) GDP at the stage of April 2013 version of NDS GDP by the final version of NDS PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural TaxadeCrescimentoAnual(%)
- Texto do artigo, página 148: Tabela 11.3.2 Indicadores Socioeconómicos Seleccionados da ENDE: 2011-2035
Produto Unidade 2011 2017 2025 2035
Com o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171
Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8
Sem o Desenvolvimento do Gás Natural
PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241
Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1
Produto Unidade 2011 2017 2025 2035 Com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 275.304 506.526 1.149.171 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 8,2 8,8 Sem o Desenvolvimento do Gás Natural PIB (a preços de 2003) Milhão de MT 177.772 274.855 497.079 984.241 Taxa de Crescimento Anual (%) 7,3 7,8 7,5 7,1 - Texto do artigo, página 148: PIB com o Desenvolvimento do Gás Natural PIB sem o Desenvolvimento do Gás Natural
- Texto do artigo, página 148: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB no draft de Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo, a projecção do PIB no draft final da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural. (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
- Texto do artigo, página 148: Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
- Texto do artigo, página 148: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nos dados do MPD Notas: (1) A projecção do PIB nodraftde Abril de 2003 da ENDE inclui a produção do gás natural. Contudo,
- Texto do artigo, página 148: a projecção do PIB nodraftfinal da ENDE não inclui o desenvolvimento do gás natural.
- Texto do artigo, página 148: (2) A taxa de crescimento anual projectada é baseada nos preços constantes de 2003.
- Texto do artigo, página 148: Figura 11.3.1 Taxas de Crescimento Anual do PIB Projectadas para os Anos de 2012 a 2035
- Texto do artigo, página 148: 11
- Texto do artigo, página 149: (3) Projecções para as Províncias
- Texto do artigo, página 149: A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevê-se que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
- Texto do artigo, página 149: (3) Projecções para as Províncias A Tabela 11.3.3 mostra as metas ou projecções das taxas de
- Texto do artigo, página 149: estratégicos provinciais na Região do Corredor de Nacala. Prevêse que as províncias, na sua maioria, estejam com um crescimento anual entre 8 e 10% nos próximos 10 anos.
- Texto do artigo, página 149: crescimento tendo em conta os planos quinquenais ou planos
- Texto do artigo, página 149: Tabela 11.3.3 Metas ou Projecções das Taxas de Crescimento do PIB Regional em Função dos Planos Provinciais
- Texto do artigo, página 149: Províncias
Período Planeado
Opções
Conservador
Moderado
Optimista
Niassa
2008-2017
8,0%
10,0%
12,0%
Cabo Delgado
2010-2014
N.A.
Nampula
2010-2015
8,5%
2015-2020
8,3%
Zambézia
2011-2020
N.A.
Tete (baseado em entrevistas)
2012-2021
2,0%
-
9,0%
Províncias Período Planeado Opções Conservador Moderado Optimista Niassa 2008-2017 8,0% 10,0% 12,0% Cabo Delgado 2010-2014 N.A. Nampula 2010-2015 8,5% 2015-2020 8,3% Zambézia 2011-2020 N.A. Tete (baseado em entrevistas) 2012-2021 2,0% - 9,0% - Texto do artigo, página 149: Fonte: Planos Quinquenais Provinciais / Planos Estratégicos
- Texto do artigo, página 149: (4) Outras Projecções
- Texto do artigo, página 149: (4) Outras Projecções
- Texto do artigo, página 149: no sector de mineração. Neste padrão de crescimento económico, os projectos/empreendimentos de grande porte são encorajados a criar ligações com as pequenas empresas e entidades individuais locais. Como resultado destes esforços, as taxas de crescimento económico seriam de baixo nível nas fases iniciais, mas seriam mais sustentáveis comparadas com as do primeiro padrão de crescimento (o descontrolado).
- Texto do artigo, página 149: O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
- Texto do artigo, página 149: O Relatório 2011 de Moçambique elaborado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI)3 projecta as taxas de crescimento do PIB de 7,5% em 2012, 7,9% em 2013 e uma taxa média de crescimento de 7,8% entre 2014 e 2016. Contudo, o Banco Mundial estima uma taxa média de crescimento do PIB de 7,5%, entre 2010 e 2014.
- Texto do artigo, página 149: 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala4
- Texto do artigo, página 149: O relatório do FMI também afirma que a aceleração da taxa de crescimento populacional em Moçambique não foi acompanhada pela diversificação económica ou pela criação proporcional de empregos. A base de produção e de exportação tem-se tornado cada vez mais concentrada – um reflexo da emergência de projectos de grande escala e fraquezas do ambiente de negócios que têm impedido a diversificação da economia, em contraste com os outros países da África Subsaariana.
- Texto do artigo, página 149: 11.3.2 Quadro Económico para a Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 149: (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
- Texto do artigo, página 149: Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
- Texto do artigo, página 149: (1) Conceitos Básicos sobre os Padrões de Crescimento
- Texto do artigo, página 149: Dois padrões de crescimento económico para a Região do Corredor de Nacala são levados em consideração, como partes do quadro económico. O primeiro padrão pode ser afectado por uma economia extremamente intensa e acelerada, conhecida como bolha económica, caracterizada pela grande quantidade de investimentos na exploração dos recursos naturais, bem como pelo desenvolvimento rápido e em grande escala. Trata-se de um padrão designado como “padrão de crescimento económico descontrolado”. Este padrão de desenvolvimento não é gerido de maneira adequada em termos de investimento e escala ou velocidade de desenvolvimento. Este tipo de desenvolvimento tende a resultar num elevado número de reassentamentos e grandes impactos ambientais, tanto nas áreas de mineração como nos corredores de transporte.
- Texto do artigo, página 149: Por outro lado, o padrão de crescimento económico controlado vai promover o crescimento sustentável e o desenvolvimento equitativo da Região do Corredor de Nacala, que são caracterizados por: aumento de produção e produtividade do sector agrário; expansão de indústrias nos polos de crescimento; desenvolvimento de ZEEs, ZFIs e parques industriais; fortalecimento das ligações entre as indústrias, o sector de serviços e os projectos de mineração de grande escala; promoção do turismo; criação de oportunidades de emprego; e desenvolvimento de recursos humanos. O investimento proveniente dos projectos de grande escala será distribuído por toda a economia da Região do Corredor de Nacala.
- Texto do artigo, página 149: Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o
- Texto do artigo, página 149: Conforme discutido anteriormente, espera-se que projectos de mineração de grande escala (carvão e gás natural) venham a ocorrer na Região do Corredor de Nacala. No entanto, não havendo uma gestão apropriada da economia, o desenvolvimento da Região do Corrredor de Nacala pode não ser sustentável, e a redução da pobreza e a distribuição equitativa da renda podem não ser alcançadas a longo prazo, embora o crescimento a nível desta Região ocorra de forma rápida na sua fase inicial. Este é o caso do padrão de crescimento económico descontrolado.
- Texto do artigo, página 149: 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia.
- Texto do artigo, página 149: (2) Metodologia
- Texto do artigo, página 149: Os indicadores dos dois padrões de crescimento económico são apresentados na Tabela 11.3.4. Cada padrão de crescimento é composto dos Casos ‘A’ e ‘B’. O Caso A não inclui projectos de grande escala, e já o Caso B inclui os mesmos.
- Texto do artigo, página 149: 12
- Texto do artigo, página 149: Importa notar que os indicadores destes padrões de crescimento são apresentados como prováveis índices importantes e não projecções necessariamente, porque a contribuição dos projectos de grande escala para o PIB Regional da Região do Corredor de Nacala, no futuro, não está prevista no momento.
- Texto do artigo, página 149: O segundo padrão de crescimento pode conduzir ao caminho rumo a uma economia sustentável. Trata-se de um padrão referido como “padrão de crescimento económico controlado”, o qual é caracterizado por ser gerido em termos económicos, ambientais e institucionais. Este padrão de crescimento pode ser alcancado através da gestão e mitigação de impactos ambientais e sociais causados pelo desenvolvimento rápido e em massa, especialmente
- Texto do artigo, página 149: Os indicadores são principalmente baseados nas taxas de crescimento do PIB no PARP e na ENDE, nas taxas de crescimento do PIB Regional nos planos
- Texto do artigo, página 149: 3 Relatório do País Nº 11/149, de Junho de 2011, preparado pelo FMI 4 Como forma de considerar as opções do quadro económico, o PIB Regional para a Região do Corredor de Nacala usado nesta secção 11.3.2, inclui a área total da Província da Zambézia. 5 Idem, p.16 6 Os projectos de grande escala incluem a extracção do carvão e o desenvolvimento de centrais hidroeléctricas em Tete, além do desenvolvimento do gás natural e a construção de
- Texto do artigo, página 149: instalações de derivados em Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 150: provinciais, na informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos
- Texto do artigo, página 150: informação do volume e calendarização do desenvolvimento dos projectos de grande escala, nos estudos anteriores relativos aos impactos dos projectos de grande escala sobre o PIB7, e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
- Texto do artigo, página 150: dos projectos de grande escala sobre o PIB , e nas análises de tendências da relação capital/produto incremental (RCPI) nos últimos anos.
- Texto do artigo, página 150: Tabela 11.3.4 Taxas Alternativas de Crescimento do PIB Regional: Padrões de Crescimento Económico até 2035
- Texto do artigo, página 150: Unidade: % por ano
- Texto do artigo, página 150: 2012-2015
2016-2020
2021-2025
2026-2035
(1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)
7,5
8,0
8,5
6,0
(2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)
7,5
9,0
10,5
6,5
(3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)
7,5
7,5
7,5
7,5
(4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)
7,5
8,5
9,5
9,5
2012-2015 2016-2020 2021-2025 2026-2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 7,5 8,0 8,5 6,0 (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 7,5 9,0 10,5 6,5 (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 7,5 7,5 7,5 7,5 (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 7,5 8,5 9,5 9,5 - Texto do artigo, página 150: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: A taxa de crescimento anual entre 2012 e 2017 é de 7,7% em (1), 8,1 % em (2), 7,5% em (3) e 7,9% em (4).
- Texto do artigo, página 150: (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
- Texto do artigo, página 150: Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
- Texto do artigo, página 150: (3) Padrão de Crescimento Económico Descontrolado
- Texto do artigo, página 150: (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
- Texto do artigo, página 150: Conforme apresentado na seguinte tabela, o crescimento inicial é alto no padrão de crescimento económico descontrolado (Caso A), mas nos períodos posteriores, a velocidade do crescimento tende a diminuir devido à queda da eficácia dos investimentos na produção e às fracas ligações entre os intervenientes económicos.
- Texto do artigo, página 150: Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodosalvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços, incluindo o apoio às PMEs8.
- Texto do artigo, página 150: Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
- Texto do artigo, página 150: Neste padrão de crescimento, presume-se que o investimento pelos grandes projectos de mineração contribuirá para um aumento de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 0,5% entre 2026 e 2035. Os resultados são ilustrados como Caso B.
