III SÉRIE — n.º 253

BOLETIM DA REPÚBLICA

PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

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Edição III Série n.º 253/2018

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Texto do artigo · p. 28 A sociedade é constituída por tempo indeterminado, regendo-se pelos presentes estatutos e pela legislação aplicável.
Número ou marcador · p. 28 ARTIGO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 28 (Objecto social)
Número ou marcador · p. 28 Um) A sociedade tem por objecto social a prestação de serviços nas áreas de:
Número ou marcador · p. 28 a) Construção civil e obras públicas;
Número ou marcador · p. 28 b) Edifícios e monumentos;
Número ou marcador · p. 28 c) Vias de comunicação.
Número ou marcador · p. 28 Dois) A sociedade poderá desenvolver outras actividades conexas ou complementares ao seu objecto principal, incluindo comissões, consignações, agenciamentos, representações comerciais de entidades nacionais e estrangeiras, desde que devidamente autorizada.
Número ou marcador · p. 28 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 28 (capital social)
Número ou marcador · p. 28 Um) O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de um milhão e seiscentos mil meticais (1.600.000,00MT), correspondente a uma quota única ao sócio único Ismael Aissa Ismael Sultan.
Número ou marcador · p. 29 Dois) O capital social poderá ser aumentado ou diminuído, mediante decisão do sócio.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO QUINTO
Texto do artigo · p. 29 (Prestações suplementares e suprimentos)
Texto do artigo · p. 29 Não são exigíveis prestações suplementares de capital, podendo, porém, o sócio conceder suprimentos à sociedade, os quais vencerão juros nos termos e condições do mercado, sujeito ao parecer de um auditor, sob forma de relatório, declarando os eventuais interesses e benefícios que daí advenham para a sociedade em virtude de determinado acordo de suprimento.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO SEXTO
Texto do artigo · p. 29 (Concessão e oneração de quotas)
Número ou marcador · p. 29 Um) O sócio, poderá dividir, ceder, ou constituir quaisquer ónus ou encargos sobre a sua própria quota.
Número ou marcador · p. 29 Dois) A divisão e cessão da quota detida pelo sócio e a admissão de novos sócios na sociedade está sujeita às disposições do Código Comercial, na parte a que respeitam.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 29 (Decisões dos sócios)
Texto do artigo · p. 29 As decisões sobre matérias que por lei são reservadas a deliberação do sócio serão tomadas pelo sócio em assembleia geral e registadas nos livros de actas destinados para o efeito, sendo por ele assinado.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO OITAVO
Texto do artigo · p. 29 (Administração e gestão da sociedade)
Número ou marcador · p. 29 Um) A administração e gerência da sociedade e sua representação em juízo e fora dele, activa e passivamente, serão exercidas pelo sócio único, que assume desde já as funções de administrador com dispensa de caução.
Número ou marcador · p. 29 Dois) O administrador poderá delegar os seus poderes ou em parte a pessoa/as estranha/ as à sociedade.
Número ou marcador · p. 29 Três) A sociedade, ficará obrigada pela assinatura do sócio único, sendo que, os actos de mero expediente poderão ser assinados por qualquer empregado da sociedade devidamente autorizado.
Número ou marcador · p. 29 Quatro) Em caso algum poderá a sociedade ser obrigada em actos ou documentos que não digam respeito às operações sociais, designadamente em letras, fianças e abonações, a não ser que especificamente deliberado pelo sócio.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO NONO
Texto do artigo · p. 29 (Negócios jurídicos entre o sócio e a sociedade)
Número ou marcador · p. 29 Um) O negócio jurídico celebrado, directamente ou por interposta pessoa, entre a sociedade e o sócio deve constar sempre de documento escrito, e ser necessário, útil ou conveniente a persecução do objecto da sociedade, sob pena de nulidade.
Número ou marcador · p. 29 Dois) O negócio jurídico referido no número anterior deve ser sempre objecto de relatório prévio e elaborador por auditor independente que, nomeadamente, declare que os interesses sociais se encontram devidamente acautelados e obedecer o negócio as condições e preço normais do mercado, sob pena de não ser celebrado.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO DÉCIMO
Texto do artigo · p. 29 (Contas da sociedade)
Número ou marcador · p. 29 Um) O exercício social coincide com o ano civil e o balanço fechar-se-á com referência a trinta e um de Dezembro de cada ano.
Número ou marcador · p. 29 Dois) As contas da sociedade deverão ser aprovados antes do fim do mês de Março do ano seguinte a que respeitam.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 29 (Distribuição de lucros)
Texto do artigo · p. 29 Dos lucros apurados em cada exercício, serão deduzidos os seguintes montantes, pela seguinte ordem de prioridade:
Número ou marcador · p. 29 a) Vinte por cento para constituição do fundo de reserva legal;
Número ou marcador · p. 29 b) Amortização das obrigações da sociedade perante o sócio, correspondente à suprimentos e outras contribuições para asociedade, que tenham sido realizadas;
Número ou marcador · p. 29 c) Outras prioridades decididas pelo sócio;
Número ou marcador · p. 29 d) Dividendos ao sócio.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO (dissolução e liquidação)
Número ou marcador · p. 29 Um) A sociedade dissolve-se nos termos fixados na lei.
Número ou marcador · p. 29 Dois) Declarada a dissolução da sociedade, proceder-se-á à sua liquidação gozando os liquidatários nomeados pelos sócios, dos mais amplos poderes para o efeito.
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 29 (omissões)
Texto do artigo · p. 29 Qualquer matéria que não tenha sido tratada nestes estatutos reger-se-á pelo disposto no Código Comercial e outra legislação complementar em vigor na República de Moçambique.
Texto do artigo · p. 29 Maputo, 14 de Dezembro de 2018. O Técnico, Ilegível.
Texto do artigo · p. 29 Help Computer, Limitada
Texto do artigo · p. 29 Certifico, para efeitos de publicação, que no dia onze de Julho de dois mil e seis, foi registada sob o número 100822954, nesta Conservatória dos Registos de Entidades Legais de Nampula, a cargo de Inocêncio Jorge Monteiro, conservador e notário técnico, uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada denominada Help Computer - Sociedade Unipessoal, Limitada, que por deliberação da acta da assembleia geral de vinte e três de Agosto de dois mil e dezoito, alteram os artigos primeiro e quinto dos estatutos que passa a ter a seguinte nova redacção:
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 29 (Denominação)
Texto do artigo · p. 29 A sociedade adopta a denominação de Help Computer, Limitada.
