III SÉRIE — n.º 144

BOLETIM DA REPÚBLICA

PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

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Edição III Série n.º 144/2018

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Parágrafo · p. 1 Terça-feira, 24 de Julho de 2018
Título de secção · p. 1 III SÉRIE — Número 144
Texto lido por imagem · p. 1 Terça-feira, 24 de Julho de 2018
Texto lido por imagem · p. 1 III SÉRIE — Número 144
Texto lido por imagem · p. 1 BOLETIM DA REPÚBLICA
Título de secção · p. 1 IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.
Título de secção · p. 1 AVISO
Parágrafo · p. 1 A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
Parágrafo · p. 1 SUMÁRIO
Parágrafo · p. 1 Instituto Nacional de Minas: Aviso.
Parágrafo · p. 1 Anúncios Judiciais e Outros: Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar. MINCO, Limitada. First Chem, Limitada. Next Level Tours, Limitada. D-Fruit Comércio – Sociedade Unipessoal, Limitada. Generic Cabling System Moçambique, Limitada. CCMI Investimentos, Limitada. IP World Moçambique, Limitada. LZK Investimentos, Limitada. Camilo Mate Advogados – Sociedade Unipessoal, Limitada. Hortelã Design de Interiores, Limitada. Hortelã B&B, Limitada. Dixon Chongo & Associados, Limitada. Magude Farm – Sociedade Unipessoal, Limitada. Lavandaria Aline – Sociedade Unipessoal, Limitada. Great Wall, Limidada. Bras - Consultores, Limitada. HRS - Consultoria, Limitada. MCM – Indústrias Têxteis, S.A. Delta Iron Steel, Limitada. A Asha Car Clinic, Limitada. Fugro Mozambique, Limitada. ACG - Auditoria, Contabilidade e Gestão, Limitada. ACL – Auditores e Consultores, Limitada. NC – Nova Contabilidade, Limitada. VV- Auditores e Consultores, Limitada. CNT – Auditores e Consultores, Limitada. Neves Status Pools (Moçambique), Limitada. Globimines. Travel Care - Agência de Viagens e Turismo, Limitada. ALS Inspection Mozambique Service, Limitada. Prime Care, Limitada. Iris Corporation, Limitada. Fonte Viva, Limitada. Socopeças, Limitada. Sipsecurity – Sociedade Unipessoal, Limitada. Clauvidia Kapenta, Limitada. Socidata, Limitada.
Texto do artigo · p. 1 Instituto Nacional de Minas
Texto do artigo · p. 1 AVISO
Texto do artigo · p. 1 Em cumprimento do disposto no artigo 26 do Regulamento da Lei de Minas aprovado pelo Decreto n.º 31/2015, de 31 de Dezembro, publicado no Boletim da República, n.º 104, I.ª série, Suplemento, faz-se saber que por despacho de S. Exa. Ministro dos Recursos Minerais e Energia de 4 de Junho de 2018, foi atribuída à favor de Socopeças, Limitada, a Licença de prospecção e Pesquisa n.º 8967L, válida até 16 de Maio de 2023, para água-marinha, ferro, granadas, ouro, quartzo, rubi, titânio e turmalina, no distrito de Erati, na província de Nampula, com as seguintes coordenadas geográficas:
Texto do artigo · p. 1 Vértice Latitude Longitude 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
Texto do artigo · p. 1 39º 41´ 30,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
Texto do artigo · p. 1 39º 44´ 0,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
Texto do artigo · p. 1 39º 45´ 40,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
Texto do artigo · p. 1 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
VérticeLatitudeLongitude
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Texto do artigo · p. 1 Instituto Nacional de Minas, 7 de Junho de 2018. — O Director-Geral, Adriano Silvestre Sênvano.
Texto do artigo · p. 1 Instituto Nacional de Minas
Texto do artigo · p. 1 AVISO
Texto do artigo · p. 1 Em cumprimento do disposto no artigo 26 do Regulamento da Lei de Minas aprovado pelo Decreto n.º 31/2015, de 31 de Dezembro, publicado no Boletim da República, n.º 104, I.ª série, Suplemento, faz-se saber que por despacho de S. Exa. Ministro dos Recursos Minerais e Energia de 8 de Junho de 2018, foi atribuída a favor de Sulbrita, Limitada, a Concessão Mineira n.º 7126C, válida até 3 de Maio de 2043, para pedra de Construção, no distrito de Mecufi, na província de Cabo Delgado, com as seguintes coordenadas geográficas:
Texto do artigo · p. 1 Vértice Latitude Longitude 1 2 3 4 - 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
Texto do artigo · p. 1 40º 15´ 50,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
Texto do artigo · p. 1 40º 16´ 10,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
Texto do artigo · p. 1 40º 16´ 10,00´´
VérticeLatitudeLongitude
1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
Texto do artigo · p. 1 Instituto Nacional de Minas, 11 de Junho de 2018. — O Director Geral, Adriano Silvestre Sênvano.
Texto do artigo · p. 2 ANÚNCIOS JUDICIAIS E OUTROS
Texto do artigo · p. 2 Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar
Texto do artigo · p. 2 Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 23 de Agosto de 2017, foi matriculada os livros de Registo de sociedade sob NUEL 2427 a folha 18 verso do livro C-7, e n.º 2884, a folha 70 verso do livro E-17, uma entidade denominada Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar.
Texto do artigo · p. 2 Entre:
Texto do artigo · p. 2 Primeiro. Amisse Monteiro, solteiro, maior, natural de Cumar-Nampapa, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 030301284570J, emitido em Nampula, aos dezoito de Agosto de dois mil e dezasseis, residente em Ocua, com poderes para este acto;
Texto do artigo · p. 2 Segundo. Tomé Armando Gomes, solteiro maior, natural de Ocua, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 020404287309S, emitido em Pemba, aos vinte e três de Janeiro de dois mil e sete, residente em Ocua, com poderes para este acto;
Texto do artigo · p. 2 Terceiro. Orlando Cardoso Riquicho, solteiro maior, natural de Chiure, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 020404287605M, emitido em Pemba, aos vinte e cinco de Julho de dois mil e treze, residente em Ocua, com poderes para este acto;
Texto do artigo · p. 2 Quarto. Aselmo Pereria Suate, solteiro maior, natural de Ocua, de nacionalidade moçambicana, portador do Cartão de Eleitor n.º 12398706, emitido em Mahurunga aos vinte e quatro de Março de dois mil e catorze, residente em Ocua, com poderes para este acto;
Texto do artigo · p. 2 Quinto. Mabue Patricio Paulo Pacote, solteiro maior, natural de Chiure, de nacionalidade moçambicana, portador do Cartão de Eleitor n.º 12398703 emitido em Mahurunga, aos vinte e quatro de Março de dois mil e catorze, residente em Ocua, com poderes para este acto
Texto do artigo · p. 2 É celebrado, aos quinze dias do mês de Agosto do ano de dois mil e Dezassete e ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 3 e artigos 10, 11 e 13, todos da Lei das Cooperativas, vigente no ordenamento jurídico moçambicano, Lei n.º 23/2009, de 28 Setembro, o presente contrato de sociedade cooperativa que se rege pelas cláusulas insertas nos artigos seguintes:
Número ou marcador · p. 2 CAPÍTULO I Da denominação, sede, duração e objecto
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 2 (Denominação e sede)
Número ou marcador · p. 2 Um) A cooperativa adopta a denominação de Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar Cooperativa de Respon-
Texto do artigo · p. 2 sabilidade Limitada, é uma cooperativa de produção e comercialização de cana de açucar e seus derivados, podendo ser denominada abreviadamente por COOPCANA, RL ou simplesmente por Cooperativa.
Número ou marcador · p. 2 Dois) A cooperativa tem a sua sede em Ocua, podendo, por deliberação da Assembleia Geral, transferir a sua sede para qualquer outro ponto do país.
Número ou marcador · p. 2 Três) Por meio de deliberação do Conselho de Direcção, a cooperativa poderá abrir sucursais, delegações, agências ou quaisquer outras formas de representação em qualquer outro local do país ou no estrangeiro.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 2 (Duração)
Texto do artigo · p. 2 A cooperativa é constituída por tempo indeterminado, contando-se o seu início a partir da data da assinatura do presente contrato de sociedade cooperativa.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 2 (Objecto)
Número ou marcador · p. 2 Um) A cooperativa tem por objecto o exercício de actividades relacionadas com a produção e comercialização de cana de açucar, podendo também exercer quaisquer outras actividades complementares, desde que aprovadas pela assembleia geral e obtidas as necessárias autorizações legais.
Número ou marcador · p. 2 Dois) A cooperativa poderá ainda representar ou agenciar cooperativas do ramo ou marcas de produtos relacionados com o seu objecto social e ao exercício de outras actividades conexas que, tendo sido deliberadas pela Assembleia Geral, sejam permitidas por Lei.
Número ou marcador · p. 2 CAPÍTULO II Do capital social
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 2 (Capital social)
Número ou marcador · p. 2 Um) O capital social inicial subscrito e totalmente realizado, até a data da celebração do presente contrato é de 50.000,00MT (cinquenta mil meticais).
Número ou marcador · p. 2 Dois) O capital social é variável, sendo considerado automaticamente alterado e aumentado, sem necessidade de deliberação da Assembleia Geral, ou alteração dos presentes estatutos nos casos de admissão de novos cooperativistas ou de outras formas de aumento preconizado por lei.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO QUINTO
Texto do artigo · p. 2 (Entrada mínima e formas de representação do capital social)
Número ou marcador · p. 2 Um) A entrada mínima de capital a subscrever por cada cooperativista é 500,00MT (quinhentos meticais), cuja representação será
Texto do artigo · p. 2 feita, pela totalidade do valor da entrada do cooperativista, através de títulos representativos do capital social, a todo o tempo substituíveis por agrupamento ou subdivisão, que poderão assumir a forma escritural ou de títulos nominativos.
Número ou marcador · p. 2 Dois) Em caso de perda ou destruição de qualquer título, o novo título só será emitido nos termos e condições que forem definidos pelo Conselho de Direcção.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO SEXTO
Texto do artigo · p. 2 (Alterações do capital social)
Número ou marcador · p. 2 Um) Para além do caso previsto no n.º 2 do artigo 4.º dos presentes estatutos, o capital social poderá ser aumentado, uma ou mais vezes, conforme prevê a lei das cooperativas.
Número ou marcador · p. 2 Dois) A todos os cooperativistas é dado o direito de preferência na subscrição de novos títulos, proporcionalmente ao número de títulos que já detenham. No entanto, aqueles que não exercerem esse direito, o mesmo devolver-se-á aos restantes.
Número ou marcador · p. 2 Três) A informação de subscrição de novos títulos deverá ser feita por anúncio, indicando que o período para exercer o direito de preferência é de quinze dias.
Número ou marcador · p. 2 Quatro) O direito de preferência referido no número anterior deve ser comunicado através de anúncios ou por carta.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 2 (Livro de registo de títulos)
Texto do artigo · p. 2 A cooperativa obriga-se a manter um registo dos títulos representativos do capital social, em livro próprio onde se mencionará, entre outros e por ordem numérica, o nome dos membros, a data da sua admissão como membro, o capital subscrito e realizado, o respectivo título ou títulos representativos de capital social que detenha na cooperativa, as eventuais transmissões ocorridas e o número e votos que o cooperativista tenha direito, em caso de se adoptar o voto proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 2 ARTIGO OITAVO
Texto do artigo · p. 2 (Transmissão de títulos)
Número ou marcador · p. 2 Um) Sem prejuízo das disposições injuntivas da Lei, na transmissão de títulos, os cooperativistas em primeiro lugar e a cooperativa de seguida, terão sempre o direito de preferência.
Número ou marcador · p. 2 Dois) O processo e requisitos de transmissão dos títulos, será feita nos termos regulamentados internamente, seguindo-se por analogia os formalismos estabelecidos para a transmissão de acções de uma sociedade anónima, dentro dos limites e condições impostas no artigo 22 da Lei das cooperativas.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO NONO
Texto do artigo · p. 3 (Títulos próprios)
Número ou marcador · p. 3 Um) Nos termos da Lei, a cooperativa só poderá adquirir títulos representativos do próprio capital, a título gratuito, desde que estes estejam integralmente realizados, excepto se a aquisição resultar da falta de realização de títulos pelos seus subscritores.
Número ou marcador · p. 3 Dois) O processo será feito nos termos regulamentados internamente, seguindo-se por analogia os formalismos estabelecidos para as acções de uma sociedade anónima, dentro dos limites e condições impostas na Lei das cooperativas.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO
Texto do artigo · p. 3 (Obrigações ou títulos de investimento)
Texto do artigo · p. 3 A cooperativa poderá, desde que devidamente fundamentada quanto aos objectivos a alcançar e as condições de utilização do respectivo resultado, nos termos da Lei e mediante deliberação da Assembleia Geral, emitir obrigações ou títulos de investimento nominativos ou ao portador, dentro dos limites e condições legais e do que vier a ser regulamentado internamente.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 3 (Prestações suplementares)
Texto do artigo · p. 3 Podem ser exigidas aos cooperativistas prestações suplementares de capital até ao montante do capital social em cada momento, ficando todos os cooperativistas obrigados na proporção das respectivas participações no capital social.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 3 (Suprimentos)
Texto do artigo · p. 3 Os membros poderão fazer à cooperativa os suprimentos de que ela carecer nos termos que forem definidos pela Assembleia Geral que fixará os juros, as condições de reembolso e outras matérias julgadas necessárias.