- Texto do artigo, página 150: (4) Padrão de Crescimento Económico Controlado
- Texto do artigo, página 150: Os padrões de crescimento económico controlado – Casos A e B, são também apresentados na Tabela 11.3.5. O Caso B reflecte um aumento graças aos projectos de mineração de grande escala, sob a suposição de que estes contribuirão para um crescimento significativo de 1% do PIB Regional entre 2016 e 2020, 2% entre 2021 e 2025 e 2% entre 2026 e 2035. Mesmo nos períodos-alvo mais avançados, a contribuição dos grandes projectos de mineração para o PIB Regional não será comprometida através da combinação das actividades de desenvolvimento dos campos de carvão e gás, com as indústrias de processamento a jusante, de transporte e outros serviços,
- Texto do artigo, página 150: 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos.
- Texto do artigo, página 150: 14
- Texto do artigo, página 150: 7 Segundo o estudo “Contribution of Mega-Projects to GDP in Mozambique”, realizado por Christoffer Sonne-Schmidt, et al, Abril de 2009, a contribuição directa de três projectos de grande escala, nomeadamente, (i) fundição de alumínio (Mozal na Província de Maputo), (ii) projecto de extracção do gás e gasodutos (Projecto de Gás da Sasol em Inhambane) e (iii) projecto de minério de titânio ou areias pesadas (Moma em Nampula), parao crescimento do PIB a custo de factores, foi estimada entre 0,8 e 1,1 pontos percentuais em 2006. O estudo concluiu que o crescimento económico acelerado em Moçambique prevalece com ou sem a contribuição directa destes projectos de grande escala, ou seja, a contribuição destes projectos para o crescimento económico no país é relativamente pequena. Contudo, a escala e os impactos destes projectos de grande escala definidos no estudo do PEDEC-Nacala, parecem ser muito maiores do que os acima mencionados. No PEDEC-Nacala, a contribuição dos grandes projectos à economia da Região do Corredor de Nacala é estimada em 1 a 2 pontos percentuais de crescimento do PIB Regional para ambos os cenários de crescimento, considerando a análise da relação capital/produto incremental (RCPI) dos últimos anos. 8 O Sumário Executivo do “The Future of Natural Gas in Mozambique: Towards a Gas Master Plan”, Agosto de 2012, do ICF International, ressalta que a contribuição do desenvolvimento do gás natural à economia regional através de várias actividades e apoio é o elemento-chave para a selecção do padrão de crescimento no Plano Director.
- Texto do artigo, página 151: Tabela 11.3.5 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala por Padrão de Crescimento Económico até 2035
- Texto do artigo, página 151: Unidade: Milhão de MT (a preços constantes de 2003)
- Texto do artigo, página 151: Padrão de Crescimento
2011
2017
2025
2035
(1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1)
64.254 (119.414)
100.000 (186.000)
190.000 (352.000)
340.000 (631.000)
(2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1)
64.254 (119.414)
102.000 (189.000)
218.000 (404.000)
408.000 (759.000)
(3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2)
64.254 (119.414)
99.000 (184.000)
177.000 (329.000)
365.000 (677.000)
(4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2)
64.254 (119.414)
101.000 (188.000)
203.000 (377.000)
503.000 (936.000)
Padrão de Crescimento 2011 2017 2025 2035 (1) Padrão de crescimento económico descontrolado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A1) 64.254 (119.414) 100.000 (186.000) 190.000 (352.000) 340.000 (631.000) (2) Padrão de crescimento económico descontrolado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B1) 64.254 (119.414) 102.000 (189.000) 218.000 (404.000) 408.000 (759.000) (3) Padrão de crescimento económico controlado sem o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso A2) 64.254 (119.414) 99.000 (184.000) 177.000 (329.000) 365.000 (677.000) (4) Padrão de crescimento económico controlado com o desenvolvimento do carvão e gás natural (Caso B2) 64.254 (119.414) 101.000 (188.000) 203.000 (377.000) 503.000 (936.000) - Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Nota: Os números entre parênteses são baseados em preços constantes de 2011. Nota*: Os valores na tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor de Nacala.
- Texto do artigo, página 151: 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003) 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 2034 2035
- Texto do artigo, página 151: PIB Regional, Milhão de MT (preços constantes de 2003)
- Texto do artigo, página 151: 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 GRDPUnit:MTmillion(2003prices) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas PIBRegional Unidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003) Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural
- Texto do artigo, página 151: 0 100,000 200,000 300,000 400,000 500,000 600,000 G R D P U n it: M T m i lio n (2 0 3 p rices) Year (1) Unmanaged Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (2) Unmanaged Economic Growth Scenario with Coal and Natural Gas (Case B) (3) Managed Economic Growth Scenario without Coal & Natural Gas (Case A) (4) Managed Economic Growth Scenario with Coal & Natural Gas (Case B) 600,000 500,000 400,000 300,000 200,000 100,000 0 Padrão de crescimento económico descontrolado sem carvão e gás natural (Caso A1) Padrão de crescimento económico descontrolado com carvão e gás natural (Caso Padrão de crescimento económico controlado sem carvão e gás natural (Caso A2) Padrão de crescimento económico controlado com carvão e gás natural (Caso B2) PIBRegional Unidade:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
- Texto do artigo, página 151: PIBRegionalUnidade:Milhãode MT (Preçosconstantes de 2003)GRDPUnit:MTmillion(2003prices)
- Texto do artigo, página 151: de:Milhão de MT (Preços constantes de 2003)
- Texto do artigo, página 151: A1) B1) ) )
- Texto do artigo, página 151: 2021 2022 2023 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033
- Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 151: Figura 11.3.2 Dois Padrões de Crescimento do PIB Regional
- Texto do artigo, página 151: Figura 11.3.3 Padrão de Crescimento Controlado com e sem o Desenvolvimento do Carvão e Gás Natural
- Texto do artigo, página 151: O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
- Texto do artigo, página 151: O padrão de crescimento económico controlado é também consistente com oconceito da ENDE, que visa um crescimento inclusivo e sustentável através da vitalização equilibrada dos sectores de agricultura, mineração, indústria de processamento, logística e turismo, desempenho anterior da economia, projecções de crescimento do PIB feitas pelos parceiros de desenvolvimento e tendências de investimentos.
- Texto do artigo, página 151: Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753 dólares americanos em 2035.
- Texto do artigo, página 151: Consequentemente, o padrão de crescimento económico controlado será seleccionado como um indicador-alvo para o desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala. Segundo o cálculo preliminar baseado na projecção do MPD para o draft da ENDE sobre a deflação do PIB e a taxa de câmbio para o dólar americano, o PIB Regional per capita da Região do Corredor de Nacala segundo este padrão (Caso B2) será de 2.753
- Texto do artigo, página 151: Tabela 11.3.6 Quadros Económicos Seleccionados para a Região do Corredor de Nacala*
- Texto do artigo, página 151: 2011
2017
2025
2035
PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003)
64.254
101.000
203.000
503.000
Taxa de Crescimento Anual (%)
-
7,8%
9,1%
9,5%
PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003)
4.597
6.080
9.900
19.449
Taxa de Crescimento Anual (%)
-
4,8%
6,3%
7,0%
2011 2017 2025 2035 PIB Regionaldólaresdas CincoamericanosProvínciasemda Região2035.do Corredor de Nacala (Milhão de MT, a preços de 2003) 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0% - Texto do artigo, página 151: 16
- Texto do artigo, página 151: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
- Texto do artigo, página 151: de Nacala.
- Texto do artigo, página 151: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 151: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
- Texto do artigo, página 151: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
- Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota*: Os valores a tabela incluem os distritos da Província da Zambézia que não fazem parte da Região do Corredor
- Texto do artigo, página 152: 64.254 101.000 203.000 503.000 Taxa de Crescimento Anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% PIB Regional per Capita (Mil MT, a preços de 2003) 4.597 6.080 9.900 19.449 Taxa de Crescimento Anual (%) - 4,8% 6,3% 7,0%
- Texto do artigo, página 152: de Nacala.
- Parágrafo, página 152: 1426 — (1150) I SÉRIE — NÚMERO 156
- Texto do artigo, página 152: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 152: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
- Texto do artigo, página 152: 11.3.3 Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala: 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 152: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/ informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
- Texto do artigo, página 152: Em 2011, as proporções percentuais do PIB Regional para cada sector económico alargado na Região do Corredor de Nacala eram de: 40% para a agricultura, 0,2% para a mineração, 19% para a indústria (manufactura, construção, abastecimento de energia eléctrica e água), e 40% para serviços.
- Texto do artigo, página 152: Tendo em conta os indicadores-alvo por sector económico na ENDE 2015-2035, no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário (PEDSA) 2010-2019 e outros materiais/informações, as participacões dos sectores económicos em 2025 e 2035 e as suas taxas de crescimento estão definidas conforme indicado nas Tabelas 11.3.7 e 11.3.8, no âmbito do quadro do padrão de crescimento económico controlado.
- Texto do artigo, página 152: Tabela 11.3.7 Mudanças na Estrutura Económica da Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 152: Unidade: %
- Texto do artigo, página 152: PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003)
Agricultura
Mineração/Projectos de Grande Escala
Indústria, Construção e Serviços Públicos
Serviços
2011
64.254
40,3
0,2
19
40,2
2025
181.700
33
13
19
35
2035
450.300
24
28
20
29
PIB Regional a Custo de Factores(Milhão de MT, a preços de 2003) Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011 64.254 40,3 0,2 19 40,2 2025 181.700 33 13 19 35 2035 450.300 24 28 20 29 - Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE
- Texto do artigo, página 152: Tabela 11.3.8 Taxas de Crescimento por Sector Económico na Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 152: Unidade: %
- Texto do artigo, página 152: Agricultura
Mineração/Projectos de Grande Escala
Indústria, Construção e Serviços Públicos
Serviços
2011-2025
7,0
49,3
8,5
7,4
2025-2035
6,0
18,3
9,7
7,4
Agricultura Mineração/Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços 2011-2025 7,0 49,3 8,5 7,4 2025-2035 6,0 18,3 9,7 7,4 - Texto do artigo, página 152: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 152: As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8% e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente.
- Texto do artigo, página 152: As participações percentuais dos sectores de agricultura, mineração, indústria e serviços passarão de 40,3% em 2011 para 33,1% em 2025 e para 23,9% em 2035, de 0,2% para 12,8%
- Texto do artigo, página 152: das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
- Texto do artigo, página 152: Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura, indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
- Texto do artigo, página 152: e 27,7%, de 19,3% para 19,2% e 19,6%, e de 40,2% para 34,8% e 28,8%, respectivamente. Em termos de taxas de crescimento, os sectores de agricultura,
- Texto do artigo, página 152: indústria e serviços irão crescer constante e robustamente, apesar de que o sector agrário perder gradualmente as suas participações uma vez que o sector de mineração, impulsionado por grandes projectos de exploração mineira, terá uma participação notavelmente alta.