Texto do artigo · p. 29 .......................................................................
Número ou marcador · p. 29 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 29 (Capital social)
Texto do artigo · p. 29 O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 20.000,00MT (vinte mil meticais), correspondente à soma de duas quotas divididas por igual, uma quota de 10,000,00MT, correspondente a cinquenta por cento do capital social, pertencente ao sócio Faruque Salimo Laurentino, e uma quota de 10,000,00MT, correspondente a cinquenta por cento do capital social, pertencente ao sócio Adil Augusto Abdul Gafuro.
Texto do artigo · p. 29 Não havendo mais nenhum assunto a tratar, deu-se por encerrada a reunião e lavrada a presente acta que vai assinada pelos sócios da sociedade.
Texto do artigo · p. 29 Nampula, 23 de Agosto de 2018. A Conservadora, Ilegível.
Texto do artigo · p. 30 Sacafir Import & Export, Limitada
Texto do artigo · p. 30 Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 17 de Agosto de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 101034801 uma entidade denominada Sacafir Import & Export, limitada, entre:
Texto do artigo · p. 30 Firoz Abdul Saccor, casado, maior, de nacionalidade moçambicana, natural de cidade de Momtepuez, província de Cabo Delgado, residente no bairro Mutiva, Bloco 1, cidade de Nacala-Porto, portador do Bilhete de Identidade n.º 031405288341P, emitido na cidade de Nampula, aos 5 de Maio de 2015, vitalício; e
Texto do artigo · p. 30 Momed Mochin Firoz Abdul Sacoor, solteira, maior, de nacionalidade moçambicana, natural de Ilha de Moçambique, portadora do Bilhete Identidade n.º 110101691803N, emitido na cidade de Maputo, aos 1 de Abril de 2014, válido até 1 de Abril de 2019, residente na Avenida Josina Machel, n.º 5674, 2.º andar, flat 5, cidade de Maputo.
Texto do artigo · p. 30 É celebrado e aceite o presente contrato de
Texto do artigo · p. 30 sociedade que se rege pelas cláusulas sequintes:
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO PRIMEIRO
Texto do artigo · p. 30 Denominação e duração
Texto do artigo · p. 30 A sociedade é por quotas de responsabilidade limitada adopta a denominação de Sacafir Import & Export, Limitada, constituíndo-se por tempo indertiminado contando-se o seu início a partir da data da escritura de constituição.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO SEGUNDO
Texto do artigo · p. 30 Sede
Número ou marcador · p. 30 Um) A sede da sociedade é no bairro mutiva, bloco 1, cidade de nacala-porto, província de Nampula.
Número ou marcador · p. 30 Dois) A administração fica autorizada a deslocar a sede social para qualquer outro local de moçambique, pode transferir,abrir ou encerrar qualquer subsidiária, sucursal ou agência, delegações ou outra forma de representação social, onde e quando entender conveniente.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO TERCEIRO
Texto do artigo · p. 30 Objecto
Número ou marcador · p. 30 Um) A sociedade tem como objecto:
Número ou marcador · p. 30 a) Actividade de comércio a grosso e a retalho, com importação e exportação, de produtos alimentares, ferragens, material de construção, tecidos, veículos automóveis, equipamento electrónico e de informática, produtos de higiene e limpeza, prestação de serviços.
Número ou marcador · p. 30 Dois) A sociedade pode exercer outras actividades subsidiárias ou complementares ao
Texto do artigo · p. 30 seu objecto principal, desde que devidamente autorizadas.
Número ou marcador · p. 30 Três) A sociedade pode associar-se ou participar no capital de outras empresas comerciais.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO QUARTO
Texto do artigo · p. 30 Capital social
Número ou marcador · p. 30 Um) O capital social, integralmente realizado, em dinheiro, é de quinhentos mil meticais, subscrito em duas quotas:
Número ou marcador · p. 30 a) Uma no valor nominal de quatrocentos e ciquenta mil meticais, equivalente a noventa por cento do capital social pertencente a Firoz Abdul Sacoor;
Número ou marcador · p. 30 b) Outra no valor nominal de ciquenta mil meticais, equivalente a dez por cento do capital social pertencente a Momed Mochin Firoz Abdul Sacoor.
Número ou marcador · p. 30 Dois) As duas quotas prefazem o capital social da empresa.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO QUINTO
Texto do artigo · p. 30 Cessão de quotas
Texto do artigo · p. 30 A cessão de quotas e a sua divisão é livre e a estranhos depende do consentimento da sociedade, que terá sempre direito de preferência o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO SEXTO
Texto do artigo · p. 30 Administração e representação
Número ou marcador · p. 30 Um) A administração e representação da sociedade em juízo e fora dele, activa ou passivamente, será exercida pelo sócio Firoz Abdul Sacoor, que desde já fica nomeado administrador, com dispensa de caução sendo necessária à sua assinatura para obrigar a sociedade em actos e contratos.
Número ou marcador · p. 30 Dois) A administração pode delegar no todo ou em parte seus poderes a outra pessoa, já os mandatários não poderão obrigar a sociedade em actos e documentos estranhos a ela em actos de favor, fiança ou abonação sem prévio consentimento
Número ou marcador · p. 30 Três) É vedado aos administradores praticarem em actos e documentos estranhos à sociedade, tais como letras de favor, fianças, abonações e outros semelhantes sem deliberação prévia.
Número ou marcador · p. 30 Quatro) A administração poderá constituir mandatários da sociedade, nos termos da legislação comercial em vigor.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO SÉTIMO
Texto do artigo · p. 30 Assembleia geral
Número ou marcador · p. 30 Um) A assembleia geral será convocada por carta registada, com aviso de recepção,
Texto do artigo · p. 30 com pelo menos quinze dias de antecedência, salvo quando a lei impuser outra forma de convocação.
Número ou marcador · p. 30 Dois) A assembleia geral pode se reunir sem observância de formalidades prévias de convocação, desde que se represente o sócio e manifeste a vontade de que a assembleia se constitua e delibere sobre determinado assunto.
Número ou marcador · p. 30 Três) As competências atribuídas por lei a assembleia geral de sócios e as decisões de obrigar a sociedade perante terceiros serão sempre expressas em acta assinada pelos sócios.
Número ou marcador · p. 30 Quatro) Qualquer sócio ausente poderá fazer-se representar nas assembleias gerais por procuração ou acta.