Número ou marcador · p. 3 CAPÍTULO III Dos membros
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 3 (Requisitos de admissão)
Número ou marcador · p. 3 Um) A cooperativa prossegue o princípio da adesão voluntária e livre e de portas abertas, podendo ser membros todas as pessoas, singulares ou colectivas, sem qualquer tipo de discriminação, desde que desenvolvam ou estejam aptos a realizar as actividades, principais, complementares ou conexas, prosseguidas pela cooperativa, definidas no seu objecto social, detenham capacidade civil e que preencham os requisitos e condições previstas na lei e nos presentes estatutos da cooperativa desde que requeiram a sua admissão à direcção da mesma, aceitem os presentes estatutos, regulamentos, deliberações e programa da cooperativa.
Número ou marcador · p. 3 Dois) As pessoas colectivas só serão admitidas como membros, quando realizem as mesmas actividades económicas das pessoas singulares, definidas no objecto da cooperativa e/ou quando não tenham ou não prossigam finalidade lucrativa.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO QUARTO
Texto do artigo · p. 3 (Competência para admissão de membros)
Número ou marcador · p. 3 Um) Desde que reúnam todos os requisitos previstos no artigo anterior, subscrevam e realizem o capital social, por pedido formulado por escrito e dirigido ao Conselho de Direcção, poderão ser admitidos como membros todas as pessoas descritas no artigo anterior.
Número ou marcador · p. 3 Dois) As propostas para a admissão de novos membros são submetidas, apreciadas e aprovadas, pelo Conselho de Direcção.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO QUINTO
Texto do artigo · p. 3 (Registo de membros)
Texto do artigo · p. 3 O registo de membros da cooperativa é feito num livro próprio que poderá coincidir com o livro de registo de títulos, previsto no artigo 7, dos presentes estatutos.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO SEXTO
Texto do artigo · p. 3 (Direitos e deveres)
Texto do artigo · p. 3 Os membros da cooperativa terão os direitos e obedecerão aos deveres estipulados na lei das cooperativas e ainda:
Número ou marcador · p. 3 a) Devem cumprir com o estabelecido pela cooperativa para a entrega dos seus produtos;
Número ou marcador · p. 3 b) Cumprir com as regras de horários de entrega, acondicionamento do produto e uso das instalações;
Número ou marcador · p. 3 c) Obrigam-se a respeitar o plano comercial adoptado pela cooperativa;
Número ou marcador · p. 3 d) Devem permitir que um trabalhador, técnicos ou representante da cooperativa procedam a visitas e acompanhamento da produção;
Número ou marcador · p. 3 e) Beneficiam de um regime preferencial na utilização de bens e serviços disponíveis na cooperativa.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 3 (Dever especial de fidelidade e exclusividade nas operações que constituem objecto da cooperativa)
Número ou marcador · p. 3 Um) Aos membros da cooperativa é devido um dever especial de fidelidade para com a mesma quer na troca de informações, relacionamento e de não concorrência com a cooperativa, assim como o dever de realizar somente com a cooperativa todas as operações que constituem objecto social da mesma.
Número ou marcador · p. 3 Dois) A violação dos deveres de fidelidade e de exclusividade aqui previstos, será justa causa para a exclusão do membro infractor, dentro do processualismo legal, estatutário e regulamentar.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO OITAVO
Texto do artigo · p. 3 (Perda de qualidade de membro)
Texto do artigo · p. 3 Perdem a qualidade de membro:
Número ou marcador · p. 3 a) Os que, livremente, decidirem desvincular-se da associação;
Número ou marcador · p. 3 b) Os que estiverem abrangidos pelas previsões estabelecidas nas alíneas do no n.º 3 do artigo 34 da Lei das Cooperativas, com as devidas adaptações;
Número ou marcador · p. 3 c) Os que nao cumprirem com a quantidade mínima, regulamentarmente fixada, a comercializar com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO DÉCIMO NONO
Texto do artigo · p. 3 (Demissão de membros)
Número ou marcador · p. 3 Um) Qualquer cooperativista poderá requerer, por carta dirigida ao Conselho de Direcção, a sua demissão, mesmo sem invocar os motivos.
Número ou marcador · p. 3 Dois) A cooperativa estabelecerá internamente as formas e os cálculos de restituição dos montantes de títulos de capital realizado e de outras condições inerentes.
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO VIGÉSIMO
Texto do artigo · p. 3 (Procedimento sancionatório e exclusão de membros)
Número ou marcador · p. 3 Um) A aplicação de qualquer medida sancionatória, incluindo a da exclusão de membro, está sujeita ao regime previsto nos artigo 34 e 35 da Lei das cooperativas.
Número ou marcador · p. 3 Dois) A perda da qualidade de membro, derivada da aplicação de uma medida sancionatória, não dará direito à restituição de qualquer contribuição que tiver entrado para a associação, nem desobriga o membro do cumprimento pontual de todas as obrigações anteriormente assumidas.
Número ou marcador · p. 3 CAPÍTULO IV Dos órgãos sociais
Número ou marcador · p. 3 SECÇÃO I Dos princípios gerais
Número ou marcador · p. 3 ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 3 (Órgãos sociais)
Número ou marcador · p. 3 Um) São órgãos sociais da cooperativa os seguintes:
Número ou marcador · p. 3 a) Assembleia Geral;
Número ou marcador · p. 3 b) Conselho de Direcção; e
Número ou marcador · p. 3 c) Conselho Fiscal ou Fiscal Único.
Número ou marcador · p. 4 Dois) Atento ao disposto no artigo 57 da Lei das cooperativas, enquanto o número de membros não atingir os trinta, a cooperativa poderá funcionar apenas com uma Direcção composta apenas por um presidente e um vogal.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 4 (Mandato dos membros dos órgãos sociais)
Número ou marcador · p. 4 Um) O mandato dos membros dos órgãos sociais e as suas eventuais renovações e reeleições, seguirão o preceituado no artigo 37 da Lei das Cooperativas.
Número ou marcador · p. 4 Dois) Os membros que sejam pessoas colectivas, caso sejam eleitos para os cargos da cooperativa, deverão comunicar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, no prazo máximo de trinta dias, os nomes dos seus representantes.
Número ou marcador · p. 4 Três) Cessando o mandato de qualquer titular de um órgão social, antes do fim do período por que tiver sido eleito, será designado um substituto até à primeira reunião da assembleia geral seguinte, por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSMIO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 4 (Perda de mandato)
Texto do artigo · p. 4 Perderão o mandato, os membros que incorrerem na violação dos deveres estipulados na lei, nos presentes estatutos e nos regulamentos internos da cooperativa, com as devidas adaptações e ainda os que, sem motivo justificado, faltarem a cinco reuniões consecutivas ou dez alternadas.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSMIO QUARTO
Texto do artigo · p. 4 (Renúncia de mandato)
Número ou marcador · p. 4 Um) Por carta dirigida, simultaneamente, à Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Direcção e ao Conselho Fiscal, caso este último exista, os membros dos órgãos sociais poderão renunciar os seus mandatos, invocando motivos relevantes e fundamentados.
Número ou marcador · p. 4 Dois) Compete ao Conselho de Direcção Executiva e ao Conselho Fiscal, caso este último exista, receber, apreciar e decidir conjuntamente, sobre os pedidos de renúncia e dá-los ou não provimento e proceder as comunicações que se mostrarem necessárias.
Número ou marcador · p. 4 Três) Cessando o mandato de qualquer titular de um órgão associativo, antes do fim do período por que tiver sido eleito, por orientação conjunta do Conselho de Direcção e do Conselho Fiscal, caso este último exista, será designado um substituto até a realização da primeira assembleia geral subsequente, cabendo a esta ratificar ou eleger outro membro que exercerão cargo até o final do respectivo mandato, sem prejuízo do disposto no artigo seguinte dos presentes estatutos.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO QUINTO
Texto do artigo · p. 4 (Vacatura de lugar)
Número ou marcador · p. 4 Um) Em caso de vacatura de lugar de presidente de qualquer dos órgãos sociais, o mesmo será preenchido pelo vice-presidente ou por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão, caso não exista a figura de vice-presidente.
Número ou marcador · p. 4 Dois) Quando se trate de vacatura do cargo de vice-presidente, o preenchimento do lugar será feito por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão.
Número ou marcador · p. 4 Três) Para qualquer outro cargo, será chamado para preenchimento do lugar o membro suplente, por ordem de preferência da sua colocação na lista que serviu para base do processo eleitoral.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO SEXTO
Texto do artigo · p. 4 (Deliberações)
Número ou marcador · p. 4 Um) As deliberações da Assembleia Geral, Conselho de Direcção e do Conselho Fiscal, caso este último exista, devem seguir ao preceituado no artigo 42 da Lei das Cooperativas obedecendo ao princípio da democracia interna e as suas deliberações são tomadas por maioria simples com a presença de mais de metade dos seus membros efectivos, exceptuando o disposto especialmente para a assembleia geral, nomeadamente, no caso de alteração dos estatutos, fusão e dissolução da cooperativa que devem ser tomadas em assembleia geral convocada para o efeito e só serão válidas quando tomadas por, pelo menos, três quartos dos votos de todos os membros.
Número ou marcador · p. 4 Dois) Nenhum membro de um órgão social poderá votar sobre matérias em que tenha, por conta própria ou por terceiros, um interesse em conflito com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 4 SECÇÃO II Das candidaturas, eleição, tomada de posse, remuneração e responsabilidades
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 4 (As candidaturas, eleição, tomada de posse)
Texto do artigo · p. 4 As candidaturas, legitimidade para concorrer, o processo de eleição e tomada de posse será feito conforme estabelecido no regulamento interno da cooperativa.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO OITAVO
Texto do artigo · p. 4 (Remuneração)
Texto do artigo · p. 4 Os cargos sociais só serão remuneráveis se a assembleia geral assim o deliberar.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO VIGÉSIMO NONO
Texto do artigo · p. 4 (Proibições, responsabilidades, isenções e exercício de acção)
Texto do artigo · p. 4 O membros dos órgãos sociais, seus representantes e contratados da cooperativa, estão sujeitos, para além do estabelecido nos presentes
Texto do artigo · p. 4 estatutos, as proibições, responsabilidades, isenções de responsabilidades e ao exercício de acção, nos termos previstos nos artigos 65 à 69 da Lei das Cooperativas.
Número ou marcador · p. 4 SECÇÃO III Da Assembleia Geral
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO TRIGÉSIMO
Texto do artigo · p. 4 (Assembleia Geral)
Texto do artigo · p. 4 A Assembleia Geral é o órgão supremo da cooperativa, constituída pela totalidade dos cooperativistas em pleno gozo dos seus direitos ou delegados à assembleia, sendo as suas deliberações, quando tomadas nos termos legais e estatutários, vinculativas para todos sócios e restantes órgãos da cooperativa.
Número ou marcador · p. 4 ARTIGO TRIGÉSIMO
Texto do artigo · p. 4 (Competências)
Texto do artigo · p. 4 Compete à Assembleia geral, para além do legalmente estabelecido, deliberar sobre as seguintes matérias:
Número ou marcador · p. 4 a) As remunerações dos membros dos órgãos sociais;
Número ou marcador · p. 4 b) A propositura e a desistência de quaisquer títulos contra os membros dos órgãos sociais;
Número ou marcador · p. 4 c) A nomeação dos liquidatários;
Número ou marcador · p. 4 d) O aumento, reintegração ou redução do capital social;
Número ou marcador · p. 4 e) As políticas financeiras e contabilísticas da cooperativa;
Número ou marcador · p. 4 f) As políticas de negócios;
Número ou marcador · p. 4 g) A celebração de quaisquer tipos de contratos entre a cooperativa e os sócios;
Número ou marcador · p. 4 h) A celebração de quaisquer tipos de contratos entre a cooperativa e os membros dos órgãos sociais;
Número ou marcador · p. 4 i) A aquisição, oneração ou alienação de bens móveis sujeitos a registo, imóveis ou participações sociais;
Número ou marcador · p. 4 j) O trespasse de estabelecimentos comerciais;
Número ou marcador · p. 4 k) A participação no capital social e na constituição de cooperativas de grau superior;
Número ou marcador · p. 4 l) A celebração de acordos de associação ou de colaboração com outras cooperativas e entidades;
Número ou marcador · p. 4 m) A contracção de empréstimos ou financiamentos que onerem em mais de 20% do património da cooperativa;
Número ou marcador · p. 4 n) Garantias a prestar pela cooperativa, nomeadamente, hipotecas, penhores, fianças ou avales;
Número ou marcador · p. 4 o) Os termos e as condições da realização das prestações suplementares;
Número ou marcador · p. 5 p) Os termos e as condições da concessão de suprimentos;
Número ou marcador · p. 5 q) A constituição de reservas convenientes à prossecução dos fins sociais;
Número ou marcador · p. 5 r) Dirimir todas as questões que por lei ou pelos presentes estatutos lhe sejam inerentes;
Número ou marcador · p. 5 s) Quaisquer outros assuntos de interesse para a cooperativa, nos termos dos presentes estatutos, da lei e dos regulamentos.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 5 (Mesa da Assembleia Geral)
Texto do artigo · p. 5 A Mesa da Assembleia Geral é constituída, no mínimo, por um presidente e um vicepresidente.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 5 (Convocação)
Número ou marcador · p. 5 Um) As assembleias gerais serão convocadas da forma como se prevê no artigo 45 da Lei das cooperativas e por analogia, conforme estabelecido no Código Comercial vigente em Moçambique.
Número ou marcador · p. 5 Dois) As assembleias gerais serão convocadas pelo seu Presidente da Mesa, e caso este não convoque, quando deva legalmente fazê-lo, pode o Conselho Direcção ou o Conselho Fiscal ou ainda os sócios que a tenham requerido convocá-la directamente.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO QUARTO
Texto do artigo · p. 5 (Reunião)
Número ou marcador · p. 5 Um) As assembleias gerais dos sócios são ordinárias ou extraordinárias.