- Texto do artigo, página 152: 11-17
- Texto do artigo, página 152: 11.3.4 PIB Regional Provincial na Região do Corredor de Nacala: 2017, 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 152: As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
- Texto do artigo, página 152: Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação
- Texto do artigo, página 153: Com base nos dados do INE sobre o PIB Regional provincial por sector económico em 2011, conforme detalhado na Tabela 11.3.9, o PIB Regional provincial a custo de factores por sector económico para cada província na Região do Corredor de Nacala é estimado, segundo indica a Tabela 11.3.10, através da aplicação das taxas de crescimento por sector económico discutidas na secção anterior. Os dados iniciais por sector económico e por província que foram calculados com as taxas de crescimento, são ajustados de forma a coincidir com o PIB Regional a custo de factores por sector em toda a Região do Corredor de Nacala. As contribuições de projectos de grande escala ao PIB Regional são calculadas separadamente e distribuídas às Províncias de Cabo Delgado e Tete. O valor agregado do sector de mineração nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia é simplesmente distribuído entre 10 milhões de MT e 30 milhões de MT cada, para 2025 e 2035, respectivamente, visto que a produção não pode ser projectada.
- Texto do artigo, página 153: As participações dos sectores industrial, de construção e de serviços públicos no PIB Regional das Províncias de Nampula e Tete aumentaram, enquanto as Províncias de Niassa, Zambézia e Nampula mantiveram a sua participação agrária mais elevada. A Província de Nampula detém a maior quota no PIB Regional da Região do Corredor de Nacala.
- Texto do artigo, página 153: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1151)
- Texto do artigo, página 153: Tabela 11.3.9 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2011
- Texto do artigo, página 153: Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia*
Agricultura, Pesca e Plantação Florestal
Mineração/ Projectos de Grande Escala
Indústria, Construção e Serviços Públicos
Serviços
PIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
2.608 4.175 10.583 3.869
Parcela (%)
49,5 51,2 39,9
50,8
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
1
2 7 2
Parcela (%)
0,0 0,0 0,0 0,0
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
376 1.021 4.505 937
Parcela (%)
7,1 12,5 17,0 12,3
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
2.287 2.955 11.455 2.807
Parcela (%)
43,4 36,3 43,1 36,9
(Milhão de MT, preços constantes de 2003)
5.272 8.152 26.551 7.615
Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala
23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628
Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479
Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove
Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.608 4.175 10.583 3.869 Parcela (%) 49,5 51,2 39,9 50,8 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1 2 7 2 Parcela (%) 0,0 0,0 0,0 0,0 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 376 1.021 4.505 937 Parcela (%) 7,1 12,5 17,0 12,3 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 2.287 2.955 11.455 2.807 Parcela (%) 43,4 36,3 43,1 36,9 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 5.272 8.152 26.551 7.615 Tete 2.006 20,2 74 0,7 4.270 42,6 3.688 36,7 10.038 Região do Corredor de Nacala 23.242 40,3 85 0,2 11.109 19,3 23.192 40,2 57.628 Outras Zonas 25.986 21,7 2.413 2,0 28.480 23,8 62.972 52,5 119.851 Moçambique 49.228 27,7 2.498 1,4 39.589 22,3 86.164 48,6 177.479 Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézianove - Texto do artigo, página 153: a
- Texto do artigo, página 153: Tabela 11.3.10 PIB Regional Provincial a Custo de Factores por Sector Económico: 2017, 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 153: Agricultura, Pesca e Plantação Florestal
Mineração/ Projectos de Grande Escala
Indústria, Construção e Serviços Públicos
Serviços
PIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
Parcela (%)
(Milhão de MT, preços constantes de 2003)
Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes de 2003) - Texto do artigo, página 153: (1) PIB Regional Provincial Projectado para 2017 por Sector Económico
- Texto do artigo, página 153: a
- Texto do artigo, página 153: Niassa 3.900 48,7 0 0,0 600 7,5 3.500 43,8 8.000
- Texto do artigo, página 153: Cabo Delgado 6.200 49,2 200 1,6 1.700 13,5 4.500 35,7 12.600 Nampula 15.900 39,1 10 0,0 7.300 17,9 17.500 43,0 40.700 Zambézia* 5.800 50,0 0 0,0 1.500 12,9 4.300 37,1 11.600 Tete 3.000 17,2 1.800 10,3 6.900 39,7 5.700 32,8 17.400 Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 153: 11-18
- Texto do artigo, página 153: 34.800 39 2.000 2,2 18.000 19,9 35.500 39,3 90.300
- Texto do artigo, página 153: Outras Zonas 39.100 21,1 24.300 13,1 34.400 18,6 87.200 47,2 185.000 Moçambique 73.900 26,8 26.300 9,6 52.400 19,0 122.700 44,6 275.300
- Texto do artigo, página 153: (2) PIB Regional Provincial Projectado para 2025 por Sector Económico
- Texto do artigo, página 153: Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Tete
Agricultura, Pesca e Plantação Florestal
Mineração/ Projectos de Grande Escala
Indústria, Construção e Serviços Públicos
Serviços
PIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
6.800 10.800 27.400 10.000 5.200
Parcela (%)
47,9 34,5 37,8
48,8 12,1
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
10
9.300
10 10
14.000
Parcela (%)
0,1 29,7 0,0 0,0 32,6
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
1.200 3.200 14.200 2.900 13.400
Parcela (%)
8,4 10,2 19,4 14,1 31,1
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
6.200 8.000 31.100 7.600 10.400
Parcela (%)
43,6 25,6 42,8 37,1 24,2
(Milhão de MT, preços constantes de 2003)
14.200 31.300 72.700 20.500 43.000
Região do Corredor de Nacala
Outras Zonas Moçambique
(3) PIB Regional
60.200 33,1 66.700 20,5
126.900 25,1
Provincial Projectad
Agricultura, Pesca e Plantação Florestal
23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2
o para 2035 por Sec
Mineração/ Projectos de Grande Escala
34.900 19,2 72.000 22,2
106.900 21,1
tor Económico
Indústria, Construção e Serviços Públicos
63.300 34,9
132.300 40,7 195.600 38,6
Serviços
181.700 324.800 506.500
PIB Regional a Custo de Factores
(Milhão de MT, a preços constantes
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes
Parcela (%)
(Milhão de MT, a preços constantes
Parcela (%)
(Milhão de MT, preços constantes
Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia* Tete Agricultura, Pesca e Plantação Florestal Mineração/ Projectos de Grande Escala Indústria, Construção e Serviços Públicos Serviços PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.800 10.800 27.400 10.000 5.200 Parcela (%) 47,9 34,5 37,8 48,8 12,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 10 9.300 10 10 14.000 Parcela (%) 0,1 29,7 0,0 0,0 32,6 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 1.200 3.200 14.200 2.900 13.400 Parcela (%) 8,4 10,2 19,4 14,1 31,1 (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) 6.200 8.000 31.100 7.600 10.400 Parcela (%) 43,6 25,6 42,8 37,1 24,2 (Milhão de MT, preços constantes de 2003) 14.200 31.300 72.700 20.500 43.000 Região do Corredor de Nacala Outras Zonas Moçambique (3) PIB Regional 60.200 33,1 66.700 20,5 126.900 25,1 Provincial Projectad Agricultura, Pesca e Plantação Florestal 23.300 12,8 53.800 16,6 77.100 15,2 o para 2035 por Sec Mineração/ Projectos de Grande Escala 34.900 19,2 72.000 22,2 106.900 21,1 tor Económico Indústria, Construção e Serviços Públicos 63.300 34,9 132.300 40,7 195.600 38,6 Serviços 181.700 324.800 506.500 PIB Regional a Custo de Factores (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, a preços constantes Parcela (%) (Milhão de MT, preços constantes - Texto do artigo, página 153: a
- Texto do artigo, página 153: a de 2003)
- Texto do artigo, página 153: de 2003) de 2003) de 2003) de 2003)
- Texto do artigo, página 153: Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 153: 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
- Texto do artigo, página 153: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
- Texto do artigo, página 153: nove
- Texto do artigo, página 153: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
- Texto do artigo, página 154: Niassa 12.100 43,5 30 0,1 3.000 10,8 12.700 45,6 27.800 Cabo Delgado 19.400 13,5 99.700 69,5 8.100 5,6 16.400 11,4 143.600 Nampula 49.100 33,1 30 0,0 35.800 24,1 63.600 42,8 148.500 Zambézia* 18.000 43,9 30 0,1 7.400 18,0 15.600 38,0 41.000 Tete 9.300 10,4 24.900 27,9 33.900 37,9 21.300 23,8 89.400 Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 154: 107.900 23,9 124.600 27,7 88.200 19,6 129.600 28,8 450.300 Outras Zonas 141.900 20,3 169.200 24,2 167.200 23,9 220.600 31,6 698.900 Moçambique 249.700 21,7 293.900 25,6 255.400 22,2 350.200 30,5 1.149.200
- Título de secção, página 154: 1426 — (1152) I SÉRIE — NÚMERO 156
- Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA com base nas estatísticas do INE e nos dados da ENDE do MPD Nota: *PIB Regional somente dos sete distritos da parte norte da Zambézia
- Texto do artigo, página 154: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
- Texto do artigo, página 154: Como resultado, o quadro económico futuro do PEDEC-Nacala pode ser resumido da seguinte forma:
- Texto do artigo, página 154: Tabela 11.3.11 PIB Regional e PIB Regional por Sector, Anos 2007, 2011, 2017, 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 154: Unidade: Milhão de MT, a preços de 2003
- Texto do artigo, página 154: 2007
2011
2017
2025
2035
PIB Regional da Região do Corredor de Nacala
44.876
57.628
90.300
181.700
450.300
Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal
Fonte: Equipa de Estudo da JICA
17.287
23.242
34.800
60.200
107.900
Sector de Mineração
47
85
2.000
23.300
124.600
Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos
9.076
11.109
18.000
34.900
88.200
Sector de Serviços
18.466
23.192
35.500
63.300
129.600
2007 2011 2017 2025 2035 PIB Regional da Região do Corredor de Nacala 44.876 57.628 90.300 181.700 450.300 Sectores de Agricultura, Pecuária, Pescas e Plantação Florestal Fonte: Equipa de Estudo da JICA 17.287 23.242 34.800 60.200 107.900 Sector de Mineração 47 85 2.000 23.300 124.600 Sectores Industrial, de Construção e de Serviços Públicos 9.076 11.109 18.000 34.900 88.200 Sector de Serviços 18.466 23.192 35.500 63.300 129.600 - Texto do artigo, página 154: F
- Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 154: 11-19
- Texto do artigo, página 154: Tabela 11.3.12 PIB Regional por Província, Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 154: PIB Regional
(Milhão de MT, a preços constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual
(%)
2011
2017
2025
2035
2011-2025
2011-2035
Província de Niassa
5.272
8.000
14.200
27.800
7,3
7,2
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,2%
7,4%
6,9%
Província de Cabo Delgado
8.152
12.600
31.300
143.600
10,1
12,7
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,5%
12,0%
16,5%
Província de Nampula
26.551
40.700
72.700
148.500
7,5
7,4
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,4%
7,5%
7,4%
Província da Zambézia*
7.615
11.600
20.500
41.000
7,3
7,3
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,3%
7,4%
7,2%
Província de Tete
10.038
17.400
43.000
89.400
11,0
9,5
Taxa de crescimento anual (%)
-
9,6%
12,0%
7,6%
Região do Corredor de Nacala
57.629
90.300
181.700
450.300
8,5
8,9
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,8%
9,1%
9,5%
Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%)
119.851 -
185.004 7,5%
324.800 7,3%
698.900 8,0%
7,4
7,6
Moçambique
177.479
275.300
506.500
1.149.200
7,8
8,1
Taxa de crescimento anual (%)
-
7,6%
7,9%
8,5%
PIB Regional (Milhão de MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 5.272 8.000 14.200 27.800 7,3 7,2 Taxa de crescimento anual (%) - 7,2% 7,4% 6,9% Província de Cabo Delgado 8.152 12.600 31.300 143.600 10,1 12,7 Taxa de crescimento anual (%) - 7,5% 12,0% 16,5% Província de Nampula 26.551 40.700 72.700 148.500 7,5 7,4 Taxa de crescimento anual (%) - 7,4% 7,5% 7,4% Província da Zambézia* 7.615 11.600 20.500 41.000 7,3 7,3 Taxa de crescimento anual (%) - 7,3% 7,4% 7,2% Província de Tete 10.038 17.400 43.000 89.400 11,0 9,5 Taxa de crescimento anual (%) - 9,6% 12,0% 7,6% Região do Corredor de Nacala 57.629 90.300 181.700 450.300 8,5 8,9 Taxa de crescimento anual (%) - 7,8% 9,1% 9,5% Outras Zonas Taxa de crescimento anual (%) 119.851 - 185.004 7,5% 324.800 7,3% 698.900 8,0% 7,4 7,6 Moçambique 177.479 275.300 506.500 1.149.200 7,8 8,1 Taxa de crescimento anual (%) - 7,6% 7,9% 8,5% - Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 154: PIB Regional per capita
(Mil MT, a preços constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual
(%)
2011
2017
2025
2035
2011-2025
2011-2035
Província de Niassa
3,78
4,75
6,82
10,97
4,3
4,5
Taxa de crescimento anual (%)
-
3,8%
4,6%
4,9%
Província de Cabo Delgado
4,57
6,16
12,81
47,33
7,6
10,2
Taxa de crescimento anual (%)
-
5,1%
9,6%
14,0%
Província de Nampula
5,76
7,43
10,84
18,00
4,6
4,9
Taxa de crescimento anual (%)
-
4,3%
4,8%
5,2%
Província da Zambézia*
3,73
4,78
6,96
11,51
4,6
4,8
Taxa de crescimento anual (%)
-
4,2%
4,8%
5,2%
Província de Tete
4,73
6,51
12,19
18,83
7,0
5,9
Taxa de crescimento anual (%)
-
5,5%
8,2%
4,4%
Região do Corredor de Nacala
4,91
6,34
10,29
20,35
5,5
6,2
Taxa de crescimento anual (%)
-
4,6%
6,3%
7,1%
Outras Zonas
10,80
14,39
20,88
35,69
4,8
5,1
Taxa de crescimento anual (%)
-
4,9%
4,8%
5,5%
Moçambique
7,70
10,21
15,25
27,66
5,0
5,5
Taxa de crescimento anual (%)
-
4,7%
5,2%
6,1%
Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Tabela 11.3.14 Percentagem do PIB Regional per Capita em Relação à Média Nacional,
PIB Regional per capita (Mil MT, a preços constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 2011 2017 2025 2035 2011-2025 2011-2035 Província de Niassa 3,78 4,75 6,82 10,97 4,3 4,5 Taxa de crescimento anual (%) - 3,8% 4,6% 4,9% Província de Cabo Delgado 4,57 6,16 12,81 47,33 7,6 10,2 Taxa de crescimento anual (%) - 5,1% 9,6% 14,0% Província de Nampula 5,76 7,43 10,84 18,00 4,6 4,9 Taxa de crescimento anual (%) - 4,3% 4,8% 5,2% Província da Zambézia* 3,73 4,78 6,96 11,51 4,6 4,8 Taxa de crescimento anual (%) - 4,2% 4,8% 5,2% Província de Tete 4,73 6,51 12,19 18,83 7,0 5,9 Taxa de crescimento anual (%) - 5,5% 8,2% 4,4% Região do Corredor de Nacala 4,91 6,34 10,29 20,35 5,5 6,2 Taxa de crescimento anual (%) - 4,6% 6,3% 7,1% Outras Zonas 10,80 14,39 20,88 35,69 4,8 5,1 Taxa de crescimento anual (%) - 4,9% 4,8% 5,5% Moçambique 7,70 10,21 15,25 27,66 5,0 5,5 Taxa de crescimento anual (%) - 4,7% 5,2% 6,1% - Texto do artigo, página 154: Anos 2011, 2017, 2025 e 2035
- Texto do artigo, página 154: Unidade: %
- Texto do artigo, página 154: 2011
2017
2025
2035
2011 2017 2025 2035 - Texto do artigo, página 154: Província de Niassa
0,49
0,47
0,45
0,40
Província de Cabo Delgado
0,59
0,61
0,84
1,71
Província de Nampula
0,75
0,73
0,71
0,65
Província da Zambézia
0,48
0,47
0,46
0,42
Província de Tete
0,61
0,64
0,80
0,68
Região do Corredor de Nacala
0,63
0,62
0,67
0,74
Outras Zonas
1,40
1,422
1,37
1,29
Moçambique
1,00
1,00
1,00
1,00
Província de Niassa 0,49 0,47 0,45 0,40 Província de Cabo Delgado 0,59 0,61 0,84 1,71 Província de Nampula 0,75 0,73 0,71 0,65 Província da Zambézia 0,48 0,47 0,46 0,42 Província de Tete 0,61 0,64 0,80 0,68 Região do Corredor de Nacala 0,63 0,62 0,67 0,74 Outras Zonas 1,40 1,422 1,37 1,29 Moçambique 1,00 1,00 1,00 1,00 - Texto do artigo, página 154: 11-20
- Texto do artigo, página 154: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Número ou marcador, página 155: Capítulo 12 Quadro Espacial
- Texto do artigo, página 155: 12.1 Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala A estrutura espacial da Região do Corredor de Nacala é
- Texto do artigo, página 155: representada pelos seguintes conceitos:
- Texto do artigo, página 155: 1) Rede de corredores de transporte; 2) Sistema hierárquico dos centros urbanos.
- Texto do artigo, página 155: 12.2 Rede de Corredores de Transporte para a Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 155: O PEDEC-Nacala propõe a estrutura espacial do Corredor de Nacala para 2035 como se mostra na Figura 12.2.1. As setas azuis indicam as rotas do corredor propostos, enquanto as setas castanhas são as rotas de transporte existentes. A rede de corredores de transporte consiste nos principais corredores, subcorredores e linhas de acesso. Os principais corredores formam a espinha dorsal da Região, apoiada pelas linhas férreas e pelas estradas principais. Os principais corredores passam pelos centros urbanos primários e secundários. Os subcorredores ligam os principais corredores aos centros urbanos terciários. As linhas de acesso conectam os principais corredores e subcorredores às amplas áreas bem como aos centros urbanos quaternários e outros centros urbanos de menor porte.
- Texto do artigo, página 155: A estrutura do Corredor está projectada de tal maneira que o Porto de Nacala será ligado a Lilongwe em Malawi e a Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia por uma extensão aproximada de 2.000km, assumindo a condição de um corredor internacional e que o efeito desse acesso melhorado espalhar-se-á para tantas áreas quanto possível na parte Moçambicana, melhorando a mobilidade das pessoas e promovendo o desenvolvimento ao longo das rotas.
- Texto do artigo, página 155: (1) Principais Corredores
- Texto do artigo, página 155: • [M-1] Nacala-Nampula-Cuamba-Lilongwe (Malawi)Lusaka (Zâmbia) • [M-2] Cuamba-Tete • [M-3] Cuamba-Lichinga
- Texto do artigo, página 155: O corredor principal mostrado pelas setas azuis grossas começa em Nacala no extremo oriental, ruma para o oeste e passando por Nampula, vai até Cuamba na Província de Niassa, numa extensão aproximada de 530km. Em Cuamba, o corredor principal divide-se em três direcções; na direcção noroeste para Lichinga; na direcção ocidental para Lilongwe em Malawi e mais adiante para Lusaka (ou Mpika) na Zâmbia; e na direcção sudoeste para Moatize na Província de Tete passando pelo território Malawiano.
- Texto do artigo, página 155: Estes principais corredores serão servidos tanto pelas linhas férreas como pelas estradas principais. A referida parte principal do Corredor de Nacala assegurará um transporte de cargas mais rápido com custo mais baixo, especialmente para o transporte de cargas pesadas de longa distância, acelerando assim as exportações e as importações para Malawi, Zâmbia e Moçambique. O Principal Corredor Cuamba-Lilongwe-Lusaka [M-1] garantirá importações de bens a preços mais baixos bem como o aumento da possibilidade de exportar os bens produzidos em Malawi e na Zâmbia através do Porto de Nacala. O Principal Corredor Cuamba-Lichinga [M-3] mudará drasticamente a situação da Província de Niassa, de uma província sem perspectivas com ligações fracas a outras zonas para uma província exportadora de abundantes produtos agrícolas e madeireiros para outras zonas e para o estrangeiro através do novo corredor. A Província de Niassa poder-se-á tornar numa nova porta de entrada internacional para Malawi e para a parte sul da Tanzania por meio do transporte
- Texto do artigo, página 155: aquático no Lago Niassa. O Principal Corredor Cuamba-Tete [M-2] proporcionará uma nova saída para a Província de Tete, que tem sido um importante nó para a rede de transporte ligando Malawi, a parte sul da Zâmbia, Zimbabwe e a Beira.
- Texto do artigo, página 155: (2) Subcorredores
- Texto do artigo, página 155: • [S-1] Lichinga-Pemba; • [S-2] Nacala-Pemba-Palma; • [S-3] Chipoka-Metangula-Baía de Mbamba Porto de Itsungi.
- Texto do artigo, página 155: As grandes linhas azuis tracejadas mostram os três subcorredores. Um corre de leste a oeste, a partir de Pemba na Província de Cabo Delgado até Lichinga na Província de Niassa por uma extensão aproximada de 700km, enquanto que o outro corre de sul a norte, a partir de Nacala até Palma na Província de Cabo Delgado passando por Pemba por uma extensão aproximada de 660km. Já que ambos os subcorredores são servidos por estradas, existe a possibilidade de se criar um gasoduto que ligará Palma e Nacala. O Subcorredor Lichinga-Pemba vai acomodar o trânsito da estrada entre Pemba e a Província de Niassa e fornecer uma rota alternativa para o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba-Lichinga em caso de impedimentos, como em situações de emergência e congestionamento do tráfego. O Subcorredor Nacala-Pemba-Palma serve para distribuir bens para Palma que opera os projectos de exploração do gás natural e também para os destinos turísticos localizados ao longo das áreas costeiras e nas ilhas das Províncias de Cabo Delgado e de Nampula. O terceiro subcorredor é o corredor de transporte aquático que liga Chipoka em Malawi, Metangula em Moçambique e a Baía de Mbamba e o Porto de Itungi em Tanzania.