Número ou marcador · p. 30 Cinco) A assembleia geral reunirá ordinariamente uma vez por ano para aprovação de contas do exercício e para deliberar sobre quaisquer outros assuntos para que tenha sido convocada e, extraordinariamente, sempre que isso se torne necessário.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO OITAVO
Texto do artigo · p. 30 Lucros
Número ou marcador · p. 30 Um) Aos lucros liquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.
Número ou marcador · p. 30 Dois) No caso de morte ou interdição de qualquer sócio, a sociedade subsistirá,com herdeiros ou representante legal,respectivamente. os herdeiros deverâo nomear dentre eles,um a quém a todos represente enquanto a quota permanecer indivisa.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO NONO
Texto do artigo · p. 30 Arrolamento penhora e arresto
Texto do artigo · p. 30 Em caso de arrolamento, penhora, arresto ou inclusão de quota em massa falida ou insolvente, a sociedade poderá amortizar a quota do sócio respectivo. A sociedade poderá ainda amortizar a quota, se esta for cedida sem o consentimento daquela.
Número ou marcador · p. 30 ARTIGO DÉCIMO
Texto do artigo · p. 30 Disposições diversas
Número ou marcador · p. 30 Um) O ano fiscal coincide com o ano civil. Dois) Todas as despesas resultantes da
Texto do artigo · p. 30 constituição da sociedade, designadamente as desta escritura, registos e outras despesas inerentes,serão suportadas pela sociedade que constituiram despesas de instalação em custos plurianuais sujeitos a amortização.
Número ou marcador · p. 30 Três) A sociedade dissolver-se-á nos casos expressamente previstos na lei ou quando for deliberado pela assembleia geral.
Número ou marcador · p. 30 Quatro) Em todo o omisso aplicar-se-á o Código Comercial em vigor e demais legislação aplicável em Moçambique.
Texto do artigo · p. 30 Está conforme. Maputo, 18 de Dezembro de 2018. —
Texto do artigo · p. 30 O Técnico, Ilegível.
Texto do artigo · p. 31 Relatório e Contas
Texto do artigo · p. 31 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 31 Aeroportos de Moçambique
Texto do artigo · p. 31 do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 31 1. Mensagem do Presidente do Conselho de
Texto do artigo · p. 31 § A transportadora aérea Fastjet, iniciou a sua operação em Moçambique a 03 de Novembro para três destinos diários (Beira, Tete e Nampula). Além da Fastjet, as companhias nacionais do Malawi, da Etiópia e de Moçambique (CFM Transportes e Trabalhos Aéreos e MEX, SA) também foram selecionadas no concurso para operarem no espaço aéreo moçambicano;
Texto do artigo · p. 31 Administração
Texto do artigo · p. 31 Em representação do Conselho de Administração que presido, é com grande regozijo que anuncio que a empresa Aeroportos de Moçambique, E.P. (ADM, E.P), no cumprimento das suas obrigações apresenta as contas referentes ao ano económico e financeiro findo a 31 de Dezembro de 2017. A empresa ADM, E. P. no âmbito das competências que lhes são conferidas, designadamente, estabelecer e explorar, em regime exclusivo, o serviço público de apoio à navegação aérea, dirigir e controlar o tráfego aéreo observando as normas e padrões internacionais sobre a matéria, garantindo níveis de segurança e de qualidade para a satisfação das necessidades do cliente, fez jus aos distintivos retro explanados, consolidando os sistemas de captação de tráfego, mobilidade de pessoas, estímulo de trocas comerciais e promoção de potencias negócios nacionais susceptíveis de capitalizarem e induzirem a demanda de tráfego aéreo.
Texto do artigo · p. 31 § Estamos no processo de certificação dos aeroportos na área operacional e na área da qualidade com enfoque direccionado aos Aeroportos de Maputo, Beira e Nampula;
Texto do artigo · p. 31 § Continuamos a apostar na formação dos nossos quadros de modo a poderem acompanhar os desenvolvimentos tecnológicos que a indústria de Aviação Civil enfrenta diariamente;
Texto do artigo · p. 31 § No âmbito imobiliário, estamos a iniciar a nossa penetração no mercado, através de desenvolvimento de cidades aeroportuárias e projectos imobiliário nos aeroportos e fora dos aeroportos. São exemplos, projectos de cidade aeroportuária de Maputo, Nacala, Nampula; Projectos imobiliários nos aeroportos de Quelimane, Beira, Pemba e Tete.
Texto do artigo · p. 31 Princípios
Texto do artigo · p. 31 Princípios
Texto do artigo · p. 31 No ano findo em 31/12/2017, a empresa apostou na qualidade do serviço prestado, tendo como estratégia os seguintes princípios:
Texto do artigo · p. 31 Produção
Texto do artigo · p. 31 Produção
Texto do artigo · p. 31 § O desenvolvimento das condições operacionais que permitiram oferecer aos seus clientes uma boa qualidade de segurança;
Texto do artigo · p. 31 A desaceleração da economia nacional, consequentemente o fraco poderio de compra, afectou a demanda pelos serviços aéreos. Durante o período de Janeiro à Dezembro de 2017, a empresa registou um tráfego de 1,784,089 passageiros, cumprindo o plano em 95.5%, representando um decréscimo de 6.3% em relação ao registado em igual período do ano passado, isto é, uma redução de 120,148 passageiros. Registaram-se 53,564 voos, cumprindo o planificado em 89.8%. Manuseou-se 11,701 toneladas de carga, cumprindo-se o plano em 97.3%, o que representa a um decréscimo em relação a 2016 de 4.7%. Manuseou-se 504 toneladas de correio, cumprindo-se o planificado em 110.0% e sobrevoaram
Texto do artigo · p. 31 § Modernização das infra-estruturas aeroportuárias, com o propósito de conferir aos passageiros uma melhor comodidade e maior flexibilidade no seu desembaraço;
Texto do artigo · p. 31 § Melhor eficácia de gestão através do aumento dos níveis de produtividade dos recursos humanos e materiais disponíveis.
Texto do artigo · p. 31 Acções de Destaque
Texto do artigo · p. 31 Acções de Destaque
Texto do artigo · p. 31 Temos a destacar as seguintes acções:
Texto do artigo · p. 31 § Em Outubro, inauguramos com júbilo e muita satisfação as Áreas de Movimento Modernizadas do Aeroporto Internacional de Maputo que transformaram completamente a pista e toda área de movimento;
Texto do artigo · p. 31 o espaço aéreo nacional 32,467 aeronaves, cumprindo o plano em 93.1%, correspondente a menos 321 sobrevoos em relação a igual período de 2016. Perspectiva-se uma maior demanda de pessoas e bens pelos serviços aéreos no próximo ano, coadjuvado pela entrada de novas companhias aéreas, potencialidades de negócios induzidas pelos recursos minerais, estabilidade política e social, início da estabilidade económica que induzirá a demanda dos serviços aéreos.