Número ou marcador · p. 5 Dois) A Assembleia Geral ordinária reúnese ordinariamente nos três meses imediatos ao termo de cada exercício, e deverá tratar das seguintes matérias:
Número ou marcador · p. 5 a) Discutir, aprovar ou modificar o relatório de gestão, as contas do exercício, incluindo o balanço e o mapa de demonstração de resultados, e o relatório e parecer do Conselho Fiscal sobre a aplicação dos resultados do exercício;
Número ou marcador · p. 5 b) Substituição dos membros do Conselho de Direcção e dos membros do Conselho Fiscal que houverem terminado o seu mandato;
Número ou marcador · p. 5 c) Tratar de qualquer outro assunto para que tenha sido convocada.
Número ou marcador · p. 5 Três) A Assembleia Geral reúne extraordinariamente quando:
Número ou marcador · p. 5 a) Convocada pelo seu presidente, por sua iniciativa;
Número ou marcador · p. 5 b) Convocada a pedido da direcção ou pelo Conselho Fiscal, se houver motivos relevantes;
Número ou marcador · p. 5 c) A requerimento de, pelo menos, 1/3 dos cooperativistas.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO QUINTO
Texto do artigo · p. 5 (Quórum deliberativo)
Número ou marcador · p. 5 Um) A Assembleia Geral pode constituir-se e deliberar validamente em primeira convocação, reúne à hora marcada na convocatória se estiver presente mais de metade dos cooperativistas com direito a voto ou os seus representantes devidamente credenciados ou delegados.
Número ou marcador · p. 5 Dois) Se à hora marcada na convocatória para a reunião da Assembleia Geral não estiver presente o número de participantes previstos no número anterior, far-se-á uma segunda convocatória.
Número ou marcador · p. 5 Três) Se à hora prevista na segunda convocatória não se verificar o número de participantes previsto no n.º 1 do presente artigo e os estatutos não dispuserem de modo contrário, a assembleia reunirá uma hora depois com qualquer número de cooperativistas.
Número ou marcador · p. 5 Quatro) Tratando-se de convocação em reunião extraordinária, esta só terá lugar se nela estiverem presentes, pelo menos, três quartos dos requerentes.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO SEXTO
Texto do artigo · p. 5 (Votação)
Número ou marcador · p. 5 Um) Cada cooperativista dispõe de, pelo menos, um voto, podendo a um cooperativista ser atribuído o direito a um peso até sete votos, apurados em função proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 5 Dois) A atribuição do voto proporcional referido no número anterior, caberá a assembleia geral e será aferido em função da globalidade das operações realizadas pela cooperativa em que esse cooperativista, realize, no mínimo, quinze por cento das referidas operações.
Número ou marcador · p. 5 Três) O apuramento do número de votos proporcionais às operações realizadas com a cooperativa, será feito tendo em conta que a cada tonelada de produto comercializado ou entregue adicionalmente dá o direito a mais um voto, até perfazer o máximo de sete votos.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 5 (Assembleias locais)
Número ou marcador · p. 5 Um) Por razões definidas no artigo 56 da Lei das cooperativas, a cooperativa poderá realizar assembleias locais, com vista a eleger os representantes ou delegados à Assembleia Geral, seguindo-se todo o processualismo e condições estabelecidos nesse preceito legal.
Número ou marcador · p. 5 Dois) Cada delegado tem direito a um voto, na Assembleia Geral em que participa, cujo peso poderá corresponder ao número dos seus representados ou daqueles que possuam um direito de voto proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 5 SECÇÃO IV Do Conselho de Direcção
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO OITAVO
Texto do artigo · p. 5 (Conselho de Direcção)
Texto do artigo · p. 5 O Conselho de Direcção é o órgão competente para proceder à administração, gestão e representação da cooperativa.
Número ou marcador · p. 5 ARTIGO TRIGÉSIMO NONO
Texto do artigo · p. 5 (Competências)
Número ou marcador · p. 5 Um) Para além do estabelecido legalmente, compete ao Conselho de Direcção gerir as actividades da cooperativa, obrigar a cooperativa e representá-la em juízo ou fora dele, devendo subordinar-se às deliberações dos cooperativistas ou às intervenções do Conselho Fiscal ou Fiscal Único apenas nos casos em que a lei ou o contrato da cooperativa assim o determinem.
Número ou marcador · p. 5 Dois) Compete ainda ao Conselho de Direcção deliberar sobre qualquer outro assunto de Direcção da cooperativa, designadamente:
Número ou marcador · p. 5 a) Obrigar e representar a cooperativa em todos os actos e contratos;
Número ou marcador · p. 5 b) Efectuar e realizar todos os actos inerentes a sua função administrativa e de gestão;
Número ou marcador · p. 5 c) Propor o aumento e redução do capital social;
Número ou marcador · p. 5 d) Deliberar sobre a transferência da sua sede para qualquer outro ponto do país;
Número ou marcador · p. 5 e) Modificação na organização da cooperativa;
Número ou marcador · p. 5 f) Extensão ou redução das actividades da cooperativa;
Número ou marcador · p. 5 g) Emissão de obrigações nos termos prescritos neste contrato;
Número ou marcador · p. 5 h) Outorgar e assinar em nome da cooperativa quaisquer escrituras públicas e contratos, nomeadamente, de alteração do pacto social; aumento ou redução do capital; aquisição, oneração ou alienação de bens móveis sujeitos a registo, imóveis ou participações sociais; trespasse de estabelecimentos comerciais; projectos de fusão, cisão, transformação ou dissolução da cooperativa;
Número ou marcador · p. 5 i) Admitir e despedir trabalhadores;
Número ou marcador · p. 5 j) Constituir mandatários, incluindo mandatários judiciais;
Número ou marcador · p. 5 k) Executar e fazer cumprir as disposições dos presentes estatutos, da lei e dos regulamentos;
Número ou marcador · p. 5 l) Executar e fazer cumprir as deliberações da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal;
Número ou marcador · p. 5 m) Qualquer outro assunto sobre o qual algum administrador requeira deliberação do Conselho de Direcção.
Número ou marcador · p. 6 Dois) A direcção poderá, para uma gestão mais profissionalizada e rentável, contratar gerentes, técnicos ou comerciais, que não pertençam ao quadro de cooperativistas, delegando neles os poderes que achar convenientes, com excepção dos das áreas reservadas à direcção para o necessário controlo da gestão democrática.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO
Texto do artigo · p. 6 (Composição)
Texto do artigo · p. 6 O Conselho de Direcção é composto da forma prevista no n.º 2 do artigo 57 da Lei das cooperativas, sendo no caso concreto por cinco membros:
Número ou marcador · p. 6 a) Um presidente
Número ou marcador · p. 6 b) Um vice-presidente;
Número ou marcador · p. 6 c) Um secretario;
Número ou marcador · p. 6 d) Um tesoureiro;
Número ou marcador · p. 6 e) Um vogal.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉCIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 6 (Actos proibidos aos membros do Conselho de Direcção, seus contratados ou representantes)
Número ou marcador · p. 6 Um) Para além do estabelecido na Lei das Cooperativas, aos membros do Conselho de Direcção, seus contratados ou representantes é expressamente vedado, sem autorização da Assembleia Geral, exercer, por conta própria ou alheia, actividades abrangidas pelo objecto da cooperativa, assim como os actos considerados proibidos por lei e/ou pela cooperativa, nos seus regulamentos internos.
Número ou marcador · p. 6 Dois) Quem violar o disposto no número anterior, além de poder ser destituído do cargo, com justa causa, tornam-se responsável pelo pagamento de uma importância correspondente ao valor do acto ou contrato ilegalmente celebrado e dos eventuais prejuízos sofridos pela cooperativa.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 6 (Reunião)
Número ou marcador · p. 6 Um) O Conselho de Direcção reunirá pelo menos uma vez, trimestralmente, e sempre que se achar necessário.
Número ou marcador · p. 6 Dois) O Conselho de Direcção será convocado pelo seu presidente, ou a pedido de outros dois membros.
Número ou marcador · p. 6 Três) A convocação das reuniões deverá ser feita com dez dias de antecedência, pelo menos, salvo se for possível reunir todos os membros do conselho sem outras formalidades.
Número ou marcador · p. 6 Quatro) A convocatória conterá a indicação da ordem de trabalhos, data, hora e local da reunião, devendo ser acompanhada de todos os documentos necessários à tomada de deliberações, quando seja necessário.
Número ou marcador · p. 6 Cinco) O Conselho de Direcção não pode deliberar sem que estejam presentes ou representados a maioria dos seus membros.
Número ou marcador · p. 6 Seis) As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos membros presentes ou representados, e dos que votam por correspondência se o contrato de cooperativa assim o permitir.
Número ou marcador · p. 6 Sete) O administrador não pode votar sobre matérias em que tenha, por conta própria ou de terceiros, um interesse em conflito com a cooperativa.
Número ou marcador · p. 6 Oito) De cada reunião é lavrada acta no livro respectivo, assinada por todos os membros que nela tenham participado ou seus representantes.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 6 (Representação e substituição de membros)
Número ou marcador · p. 6 Um) A cooperativa, por intermédio do Conselho de Direcção, tem a faculdade de nomear procuradores para a prática de determinados actos, sem necessidade de o contrato de cooperativa os especificar.
Número ou marcador · p. 6 Dois) O membro do Conselho de Direcção que se encontre temporariamente impedido de comparecer as reuniões pode fazer-se representar por outro membro do mesmo Conselho, mediante comunicação escrita dirigida ao presidente antes da reunião.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO QUARTO
Texto do artigo · p. 6 (Formas de obrigar a cooperativa)
Número ou marcador · p. 6 Um) Os membros exercem em conjunto os poderes de representação, ficando a cooperativa obrigada pelos negócios jurídicos concluídos, necessariamente, pelas assinaturas conjuntas do presidente e de um membro do Conselho de Direcção, ou caso o presidente esteja impossibilitado:
Número ou marcador · p. 6 a) De dois membros do Conselho de Direcção, sendo um deles o tesoureiro; ou
Número ou marcador · p. 6 b) De um dos membros do Conselho de Direcção e de um procurador com poderes bastantes, conferidos pelo Conselho de Direcção.
Número ou marcador · p. 6 Dois) O Conselho de Direcção poderá constituir mandatários mesmo em pessoas estranhas à cooperativa, fixando em cada caso os limites e condições do respectivo mandato.
Número ou marcador · p. 6 Três) Os actos de mero expediente e em geral os que não envolvem responsabilidades da cooperativa, poderão ser assinados apenas por um membro do Conselho de Direcção ou procurador a quem tenham sido delegados poderes necessários ou empregado devidamente autorizado.
Número ou marcador · p. 6 SECÇÃO V Do Conselho Fiscal
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO QUINTO
Texto do artigo · p. 6 (Conselho Fiscal)
Número ou marcador · p. 6 Um) A fiscalização da cooperativa quanto à observância da Lei, do contrato de cooperativa, e em especial, do cumprimento das regras de escrituração compete ao Conselho Fiscal.
Número ou marcador · p. 6 Dois) O Conselho Fiscal poderá por determinação da Assembleia Geral ser substituído por um fiscal único, devendo este ser auditor de contas ou sociedade de auditores de contas.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO SEXTO
Texto do artigo · p. 6 (Competências)
Número ou marcador · p. 6 Um) Para além do legalmente estabelecido, compete ao Conselho Fiscal praticar os seguintes actos:
Número ou marcador · p. 6 a) Fiscalizar os actos dos membros e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutários;
Número ou marcador · p. 6 b) Opinar sobre as propostas dos órgãos da Direcção, a serem submetidas à Assembleia Geral, relativas a modificação do capital social, emissão de obrigações ou bónus de subscrição, planos de investimento ou orçamentos de capital, distribuição de dividendos, transformação, fusão ou cisão;
Número ou marcador · p. 6 c) Exercer essas atribuições, durante a liquidação da cooperativa, observadas as disposições especiais previstas no Código Comercial;
Número ou marcador · p. 6 d) Pronunciar-se sobre o relatório de auditoria externa; e
Número ou marcador · p. 6 e) Em geral, vigiar pelo cumprimento das disposições da lei, do contrato de cooperativa e dos regulamentos da cooperativa.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 6 (Composição)
Número ou marcador · p. 6 Um) O Conselho Fiscal é composto da forma prevista no artigo 62 da Lei das cooperativas, sendo no caso concreto por, no mínimo, por três membros, um presidente, e dois vogais.
Número ou marcador · p. 6 Dois) Pelo menos, um dos membros do Conselho Fiscal deverá ser técnico de contas, ou sociedade de contabilidade e auditoria devidamente habilitada, sendo este requisito sempre obrigatório caso se eleja como membro do Conselho Fiscal alguém que não seja membro da cooperativa.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO OITAVO
Texto do artigo · p. 6 (Reunião)
Número ou marcador · p. 6 Um) Ao Presidente do Conselho Fiscal cabe convocar e presidir as reuniões.
Número ou marcador · p. 6 Dois) O Conselho Fiscal reúne sempre que algum membro o requeira ao Presidente e, pelo menos, uma vez por trimestre.
Número ou marcador · p. 6 Três) A convocação das reuniões deverá ser feita com dez dias de antecedência.
Número ou marcador · p. 6 Quatro) A convocatória conterá a indicação da ordem de trabalhos, data, hora e local da reunião, devendo ser acompanhada de todos os documentos necessários à tomada de deliberações, quando seja necessário.