- Texto do artigo, página 155: (3) Linhas de Acesso
- Texto do artigo, página 155: O PEDEC-Nacala propõe as seguintes sete linhas de acesso mostradas em pequenas setas azuis tracejadas na Figura 12.2.1. Estas linhas exercerão um papel crucial na expansão espacial dos impactos do desenvolvimento do Corredor para cada canto das zonas rurais.
- Texto do artigo, página 155: • [F-1] Nacaroa-Nacala: assegurar um acesso mais fácil para o/do Porto de Nacala pelo lado norte. • [F-2] Nampula-Angoche: apoiar o desenvolvimento da parte sul da Província de Nampula através da promoção da pesca e agricultura. • [F-3] Cuamba-Marrupa: apoiar o desenvolvimento da agricultura ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor Lichinga-Pemba e o Principal Corredor Nacala-Nampula-Cuamba. • [F-4] Cuamba-Gurué-Alto Molócuè: estimular a produção agrícola ao longo da rota que passa pela parte norte da Província da Zambézia. • [F-5] Lichinga-Metangula: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e criar uma nova porta de entrada internacional para Malawi e Tanzania através do transporte aquático. • [F-6] Nampula-Montepuez: promover o desenvolvimento da agricultura e turismo ao longo da rota e fortalecer a função de apoio mútuo com o Subcorredor LichingaPemba e o Principal Corredor Nacala-NampulaCuamba. • [F-7] Tete-Fingoe-Zumbu: promover a produção agrícola pelas terras férteis ao longo da rota e abrir uma nova saída para a parte sul da Zâmbia.
- Parágrafo, página 156: 1426 — (1154) I SÉRIE — NÚMERO 156
- Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 156: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 156: Secundrioá
- Texto do artigo, página 156: Quaternrioá
- Texto do artigo, página 156: Primário
- Texto do artigo, página 156: Tercirioá
- Texto do artigo, página 156: RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
- Texto do artigo, página 156: [QuadroRegionalEspacialaLongoPrazo]
- Texto do artigo, página 156: Figura12.2.1EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2035(FuturoaLongoPrazo)
- Texto do artigo, página 156: Fonte:EquipadeEstudodaJICA
- Texto do artigo, página 156: 4
- Texto do artigo, página 157: RegiãodoCorredordeNacalanoFuturo
- Texto do artigo, página 157: Região do Corredor de Nacala no Futuro Quadro Regional Espacial a Curto Prazo Tanzania Congo Zambia Zimbabwe Malawi Mozambique Cabo Delgado Nampula Niassa Zambézia Tete Manica Sofala Nacala Nampula Lichinga Cuamba Quelimane Beira Corredor Principal Corredor Secundário Linhas de Alimentação Condutas Existentes Centro Urbano Centro Urbano Secundário Centro Urbano Terciário Centro Urbano Quaternário Porto de Entrada (Gateway): Porto de Entrada: Terrestre Figura 12.2.2 Estrutura Espacial para a Região do Corredor de Nacala em 2017 (Futuro a Curto Prazo) Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 157: CentroUrbano
- Texto do artigo, página 157: Secundrioá
- Texto do artigo, página 157: Primário
- Texto do artigo, página 157: Tercirioá
- Texto do artigo, página 157: [QuadroRegionalEspacialaCurtoPrazo]
- Texto do artigo, página 157: Quaternrioá
- Texto do artigo, página 157: Figura12.2.2EstruturaEspacialparaaRegiãodoCorredordeNacalaem2017(FuturoaCurtoPrazo)
- Texto do artigo, página 157: Fonte:EquipadeEstudodaJICA
- Texto do artigo, página 157: 5
- Texto do artigo, página 158: 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos
- Texto do artigo, página 158: 12.3.1 Centros Urbanos
- Parágrafo, página 158: 1426 — (1156) I SÉRIE — NÚMERO 156
- Texto do artigo, página 158: As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
- Texto do artigo, página 158: 12.3 Sistema Hierárquico dos Centros Urbanos 12.3.1 Centros Urbanos
- Texto do artigo, página 158: pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
- Texto do artigo, página 158: Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração pública e funções comerciais e de negócios, porque os corredores de transporte poderão ajudar a expansão das áreas de abrangência dos centros urbanos. Ou seja, o sector de serviços comerciais e de negócios e o sector das indústrias de manufactura serão atraídos a se posicionarem nos centros urbanos/zonas urbanas, em resposta ao elevado grau de interligação e integração através dos corredores de transporte internacional/regional.
- Texto do artigo, página 158: As zonas urbanas/centros urbanos são áreas importantes onde as funções e as economias urbanas estão acumuladas e interagidas. Os centros urbanos fornecerão vários serviços urbanos incluindo os serviços de administração pública, serviços comerciais e de negócios e serviços urbanos de infraestrutura (estradas, electricidade e água).
- Texto do artigo, página 158: Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
- Texto do artigo, página 158: Quando os corredores de transporte internacional/regional forem desenvolvidos, os centros urbanos ir-se-ão desenvolver ainda mais em termos de acumulação de funções de administração
- Texto do artigo, página 158: Para cobrir efectivamente uma ampla região como a Região do Corredor de Nacala, é importante estabelecer um sistema hierárquico dos centros urbanos. A Tabela 12.3.1 mostra a situação presente e a hierarquia recomendada para os centros urbanos no futuro (2025-2035).
- Texto do artigo, página 158: Tabela 12.3.1 Classificação dos Centros Urbanos no Presente e para os Anos de 2025 a 2035
- Texto do artigo, página 158: Nível
Presente
2025-2035
Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional)
Nenhum
Área da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha)
Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional)
Nampula, Nacala
Grande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize
Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial)
Pemba, Lichinga, Tete
Pemba, Lichinga
Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial)
Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, Mocuba
Angoche, Gurué, Mocuba, Palma
Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital)
Outros Centros Municipais/ Distritais
Outros Centros Municipais/ Distritais
Nível Presente 2025-2035 Centro Urbano Primário (1o Nível: Internacional) Nenhum Área da Baía de Nacala (Nacala e Nacala-à-Velha) Centro Urbano Secundário (2o Nível: Nacional e Regional) Nampula, Nacala Grande Nampula, Cuamba, Tete-Moatize Centro Urbano Terciário (3o Nível: Provincial) Pemba, Lichinga, Tete Pemba, Lichinga Centro Urbano Quaternário (4o Nível: Subprovincial) Nacala-à-Velha, Angoche, Cuamba, Moatize, Gurué, Mocuba Angoche, Gurué, Mocuba, Palma Centro Urbano Quinário (5o Nível: Distrital) Outros Centros Municipais/ Distritais Outros Centros Municipais/ Distritais - Texto do artigo, página 158: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 158: 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos
- Texto do artigo, página 158: 12.3.2 Funções Atribuídas aos Principais Centros Urbanos Tendo em consideração as Estratégias Globais de
- Texto do artigo, página 158: Tendo em consideração as Estratégias Globais de Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
- Texto do artigo, página 158: 6) Cidade de Pemba - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com a
- Texto do artigo, página 158: Desenvolvimento e a Futura Estrutura Espacial da Região do Corredor de Nacala, são determinadas as seguintes funções para os principais centros urbanos no futuro:
- Texto do artigo, página 158: Base de Apoio à Exploração do Gás Natural, bem como a Base Turística
- Texto do artigo, página 158: 1) Área da Baía de Nacala: Centro Urbano Primário (Internacional)
- Texto do artigo, página 158: 1) Área da Baía de Nacala - Centro Urbano Primário (Internacional):
- Texto do artigo, página 158: Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
- Texto do artigo, página 158: 7) Angoche - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 8) Gurué - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial e de Serviços 9) Mocuba - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços com a Base
- Texto do artigo, página 158: Cidade Internacional de Primeira Classe para os Negócios, Indústria e Turismo: um Novo Portão para a África
- Texto do artigo, página 158: 2) Grande Nampula - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Polo de Crescimento Regional para a Região Norte 3) Cidade de Cuamba - Centro Urbano Secundário (Nacional e Regional): Centro Logístico e Industrial Regional do Interior 4) Cidade de Tete com Moatize - Centro Urbano Secundário
- Texto do artigo, página 158: 6
- Texto do artigo, página 158: de Produção Industrial:
- Texto do artigo, página 158: 10) Palma - Centro Urbano Subprovincial: Centro Comercial, Industrial e de Serviços para a Exploração
- Texto do artigo, página 158: (Nacional e Regional):
- Texto do artigo, página 158: do Gás Natural, com a Base Industrial Química
- Texto do artigo, página 158: Centro Administrativo Regional e de Negócios do Interior com a Base de Apoio à Mineração do Carvão
- Texto do artigo, página 158: A Figura 12.3.1 apresenta o padrão hierárquico dos centros urbanos na Região do Corredor de Nacala. A Tabela 12.3.2 e a Figura 12.3.2 mostram as populações urbanas futuras dos principais centros urbanos.
- Texto do artigo, página 158: 5) Cidade de Lichinga - Centro Urbano Terciário (Provincial) Polo de Crescimento Provincial e Centro de Serviços com o
- Texto do artigo, página 158: Centro Académico e Científico e a Base de Processamento da Madeira
- Texto do artigo, página 159: Tanzania Zambia Malawi Zimbabwe CABO DELGADO NIASSA NAMPULA ZAMBEZIA TETE Lichinga Cuamba Tete-Moatize Mocuba Quelimane Beira Pemba Palma Angoche Nacala Bay Area Greater Nampula Legenda Centro Urbano Limite Rio Lago & Reservatório Transportes N
- Texto do artigo, página 159: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 159: Legenda
- Texto do artigo, página 159: Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 159: Rio Lago e Reservatório
- Texto do artigo, página 159: Figura 12.3.1 Padrão Hierárquico dos Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala, Anos 2025 a 2035
- Texto do artigo, página 159: Tabela 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
- Texto do artigo, página 159: 2011 (habitantes)
2035 (habitantes)
Área da Baía de Nacala
285.000
927.000
Grande Nampula
583.000
1.329.000
Cidade de Cuamba
99.000
267.000
Tete com Moatize
232.000
567.000
Cidade de Lichinga
182.000
467.000
Cidade de Pemba
168.000
470.000
2011 (habitantes) 2035 (habitantes) Área da Baía de Nacala 285.000 927.000 Grande Nampula 583.000 1.329.000 Cidade de Cuamba 99.000 267.000 Tete com Moatize 232.000 567.000 Cidade de Lichinga 182.000 467.000 Cidade de Pemba 168.000 470.000 - Texto do artigo, página 159: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 159: 8
- Texto do artigo, página 160: População Urbana (10^3 habitantes) Ano 2011 Ano 2035 Zambia Malawi Tanzania CABO DELGADO NIASSA Lichinga 467 182 [B-3] Cuamba 99 267 [M-2] [M-3] Nampula 1,329 583 [M-1] Nacala 927 285 Pemba 470 168 Quelimane Tete& Moatize 567 232 Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
- Texto do artigo, página 160: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 160: Figura 12.3.2 Populações Urbanas dos Principais Centros Urbanos nos Anos 2011 e 2035
- Texto do artigo, página 160: Principal Corredor Subcorredor Linha de Acesso Corredor Existente
- Número ou marcador, página 160: Capítulo 13 Estratégias Globais de Desenvolvimento 13.1 Introdução
- Texto do artigo, página 160: Neste capítulo, em primeiro lugar, foram considerados e analisados os cenários de desenvolvimento. Um cenário de desenvolvimento foi seleccionado após a avaliação a partir de quatro perspectivas (económica, espacial, social e ambiental). Com base no cenário de desenvolvimento seleccionado, foram formuladas estratégias globais de desenvolvimento de modo a se alcançarem as metas de desenvolvimento bem como a visão para o futuro da Região do Corredor de Nacala. Além disso, considerando-se como iniciar o desenvolvimento regional, serão identificadas estratégias essenciais de desenvolvimento (a curto e médio prazo) em relação às estratégias globais de desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 160: 13.2 Cenários de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 160: Um “Cenário de Desenvolvimento” é um conjunto de descrição narrativa (mas não uma explicação completa) das maneiras de desenvolvimento incluindo a ênfase nos sectores económicos, nos padrões espaciais de desenvolvimento e na sequência de desenvolvimento. É útil desenhar as imagens globais de diferentes padrões de desenvolvimento regional.