Texto do artigo · p. 31 § Na área de Serviços de Navegação Aérea desenvolvemos o projecto de melhoramento, em todo espaço aéreo, dos sistemas de Comunicação, Navegação e Vigilância, tal como os sistemas de Gestão de Tráfego Aéreo;
Texto do artigo · p. 32 Aeroportos de Moçambique, E.P.
Texto do artigo · p. 32 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 32 8790
Texto do artigo · p. 32 253
Texto do artigo · p. 32 2.2.Membros do Conselho Fiscal Sr. Henrique Gamito Presidente Conselho Fiscal Dr. Adelino Buque Vogal Conselho Fiscal Dra. Ana Maria Alves Vogal Conselho Fiscal
Texto do artigo · p. 32 3. Aeroportos de Moçambique, E.P.
Texto do artigo · p. 32 Desempenho Financeiro
Texto do artigo · p. 32 Relatório e Contas do exercício findo 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 32 Apesar das adversidades ocorridas na economia nacional, a actividade desenvolvida em 2017 caracterizouse por resultados positivos, tanto operacionais como financeiros, resultantes de um volume de negócios de 2,807 milhões de meticais, representando um crescimento de 2 pontos percentuais em relação ao período homólogo do ano anterior. Nossa previsão é de continuarmos a crescer em termos operacionais, em termos de segurança, em termos económicos e financeiros e sobretudo na satisfação do principal capital da Empresa: os colaboradores.
Texto do artigo · p. 32 3.1. Marcos Históricos São atribuições da EMPrEsA AEroPortos DE MoçAMbiquE, E.P. (ADM) as seguintes:
Texto do artigo · p. 32 § Dirigir e controlar o tráfego aéreo; § Assegurar a partida e chegada de aeronaves; § Criar condições para o embarque, desembarque e
Texto do artigo · p. 32 Agradecimentos
Texto do artigo · p. 32 Agradecimentos
Texto do artigo · p. 32 Queremos agradecer a todos os que juntos trilharam connosco este caminho, nos bons e maus momentos, na prosperidade e na dificuldade. Fazemos este agradecimento com a consciência de que nada, absolutamente nada, se constrói sozinho, senão em parceria, em equipa, com sinergias e com grande espírito colectivo. Somos profundamente gratos a todos, sem excepção, mas a nossa convicção é que uma empresa como a nossa tem o seu pilar no seu maior activo, os nossos profissionais, distribuídos por todo país, com uma vasta experiência acumulada ao longo de décadas.
Texto do artigo · p. 32 encaminhamento de passageiros, carga e correio; § Planificar, executar e explorar a rede de infra-estruturas e assegurar a sua manutenção;
Texto do artigo · p. 32 § Promover a captação de receitas em fontes internas e externas a serem aplicadas na gestão, operação, manutenção, exploração, expansão e modernização das infra-estruturas.
Texto do artigo · p. 32 No âmbito de exploração de infra-estruturas aeroportuárias, os Aeroportos de Moçambique, E.P. tem sob sua gestão quatro Aeroportos Internacionais (Maputo, Beira, Nampula e Nacala), sete Aeródromos Principais (Pemba, Tete, Lichinga, Inhambane, Chimoio, Quelimane e Vilankulo) e oito Aeródromos Secundários (Angoche, Bilene, Inhaca, Lumbo, Mocímboa da Praia, Ponta de Ouro, Úlongué e Songo).
Texto do artigo · p. 32 Emanuel Chaves
Texto do artigo · p. 32 2. Corpos Directivos
Texto do artigo · p. 32 3.2. Visão, Missão, Valores e responsabilidade Visão
Texto do artigo · p. 32 2.1. Membros do Conselho de Administração
Texto do artigo · p. 32 Garantir uma gestão eficiente e eficaz dos aeroportos e serviços de navegação aérea e ser uma Empresa de referência a nível interno, regional e africano.
Texto do artigo · p. 32 2. Corpos Directivos 2.1. M e m b r o s d o C o n s e l h o d e Administração Dr. Emanuel Chaves Presidente do Conselho de Administração Arq. Alberto Nhantumbo Administrador do Pelouro de Engenharia, Manutenção e Operações Executivo Dr. Saíde Júnior Administrador do Pelouro de Administração, Finanças e Marketing Executivo Dr. Luciano Gwambe Administrador Representante do Ministério de Economia e Finanças Não-Executivo Eng. Martins Matola Administrador dos Trabalhadores Não-Executivo
Texto do artigo · p. 32 Dr. Emanuel Chaves Presidenta do Conselho de Administração
Texto do artigo · p. 32 Missão
Texto do artigo · p. 32 Prestar serviços aeroportuários e de apoio à navegação aérea, garantindo níveis de segurança e de qualidade para a satisfação das necessidades dos clientes.
Texto do artigo · p. 32 Arq. Alberto Nhantumbo Administrador do Peluoro de Engenharias, Manuntenção e Operações Executivo
Texto do artigo · p. 32 Dr. Saíde Júnior Administrador do Peluoro de Administrção, Finanças e Marqueting Executivo
Texto do artigo · p. 32 Valores Seriedade, credibilidade, responsabilidade, Rigor e Procura de excelência.
Texto do artigo · p. 32 Dr. Luciano Guambe Administrador Representante do Ministério de Economia e Finanças
Texto do artigo · p. 32 Eng. Martins Matola Administrador dos Trabalhadores
Texto do artigo · p. 32 responsabilidade
Texto do artigo · p. 32 Planeamento, construção, manutenção e operação dos 20 aeroportos/aeródromos de rede civil sob sua gestão.