Número ou marcador · p. 6 ARTIGO QUADRAGÉSIMO NONO
Texto do artigo · p. 6 (Auditorias externas)
Número ou marcador · p. 6 Um) O Conselho de Direcção, após a prévia autorização da Assembleia Geral, poderá contratar uma sociedade externa de auditoria a quem encarregue de auditar e verificar as contas da cooperativa.
Número ou marcador · p. 7 Dois) No exercício das suas funções, o Conselho Fiscal deve pronunciar-se sobre o conteúdo dos relatórios da cooperativa externa de auditoria.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO
Texto do artigo · p. 7 (Responsabilidade solidária)
Texto do artigo · p. 7 O Conselho Fiscal é solidariamente responsável com o Conselho de Direcção pelos actos praticados por este e que tenha dado parecer favorável.
Número ou marcador · p. 7 CAPÍTULO IV Do sistema financeiro, despesas, exercício, contas, reservas e excedentes
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 7 (Pré e pós-pagamentos)
Número ou marcador · p. 7 Um) Em função dos actos cooperativos praticados entre os cooperativistas e a cooperativa ou vice-versa, a cooperativa manterá um registo denominado por conta do membro, onde se lançarão todas as operações, em particular as de entrega efectuadas pelo cooperativista à cooperativa.
Número ou marcador · p. 7 Dois) O registo na referida conta de membro, incluirá o pré-pagamento que eventualmente for efectuado pela cooperativa ao membro, quer a título de entrega de bens e outros; o valor das entregas efectuadas pelo membro à cooperativa; o montante a que o membro teria direito em função de uma eventual distribuição de excedentes assim como os adiantamentos efectuados, e as dívidas para com a cooperativa, no fornecimento de bens, insumos e outros.
Número ou marcador · p. 7 Três) Dos montantes registados, a débito e a crédito, na conta do membro, apurar-se-á o saldo e, os pagamentos de créditos ou débitos a favor da cooperativa ou cooperativista, serão feitos, conforme for deliberado e regimentado na cooperativa.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 7 (Custeio de despesas)
Texto do artigo · p. 7 O custeio das despesas é feito com recurso ao fundo social da cooperativa e nos termos estabelecidos na lei das cooperativas.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 7 (Reservas)
Número ou marcador · p. 7 Um) A cooperativa é obrigada a constituir reservas legais estabelecidas na Lei das cooperativas e ainda poderá constituir outras que forem deliberadas pela assembleia geral e só poderá aplicá-las ou integrá-las nos precisos termos legais.
Número ou marcador · p. 7 Dois) As reservas obrigatórias, bem como as que resultem de excedentes provenientes de operações com terceiros não são susceptíveis de divisão entre os cooperativistas.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO QUARTO
Texto do artigo · p. 7 (Ano social)
Número ou marcador · p. 7 Um) O ano social coincide com o ano civil, isto é, inicia-se a um de Janeiro e termina a 31 de Dezembro.
Número ou marcador · p. 7 Dois) No fim de cada exercício, a direcção da cooperativa deve organizar as contas anuais e elaborar um relatório respeitante ao exercício e uma proposta de aplicação dos resultados.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO QUINTO
Texto do artigo · p. 7 (Excedentes líquidos)
Texto do artigo · p. 7 Os excedentes líquidos são apurados por ajuste do rateio das despesas, inclusive das provisões e por deduções destinadas às reservas em geral.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SEXTO
Texto do artigo · p. 7 (Aplicação de resultados)
Número ou marcador · p. 7 Um) Dos excedentes líquidos do exercício, antes da constituição das reservas legais estabelecidas na lei das cooperativas e nos presentes estatutos ou de outras reservas, são deduzidos cinco por cento do valor apurado para constituição do fundo de reserva legal.
Número ou marcador · p. 7 Dois) Por deliberação da Assembleia Geral, os excedentes poderão ser retidos, no todo ou em parte, convertidos em capital realizado pelos cooperativistas, expressos em títulos a serem distribuídos a eles na proporção de sua participação na origem desses excedentes ou lançados em contas de participação do membro para auto-financiamento operacional da cooperativa.
Número ou marcador · p. 7 Três) Deduzida a percentagem referida no número um e das outras reservas aprovadas pela cooperativa e depois de feito o pós-pagamento e após ter sido efectuada a retenção prevista no número precedente, caso assim tenha sido aprovado, os excedentes serão distribuídos aos sócios em proporção das suas participações sociais que os mesmos detêm na cooperativa.
Número ou marcador · p. 7 CAPÍTULO V Da dissolução e liquidação
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 7 (Dissolução e liquidação da cooperativa)
Texto do artigo · p. 7 A cooperativa dissolve-se e liquida-se nas formas e nos casos previstos na lei.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINQUAGÉSIMO OITAVO
Texto do artigo · p. 7 (Casos omissos)
Texto do artigo · p. 7 Em tudo quanto fica omisso regularão as disposições da Lei n.º 23/2009, de 28 Setembro, do Código Comercial e demais legislação aplicável.
Texto do artigo · p. 7 Instruem o presente contrato de cooperativa, fazendo parte integrante do mesmo, os seguintes documentos anexos:
Número ou marcador · p. 7 a) Reserva do nome;
Número ou marcador · p. 7 b) Talões de depósito confirmativos da realização do capital social.
Texto do artigo · p. 7 Está conforme. Namapa, 9 de Julho de 2018. — O Técnico,
Texto do artigo · p. 7 Ilegível.
Texto do artigo · p. 7 Minco Limitada
Texto do artigo · p. 7 Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 11 de Julho de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 100797305, uma entidade denominada Minco, Limitada.
Texto do artigo · p. 7 Entre:
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 7 Victor Artur Vasconcelos, solteiro, natural da África do Sul, nacionalidade, sul-africana, residente na cidade de Maputo, portador do DIRE n.º 11ZA00025482J, de 24 de Março de 2016, emitido pela Direcção Nacional de Migração;
Texto do artigo · p. 7 Chrispen Elias Chibaia, solteiro, natural de Machipanda Manica, nacionalidade moçambicana, residente no Bairro Penhalonga, cidade de Chimoio, portador do Bilhete de Identidade n.º 060102388929C, de 3 de Março de 2013, emitido pela Direcção de Identificação Civil de Chimoio.
Texto do artigo · p. 7 Pelo presente instrumento de comum acordo e ao abrigo da lei, as partes celebram entre si o contrato de cessão de quotas na sociedade Minco, Limitada que se regerá pelas seguintes cláusulas:
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 7 O presente contrato tem como objecto, a cessão de quotas do socio Victor Artur Vasconcelos, no valor de 50.000,00MT (cinquenta mil meticais), que o mesmo detém na sociedade Minco, Limitada.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 7 Que a quota será cedida pelo valor nominal da quota a ser pago da seguinte forma:
Texto do artigo · p. 7 A Primeira prestação no dia 15 Julho de 2018.
Texto do artigo · p. 7 A Segunda prestação no dia 30 de Agosto de 2018.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 7 O Cedente de livre e espontânea vontade cede a totalidade da sua quota e aparta se da sociedade por nada ter a ver com ela.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO QUINTO
Texto do artigo · p. 7 O cessionário aceita a presente cessão de quotas de livre e expontânea vontade, livre de onus e encargos e unifica com as que possui na sociedade.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO SEXTO
Texto do artigo · p. 7 O cessionário vai abrir uma conta nos estabelecimentos bancários, em nome da empresa Minco, Lda., que será movimentada somente pelo sócio gerente.
Número ou marcador · p. 7 ARTIGO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 7 A administração e a gerência da sociedade bem como a sua representação em juízo e fora dele, activa e passivamente, serão exercídas pelo
Texto do artigo · p. 8 sócio maioritário desde já fica nomeado sócio gerente, com dispensa de coação, com ou sem remuneração, conforme vier a ser deliberado pela assembleia geral.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO OITAVO
Texto do artigo · p. 8 A sociedade fica obrigada em todos os seus actos e contratos pela assinatura de sócio gerente.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO NONO
Texto do artigo · p. 8 O presente instrumento poderá ser rescindido caso uma das partes não cumpra o estabelecido nas cláusulas deste contrato, responsabilizando-se também a que deu causa à rescisão a responder pelas perdas e danos que causar à outra parte.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO DÉCIMO
Texto do artigo · p. 8 Não poderá o cessionário, com intuito de se esquivar de cumprir o previsto neste instrumentos, alegar o desconhecimento da situação se encontra ciente do estado económico da mesma.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 8 O presente contrato passará a valer entre as partes, a partir da assinatura pelas mesmas, obrigando-se também os herdeiros e sucessores a cumpri-lo.
Texto do artigo · p. 8 Maputo, 16 de Julho de 2018 . — O Técnico, Ilegível.
Texto do artigo · p. 8 First Chem, limitada
Texto do artigo · p. 8 Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 11 de Julho de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 10101842, uma entidade denominada First Chem, limitada.
Texto do artigo · p. 8 Entre os abaixo designados, é celebrado o presente contrato de sociedade, nos termos do artigo noventa do Código Comercial de Moçambique.
Texto do artigo · p. 8 Primeiro. Murtaza Hussain, casado em regime de comunhão geral de bens com Saima Naz, natural de Karachi, de nacionalidade moçambicana, titular do Bilhete de Identidade n.º 110104549967S, emitido em Maputo, a um de de Julho de dois mil e quinze, residente na Rua Irmäos Roby, número quarenta e quatro, Bairro de Alto-Maé, nesta Cidade de Maputo;
Texto do artigo · p. 8 Segundo. Muhammad Ashraf Malik, casada, casado em regime de comunhão geral de bens com Chen Leong Seng Malik, natural de Karachi, de nacionalidade moçambicana, titular do Bilhete de Identidade n.º 110500092068M, emitido em Maputo, aos vinte e seis de Fevereiro de dois mil e dez, residente na Avenida Mao-Tsé-Tung, número mil duzentos vinte e quatro, Bairro Sommerschield, nesta Cidade de Maputo.
Número ou marcador · p. 8 CAPÍTULO I Da denominação, sede, duração e objeto
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 8 Da denominação e sede
Texto do artigo · p. 8 É constituída uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada, sob a denominação First Chem, limitada.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 8 Sede
Texto do artigo · p. 8 A sociedade tem a sua sede na Avenida do Trabalho, número mil cento e sete, nesta Cidade de Maputo.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 8 Duração
Texto do artigo · p. 8 A sociedade é constituída por tempo indeterminado, contando-se o seu início a partir da data da escritura pública da sua constituição.
Número ou marcador · p. 8 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 8 Objeto
Número ou marcador · p. 8 Um) O objeto principal da sociedade é o comércio por grosso e a retalho de produtos químicos.
Número ou marcador · p. 8 Dois) A sociedade poderá eventualmente exercer outras atividades relacionadas direta ou indiretamente com o objeto principal, desde que devidamente autorizadas e os sócios assim o deliberem.
Número ou marcador · p. 8 CAPÍTULO II Do capital social
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Parágrafo, página 1: Terça-feira, 24 de Julho de 2018
  2. Título de secção, página 1: III SÉRIE — Número 144
  3. Texto lido por imagem, página 1: Terça-feira, 24 de Julho de 2018
  4. Texto lido por imagem, página 1: III SÉRIE — Número 144
  5. Texto lido por imagem, página 1: BOLETIM DA REPÚBLICA
  6. Título de secção, página 1: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.
  7. Título de secção, página 1: AVISO
  8. Parágrafo, página 1: A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
  9. Parágrafo, página 1: SUMÁRIO
  10. Parágrafo, página 1: Instituto Nacional de Minas: Aviso.
  11. Parágrafo, página 1: Anúncios Judiciais e Outros: Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar. MINCO, Limitada. First Chem, Limitada. Next Level Tours, Limitada. D-Fruit Comércio – Sociedade Unipessoal, Limitada. Generic Cabling System Moçambique, Limitada. CCMI Investimentos, Limitada. IP World Moçambique, Limitada. LZK Investimentos, Limitada. Camilo Mate Advogados – Sociedade Unipessoal, Limitada. Hortelã Design de Interiores, Limitada. Hortelã B&B, Limitada. Dixon Chongo & Associados, Limitada. Magude Farm – Sociedade Unipessoal, Limitada. Lavandaria Aline – Sociedade Unipessoal, Limitada. Great Wall, Limidada. Bras - Consultores, Limitada. HRS - Consultoria, Limitada. MCM – Indústrias Têxteis, S.A. Delta Iron Steel, Limitada. A Asha Car Clinic, Limitada. Fugro Mozambique, Limitada. ACG - Auditoria, Contabilidade e Gestão, Limitada. ACL – Auditores e Consultores, Limitada. NC – Nova Contabilidade, Limitada. VV- Auditores e Consultores, Limitada. CNT – Auditores e Consultores, Limitada. Neves Status Pools (Moçambique), Limitada. Globimines. Travel Care - Agência de Viagens e Turismo, Limitada. ALS Inspection Mozambique Service, Limitada. Prime Care, Limitada. Iris Corporation, Limitada. Fonte Viva, Limitada. Socopeças, Limitada. Sipsecurity – Sociedade Unipessoal, Limitada. Clauvidia Kapenta, Limitada. Socidata, Limitada.