- Texto do artigo, página 160: Neste capítulo, são preparados cenários alternativos de desenvolvimento e as suas características são analisadas e avaliadas dos pontos de vista fornecidos pela visão, pelas metas de desenvolvimento e pelas questões globais.
- Texto do artigo, página 160: 13.2.1 Cenário de Desenvolvimento Seleccionado Com base na avaliação dos cenários alternativos de
- Texto do artigo, página 160: desenvolvimento, foi seleccionado, para o futuro a longo prazo
- Texto do artigo, página 160: da Região do Corredor de Nacala, o cenário de desenvolvimento “B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional”, que será apresentado a seguir:
- Texto do artigo, página 160: (1) Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados A Região do Corredor de Nacala promoverá não apenas o
- Texto do artigo, página 160: desenvolvimento de recursos minerais (carvão, gás natural e outros recursos), mas também o desenvolvimento de diversificados sectores económicos incluindo o comércio, logística, indústria manufactureira, turismo, agricultura e plantação florestal através da utilização de um vasto leque de potenciais de desenvolvimento disponível para uma ampla região.
- Texto do artigo, página 160: (2) Desenvolvimento do Carvão e o Transporte como Forças Motrizes Iniciais
- Texto do artigo, página 160: Neste cenário de desenvolvimento, a exploração do carvão na Província de Tete e a necessidade de melhorar o transporte do carvão de Tete para o Porto de Nacala é uma força motriz inicial muito importante do desenvolvimento regional na Região do Corredor de Nacala. Tirar proveito desta oportunidade de desenvolvimento para melhorar a função de transporte de longo curso e o potencial de desenvolvimento dos sectores económicos representa uma chave muito significativa para as pretensões do PEDEC-Nacala. O desenvolvimento do carvão para a exportação asseguraria uma alta demanda de transporte na fase inicial da melhoria ferroviária. Além disso, a linha férrea melhorada será capaz de transportar cargas além do carvão (cargas gerais e contentores), assim como os passageiros, se uma intervenção
- Texto do artigo, página 160: 9
- Texto do artigo, página 161: apropriada para o desenvolvimento for feita de modo a acomodar cargas além do carvão, conforme prescrito nos acordos de concessão das linhas férreas.
- Texto do artigo, página 161: (3) Corredor Principal de Transporte: A Existência em Paralelo da Linha Férrea e da Estrada Principal
- Texto do artigo, página 161: Paralelamente à linha férrea melhorada, as estradas principais que ligam Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula ao Porto de Nacala serão construídas valendo-se do auxílio estrangeiro ao Governo de Moçambique. A linha férrea e as estradas principais melhoradas serão capazes de se complementarem uma a outra. O transporte de cargas pesadas a longa distância (mais de 500 a 700km) utilizará a linha férrea do corredor. Por outro lado, as principais estradas e as estradas de acesso transportarão mercadorias e pessoas a uma média distância (300 a 500km).
- Texto do artigo, página 161: As principais estradas que partem de Lichinga, Mandimba, Cuamba e Nampula em direcção ao Porto de Nacala seriam um eixo da Região do Corredor de Nacala do qual os subcorredores e as linhas de acesso poderiam ser estendidos, ampliados e profundados rumo ao interior da Região. As estradas secundárias e as estradas de acesso servirão para transportar bens e pessoas de uma ampla área direccionando-os para as estradas principais e para a linha férrea do corredor.
- Texto do artigo, página 161: (4) Uma Extensa Rede de Corredores e Centros Urbanos Hierarquizados
- Texto do artigo, página 161: Uma extensa rede de corredores será desenvolvida gradualmente depois da conclusão do corredor principal (que consiste na linha férrea melhorada e nas estradas principais). Esta rede extensa de corredores também ajudará a desenvolver os centros urbanos nos seus pontos nodais de transporte. Estes centros urbanos nodais tornar-se-ão em centros comerciais e de serviço bem como bases para a produção industrial.
- Texto do artigo, página 161: A rede extensa de corredores e o sistema hierárquico de centros urbanos fornecerão serviços de transporte e serviços de centro comercial, resultando na melhoria do ambiente de negócios de modo a criar uma cadeia de valor para os sectores de agricultura e de plantação florestal. Os custos de transporte ficarão consideravelmente reduzidos numa ampla área, onde os preços dos bens básicos e materiais de construção diminuirão e os pequenos agricultores poderão comprar insumos químicos a preços mais razoáveis, assim como vender os seus produtos agrícolas a preços mais altos para os comerciantes intermediários.
- Texto do artigo, página 161: (5) Impacto Positivo na Educação e nos Serviços de Saúde Graças a esta extensa rede de corredores e centros urbanos
- Texto do artigo, página 161: melhorados, os funcionários administrativos, professores e profissionais da saúde serão capazes de viver e trabalhar em melhores condições mesmo nas áreas interiores da Região do Corredor de Nacala. Como resultado, com uma intervenção adicional adequada, escolas, centros e postos de saúde poderão funcionar de melhor maneira para a população local mesmo nas zonas menos acessíveis.
- Texto do artigo, página 161: (6) Possibilidade de Desenvolvimento para Outros Recursos Minerais e Recursos Turísticos nas Zonas Menos Acessíveis
- Texto do artigo, página 161: A Região do Corredor de Nacala é rica em variedades de recursos minerais e recursos turísticos naturais. Com o uso da extensa rede de corredores e centros urbanos, tais recursos minerais e recursos turísticos (produtos e destinos) serão mais acessíveis e facilmente aproveitáveis para o desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 161: (7) Prioridade de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 161: Quanto à prioridade de desenvolvimento, este cenário de desenvolvimento atribui altíssima prioridade à Área da Baía de Nacala para a preparação da base (infraestruturas pesadas
- Texto do artigo, página 161: e ligeiras) para o desenvolvimento do sector industrial. Já que a Área da Baía de Nacala terá a função portuária melhorada e uma conexão ferroviária melhorada para as zonas do interior de Moçambique, de Malawi e da Província Oriental da Zâmbia, a vantagem em termos de posicionamento da Área da Baía de Nacala será elevada consideravelmente a um alto nível, de modo a permitir ao sector industrial a instalação e o desenvolvimento para servir tanto aos países e às zonas do interior como aos países além da fronteira marítima. No entanto, para realizar esta situação, é necessário disponibilizar infraestruturas económicas e apoiar as indústrias manufactureiras, incluindo o abastecimento estável de electricidade e água.
- Texto do artigo, página 161: Quando a Área da Baía de Nacala estiver bem sucedida em atrair e operacionalizar as indústrias manufactureiras, então será a vez da Grande Nampula fazer o mesmo criando as infraestruturas económicas adequadas.
- Texto do artigo, página 161: 13.2.2 Cenários Alternativos de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 161: Para considerar os padrões futuros de desenvolvimento, são desenvolvidos cenários alternativos de desenvolvimento. Dois factores principais são usados para criar diferentes cenários de desenvolvimento. O primeiro factor são os principais sectores económicos. O segundo factor são os padrões espaciais de desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 161: (1) Economia Orientada ao Sector de Mineração contra Sectores Económicos Diversificados
- Texto do artigo, página 161: Ao analisar qual sector económico deve servir como a principal força motriz para a promoção do desenvolvimento da Região do Corredor de Nacala, foram preparados os seguintes dois cenários de desenvolvimento:
- Texto do artigo, página 161: • Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração; • Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados.
- Texto do artigo, página 161: As principais características destes cenários são resumidas como se segue:
- Texto do artigo, página 161: 1) Cenário A: Desenvolvimento Regional Orientado ao Sector de Mineração;
- Texto do artigo, página 161: Neste cenário, os principais sectores económicos estão limitados aos sectores relacionados com a mineração. No Corredor de Nacala, existem dois sectores de mineração dominantes: 1) Exploração do carvão e o seu transporte para a exportação; e 2) Exploração do gás natural e produção de GNL para exportação.
- Texto do artigo, página 161: Além das actividades de mineração, há algumas possibilidades de desenvolver outros sectores económicos que apoiem as actividades de mineração, incluindo o processamento primário de minerais (como a produção de GNL no caso do gás natural) e fornecimento de serviços de manutenção das máquinas de construção, bem como o fornecimento de alimentos e outros serviços de suprimento. Além das indústrias de apoio, será necessário desenvolver infraestruturas e funções urbanas para apoiar as actividades de mineração. O retorno sobre o capital investido será mais alto mesmo incluindo os custos necessários, se se considerarem não apenas as actividades de mineração mas também o apoio às indústrias e a disponibilização de infraestruturas e funções urbanas.
- Texto do artigo, página 161: Nas áreas de mineração e nos seus arredores, não será tão fácil desenvolver outros sectores económicos mesmo que estes sectores possam aproveitar as infraestruturas e funções urbanas disponibilizadas com vista às actividades de mineração e seus sectores de apoio.
- Texto do artigo, página 161: As actividades de mineração juntamente com os sectores de apoio não serão sustentáveis a um termo muito longo. Portanto, a economia regional baseada em sectores de mineração dominantes não é muito sustentável.