Texto do artigo · p. 32 Não-Executivo
Texto do artigo · p. 32 Não-Executivo
Texto do artigo · p. 33 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 33 3.3. Estrutura orgânica e Governação
Texto do artigo · p. 33 A ADM, E.P. rege-se pela lei das empresas públicas, estatutos, disposições legais e regulamentares, que especialmente lhe forem aplicáveis como Empresa prestadora de serviços públicos e é tutelada pelos Ministérios de Transportes e Comunicações (Tutela Sectorial) e o da Economia das Finanças (Tutela Financeira). A estrutura orgânica da ADM, E.P. é constituída pelo Conselho de Administração (CA), Pelouros, Direcções, Gabinetes, Unidades de Produção (Aeroportos e Aeródromos) e os Serviços, conforme o organigrama abaixo. Os Gabinetes são órgãos de Assessoria do CA e dos Pelouros e não estão subdivididos em serviços. As Direcções estão estruturadas por áreas funcionais e todas estão enquadradas em pelouros dirigidos por um Administrador Executivo. As Unidades de Produção (UP’s), apesar de terem uma subordinação operacional à Direcção de Operações, têm o estatuto de Direcção e prestam contas ao CA. A Empresa é dirigida por um Conselho de Administração composto por três Administradores Executivos incluindo o Presidente do Conselho de Administração, dois Administradores não Executivos dos quais, um em representação dos trabalhadores e outro em representação do Ministério da Economia e Finanças.
Texto do artigo · p. 33 PCA
Texto do artigo · p. 33 GCA
Texto do artigo · p. 33 GAuD
Texto do artigo · p. 33 GAJ
Texto do artigo · p. 33 GPq
Texto do artigo · p. 33 GNN
Texto do artigo · p. 33 GGs
Texto do artigo · p. 33 DPN
Texto do artigo · p. 33 PEMo
Texto do artigo · p. 33 PAFiM
Texto do artigo · p. 33 PtrAb
Texto do artigo · p. 33 rMEF
Texto do artigo · p. 33 Assessor Engenharia
Texto do artigo · p. 33 DoNA
Texto do artigo · p. 33 DFiN
Texto do artigo · p. 33 DoA
Texto do artigo · p. 33 DrEH
Texto do artigo · p. 33 DEPE
Texto do artigo · p. 33 DAP
Texto do artigo · p. 33 DMi
Texto do artigo · p. 33 DCoM
Texto do artigo · p. 33 DMEs
Texto do artigo · p. 33 DMArK
Texto do artigo · p. 33 ArP's e ArD's
Texto do artigo · p. 33 MP br NP NC
Texto do artigo · p. 33 Pb tt qL VL iN LC
Texto do artigo · p. 33 CH
Texto do artigo · p. 33 LEGENDA:
Texto do artigo · p. 33 PCA-Presidente do Conselho de Administração; PEMo-Pelouro de Engenharia, Manutenção e Operações; PAFiM-Pelouro de Administração e Finanças e Marketing.
Texto do artigo · p. 33 PtrAb-Pelouro Representante dos Trabalhadores; rMEF-Representante do Ministério da Economia e Finanças.
Texto do artigo · p. 33 GCA-Gabinete do Conselho de Administração; DoNA-Direcção de Operações de Navegação Aérea;
Texto do artigo · p. 33 DoA-Direcção de Operações Aeroportuárias; GNN-
Texto do artigo · p. 33 -Gabinete de Novos Negócios; GAuD-Gabinete de Auditoria; GAJ-Gabinete de Assessoria Jurídica; DAP-Direcção de Aquisições e Património; DCoM- -Direcção Comercial; DMArK-Direcção de Marketing; GPq-Gabinete de Plano e Qualidade; DMi- Manutenção de Infraestruturas; DMEsi-Direcção de Manutenção de Equipamentos e Sistemas de Informação; DEPE-Direcção de Estudos e Projectos de Engenharia; DPi-Direcção de Projectos Imobiliários; DFiN-Direcção Financeira; DrEH-Direcção de Recursos Humanos; GGs-Gabinete de Gestão de Segurança; FAs-Fundo de Acção Social. ArPs-Aeroportos; ArDs-Aeródromos; MA-Maputo; br-Beira; NP-Nampula; NC-Nacala; Pb-Pemba; tt- -Tete; qL-Quelimane; VL-Vilanculos; LC-Lichinga; iN-Inhambane; CH-Chimoio.
Texto do artigo · p. 33 4. Enquadramento Económico e Financeiro
Texto do artigo · p. 33 4.1. Contexto Económico Internacional Em 2017 a economia mundial ganhou força com a diminuição das fragilidades associadas à crise financeira global e teve o maior crescimento desde 2011. Cresceu 3.7%, cinco décimos acima do ritmo de crescimento com que terminou 2016 e dois décimos abaixo da projecção realizada para o mesmo período. Por regiões, os prognósticos do FMI revelam um crescimento desigual. A Zona-Euro avançou a uma taxa interanual de 2.4% e Economias Emergentes e em Desenvolvimento a taxa de 4.4%. O Fundo Monetário Internacional (FMI), através do “World Economic Outlook update” (WEO) de Janeiro de 2018, indica que a economia global registou um crescimento de 3.7% em 2017, contra 3.2% de 2016. Este crescimento resulta do desempenho assinalável na maioria das economias avançadas, bem como das economias emergentes e em desenvolvimento, conforme mostra o gráfico a seguir. Analisando por regiões e principais países, constata-se que a Zona Euro cresceu 2.4% em 2017, contra 1.8% no ano 2016, como resultado do aumento das exportações e da procura doméstica. A Alemanha cresceu 2.5% em 2017, contra 1.9% em 2016; a França cresceu em 1.8%; a Espanha em 3.1% e a Itália em 1.6%, contra 1.2%, 3.3% e 0.9%, respectivamente.
Texto do artigo · p. 33 Nos EUA, o crescimento atingiu 2.3% em 2017, contra um crescimento de 1.5% em 2016, um aumento em 0.8 pontos percentuais. Segundo o FMI, este melhoramento
Texto do artigo · p. 34 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 34 deve-se às condições financeiras favoráveis, aumento do investimento e confiança nos consumidores.