  12. Texto do artigo, página 1: Instituto Nacional de Minas
  13. Texto do artigo, página 1: AVISO
  14. Texto do artigo, página 1: Em cumprimento do disposto no artigo 26 do Regulamento da Lei de Minas aprovado pelo Decreto n.º 31/2015, de 31 de Dezembro, publicado no Boletim da República, n.º 104, I.ª série, Suplemento, faz-se saber que por despacho de S. Exa. Ministro dos Recursos Minerais e Energia de 4 de Junho de 2018, foi atribuída à favor de Socopeças, Limitada, a Licença de prospecção e Pesquisa n.º 8967L, válida até 16 de Maio de 2023, para água-marinha, ferro, granadas, ouro, quartzo, rubi, titânio e turmalina, no distrito de Erati, na província de Nampula, com as seguintes coordenadas geográficas:
  15. Texto do artigo, página 1: Vértice Latitude Longitude 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
  16. Texto do artigo, página 1: 39º 41´ 30,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
  17. Texto do artigo, página 1: 39º 44´ 0,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
  18. Texto do artigo, página 1: 39º 45´ 40,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
  19. Texto do artigo, página 1: 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4 5 6 7 8 9 10-13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 0,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 55´ 50,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -13º 57´ 0,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 10,00´´ -14º 02´ 30,00´´ -14º 02´ 30,00´´39º 41´ 30,00´´ 39º 44´ 0,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 45´ 40,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 51´ 30,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 45´ 50,00´´ 39º 41´ 30,00´´
  20. Texto do artigo, página 1: Instituto Nacional de Minas, 7 de Junho de 2018. — O Director-Geral, Adriano Silvestre Sênvano.
  21. Texto do artigo, página 1: Instituto Nacional de Minas
  22. Texto do artigo, página 1: AVISO
  23. Texto do artigo, página 1: Em cumprimento do disposto no artigo 26 do Regulamento da Lei de Minas aprovado pelo Decreto n.º 31/2015, de 31 de Dezembro, publicado no Boletim da República, n.º 104, I.ª série, Suplemento, faz-se saber que por despacho de S. Exa. Ministro dos Recursos Minerais e Energia de 8 de Junho de 2018, foi atribuída a favor de Sulbrita, Limitada, a Concessão Mineira n.º 7126C, válida até 3 de Maio de 2043, para pedra de Construção, no distrito de Mecufi, na província de Cabo Delgado, com as seguintes coordenadas geográficas:
  24. Texto do artigo, página 1: Vértice Latitude Longitude 1 2 3 4 - 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
  25. Texto do artigo, página 1: 40º 15´ 50,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
  26. Texto do artigo, página 1: 40º 16´ 10,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
  27. Texto do artigo, página 1: 40º 16´ 10,00´´
    VérticeLatitudeLongitude
    1 2 3 4- 13º 08´ 50,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 0,00´´ - 13º 08´ 50,00´´40º 15´ 50,00´´ 40º 16´ 10,00´´ 40º 16´ 10,00´´
  28. Texto do artigo, página 1: Instituto Nacional de Minas, 11 de Junho de 2018. — O Director Geral, Adriano Silvestre Sênvano.
  29. Texto do artigo, página 2: ANÚNCIOS JUDICIAIS E OUTROS
  30. Texto do artigo, página 2: Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar
  31. Texto do artigo, página 2: Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 23 de Agosto de 2017, foi matriculada os livros de Registo de sociedade sob NUEL 2427 a folha 18 verso do livro C-7, e n.º 2884, a folha 70 verso do livro E-17, uma entidade denominada Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar.
  32. Texto do artigo, página 2: Entre:
  33. Texto do artigo, página 2: Primeiro. Amisse Monteiro, solteiro, maior, natural de Cumar-Nampapa, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 030301284570J, emitido em Nampula, aos dezoito de Agosto de dois mil e dezasseis, residente em Ocua, com poderes para este acto;
  34. Texto do artigo, página 2: Segundo. Tomé Armando Gomes, solteiro maior, natural de Ocua, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 020404287309S, emitido em Pemba, aos vinte e três de Janeiro de dois mil e sete, residente em Ocua, com poderes para este acto;
  35. Texto do artigo, página 2: Terceiro. Orlando Cardoso Riquicho, solteiro maior, natural de Chiure, de nacionalidade moçambicana, portador do Bilhete de Identidade n.º 020404287605M, emitido em Pemba, aos vinte e cinco de Julho de dois mil e treze, residente em Ocua, com poderes para este acto;
  36. Texto do artigo, página 2: Quarto. Aselmo Pereria Suate, solteiro maior, natural de Ocua, de nacionalidade moçambicana, portador do Cartão de Eleitor n.º 12398706, emitido em Mahurunga aos vinte e quatro de Março de dois mil e catorze, residente em Ocua, com poderes para este acto;
  37. Texto do artigo, página 2: Quinto. Mabue Patricio Paulo Pacote, solteiro maior, natural de Chiure, de nacionalidade moçambicana, portador do Cartão de Eleitor n.º 12398703 emitido em Mahurunga, aos vinte e quatro de Março de dois mil e catorze, residente em Ocua, com poderes para este acto
  38. Texto do artigo, página 2: É celebrado, aos quinze dias do mês de Agosto do ano de dois mil e Dezassete e ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 3 e artigos 10, 11 e 13, todos da Lei das Cooperativas, vigente no ordenamento jurídico moçambicano, Lei n.º 23/2009, de 28 Setembro, o presente contrato de sociedade cooperativa que se rege pelas cláusulas insertas nos artigos seguintes:
  39. Número ou marcador, página 2: CAPÍTULO I Da denominação, sede, duração e objecto
  40. Número ou marcador, página 2: ARTIGO PRIMEIRO
  41. Texto do artigo, página 2: (Denominação e sede)
  42. Número ou marcador, página 2: Um) A cooperativa adopta a denominação de Cooperativa de Produção e Comercialização de Cana de Açucar Cooperativa de Respon-
  43. Texto do artigo, página 2: sabilidade Limitada, é uma cooperativa de produção e comercialização de cana de açucar e seus derivados, podendo ser denominada abreviadamente por COOPCANA, RL ou simplesmente por Cooperativa.
  44. Número ou marcador, página 2: Dois) A cooperativa tem a sua sede em Ocua, podendo, por deliberação da Assembleia Geral, transferir a sua sede para qualquer outro ponto do país.
  45. Número ou marcador, página 2: Três) Por meio de deliberação do Conselho de Direcção, a cooperativa poderá abrir sucursais, delegações, agências ou quaisquer outras formas de representação em qualquer outro local do país ou no estrangeiro.
  46. Número ou marcador, página 2: ARTIGO SEGUNDO
  47. Texto do artigo, página 2: (Duração)
  48. Texto do artigo, página 2: A cooperativa é constituída por tempo indeterminado, contando-se o seu início a partir da data da assinatura do presente contrato de sociedade cooperativa.
  49. Número ou marcador, página 2: ARTIGO TERCEIRO
  50. Texto do artigo, página 2: (Objecto)
  51. Número ou marcador, página 2: Um) A cooperativa tem por objecto o exercício de actividades relacionadas com a produção e comercialização de cana de açucar, podendo também exercer quaisquer outras actividades complementares, desde que aprovadas pela assembleia geral e obtidas as necessárias autorizações legais.
  52. Número ou marcador, página 2: Dois) A cooperativa poderá ainda representar ou agenciar cooperativas do ramo ou marcas de produtos relacionados com o seu objecto social e ao exercício de outras actividades conexas que, tendo sido deliberadas pela Assembleia Geral, sejam permitidas por Lei.
  53. Número ou marcador, página 2: CAPÍTULO II Do capital social
  54. Número ou marcador, página 2: ARTIGO QUARTO
  55. Texto do artigo, página 2: (Capital social)
  56. Número ou marcador, página 2: Um) O capital social inicial subscrito e totalmente realizado, até a data da celebração do presente contrato é de 50.000,00MT (cinquenta mil meticais).
  57. Número ou marcador, página 2: Dois) O capital social é variável, sendo considerado automaticamente alterado e aumentado, sem necessidade de deliberação da Assembleia Geral, ou alteração dos presentes estatutos nos casos de admissão de novos cooperativistas ou de outras formas de aumento preconizado por lei.
  58. Número ou marcador, página 2: ARTIGO QUINTO
  59. Texto do artigo, página 2: (Entrada mínima e formas de representação do capital social)
  60. Número ou marcador, página 2: Um) A entrada mínima de capital a subscrever por cada cooperativista é 500,00MT (quinhentos meticais), cuja representação será
  61. Texto do artigo, página 2: feita, pela totalidade do valor da entrada do cooperativista, através de títulos representativos do capital social, a todo o tempo substituíveis por agrupamento ou subdivisão, que poderão assumir a forma escritural ou de títulos nominativos.
  62. Número ou marcador, página 2: Dois) Em caso de perda ou destruição de qualquer título, o novo título só será emitido nos termos e condições que forem definidos pelo Conselho de Direcção.
  63. Número ou marcador, página 2: ARTIGO SEXTO
  64. Texto do artigo, página 2: (Alterações do capital social)
  65. Número ou marcador, página 2: Um) Para além do caso previsto no n.º 2 do artigo 4.º dos presentes estatutos, o capital social poderá ser aumentado, uma ou mais vezes, conforme prevê a lei das cooperativas.
  66. Número ou marcador, página 2: Dois) A todos os cooperativistas é dado o direito de preferência na subscrição de novos títulos, proporcionalmente ao número de títulos que já detenham. No entanto, aqueles que não exercerem esse direito, o mesmo devolver-se-á aos restantes.
  67. Número ou marcador, página 2: Três) A informação de subscrição de novos títulos deverá ser feita por anúncio, indicando que o período para exercer o direito de preferência é de quinze dias.
  68. Número ou marcador, página 2: Quatro) O direito de preferência referido no número anterior deve ser comunicado através de anúncios ou por carta.
  69. Número ou marcador, página 2: ARTIGO SÉTIMO
  70. Texto do artigo, página 2: (Livro de registo de títulos)
  71. Texto do artigo, página 2: A cooperativa obriga-se a manter um registo dos títulos representativos do capital social, em livro próprio onde se mencionará, entre outros e por ordem numérica, o nome dos membros, a data da sua admissão como membro, o capital subscrito e realizado, o respectivo título ou títulos representativos de capital social que detenha na cooperativa, as eventuais transmissões ocorridas e o número e votos que o cooperativista tenha direito, em caso de se adoptar o voto proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
  72. Número ou marcador, página 2: ARTIGO OITAVO
  73. Texto do artigo, página 2: (Transmissão de títulos)
  74. Número ou marcador, página 2: Um) Sem prejuízo das disposições injuntivas da Lei, na transmissão de títulos, os cooperativistas em primeiro lugar e a cooperativa de seguida, terão sempre o direito de preferência.
  75. Número ou marcador, página 2: Dois) O processo e requisitos de transmissão dos títulos, será feita nos termos regulamentados internamente, seguindo-se por analogia os formalismos estabelecidos para a transmissão de acções de uma sociedade anónima, dentro dos limites e condições impostas no artigo 22 da Lei das cooperativas.
  76. Número ou marcador, página 3: ARTIGO NONO
  77. Texto do artigo, página 3: (Títulos próprios)
  78. Número ou marcador, página 3: Um) Nos termos da Lei, a cooperativa só poderá adquirir títulos representativos do próprio capital, a título gratuito, desde que estes estejam integralmente realizados, excepto se a aquisição resultar da falta de realização de títulos pelos seus subscritores.
  79. Número ou marcador, página 3: Dois) O processo será feito nos termos regulamentados internamente, seguindo-se por analogia os formalismos estabelecidos para as acções de uma sociedade anónima, dentro dos limites e condições impostas na Lei das cooperativas.
  80. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO
  81. Texto do artigo, página 3: (Obrigações ou títulos de investimento)
  82. Texto do artigo, página 3: A cooperativa poderá, desde que devidamente fundamentada quanto aos objectivos a alcançar e as condições de utilização do respectivo resultado, nos termos da Lei e mediante deliberação da Assembleia Geral, emitir obrigações ou títulos de investimento nominativos ou ao portador, dentro dos limites e condições legais e do que vier a ser regulamentado internamente.
  83. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
  84. Texto do artigo, página 3: (Prestações suplementares)
  85. Texto do artigo, página 3: Podem ser exigidas aos cooperativistas prestações suplementares de capital até ao montante do capital social em cada momento, ficando todos os cooperativistas obrigados na proporção das respectivas participações no capital social.
  86. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO
  87. Texto do artigo, página 3: (Suprimentos)
  88. Texto do artigo, página 3: Os membros poderão fazer à cooperativa os suprimentos de que ela carecer nos termos que forem definidos pela Assembleia Geral que fixará os juros, as condições de reembolso e outras matérias julgadas necessárias.
  89. Número ou marcador, página 3: CAPÍTULO III Dos membros
  90. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
  91. Texto do artigo, página 3: (Requisitos de admissão)
  92. Número ou marcador, página 3: Um) A cooperativa prossegue o princípio da adesão voluntária e livre e de portas abertas, podendo ser membros todas as pessoas, singulares ou colectivas, sem qualquer tipo de discriminação, desde que desenvolvam ou estejam aptos a realizar as actividades, principais, complementares ou conexas, prosseguidas pela cooperativa, definidas no seu objecto social, detenham capacidade civil e que preencham os requisitos e condições previstas na lei e nos presentes estatutos da cooperativa desde que requeiram a sua admissão à direcção da mesma, aceitem os presentes estatutos, regulamentos, deliberações e programa da cooperativa.
  93. Número ou marcador, página 3: Dois) As pessoas colectivas só serão admitidas como membros, quando realizem as mesmas actividades económicas das pessoas singulares, definidas no objecto da cooperativa e/ou quando não tenham ou não prossigam finalidade lucrativa.
  94. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO QUARTO
  95. Texto do artigo, página 3: (Competência para admissão de membros)
  96. Número ou marcador, página 3: Um) Desde que reúnam todos os requisitos previstos no artigo anterior, subscrevam e realizem o capital social, por pedido formulado por escrito e dirigido ao Conselho de Direcção, poderão ser admitidos como membros todas as pessoas descritas no artigo anterior.