- Texto do artigo, página 162: 2) Cenário B: Desenvolvimento Regional Baseado em Sectores Económicos Diversificados
- Texto do artigo, página 162: Neste cenário, além do desenvolvimento de recursos minerais, serão desenvolvidos diversificados sectores económicos que incluem a indústria manufactureira, o turismo, a agricultura, a plantação florestal, assim como o comércio e os serviços. Existem as seguintes possibilidades de desenvolvimento na Região do Corredor de Nacala:
- Texto do artigo, página 162: • Desenvolvimento de sectores industriais na Área da Baía de Nacala e na Grande Nampula; • Desenvolvimento de indústrias de agro-processamento em Cuamba; • Desenvolvimento de bases turísticas na Área da Baía de Nacala, Pemba e Lichinga por meio da viabilização do acesso às praias e outros destinos turísticos de cunho cultural e natural; • Desenvolvimento agrícola ao longo do corredor principal através do apoio aos pequenos agricultores e do estabelecimento de uma cadeia de valor para a agricultura; • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do carvão na Província de Tete; e • Desenvolvimento agrícola nas áreas próximas à exploração do gás natural no norte da Província de Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 162: A economia regional composta de sectores económicos diversificados terá os seguintes benefícios:
- Texto do artigo, página 162: • Os diferentes sectores económicos poderiam apoiar uns aos outros a fim de realizar um crescimento económico em sinergias; • Os sectores económicos diversificados localizar-se-ão em vários lugares dentro de uma vasta área, resultando na contribuição para o desenvolvimento a nível regional; • Os sectores económicos diversificados farão com que as pessoas de várias ocupações encontrarem os seus próprios empregos; • Na economia regional baseada em tais sectores económicos diversificados, um vasto leque de ocupações pode participar das actividades económicas; • A economia regional com sectores económicos diversificados terá maior resistência a choques externos; • A economia regional apoiada por sectores económicos diversificados será mais sustentável do que outros casos;
- Texto do artigo, página 162: (2) Três Diferentes Padrões Espaciais de Desenvolvimento Além do primeiro factor relacionado com os principais
- Texto do artigo, página 162: sectores económicos, os padrões espaciais de desenvolvimento são usados como o segundo factor para diferenciar os cenários de desenvolvimento. Analisando as diferentes possibilidades na Região do Corredor de Nacala, os seguintes três padrões são formulados:
- Texto do artigo, página 162: • Padrão Espacial 1: Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala • Padrão Espacial 2: Desenvolvimento do Corredor Único de Tete-Nacala • Padrão Espacial 3: Desenvolvimento Baseado numa Rede de Corredores a Nível Regional
- Texto do artigo, página 162: Estes três padrões espaciais estão intimamente relacionados com diferentes sectores económicos importantes. O Padrão Espacial 1 está intensamente direccionado à economia orientada ao sector de mineração (Cenário A). Tanto o Padrão Espacial 2 como o Padrão Espacial 3 apoiam os casos de sectores económicos
- Texto do artigo, página 162: diversificados (Cenário B). Portanto, ao combinar os dois factores (os principais sectores económicos e os padrões espaciais), os seguintes três cenários de desenvolvimento são identificados naturalmente:
- Texto do artigo, página 162: • Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero); • Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala; • Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional.
- Texto do artigo, página 162: As principais características destes cenários de desenvolvimento são descritas como se segue:
- Texto do artigo, página 162: 1) Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero)
- Texto do artigo, página 162: Os desenvolvimentos significativos acontecerão principalmente nos três enclaves de Tete, Palma e Nacala. O enclave de Tete será limitado à exploração do carvão e à sua função de apoio. O enclave de Palma será limitado à exploração do gás natural e à produção de GNL com os seus sectores de apoio. Palma desenvolverá as indústrias químicas, tais como as de amónio e metanol. O enclave de Nacala será baseado no sector da logística do Porto de Nacala e no sector industrial orientado aos mercados internos.
- Texto do artigo, página 162: Neste cenário, a função da linha férrea de Tete ao Porto de Nacala não será bem desenvolvida e será mais limitada ao transporte do carvão, uma vez que nem as cargas gerais nem os contentores serão suficientemente transportados.
- Texto do artigo, página 162: Outros sectores económicos não serão capazes de crescer com sucesso, com excepção dos sectores de apoio às actividades de mineração, embora puderem depender das infraestruturas e das funções urbanas de apoio aos sectores de mineração. Desde que estará sujeita à flutuação dos preços dos recursos minerais no mercado internacional, a economia da Região do Corredor de Nacala não será tão resistente aos choques externos, resultando com o tempo numa insustentabilidade. As economias regionais baseadas em tais enclaves não serão sustentáveis a longo prazo.
- Texto do artigo, página 162: Já que a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala será limitada ao transporte do carvão neste cenário, camiões trailer de carga percorrerão as principais estradas (actualmente em construção) saindo de Lichinga ou Mandimba passando por Cuamba e chegando a Nampula e Nacala. Nesta situação de transporte ferroviário e rodoviário, as principais estradas ficarão danificadas, mesmo após a conclusão dos projectos de melhoria. Como resultado, a médio e a longo prazo, não haverá disponibilidade de estradas principais bem-mantidas no Corredor de Nacala, e a criação de uma cadeia de valor para o sector agrícola seria muito difícil.
- Texto do artigo, página 162: Este cenário (Cenário A-1) pode também ser considerado como “Opção Zero” porque a situação de desenvolvimento esperado ao seguir este cenário é semelhante à do caso sem intervenções substanciais.
- Texto do artigo, página 162: 2) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
- Texto do artigo, página 162: Neste cenário apenas um único corredor de transporte (composto da linha férrea e da estrada principal) de Tete ao Porto de Nacala será melhorado e funcional. As áreas ao longo deste corredor de transporte serão desenvolvidas, incluindo as áreas adjacentes ao Porto de Nacala.
- Texto do artigo, página 163: Além do carvão, a linha férrea de Tete ao Porto de Nacala transportará carga geral e contentores, assim como passageiros. Como resultado, as áreas de influência comercial e da logística para os principais centros urbanos, incluindo Nacala e Nampula, serão significativamente expandidas. Então, não apenas os sectores do comércio e da logística, mas também o sector industrial e outros sectores poderão crescer muito tirando proveito das oportunidades de desenvolvimento que surgirão graças à melhoria ferroviária.
- Texto do artigo, página 163: Por outro lado, nas áreas ao longo do corredor de transporte, a criação da cadeia de valor para o sector agrícola será relativamente fácil e possível de modo a contribuir para a modernização e intensificação da agricultura praticada pelos pequenos agricultores.
- Texto do artigo, página 163: Neste cenário, a conexão entre o Porto de Nacala e Tete será fortemente estabelecida através da linha férrea e da estrada principal, enquanto que a conexão entre o Porto de Nacala e Pemba/Palma será relativamente fraca.
- Texto do artigo, página 163: 3) Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
- Texto do artigo, página 163: Neste cenário, a rede de corredores para uma ampla região é desenvolvida através da extensão dos subcorredores e linhas de acesso a partir dos principais corredores. Haverá um amplo desenvolvimento ao longo da extensa rede de corredores.
- Texto do artigo, página 163: Graças a esta extensa rede de corredores, vastas áreas não apenas no interior de Moçambique mas também em Malawi e na parte oriental da Zâmbia serão conectadas intensamente umas às outras de modo a formar uma economia regional ampla e integrada. Nesta economia regional extensa e integrada, os principais centros urbanos tais como a Área da Baía de Nacala e a Grande Nampula, ampliarão os seus papéis de fornecimento de serviços comerciais e da logística, assim como a produção industrial. Outros centros urbanos nos pontos nodais da rede de corredores também serão capazes de fazer crescer as suas funções urbanas e económicas.
- Texto do artigo, página 163: Com o estabelecimento da extensa rede de corredores a nível regional e do sistema hierárquico de centros urbanos a servirem uma ampla área da Região, será possível criar uma cadeia de valor para a agricultura e outros sectores económicos.
- Texto do artigo, página 163: Quando a economia regional torna-se diversificada, esta pode reduzir os possíveis riscos causados por choques externos aos sectores de mineração que incluem a flutuação de preços, diferentemente do Cenário A-1.
- Texto do artigo, página 163: Neste cenário, quando os sectores económicos diversificados crescem utilizando uma variedade de recursos e potenciais de desenvolvimento, não apenas as grandes empresas mas também as PMEs poderão participar do desenvolvimento económico na Região. Como resultado, a realização deste cenário contribuirá para o crescimento sustentável da economia nacional de Moçambique.
- Texto do artigo, página 163: Por outro lado, o desenvolvimento e a manutenção de uma extensa rede de corredores de transporte para uma ampla região são relativamente dispendiosos e portanto, é necessário desenvolver diversificados sectores económicos para gerar e manter a demanda por cargas para o corredor de transporte.
- Texto do artigo, página 163: 13.2.3 Avaliação dos Cenários Alternativos de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 163: Os três cenários alternativos de desenvolvimento (A-1, B-2 e B-3) foram comparados e avaliados, tomando em consideração os impactos/benefícios económicos e espaciais, os impactos sociais e os impactos ambientais como ilustra a Tabela 13.2.1.
- Texto do artigo, página 163: A médio e a longo prazo, o Cenário B-3 é o melhor dos três cenários do ponto de vista dos impactos económicos e sociais. A intensidade dos impactos ambientais no Cenário B-3 seria mais baixa do que a dos Cenários A-1 e B-2. Neste sentido, os impactos ambientais do Cenário B-3 são mais fáceis de controlar ou administrar do que no caso dos Cenários A-1 e B-2.
- Texto do artigo, página 163: Em termos mais amplos, o Cenário B-3 pode trazer os benefícios de desenvolvimento para uma área mais ampla, capacitando mais e vários grupos da população para participar do desenvolvimento regional por meio da utilização de vários potenciais disponíveis ao longo da vasta região.
- Texto do artigo, página 163: Não limitando os esforços de desenvolvimento para determinados sectores, e assim promovendo o desenvolvimento de diversificados sectores económicos, o Cenário B-3 será mais capaz de encontrar o desenvolvimento sustentável em relação aos casos dos outros cenários.
- Texto do artigo, página 163: No Cenário B-3, haveria maiores possibilidades de gerar mais demanda de cargas para sustentar a rede de corredores de transporte numa ampla área da Região do que nos outros cenários.
- Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão
- Texto do artigo, página 164: Cenário A-1: Forte Orientação ao Sector de Mineração e aos Três Enclaves de Tete, Palma e Nacala (Opção Zero) Cenário B-2: Desenvolvimento de Sectores Económicos Diversificados com Base no Corredor Único de Tete-Nacala
- Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Gás Natural Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km Porto Gás Natural Porto Porto Carvão Approx. 900km Approx. 1,350km
- Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Carvão
- Texto do artigo, página 164: Gás Natural Porto Porto Porto Carvão
- Texto do artigo, página 164: Cenário B-3: Desenvolvimento de Sectores Económico Diversificado com Base numa Rede de Corredores a Nível Regional
- Texto do artigo, página 164: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
- Texto do artigo, página 164: Figura 13.2.1 Cenários Alternativos de Desenvolvimento para a Região do Corredor de Nacala
- Texto do artigo, página 164: 9
- Texto do artigo, página 165: Característicasdosbenefícios/impactos
Impactosambientais
• EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas
característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea
paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens,
qualidadedoaredaágua.
• EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento
selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o
impactoambientaltambémserágeograficamente
limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada
demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo
emonitoriaambientais.
• PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias
mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa.
Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto
ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona
costeiradePalma,emCaboDelgado.
• EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo
sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido
àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão,
bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento.
• EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos
foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão
daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas.
Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá
grave.
• PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental,
incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs
áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala.
• EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos
pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o
impactoambientalaumentarádevidoamaior
concentraçãopopulacionaledesenvolvimento
económico.
Impactossociais
• EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande
migraçãodegestores,engenheirose
outrostrabalhadoresdeforaparaos
enclaves,causandováriosproblemas
sociais.