Texto do artigo · p. 34 Evolução recente do Produto interno bruto
Texto do artigo · p. 34 Descrição
Texto do artigo · p. 34 2017 2016 2015 2014
Texto do artigo · p. 34 Pib MuNDiAL 3.7 3.2 3.1 3.4 Economias Desenvolvidas 2.3 1.7 1.9 1.8
Texto do artigo · p. 34 O Japão registou em 2017, um crescimento de 1.8%, superando os 0.9% registados em 2016. O Reino Unido cresceu em 1.7% em 2017, contra 1.9%
Texto do artigo · p. 34 EuA 2.3 1.5 2.5 2.4 Zona Euro 2.4 1.8 1.5 0.9
Texto do artigo · p. 34 Alemanha 2.5 1.9 1.5 1.6 França 1.8 1.2 1.1 0.2 Itália 1.6 0.9 0.8 (0.4)
Texto do artigo · p. 34 A China teve um crescimento económico de 6.8% em 2017, 0.1 pontos percentuais acima do registado em 2016. A Índia teve um abrandamento no crescimento, tendo atingindo 6.7% em 2017, contra 7.1% do ano 2016. No Médio Oriente, África do Norte, Afeganistão e Paquistão, em conjunto registaram um crescimento de 2.5% em 2017, contra 4.9% registados em 2016, resultado do abrandamento económico do Irão provocado em parte, pela queda na produção e exportação de petróleo, sob o acordo da OPEC e conflitos em alguns países da região. A América Latina e Caraíbas registaram um melhoramento das suas economias, tendo alcançado um crescimento de 1.3% em 2017, após um decréscimo de 0.7% em 2016, resultante da recessão económica nalguns países da região. 2014 2015 2016 2017 3.4 3.1 3.1 3.7 Pib (Produto interno bruto) Mundial Brasil continua a enfrentar uma conjuntura económica adversa como reflexo da incerteza na política interna e corrupção, o que afecta o investimento. Contudo, registou durante 2017 um melhoramento da sua economia ao alcançar um nível de crescimento de 1.1% no ano 2017, contra um desempenho negativo de 3.5% em 2016. A África Sub-Sahariana, apesar de situações macroeconómicas adversas e, em alguns casos, de incerteza política, mostrou sinais de recuperação económica, como resultado do melhoramento dos preços de produtos primários de exportação. Esta região cresceu 2.7% em 2017, contra 1.4% em 2016.
Texto do artigo · p. 34 Japão 1.8 0.9 0.6 0.0 Economias Emergentes e em Desenvolvimento 4.7 4.4 4.0 4.6 Africa Sub-sahariana 2.7 1.4 3.5 5.0
Texto do artigo · p. 34 Africa do Sul 0.9 0.3 1.3 1.5
Texto do artigo · p. 34 Novas Economias Asiaticas industrializadas 6.5 6.4 6.6 6.8 China 6.8 6.7 6.9 7.3 India 6.7 7.1 7.3 7.3
Texto do artigo · p. 34 America Latina e Caraíbas 1.3 (0.7) (0.3) 1.3 Brasil 1.1 (3.5) (3.8) 0.1
Texto do artigo · p. 34 Fonte:IMF/World Economic, Janeiro 2018
Texto do artigo · p. 34 taxa de Crescimento dos Países da sADC As últimas projecções de crescimento para os países da SADC indicam uma tendência de recuperação das respectivas economias. Segundo dados do FMI, a África do Sul cresceu 0.9% em 2017, contra 0.3% em 2016. Este país ainda enfrenta problemas políticos internos que criaram incertezas nos investidores. A Tanzânia que vinha registando progressos assinaláveis no seu crescimento em cerca de 7% ao ano, abrandou para 6.5% em 2017. O Zimbabwe que atingiu um notável crescimento em 2016 (6.5%) desacelerou consideravelmente para 2.8% no período em análise, conforme a tabela a seguir.
Texto do artigo · p. 34 taxa de Crescimento do Produto interno bruto nos Países da sADC (%) 2017 2016 2015
Texto do artigo · p. 34 Descrição
Texto do artigo · p. 34 Estim. realizado realizado sADC
Texto do artigo · p. 34 Angola 1.5 (0.7) 3.5 África do Sul 0.9 0.3 1.4 Botswana 4.5 4.3 2.6 Lesotho 4.6 2.4 2.6 Madagascar 4.3 4.2 3.4 Malawi 4.5 2.3 4.0 Maurícias 3.9 3.9 3.2
Texto do artigo · p. 34 PIB (Produto Interno Bruto) Mundial 2017 2016 2015 2014 3.7 3.1 3.1 3.4
Texto do artigo · p. 34 Moçambique 5.5 3.8 6.5
Texto do artigo · p. 34 Namíbia 0.8 1.1 4.8 RDC 2.8 2.4 8.4 Seyscheles 4.1 4.5 3.5 Swazilandia 0.3 0.0 1.9 Tanzania 6.5 7.0 6.9 Zambia 4.0 3.4 4.3 Zimbabwe 2.8 6.7 1.4
Texto do artigo · p. 34 Fonte: IMF/World Economic, Janeiro 2018
Texto do artigo · p. 34 Preços internacionais das Principais Mercadorias (Commodities)
Texto do artigo · p. 34 Petróleo bruto/Crude (usD/barril)
Texto do artigo · p. 34 Preços Internacionais das Principais Mercadorias (Commodities) Petróleo Bruto/Crude (USD/Barril) 2012 2013 2014 2015 2016 2017 105.0 104.4 97.6 54.4 42.8 55.7
Texto do artigo · p. 34 105.0
Texto do artigo · p. 34 104.4
Texto do artigo · p. 34 97.6
Texto do artigo · p. 34 54.4
Texto do artigo · p. 34 42.8 55.7
Texto do artigo · p. 34 2012
Texto do artigo · p. 34 2013
Texto do artigo · p. 34 2014
Texto do artigo · p. 34 2015
Texto do artigo · p. 34 2016
Texto do artigo · p. 34 2017
Texto do artigo · p. 35 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 35 Gás Natural/Carvão térmico
Texto do artigo · p. 35 taxa de inflacção Mundial (%)
Texto do artigo · p. 35 70.1 85.7
Texto do artigo · p. 35 2017 2017 2016 realizado Plano realizado
Texto do artigo · p. 35 Gás Natural/Carvão Térmico 70.1 85.7 4.4 5.0 2016 2017 * Gás Natural (USD/milhões unidade métrica) e Carvão Térmico (USD/tonelada métrica)
Texto do artigo · p. 35 Descrição
Texto do artigo · p. 35 Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 35 Mundo 3.0 3.2 2.8 Zona Euro 1.1 1.5 0.4 Asia em Desenvolvimento (China e India) 3.2 2.6 2.9 Africa Sub-sahariana 8.3 10.4 9
Texto do artigo · p. 35 4.4
Texto do artigo · p. 35 5.0
Texto do artigo · p. 35 2016
Texto do artigo · p. 35 Fonte:IMF/World Economic, Janeiro 2018
Texto do artigo · p. 35 2017
Texto do artigo · p. 35 Gás Natural (USD/milhão unidade métrica) Carvão Térmico (USD/tonelada métrica)
Texto do artigo · p. 35 Comércio Mundial
Texto do artigo · p. 35 Os gráficos a seguir apresentam o comportamento dos preços do Petróleo, Gás Natural e Carvão Térmicos entre 2016 a 2017. No cômputo geral constatou-se uma tendência de subida dos preços da maioria dos principais produtos de exportação, com excepção do preço do açúcar que reduziu em 22%. O aumento dos preços dos produtos exportados, contribuiu para o aumento das reservas internacionais líquidas. No que diz respeito aos produtos de importação, no ano 2017 verificou-se uma tendência de aumento do preço do petróleo, bem como do arroz e da farinha de trigo, com excepção do milho cujo preço reduziu em 1%. O Índice de Preços de Alimentos (IPA) divulgado pela “Food and Agriculture Organization” (FAO) entre Janeiro e Dezembro de 2017, situou-se em média, em 174.6%, contra 161.5% do ano 2016. De acordo com a FAO, enquanto o preço do açúcar reduziu durante o ano 2017, os preços da carne, cereais e óleos registaram subidas moderadas.