  97. Número ou marcador, página 3: Dois) As propostas para a admissão de novos membros são submetidas, apreciadas e aprovadas, pelo Conselho de Direcção.
  98. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO QUINTO
  99. Texto do artigo, página 3: (Registo de membros)
  100. Texto do artigo, página 3: O registo de membros da cooperativa é feito num livro próprio que poderá coincidir com o livro de registo de títulos, previsto no artigo 7, dos presentes estatutos.
  101. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO SEXTO
  102. Texto do artigo, página 3: (Direitos e deveres)
  103. Texto do artigo, página 3: Os membros da cooperativa terão os direitos e obedecerão aos deveres estipulados na lei das cooperativas e ainda:
  104. Número ou marcador, página 3: a) Devem cumprir com o estabelecido pela cooperativa para a entrega dos seus produtos;
  105. Número ou marcador, página 3: b) Cumprir com as regras de horários de entrega, acondicionamento do produto e uso das instalações;
  106. Número ou marcador, página 3: c) Obrigam-se a respeitar o plano comercial adoptado pela cooperativa;
  107. Número ou marcador, página 3: d) Devem permitir que um trabalhador, técnicos ou representante da cooperativa procedam a visitas e acompanhamento da produção;
  108. Número ou marcador, página 3: e) Beneficiam de um regime preferencial na utilização de bens e serviços disponíveis na cooperativa.
  109. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO SÉTIMO
  110. Texto do artigo, página 3: (Dever especial de fidelidade e exclusividade nas operações que constituem objecto da cooperativa)
  111. Número ou marcador, página 3: Um) Aos membros da cooperativa é devido um dever especial de fidelidade para com a mesma quer na troca de informações, relacionamento e de não concorrência com a cooperativa, assim como o dever de realizar somente com a cooperativa todas as operações que constituem objecto social da mesma.
  112. Número ou marcador, página 3: Dois) A violação dos deveres de fidelidade e de exclusividade aqui previstos, será justa causa para a exclusão do membro infractor, dentro do processualismo legal, estatutário e regulamentar.
  113. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO OITAVO
  114. Texto do artigo, página 3: (Perda de qualidade de membro)
  115. Texto do artigo, página 3: Perdem a qualidade de membro:
  116. Número ou marcador, página 3: a) Os que, livremente, decidirem desvincular-se da associação;
  117. Número ou marcador, página 3: b) Os que estiverem abrangidos pelas previsões estabelecidas nas alíneas do no n.º 3 do artigo 34 da Lei das Cooperativas, com as devidas adaptações;
  118. Número ou marcador, página 3: c) Os que nao cumprirem com a quantidade mínima, regulamentarmente fixada, a comercializar com a cooperativa.
  119. Número ou marcador, página 3: ARTIGO DÉCIMO NONO
  120. Texto do artigo, página 3: (Demissão de membros)
  121. Número ou marcador, página 3: Um) Qualquer cooperativista poderá requerer, por carta dirigida ao Conselho de Direcção, a sua demissão, mesmo sem invocar os motivos.
  122. Número ou marcador, página 3: Dois) A cooperativa estabelecerá internamente as formas e os cálculos de restituição dos montantes de títulos de capital realizado e de outras condições inerentes.
  123. Número ou marcador, página 3: ARTIGO VIGÉSIMO
  124. Texto do artigo, página 3: (Procedimento sancionatório e exclusão de membros)
  125. Número ou marcador, página 3: Um) A aplicação de qualquer medida sancionatória, incluindo a da exclusão de membro, está sujeita ao regime previsto nos artigo 34 e 35 da Lei das cooperativas.
  126. Número ou marcador, página 3: Dois) A perda da qualidade de membro, derivada da aplicação de uma medida sancionatória, não dará direito à restituição de qualquer contribuição que tiver entrado para a associação, nem desobriga o membro do cumprimento pontual de todas as obrigações anteriormente assumidas.
  127. Número ou marcador, página 3: CAPÍTULO IV Dos órgãos sociais
  128. Número ou marcador, página 3: SECÇÃO I Dos princípios gerais
  129. Número ou marcador, página 3: ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO
  130. Texto do artigo, página 3: (Órgãos sociais)
  131. Número ou marcador, página 3: Um) São órgãos sociais da cooperativa os seguintes:
  132. Número ou marcador, página 3: a) Assembleia Geral;
  133. Número ou marcador, página 3: b) Conselho de Direcção; e
  134. Número ou marcador, página 3: c) Conselho Fiscal ou Fiscal Único.
  135. Número ou marcador, página 4: Dois) Atento ao disposto no artigo 57 da Lei das cooperativas, enquanto o número de membros não atingir os trinta, a cooperativa poderá funcionar apenas com uma Direcção composta apenas por um presidente e um vogal.
  136. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO SEGUNDO
  137. Texto do artigo, página 4: (Mandato dos membros dos órgãos sociais)
  138. Número ou marcador, página 4: Um) O mandato dos membros dos órgãos sociais e as suas eventuais renovações e reeleições, seguirão o preceituado no artigo 37 da Lei das Cooperativas.
  139. Número ou marcador, página 4: Dois) Os membros que sejam pessoas colectivas, caso sejam eleitos para os cargos da cooperativa, deverão comunicar ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, no prazo máximo de trinta dias, os nomes dos seus representantes.
  140. Número ou marcador, página 4: Três) Cessando o mandato de qualquer titular de um órgão social, antes do fim do período por que tiver sido eleito, será designado um substituto até à primeira reunião da assembleia geral seguinte, por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão.
  141. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSMIO TERCEIRO
  142. Texto do artigo, página 4: (Perda de mandato)
  143. Texto do artigo, página 4: Perderão o mandato, os membros que incorrerem na violação dos deveres estipulados na lei, nos presentes estatutos e nos regulamentos internos da cooperativa, com as devidas adaptações e ainda os que, sem motivo justificado, faltarem a cinco reuniões consecutivas ou dez alternadas.
  144. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSMIO QUARTO
  145. Texto do artigo, página 4: (Renúncia de mandato)
  146. Número ou marcador, página 4: Um) Por carta dirigida, simultaneamente, à Mesa da Assembleia Geral, Conselho de Direcção e ao Conselho Fiscal, caso este último exista, os membros dos órgãos sociais poderão renunciar os seus mandatos, invocando motivos relevantes e fundamentados.
  147. Número ou marcador, página 4: Dois) Compete ao Conselho de Direcção Executiva e ao Conselho Fiscal, caso este último exista, receber, apreciar e decidir conjuntamente, sobre os pedidos de renúncia e dá-los ou não provimento e proceder as comunicações que se mostrarem necessárias.
  148. Número ou marcador, página 4: Três) Cessando o mandato de qualquer titular de um órgão associativo, antes do fim do período por que tiver sido eleito, por orientação conjunta do Conselho de Direcção e do Conselho Fiscal, caso este último exista, será designado um substituto até a realização da primeira assembleia geral subsequente, cabendo a esta ratificar ou eleger outro membro que exercerão cargo até o final do respectivo mandato, sem prejuízo do disposto no artigo seguinte dos presentes estatutos.
  149. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO QUINTO
  150. Texto do artigo, página 4: (Vacatura de lugar)
  151. Número ou marcador, página 4: Um) Em caso de vacatura de lugar de presidente de qualquer dos órgãos sociais, o mesmo será preenchido pelo vice-presidente ou por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão, caso não exista a figura de vice-presidente.
  152. Número ou marcador, página 4: Dois) Quando se trate de vacatura do cargo de vice-presidente, o preenchimento do lugar será feito por deliberação de uma maioria simples dos membros do próprio órgão.
  153. Número ou marcador, página 4: Três) Para qualquer outro cargo, será chamado para preenchimento do lugar o membro suplente, por ordem de preferência da sua colocação na lista que serviu para base do processo eleitoral.
  154. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO SEXTO
  155. Texto do artigo, página 4: (Deliberações)
  156. Número ou marcador, página 4: Um) As deliberações da Assembleia Geral, Conselho de Direcção e do Conselho Fiscal, caso este último exista, devem seguir ao preceituado no artigo 42 da Lei das Cooperativas obedecendo ao princípio da democracia interna e as suas deliberações são tomadas por maioria simples com a presença de mais de metade dos seus membros efectivos, exceptuando o disposto especialmente para a assembleia geral, nomeadamente, no caso de alteração dos estatutos, fusão e dissolução da cooperativa que devem ser tomadas em assembleia geral convocada para o efeito e só serão válidas quando tomadas por, pelo menos, três quartos dos votos de todos os membros.
  157. Número ou marcador, página 4: Dois) Nenhum membro de um órgão social poderá votar sobre matérias em que tenha, por conta própria ou por terceiros, um interesse em conflito com a cooperativa.
  158. Número ou marcador, página 4: SECÇÃO II Das candidaturas, eleição, tomada de posse, remuneração e responsabilidades
  159. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO SÉTIMO
  160. Texto do artigo, página 4: (As candidaturas, eleição, tomada de posse)
  161. Texto do artigo, página 4: As candidaturas, legitimidade para concorrer, o processo de eleição e tomada de posse será feito conforme estabelecido no regulamento interno da cooperativa.
  162. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO OITAVO
  163. Texto do artigo, página 4: (Remuneração)
  164. Texto do artigo, página 4: Os cargos sociais só serão remuneráveis se a assembleia geral assim o deliberar.
  165. Número ou marcador, página 4: ARTIGO VIGÉSIMO NONO
  166. Texto do artigo, página 4: (Proibições, responsabilidades, isenções e exercício de acção)
  167. Texto do artigo, página 4: O membros dos órgãos sociais, seus representantes e contratados da cooperativa, estão sujeitos, para além do estabelecido nos presentes
  168. Texto do artigo, página 4: estatutos, as proibições, responsabilidades, isenções de responsabilidades e ao exercício de acção, nos termos previstos nos artigos 65 à 69 da Lei das Cooperativas.
  169. Número ou marcador, página 4: SECÇÃO III Da Assembleia Geral
  170. Número ou marcador, página 4: ARTIGO TRIGÉSIMO
  171. Texto do artigo, página 4: (Assembleia Geral)
  172. Texto do artigo, página 4: A Assembleia Geral é o órgão supremo da cooperativa, constituída pela totalidade dos cooperativistas em pleno gozo dos seus direitos ou delegados à assembleia, sendo as suas deliberações, quando tomadas nos termos legais e estatutários, vinculativas para todos sócios e restantes órgãos da cooperativa.
  173. Número ou marcador, página 4: ARTIGO TRIGÉSIMO
  174. Texto do artigo, página 4: (Competências)
  175. Texto do artigo, página 4: Compete à Assembleia geral, para além do legalmente estabelecido, deliberar sobre as seguintes matérias:
  176. Número ou marcador, página 4: a) As remunerações dos membros dos órgãos sociais;
  177. Número ou marcador, página 4: b) A propositura e a desistência de quaisquer títulos contra os membros dos órgãos sociais;
  178. Número ou marcador, página 4: c) A nomeação dos liquidatários;
  179. Número ou marcador, página 4: d) O aumento, reintegração ou redução do capital social;
  180. Número ou marcador, página 4: e) As políticas financeiras e contabilísticas da cooperativa;
  181. Número ou marcador, página 4: f) As políticas de negócios;
  182. Número ou marcador, página 4: g) A celebração de quaisquer tipos de contratos entre a cooperativa e os sócios;
  183. Número ou marcador, página 4: h) A celebração de quaisquer tipos de contratos entre a cooperativa e os membros dos órgãos sociais;
  184. Número ou marcador, página 4: i) A aquisição, oneração ou alienação de bens móveis sujeitos a registo, imóveis ou participações sociais;
  185. Número ou marcador, página 4: j) O trespasse de estabelecimentos comerciais;
  186. Número ou marcador, página 4: k) A participação no capital social e na constituição de cooperativas de grau superior;
  187. Número ou marcador, página 4: l) A celebração de acordos de associação ou de colaboração com outras cooperativas e entidades;
  188. Número ou marcador, página 4: m) A contracção de empréstimos ou financiamentos que onerem em mais de 20% do património da cooperativa;
  189. Número ou marcador, página 4: n) Garantias a prestar pela cooperativa, nomeadamente, hipotecas, penhores, fianças ou avales;
  190. Número ou marcador, página 4: o) Os termos e as condições da realização das prestações suplementares;
  191. Número ou marcador, página 5: p) Os termos e as condições da concessão de suprimentos;
  192. Número ou marcador, página 5: q) A constituição de reservas convenientes à prossecução dos fins sociais;
  193. Número ou marcador, página 5: r) Dirimir todas as questões que por lei ou pelos presentes estatutos lhe sejam inerentes;
  194. Número ou marcador, página 5: s) Quaisquer outros assuntos de interesse para a cooperativa, nos termos dos presentes estatutos, da lei e dos regulamentos.
  195. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO SEGUNDO
  196. Texto do artigo, página 5: (Mesa da Assembleia Geral)
  197. Texto do artigo, página 5: A Mesa da Assembleia Geral é constituída, no mínimo, por um presidente e um vicepresidente.
  198. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO TERCEIRO
  199. Texto do artigo, página 5: (Convocação)
  200. Número ou marcador, página 5: Um) As assembleias gerais serão convocadas da forma como se prevê no artigo 45 da Lei das cooperativas e por analogia, conforme estabelecido no Código Comercial vigente em Moçambique.