• EfeitoNegativo: Poroutrolado,o
empregoderecursoshumanoslocais
paraodesenvolvimentodosrecursos
mineraisserálimitado.Ossectoresde
apoioaodesenvolvimentomineiro
incluemofornecimentodepeças
sobressalentesdasmáquinaseserviços
demanutençãodaescavação,alémde
transporte,queserãooperadospelas
empresasestrangeiras.Assim,os
benefíciosdessecenáriode
desenvolvimentonãoatingirãoumaárea
grande,concentrando-senasáreasdos
trêsenclaves.
• PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos
sociaiscausadospelodesenvolvimento
tambémselimitarãoaostrêsenclaves.
• EfeitoNegativo: Comoo corredordo
transporteserámelhorado
principalmenteentreTeteeoPortode
Nacala,aescalaeaextensãodas
vantagensdodesenvolvimentoserão
limitadasàsáreasaolongodocorredor
principal(Tete-PortodeNacala).
• PequenoEfeitoPositivo: Como
resultado,areduçãodospreçosdos
produtosdeconsumoemateriaisde
construçãodevidoamenorescustosde
transportenãoseráaproveitadamuito
amplamentenaregião.Amelhoriado
acessoaomercadodeverátambémser
limitadaàsáreasdocorredor,enão
atingirááreasdistantesdocorredor
principal.
• PequenoEfeitoPositivo: Oaumento
dospreçosdevendadosprodutos
agrícolasdepequenosagricultoressó
ocorreráaolongodoscorredores
melhorados.
• EfeitoNegativo: Comaredepouca
extensadecorredores detransporte,uma
enormeáreamenosacessívelserá
mantidanaregião.
Benefícios/impactoseconómicoseespaciais
• EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde
mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas
ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse
desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta.
• EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções
urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara
outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo.
Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese
desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara
ossectoresdemineraçãoemTeteePalma.
• EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado
pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada
regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo.
• EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector
agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos
acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar
emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte.
• PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado
desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1,
devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas.
• PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados
pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo
carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde
desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos
sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial,
especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que
ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala,
omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros
urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal.
• PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos
detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma
melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade
valorparaaagricultura.
• EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao
corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias
manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma
exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma.
• EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada
àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A
maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode
acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte.
Factoresparadiferenciaros
cenários
Padrões
espaciais
1:Três
enclaves
deTete,
Palmae
Nacala
2:Desenvol-
vimentodo
corredor
únicode
Tete-Nacala
Principais
indústrias
A.
Desenvol-
vimento
regional
orientado
aosector
de
mineração
B.
Desenvol-
vimento
regional
baseado
em
sectores
económi-
cosdiver-
sificados
Nomedo
cenário
Forte
orientação
aosector
de
mineração
eaostrês
enclaves
deTete,
Palmae
Nacala
Desenvol-
vimentode
sectores
económicos
diversifi-
cadoscom
baseno
corredor
únicode
Tete-
Nacala
Código
do
cenário
A-1
10
B-2
Característicasdosbenefícios/impactos Impactosambientais • EfeitoNegativo: Amineraçãodocarvãomudaráas característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens, qualidadedoaredaágua. • EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o impactoambientaltambémserágeograficamente limitado.Estasituaçãofacilitarárelativamenteatomada demedidasdemitigaçãodoimpactoambiental,controlo emonitoriaambientais. • PequenoEfeitoPositivo: Asgrandescompanhias mineirasrealizamagestãoambientalrelativamenteboa. Entretanto,seocorrerumacidente,umgrandeimpacto ambientalnegativoseráprovocadoemTeteenazona costeiradePalma,emCaboDelgado. • EfeitoNegativo:Podeaumentaroimpactonegativo sobreoambientedevidaesaúdedoshabitantesdevido àpoluiçãocompóprovocada pelo transportedocarvão, bemcomopeloseucarregamentoedescarregamento. • EfeitoNegativo: Seosreferidosimpactosnegativos foremmuitograndes,poderáhaverquedaoususpensão daoperaçãomineira,bemcomofechamentodasminas. Nestecaso,oimpactosobreaeconomia regionalserá grave. • PequenoEfeitoPositivo: Oimpactoambiental, incluindoareduçãode áreasflorestaisserálimitadoàs áreasaolongodoCorredorentreTeteeNacala. • EfeitoNegativo: Emgrandescentrosurbanosnos pontosnodaisimportantes,comoNacalaeNampula,o impactoambientalaumentarádevidoamaior concentraçãopopulacionaledesenvolvimento económico. Impactossociais • EfeitoNegativo: Ocorreráumagrande migraçãodegestores,engenheirose outrostrabalhadoresdeforaparaos enclaves,causandováriosproblemas sociais. • EfeitoNegativo: Poroutrolado,o empregoderecursoshumanoslocais paraodesenvolvimentodosrecursos mineraisserálimitado.Ossectoresde apoioaodesenvolvimentomineiro incluemofornecimentodepeças sobressalentesdasmáquinaseserviços demanutençãodaescavação,alémde transporte,queserãooperadospelas empresasestrangeiras.Assim,os benefíciosdessecenáriode desenvolvimentonãoatingirãoumaárea grande,concentrando-senasáreasdos trêsenclaves. • PequenoEfeitoPositivo: Osimpactos sociaiscausadospelodesenvolvimento tambémselimitarãoaostrêsenclaves. • EfeitoNegativo: Comoo corredordo transporteserámelhorado principalmenteentreTeteeoPortode Nacala,aescalaeaextensãodas vantagensdodesenvolvimentoserão limitadasàsáreasaolongodocorredor principal(Tete-PortodeNacala). • PequenoEfeitoPositivo: Como resultado,areduçãodospreçosdos produtosdeconsumoemateriaisde construçãodevidoamenorescustosde transportenãoseráaproveitadamuito amplamentenaregião.Amelhoriado acessoaomercadodeverátambémser limitadaàsáreasdocorredor,enão atingirááreasdistantesdocorredor principal. • PequenoEfeitoPositivo: Oaumento dospreçosdevendadosprodutos agrícolasdepequenosagricultoressó ocorreráaolongodoscorredores melhorados. • EfeitoNegativo: Comaredepouca extensadecorredores detransporte,uma enormeáreamenosacessívelserá mantidanaregião. Benefícios/impactoseconómicoseespaciais • EfeitoPositivoSignificativo: Investimentosconcentradosnosectorde mineração,incluindoossectoresdeapoio,infraestruturasefunçõesurbanas ocorrerãoemTeteePalma.Aeficiênciadocapitalinvestidonesse desenvolvimentorelacionadocomamineraçãodeveserrelativamentealta. • EfeitoNegativo: Entretanto,comoossectoresdeapoio,infraestruturasefunções urbanasserãodesenvolvidoscomvistaaosectordemineração,serádifícilpara outrossectoreseconómicos utilizarem-nosparaoseudesenvolvimentofuturo. Comoresultado,nãoserãomuitosossectoreseconómicoscapazesdese desenvolvercombasenasinfraestruturasefunçõesurbanasdesenvolvidaspara ossectoresdemineraçãoemTeteePalma. • EfeitoNegativo:Comoodesenvolvimentodosrecursosmineraiséinfluenciado pelaflutuaçãodopreçointernacionaleoutroschoquesexternos,aeconomiada regiãodoCorredordoNacalanãoserásustentávelalongoprazo. • EfeitoNegativo: Apossibilidadedamelhoriadascadeiasdevalordosector agrícolanaRegiãodoCorredordeNacalaémuitolimitadanaszonasmenos acessíveis. Asituaçãodifícildospequenosagricultoresdestasáreasirácontinuar emtermosdeacessoaosinsumosquímicos eserviçosdetransporte. • PequenoEfeitoPositivo: Osriscoscausadospelaconcentraçãogeográficado desenvolvimentoeconómicoserãoatenuados,comparadoscomoCenário1, devidoaossectoreseconómicosdivercificadosemáreasamplas. • PequenoEfeitoPositivo: TeteeoPortodeNacala serãofortementeligados pelaslinhasférreaseestradasprincipais, quepoderãotransportarcargasalémdo carvãoalongadistância.Comocorredormelhorado,surgirãopotenciaisde desenvolvimento.Serápossível promover odesenvolvimentonãosomentenos sectoresdocomércioedalogística,mastatmbém nosectorindustrial, especialmente emgrandescentrosurbanos,comoNacalaeNampula.Desde que ocorredordetransportemelhoradoserásomenteum,deTeteaoPortodeNacala, omaiordesenvolvimentoeconómicotenderáaseconcentraremmaiorescentros urbanoseemáreasaolongodocorredorprincipal. • PequenoEfeitoPositivo: Comamelhoriadocorredordetransporte,oscustos detransporteserãoreduzidosbastanteaolongodocorredor.Alémdisso,coma melhoriadoscentrosurbanos, osectorprivadoserácapazdecriaruma cadeiade valorparaaagricultura. • EfeitoNegativo: Entretanto,PalmaePembanãoserãofortementeligadosao corredorprincipalTete-PortodeNacala.Comoresultado,asindústrias manufactureiraspróximasdoPortodeNacalanãoterãoefeitossinérgicoscoma exploraçãodogásnaturaleindústriasquímicasemPalma. • EfeitoNegativo:Amelhoriadascadeiasdevalor paraa agriculturaserálimitada àsáreasaolongodocorredorNacala-Nampula-Cuamba-Mandimba-Lichinga.A maioriadospequenosagricultoresvaicontinuaraterdificuldadesnaobtençãode acessoainsumosquímicoseserviçosdetransporte. Factoresparadiferenciaros cenários Padrões espaciais 1:Três enclaves deTete, Palmae Nacala 2:Desenvol- vimentodo corredor únicode Tete-Nacala Principais indústrias A. Desenvol- vimento regional orientado aosector de mineração B. Desenvol- vimento regional baseado em sectores económi- cosdiver- sificados Nomedo cenário Forte orientação aosector de mineração eaostrês enclaves deTete, Palmae Nacala Desenvol- vimentode sectores económicos diversifi- cadoscom baseno corredor únicode Tete- Nacala Código do cenário A-1 10 B-2 - Texto do artigo, página 165: •EfeitoNegativo:Amineraçãodocarvãomudaráas
- Texto do artigo, página 165: característicasdoterreno,alterandoprovavelmentea
- Texto do artigo, página 165: paisagem,vegetação,habitatsdeanimaisselvagens,
- Texto do artigo, página 165: •EfeitoPositivoSignificativo:Comoodesenvolvimento
- Texto do artigo, página 165: Impactosambientais
- Texto do artigo, página 165: qualidadedoaredaágua.
- Texto do artigo, página 165: agrande
- Texto do artigo, página 165: heirose
- Texto do artigo, página 165: paraos
- Texto do artigo, página 165: oblemas
- Texto do artigo, página 165: Tabela13.2.1AvaliaçãodosCenáriosAlternativosdeDesenvolvimento
- Texto do artigo, página 165: C
- Texto do artigo, página 165: ce
- Texto do artigo, página 165: selimitaráprincipalmenteàsáreas dostrêsenclaves,o
- Texto do artigo, página 165: impactoambientaltambémserágeograficamente
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