Texto do artigo · p. 35 Volume do Comércio de bens e serviços
Texto do artigo · p. 35 5.9
Texto do artigo · p. 35 Volume do Comércio de Bens e Serviços 2.3 5.9 4.1 4.7 2016 2017 ■ Comércio Mundial (%) ■ Economias Avançadas ■ Economias Emergentes e em Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 35 2.3 4.1
Texto do artigo · p. 35 2.6
Texto do artigo · p. 35 4.7
Texto do artigo · p. 35 2.5
Texto do artigo · p. 35 2016
Texto do artigo · p. 35 2017
Texto do artigo · p. 35 Comércio Mundial (%) Economias Avançadas Economia Emergentes e em Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 35 Segundo o FMI, o volume do Comércio Mundial de bens e serviços durante o ano de 2017 aumentou 4.7%, contra 2.5% em 2016. O crescimento registado nas economias avançadas, bem como nas economias emergentes foi influenciado pelo aumento da demanda doméstica e da estabilidade das principais moedas internacionais.
Texto do artigo · p. 35 4.2. Contexto Económico Nacional Os fenómenos ocorridos na época chuvosa 2016/2017, causaram 69 óbitos e afectaram pelo menos 1,054,707 pessoas em todo o País, das quais, 550.691 pessoas afectadas pelo Ciclone DINEO. Foi também registada a destruição de 127,281 casas, das quais 43,781 totalmente destruídas, 2,364 salas de aulas, 108 Unidades sanitárias, cerca de 67 mil hectares de culturas diversas, entre outros danos. Consequentemente, no sector agrário o impacto das inundações e do ciclone DINEO foi a destruição 66.616ha de culturas diversas (milho, arroz, feijão-nhemba, hortícolas diversas), correspondendo a 1,2% da área total semeada, afectando negativamente a cerca de 61.113 produtores, sendo as províncias de Sofala e Inhambane as mais atingidas. Decorrente dos factores de natureza conjuntural e estrutural da economia moçambicana que se manifestaram na redução do fluxo de divisas para a economia doméstica, o ano de 2017 representou um ano de estabilização e início de retoma moderada do crescimento económico, mercê dos seguintes factores, entre outros:
Texto do artigo · p. 35 Taxa de Inflação Mundial
Texto do artigo · p. 35 taxa de inflacção Mundial (%)
Texto do artigo · p. 35 2016 realizado 2017 Plano 2017 realizado
Texto do artigo · p. 35 Taxa de Inflação Mundial Taxa de Inflação Mundial (%) 2017 Realizado 3.0 2017 Plano 3.2 2016 Realizado 2.8
Texto do artigo · p. 35 3.0
Texto do artigo · p. 35 3.2
Texto do artigo · p. 35 2.8
Texto do artigo · p. 35 A Taxa de Inflação Média Mundial em 2017 atingiu
Texto do artigo · p. 35 3.0% (0.2 pontos percentuais acima do registado em 2016), como indica o gráfico a seguir. O FMI aponta como principais causas do aumento, a subida dos preços dos combustíveis a nível das economias avançadas. Nos países
Texto do artigo · p. 35 Emergentes, a inflação também aumentou ligeiramente nos últimos meses de 2017, depois de ter começado o ano em baixa.
Texto do artigo · p. 35 § Retoma do crescimento da economia mundial; § Aumento dos preços das principais commodi-
Texto do artigo · p. 35 ties no mercado internacional;
Texto do artigo · p. 36 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 36 Relatório e Contas
Texto do artigo · p. 36 § Melhoria nas condições climatéricas com influência positiva sobre a prática de agricultura; e
Texto do artigo · p. 36 § Cessação de hostilidades político militar, possibilitando a circulação normal de pessoas e bens.
Texto do artigo · p. 36 Os factores acima descritos permitiram a recuperação da actividade agrícola e um crescimento robusto da indústria extractiva contrapondo o abrandamento dos restantes sectores da economia. O sector terciário também apresentou uma tendência de recuperação, sobretudo nos serviços financeiros e transportes e comunicação. A conjuntura macroeconómica adversa foi marcada por baixo nível dos fluxos de Investimento Directo Estrangeiro e manutenção da suspensão do Apoio Geral ao Orçamento (AGO) pelos parceiros de cooperação internacional. Face a esta conjuntura, o Governo continuou com medidas de austeridade, mantendo, no entanto, o foco em quatro áreas chaves para o crescimento da economia, designadamente Agricultura, Infra-estruturas, Turismo e Energia e reforçou a coordenação de políticas monetárias e fiscal, visando a regulação da liquidez nos níveis adequados ao crescimento da actividade económica.
Texto do artigo · p. 36 4.2.1 Crescimento Económico
Texto do artigo · p. 36 Evolução do Produto interno bruto de Moçambique (%)
Texto do artigo · p. 36 2012 2013 2014 2015 2016 2017
Texto do artigo · p. 36 5.5
Texto do artigo · p. 36 3.8
Texto do artigo · p. 36 6.5
Texto do artigo · p. 36 7.4
Texto do artigo · p. 36 7.0
Texto do artigo · p. 36 7.4
Texto do artigo · p. 36 Dados do Instituto Nacional de Estatística, indicam que
Texto do artigo · p. 36 o Produto Interno Bruto a preços de mercado apresentou um crescimento de 3.3% em 2016, contra os 4.5% previstos para o ano de 2017. Merecem destaque os sectores da Industria Extractiva e Mineira e Serviços Financeiros e Seguros que apresentam taxas de crescimento a dois dígitos. Pela negativa, merece destaque o desempenho do sector de Hotéis e Restauração, que ressentiu-se da tensão político-militar e o sector de Energia e água, devido à seca que afectou a capacidade de produção de energia hídrica.