  201. Número ou marcador, página 5: Dois) As assembleias gerais serão convocadas pelo seu Presidente da Mesa, e caso este não convoque, quando deva legalmente fazê-lo, pode o Conselho Direcção ou o Conselho Fiscal ou ainda os sócios que a tenham requerido convocá-la directamente.
  202. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO QUARTO
  203. Texto do artigo, página 5: (Reunião)
  204. Número ou marcador, página 5: Um) As assembleias gerais dos sócios são ordinárias ou extraordinárias.
  205. Número ou marcador, página 5: Dois) A Assembleia Geral ordinária reúnese ordinariamente nos três meses imediatos ao termo de cada exercício, e deverá tratar das seguintes matérias:
  206. Número ou marcador, página 5: a) Discutir, aprovar ou modificar o relatório de gestão, as contas do exercício, incluindo o balanço e o mapa de demonstração de resultados, e o relatório e parecer do Conselho Fiscal sobre a aplicação dos resultados do exercício;
  207. Número ou marcador, página 5: b) Substituição dos membros do Conselho de Direcção e dos membros do Conselho Fiscal que houverem terminado o seu mandato;
  208. Número ou marcador, página 5: c) Tratar de qualquer outro assunto para que tenha sido convocada.
  209. Número ou marcador, página 5: Três) A Assembleia Geral reúne extraordinariamente quando:
  210. Número ou marcador, página 5: a) Convocada pelo seu presidente, por sua iniciativa;
  211. Número ou marcador, página 5: b) Convocada a pedido da direcção ou pelo Conselho Fiscal, se houver motivos relevantes;
  212. Número ou marcador, página 5: c) A requerimento de, pelo menos, 1/3 dos cooperativistas.
  213. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO QUINTO
  214. Texto do artigo, página 5: (Quórum deliberativo)
  215. Número ou marcador, página 5: Um) A Assembleia Geral pode constituir-se e deliberar validamente em primeira convocação, reúne à hora marcada na convocatória se estiver presente mais de metade dos cooperativistas com direito a voto ou os seus representantes devidamente credenciados ou delegados.
  216. Número ou marcador, página 5: Dois) Se à hora marcada na convocatória para a reunião da Assembleia Geral não estiver presente o número de participantes previstos no número anterior, far-se-á uma segunda convocatória.
  217. Número ou marcador, página 5: Três) Se à hora prevista na segunda convocatória não se verificar o número de participantes previsto no n.º 1 do presente artigo e os estatutos não dispuserem de modo contrário, a assembleia reunirá uma hora depois com qualquer número de cooperativistas.
  218. Número ou marcador, página 5: Quatro) Tratando-se de convocação em reunião extraordinária, esta só terá lugar se nela estiverem presentes, pelo menos, três quartos dos requerentes.
  219. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO SEXTO
  220. Texto do artigo, página 5: (Votação)
  221. Número ou marcador, página 5: Um) Cada cooperativista dispõe de, pelo menos, um voto, podendo a um cooperativista ser atribuído o direito a um peso até sete votos, apurados em função proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
  222. Número ou marcador, página 5: Dois) A atribuição do voto proporcional referido no número anterior, caberá a assembleia geral e será aferido em função da globalidade das operações realizadas pela cooperativa em que esse cooperativista, realize, no mínimo, quinze por cento das referidas operações.
  223. Número ou marcador, página 5: Três) O apuramento do número de votos proporcionais às operações realizadas com a cooperativa, será feito tendo em conta que a cada tonelada de produto comercializado ou entregue adicionalmente dá o direito a mais um voto, até perfazer o máximo de sete votos.
  224. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO SÉTIMO
  225. Texto do artigo, página 5: (Assembleias locais)
  226. Número ou marcador, página 5: Um) Por razões definidas no artigo 56 da Lei das cooperativas, a cooperativa poderá realizar assembleias locais, com vista a eleger os representantes ou delegados à Assembleia Geral, seguindo-se todo o processualismo e condições estabelecidos nesse preceito legal.
  227. Número ou marcador, página 5: Dois) Cada delegado tem direito a um voto, na Assembleia Geral em que participa, cujo peso poderá corresponder ao número dos seus representados ou daqueles que possuam um direito de voto proporcional às operações realizadas com a cooperativa.
  228. Número ou marcador, página 5: SECÇÃO IV Do Conselho de Direcção
  229. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO OITAVO
  230. Texto do artigo, página 5: (Conselho de Direcção)
  231. Texto do artigo, página 5: O Conselho de Direcção é o órgão competente para proceder à administração, gestão e representação da cooperativa.
  232. Número ou marcador, página 5: ARTIGO TRIGÉSIMO NONO
  233. Texto do artigo, página 5: (Competências)
  234. Número ou marcador, página 5: Um) Para além do estabelecido legalmente, compete ao Conselho de Direcção gerir as actividades da cooperativa, obrigar a cooperativa e representá-la em juízo ou fora dele, devendo subordinar-se às deliberações dos cooperativistas ou às intervenções do Conselho Fiscal ou Fiscal Único apenas nos casos em que a lei ou o contrato da cooperativa assim o determinem.
  235. Número ou marcador, página 5: Dois) Compete ainda ao Conselho de Direcção deliberar sobre qualquer outro assunto de Direcção da cooperativa, designadamente:
  236. Número ou marcador, página 5: a) Obrigar e representar a cooperativa em todos os actos e contratos;
  237. Número ou marcador, página 5: b) Efectuar e realizar todos os actos inerentes a sua função administrativa e de gestão;
  238. Número ou marcador, página 5: c) Propor o aumento e redução do capital social;
  239. Número ou marcador, página 5: d) Deliberar sobre a transferência da sua sede para qualquer outro ponto do país;
  240. Número ou marcador, página 5: e) Modificação na organização da cooperativa;
  241. Número ou marcador, página 5: f) Extensão ou redução das actividades da cooperativa;
  242. Número ou marcador, página 5: g) Emissão de obrigações nos termos prescritos neste contrato;
  243. Número ou marcador, página 5: h) Outorgar e assinar em nome da cooperativa quaisquer escrituras públicas e contratos, nomeadamente, de alteração do pacto social; aumento ou redução do capital; aquisição, oneração ou alienação de bens móveis sujeitos a registo, imóveis ou participações sociais; trespasse de estabelecimentos comerciais; projectos de fusão, cisão, transformação ou dissolução da cooperativa;
  244. Número ou marcador, página 5: i) Admitir e despedir trabalhadores;
  245. Número ou marcador, página 5: j) Constituir mandatários, incluindo mandatários judiciais;
  246. Número ou marcador, página 5: k) Executar e fazer cumprir as disposições dos presentes estatutos, da lei e dos regulamentos;
  247. Número ou marcador, página 5: l) Executar e fazer cumprir as deliberações da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal;
  248. Número ou marcador, página 5: m) Qualquer outro assunto sobre o qual algum administrador requeira deliberação do Conselho de Direcção.
  249. Número ou marcador, página 6: Dois) A direcção poderá, para uma gestão mais profissionalizada e rentável, contratar gerentes, técnicos ou comerciais, que não pertençam ao quadro de cooperativistas, delegando neles os poderes que achar convenientes, com excepção dos das áreas reservadas à direcção para o necessário controlo da gestão democrática.
  250. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO
  251. Texto do artigo, página 6: (Composição)
  252. Texto do artigo, página 6: O Conselho de Direcção é composto da forma prevista no n.º 2 do artigo 57 da Lei das cooperativas, sendo no caso concreto por cinco membros:
  253. Número ou marcador, página 6: a) Um presidente
  254. Número ou marcador, página 6: b) Um vice-presidente;
  255. Número ou marcador, página 6: c) Um secretario;
  256. Número ou marcador, página 6: d) Um tesoureiro;
  257. Número ou marcador, página 6: e) Um vogal.
  258. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉCIMO PRIMEIRO
  259. Texto do artigo, página 6: (Actos proibidos aos membros do Conselho de Direcção, seus contratados ou representantes)
  260. Número ou marcador, página 6: Um) Para além do estabelecido na Lei das Cooperativas, aos membros do Conselho de Direcção, seus contratados ou representantes é expressamente vedado, sem autorização da Assembleia Geral, exercer, por conta própria ou alheia, actividades abrangidas pelo objecto da cooperativa, assim como os actos considerados proibidos por lei e/ou pela cooperativa, nos seus regulamentos internos.
  261. Número ou marcador, página 6: Dois) Quem violar o disposto no número anterior, além de poder ser destituído do cargo, com justa causa, tornam-se responsável pelo pagamento de uma importância correspondente ao valor do acto ou contrato ilegalmente celebrado e dos eventuais prejuízos sofridos pela cooperativa.
  262. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO SEGUNDO
  263. Texto do artigo, página 6: (Reunião)
  264. Número ou marcador, página 6: Um) O Conselho de Direcção reunirá pelo menos uma vez, trimestralmente, e sempre que se achar necessário.
  265. Número ou marcador, página 6: Dois) O Conselho de Direcção será convocado pelo seu presidente, ou a pedido de outros dois membros.
  266. Número ou marcador, página 6: Três) A convocação das reuniões deverá ser feita com dez dias de antecedência, pelo menos, salvo se for possível reunir todos os membros do conselho sem outras formalidades.
  267. Número ou marcador, página 6: Quatro) A convocatória conterá a indicação da ordem de trabalhos, data, hora e local da reunião, devendo ser acompanhada de todos os documentos necessários à tomada de deliberações, quando seja necessário.
  268. Número ou marcador, página 6: Cinco) O Conselho de Direcção não pode deliberar sem que estejam presentes ou representados a maioria dos seus membros.
  269. Número ou marcador, página 6: Seis) As deliberações são tomadas por maioria dos votos dos membros presentes ou representados, e dos que votam por correspondência se o contrato de cooperativa assim o permitir.
  270. Número ou marcador, página 6: Sete) O administrador não pode votar sobre matérias em que tenha, por conta própria ou de terceiros, um interesse em conflito com a cooperativa.
  271. Número ou marcador, página 6: Oito) De cada reunião é lavrada acta no livro respectivo, assinada por todos os membros que nela tenham participado ou seus representantes.
  272. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO TERCEIRO
  273. Texto do artigo, página 6: (Representação e substituição de membros)
  274. Número ou marcador, página 6: Um) A cooperativa, por intermédio do Conselho de Direcção, tem a faculdade de nomear procuradores para a prática de determinados actos, sem necessidade de o contrato de cooperativa os especificar.
  275. Número ou marcador, página 6: Dois) O membro do Conselho de Direcção que se encontre temporariamente impedido de comparecer as reuniões pode fazer-se representar por outro membro do mesmo Conselho, mediante comunicação escrita dirigida ao presidente antes da reunião.
  276. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO QUARTO
  277. Texto do artigo, página 6: (Formas de obrigar a cooperativa)
  278. Número ou marcador, página 6: Um) Os membros exercem em conjunto os poderes de representação, ficando a cooperativa obrigada pelos negócios jurídicos concluídos, necessariamente, pelas assinaturas conjuntas do presidente e de um membro do Conselho de Direcção, ou caso o presidente esteja impossibilitado:
  279. Número ou marcador, página 6: a) De dois membros do Conselho de Direcção, sendo um deles o tesoureiro; ou
  280. Número ou marcador, página 6: b) De um dos membros do Conselho de Direcção e de um procurador com poderes bastantes, conferidos pelo Conselho de Direcção.
  281. Número ou marcador, página 6: Dois) O Conselho de Direcção poderá constituir mandatários mesmo em pessoas estranhas à cooperativa, fixando em cada caso os limites e condições do respectivo mandato.
  282. Número ou marcador, página 6: Três) Os actos de mero expediente e em geral os que não envolvem responsabilidades da cooperativa, poderão ser assinados apenas por um membro do Conselho de Direcção ou procurador a quem tenham sido delegados poderes necessários ou empregado devidamente autorizado.
  283. Número ou marcador, página 6: SECÇÃO V Do Conselho Fiscal
  284. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO QUINTO
  285. Texto do artigo, página 6: (Conselho Fiscal)
  286. Número ou marcador, página 6: Um) A fiscalização da cooperativa quanto à observância da Lei, do contrato de cooperativa, e em especial, do cumprimento das regras de escrituração compete ao Conselho Fiscal.
  287. Número ou marcador, página 6: Dois) O Conselho Fiscal poderá por determinação da Assembleia Geral ser substituído por um fiscal único, devendo este ser auditor de contas ou sociedade de auditores de contas.
  288. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO SEXTO
  289. Texto do artigo, página 6: (Competências)
  290. Número ou marcador, página 6: Um) Para além do legalmente estabelecido, compete ao Conselho Fiscal praticar os seguintes actos:
  291. Número ou marcador, página 6: a) Fiscalizar os actos dos membros e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutários;
  292. Número ou marcador, página 6: b) Opinar sobre as propostas dos órgãos da Direcção, a serem submetidas à Assembleia Geral, relativas a modificação do capital social, emissão de obrigações ou bónus de subscrição, planos de investimento ou orçamentos de capital, distribuição de dividendos, transformação, fusão ou cisão;
  293. Número ou marcador, página 6: c) Exercer essas atribuições, durante a liquidação da cooperativa, observadas as disposições especiais previstas no Código Comercial;
  294. Número ou marcador, página 6: d) Pronunciar-se sobre o relatório de auditoria externa; e
  295. Número ou marcador, página 6: e) Em geral, vigiar pelo cumprimento das disposições da lei, do contrato de cooperativa e dos regulamentos da cooperativa.
  296. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO SÉTIMO
  297. Texto do artigo, página 6: (Composição)
  298. Número ou marcador, página 6: Um) O Conselho Fiscal é composto da forma prevista no artigo 62 da Lei das cooperativas, sendo no caso concreto por, no mínimo, por três membros, um presidente, e dois vogais.
  299. Número ou marcador, página 6: Dois) Pelo menos, um dos membros do Conselho Fiscal deverá ser técnico de contas, ou sociedade de contabilidade e auditoria devidamente habilitada, sendo este requisito sempre obrigatório caso se eleja como membro do Conselho Fiscal alguém que não seja membro da cooperativa.
  300. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO OITAVO
  301. Texto do artigo, página 6: (Reunião)
  302. Número ou marcador, página 6: Um) Ao Presidente do Conselho Fiscal cabe convocar e presidir as reuniões.
  303. Número ou marcador, página 6: Dois) O Conselho Fiscal reúne sempre que algum membro o requeira ao Presidente e, pelo menos, uma vez por trimestre.
  304. Número ou marcador, página 6: Três) A convocação das reuniões deverá ser feita com dez dias de antecedência.
  305. Número ou marcador, página 6: Quatro) A convocatória conterá a indicação da ordem de trabalhos, data, hora e local da reunião, devendo ser acompanhada de todos os documentos necessários à tomada de deliberações, quando seja necessário.
  306. Número ou marcador, página 6: ARTIGO QUADRAGÉSIMO NONO
  307. Texto do artigo, página 6: (Auditorias externas)
  308. Número ou marcador, página 6: Um) O Conselho de Direcção, após a prévia autorização da Assembleia Geral, poderá contratar uma sociedade externa de auditoria a quem encarregue de auditar e verificar as contas da cooperativa.
  309. Número ou marcador, página 7: Dois) No exercício das suas funções, o Conselho Fiscal deve pronunciar-se sobre o conteúdo dos relatórios da cooperativa externa de auditoria.
  310. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO
  311. Texto do artigo, página 7: (Responsabilidade solidária)
  312. Texto do artigo, página 7: O Conselho Fiscal é solidariamente responsável com o Conselho de Direcção pelos actos praticados por este e que tenha dado parecer favorável.
  313. Número ou marcador, página 7: CAPÍTULO IV Do sistema financeiro, despesas, exercício, contas, reservas e excedentes
  314. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO PRIMEIRO
  315. Texto do artigo, página 7: (Pré e pós-pagamentos)
  316. Número ou marcador, página 7: Um) Em função dos actos cooperativos praticados entre os cooperativistas e a cooperativa ou vice-versa, a cooperativa manterá um registo denominado por conta do membro, onde se lançarão todas as operações, em particular as de entrega efectuadas pelo cooperativista à cooperativa.
  317. Número ou marcador, página 7: Dois) O registo na referida conta de membro, incluirá o pré-pagamento que eventualmente for efectuado pela cooperativa ao membro, quer a título de entrega de bens e outros; o valor das entregas efectuadas pelo membro à cooperativa; o montante a que o membro teria direito em função de uma eventual distribuição de excedentes assim como os adiantamentos efectuados, e as dívidas para com a cooperativa, no fornecimento de bens, insumos e outros.
  318. Número ou marcador, página 7: Três) Dos montantes registados, a débito e a crédito, na conta do membro, apurar-se-á o saldo e, os pagamentos de créditos ou débitos a favor da cooperativa ou cooperativista, serão feitos, conforme for deliberado e regimentado na cooperativa.
  319. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SEGUNDO
  320. Texto do artigo, página 7: (Custeio de despesas)
  321. Texto do artigo, página 7: O custeio das despesas é feito com recurso ao fundo social da cooperativa e nos termos estabelecidos na lei das cooperativas.
  322. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO TERCEIRO
  323. Texto do artigo, página 7: (Reservas)
  324. Número ou marcador, página 7: Um) A cooperativa é obrigada a constituir reservas legais estabelecidas na Lei das cooperativas e ainda poderá constituir outras que forem deliberadas pela assembleia geral e só poderá aplicá-las ou integrá-las nos precisos termos legais.
  325. Número ou marcador, página 7: Dois) As reservas obrigatórias, bem como as que resultem de excedentes provenientes de operações com terceiros não são susceptíveis de divisão entre os cooperativistas.
  326. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO QUARTO
  327. Texto do artigo, página 7: (Ano social)
  328. Número ou marcador, página 7: Um) O ano social coincide com o ano civil, isto é, inicia-se a um de Janeiro e termina a 31 de Dezembro.
  329. Número ou marcador, página 7: Dois) No fim de cada exercício, a direcção da cooperativa deve organizar as contas anuais e elaborar um relatório respeitante ao exercício e uma proposta de aplicação dos resultados.
  330. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO QUINTO
  331. Texto do artigo, página 7: (Excedentes líquidos)
  332. Texto do artigo, página 7: Os excedentes líquidos são apurados por ajuste do rateio das despesas, inclusive das provisões e por deduções destinadas às reservas em geral.
  333. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SEXTO
  334. Texto do artigo, página 7: (Aplicação de resultados)
  335. Número ou marcador, página 7: Um) Dos excedentes líquidos do exercício, antes da constituição das reservas legais estabelecidas na lei das cooperativas e nos presentes estatutos ou de outras reservas, são deduzidos cinco por cento do valor apurado para constituição do fundo de reserva legal.
  336. Número ou marcador, página 7: Dois) Por deliberação da Assembleia Geral, os excedentes poderão ser retidos, no todo ou em parte, convertidos em capital realizado pelos cooperativistas, expressos em títulos a serem distribuídos a eles na proporção de sua participação na origem desses excedentes ou lançados em contas de participação do membro para auto-financiamento operacional da cooperativa.
  337. Número ou marcador, página 7: Três) Deduzida a percentagem referida no número um e das outras reservas aprovadas pela cooperativa e depois de feito o pós-pagamento e após ter sido efectuada a retenção prevista no número precedente, caso assim tenha sido aprovado, os excedentes serão distribuídos aos sócios em proporção das suas participações sociais que os mesmos detêm na cooperativa.
  338. Número ou marcador, página 7: CAPÍTULO V Da dissolução e liquidação
  339. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO SÉTIMO
  340. Texto do artigo, página 7: (Dissolução e liquidação da cooperativa)
  341. Texto do artigo, página 7: A cooperativa dissolve-se e liquida-se nas formas e nos casos previstos na lei.
  342. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINQUAGÉSIMO OITAVO
  343. Texto do artigo, página 7: (Casos omissos)
  344. Texto do artigo, página 7: Em tudo quanto fica omisso regularão as disposições da Lei n.º 23/2009, de 28 Setembro, do Código Comercial e demais legislação aplicável.
  345. Texto do artigo, página 7: Instruem o presente contrato de cooperativa, fazendo parte integrante do mesmo, os seguintes documentos anexos:
  346. Número ou marcador, página 7: a) Reserva do nome;
  347. Número ou marcador, página 7: b) Talões de depósito confirmativos da realização do capital social.
  348. Texto do artigo, página 7: Está conforme. Namapa, 9 de Julho de 2018. — O Técnico,
  349. Texto do artigo, página 7: Ilegível.
  350. Texto do artigo, página 7: Minco Limitada
  351. Texto do artigo, página 7: Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 11 de Julho de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 100797305, uma entidade denominada Minco, Limitada.
  352. Texto do artigo, página 7: Entre:
  353. Número ou marcador, página 7: ARTIGO PRIMEIRO
  354. Texto do artigo, página 7: Victor Artur Vasconcelos, solteiro, natural da África do Sul, nacionalidade, sul-africana, residente na cidade de Maputo, portador do DIRE n.º 11ZA00025482J, de 24 de Março de 2016, emitido pela Direcção Nacional de Migração;
  355. Texto do artigo, página 7: Chrispen Elias Chibaia, solteiro, natural de Machipanda Manica, nacionalidade moçambicana, residente no Bairro Penhalonga, cidade de Chimoio, portador do Bilhete de Identidade n.º 060102388929C, de 3 de Março de 2013, emitido pela Direcção de Identificação Civil de Chimoio.
  356. Texto do artigo, página 7: Pelo presente instrumento de comum acordo e ao abrigo da lei, as partes celebram entre si o contrato de cessão de quotas na sociedade Minco, Limitada que se regerá pelas seguintes cláusulas:
  357. Número ou marcador, página 7: ARTIGO SEGUNDO
  358. Texto do artigo, página 7: O presente contrato tem como objecto, a cessão de quotas do socio Victor Artur Vasconcelos, no valor de 50.000,00MT (cinquenta mil meticais), que o mesmo detém na sociedade Minco, Limitada.
  359. Número ou marcador, página 7: ARTIGO TERCEIRO
  360. Texto do artigo, página 7: Que a quota será cedida pelo valor nominal da quota a ser pago da seguinte forma:
  361. Texto do artigo, página 7: A Primeira prestação no dia 15 Julho de 2018.
  362. Texto do artigo, página 7: A Segunda prestação no dia 30 de Agosto de 2018.
  363. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUARTO
  364. Texto do artigo, página 7: O Cedente de livre e espontânea vontade cede a totalidade da sua quota e aparta se da sociedade por nada ter a ver com ela.
  365. Número ou marcador, página 7: ARTIGO QUINTO
  366. Texto do artigo, página 7: O cessionário aceita a presente cessão de quotas de livre e expontânea vontade, livre de onus e encargos e unifica com as que possui na sociedade.
  367. Número ou marcador, página 7: ARTIGO SEXTO
  368. Texto do artigo, página 7: O cessionário vai abrir uma conta nos estabelecimentos bancários, em nome da empresa Minco, Lda., que será movimentada somente pelo sócio gerente.
  369. Número ou marcador, página 7: ARTIGO SÉTIMO
  370. Texto do artigo, página 7: A administração e a gerência da sociedade bem como a sua representação em juízo e fora dele, activa e passivamente, serão exercídas pelo
  371. Texto do artigo, página 8: sócio maioritário desde já fica nomeado sócio gerente, com dispensa de coação, com ou sem remuneração, conforme vier a ser deliberado pela assembleia geral.
  372. Número ou marcador, página 8: ARTIGO OITAVO
  373. Texto do artigo, página 8: A sociedade fica obrigada em todos os seus actos e contratos pela assinatura de sócio gerente.
  374. Número ou marcador, página 8: ARTIGO NONO
  375. Texto do artigo, página 8: O presente instrumento poderá ser rescindido caso uma das partes não cumpra o estabelecido nas cláusulas deste contrato, responsabilizando-se também a que deu causa à rescisão a responder pelas perdas e danos que causar à outra parte.
  376. Número ou marcador, página 8: ARTIGO DÉCIMO
  377. Texto do artigo, página 8: Não poderá o cessionário, com intuito de se esquivar de cumprir o previsto neste instrumentos, alegar o desconhecimento da situação se encontra ciente do estado económico da mesma.
  378. Número ou marcador, página 8: ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
  379. Texto do artigo, página 8: O presente contrato passará a valer entre as partes, a partir da assinatura pelas mesmas, obrigando-se também os herdeiros e sucessores a cumpri-lo.
  380. Texto do artigo, página 8: Maputo, 16 de Julho de 2018 . — O Técnico, Ilegível.
  381. Texto do artigo, página 8: First Chem, limitada
  382. Texto do artigo, página 8: Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 11 de Julho de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 10101842, uma entidade denominada First Chem, limitada.
  383. Texto do artigo, página 8: Entre os abaixo designados, é celebrado o presente contrato de sociedade, nos termos do artigo noventa do Código Comercial de Moçambique.
  384. Texto do artigo, página 8: Primeiro. Murtaza Hussain, casado em regime de comunhão geral de bens com Saima Naz, natural de Karachi, de nacionalidade moçambicana, titular do Bilhete de Identidade n.º 110104549967S, emitido em Maputo, a um de de Julho de dois mil e quinze, residente na Rua Irmäos Roby, número quarenta e quatro, Bairro de Alto-Maé, nesta Cidade de Maputo;
  385. Texto do artigo, página 8: Segundo. Muhammad Ashraf Malik, casada, casado em regime de comunhão geral de bens com Chen Leong Seng Malik, natural de Karachi, de nacionalidade moçambicana, titular do Bilhete de Identidade n.º 110500092068M, emitido em Maputo, aos vinte e seis de Fevereiro de dois mil e dez, residente na Avenida Mao-Tsé-Tung, número mil duzentos vinte e quatro, Bairro Sommerschield, nesta Cidade de Maputo.
  386. Número ou marcador, página 8: CAPÍTULO I Da denominação, sede, duração e objeto
  387. Número ou marcador, página 8: ARTIGO PRIMEIRO
  388. Texto do artigo, página 8: Da denominação e sede
  389. Texto do artigo, página 8: É constituída uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada, sob a denominação First Chem, limitada.
  390. Número ou marcador, página 8: ARTIGO SEGUNDO
  391. Texto do artigo, página 8: Sede
  392. Texto do artigo, página 8: A sociedade tem a sua sede na Avenida do Trabalho, número mil cento e sete, nesta Cidade de Maputo.
  393. Número ou marcador, página 8: ARTIGO TERCEIRO
  394. Texto do artigo, página 8: Duração
  395. Texto do artigo, página 8: A sociedade é constituída por tempo indeterminado, contando-se o seu início a partir da data da escritura pública da sua constituição.
  396. Número ou marcador, página 8: ARTIGO QUARTO
  397. Texto do artigo, página 8: Objeto
  398. Número ou marcador, página 8: Um) O objeto principal da sociedade é o comércio por grosso e a retalho de produtos químicos.
  399. Número ou marcador, página 8: Dois) A sociedade poderá eventualmente exercer outras atividades relacionadas direta ou indiretamente com o objeto principal, desde que devidamente autorizadas e os sócios assim o deliberem.
  400. Número ou marcador, página 8: CAPÍTULO II Do capital social
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