Texto do artigo · p. 36 4.2.2 sector Monetário e Cambial
Texto do artigo · p. 36 A política monetária desenhada e implementada pelo BM em 2017 esteve em linha com os principais objec-
Texto do artigo · p. 36 tivos de política económica definidos pelo Governo que estabeleciam um crescimento do PIB em 5.5%, bem como nível de inflação média anual de 15.5%. A reflectir o esforço conjugado do sector fiscal, monetário e cambial com os demais sectores, em 2017 os resultados da gestão macroeconómica do país mostram um desempenho positivo a medir pela evolução dos principais indicadores macroeconómicos, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 36 § Apreciação do Metical face as moedas dos principais parceiros comerciais de Moçambique: em 17,4% face ao Dólar e 13.4% face ao Rand;
Texto do artigo · p. 36 § Desaceleração da inflação média de 19.85 pontos percentuais em Dezembro 2016 para 15.11% em Dezembro de 2017;
Texto do artigo · p. 36 § Constituição de reservas internacionais líquidas para um saldo equivalente a 7.3 meses de cobertura de importações de bens e serviços não factoriais, em termos de reservas brutas; e
Texto do artigo · p. 36 § Um crescimento moderado do PIB de 3% (até ao terceiro trimestre de 2017).
Texto do artigo · p. 36 Medidas tomadas no Âmbito da Política Monetária e da solidez do sector Financeiro
Texto do artigo · p. 36 Ao longo de 2017, o CPMO tomou as seguintes medidas:
Texto do artigo · p. 36 § Introdução, a partir de 3 de Abril, da taxa de câmbio de referência do mercado cambial moçambicano, resultante das médias das taxas de câmbio que os bancos praticam com a sua clientela, bem como do princípio de unicidade das taxas de câmbio;
Texto do artigo · p. 36 § Revogação do limite anual de pagamentos ao exterior com recurso ao cartão bancário internacional;
Texto do artigo · p. 36 § Redução da taxa de juro da Facilidade Permanente de Cedência em 75 pb para 22.50% e a taxa da Facilidade Permanente de Depósito em 25 pb para 16.0%, bem como a taxa MIMO (taxa de juro de política monetária) em 25 pb para 21.50%;
Texto do artigo · p. 36 § Introdução, com efeitos a partir de 15 de Abril, da taxa de juro do Mercado Monetário Interbancário de Moçambique (MIMO), fixando-a em 21.75%. Trata-se da taxa de juro de referência de Política Monetária (principal sinalizador) e da taxa de intervenção do Banco de Moçam-
Texto do artigo · p. 37 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto lido por imagem · p. 37 28 DE DEZEMBRO DE 2018 8795
Texto do artigo · p. 37 Relatório e Contas Do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017 bique no Mercado Monetário Interbancário (MMI); Anúncio da alteração, com efeitos a partir do dia 7 de Junho de 2017, do regime de constituição de Reservas Obrigatórias (RO) de base diária para base média de 30 dias; Redução do coeficiente de RO para passivos em moeda nacional e moeda estrangeira em 150pb para 14%. Taxas de Juro a Retalho Dados disponíveis até Novembro continuam a mostrar rigidez nas taxas de juro a retalho, sobretudo nas taxas de juro dos empréstimos que aumentaram em termos acumulados em 81 pontos base para 28.78% em No- vembro de 2017. Por seu turno, as taxas de juro médias dos depósitos do sistema bancário nacional incremen- taram em 6.15 pontos para uma média de 18.8% em Novembro de 2017. Em resultado do maior aumento nas taxas de juro dos depósitos, o diferencial entre as taxas de juro activas e passivas passou de 15.32% para 9.98% em Novembro de 2018. Reservas Internacionais Líquidas Dados provisórios do Banco de Moçambique referentes ao último dia de Dezembro de 2017, apontam um saldo de USD 3,038 milhões, mais USD 1,311 milhões em relação ao saldo do fecho de 2016. Este valor representa um saldo de reservas brutas de USD 3,294 milhões, su- ficientes para cobrir 7.3 meses das importações de bens e serviços não factoriais, excluindo as importações dos grandes projectos. Os principais factores de variação das RIL, estão resumidos no gráfico a seguir. Taxas de Câmbio Em 2017, o Metical mostrou uma tendência de apre- ciação em relação às principais moedas. Os ganhos nominais da moeda nacional em relação ao Dólar são explicados pela implementação de medidas de con- tenção monetária pelo BM, num contexto de aumento da disponibilidade de divisas no mercado cambial. Conforme elucida o gráfico, em 2017, o Metical reve- lou uma tendência de apreciação em relação ao Dólar norte-americano e ao Rand, ao situar-se acima dos níveis registados em 2016. Inflação Em 2017, o País registou uma inflação acumulada de 5.65% que é inferior a que foi registada em igual perío- do de 2016 (23.67%), o que evidencia uma tendência de estabilização do custo de vida, com particular destaque para os meses de Junho a Outubro de 2017, período em que se registou uma redução do nível geral de preços. Em termos de inflação média, registou-se uma variação de 15.1% contra os 15.5% prognosticados para o ano. O nível de inflação foi influenciado, essencialmente, pela redução de preços de produtos Alimentares e Bebidas não Alcoólicas, contrariando a tendência de agravamento de preços da classe de Transporte, Habi- tação, Água, Electricidade, Restaurantes e Hotéis e de Vestuário e Calçado. Em termos geográficos, a Cidade de Maputo apresenta a maior tendência de agravamento dos preços na ordem de 7.16%, seguida da Cidade de Nampula com 4.57% e, por último, a Cidade da Beira com uma inflação acumulada de 2.93%. Quanto ao comportamento da inflação acumulada por divisão, conforme constata-se que em 2017, registou-se um aumento dos preços: Da gasolina, devido a retirada do subsídio que era suportado pelo Governo na importação do petróleo no mercado internacional Do pão de trigo, explicado pela subida do preço de importação do trigo no mercado internacio- nal e Dos preços de transportes semi - colectivos de passageiros, explicados pela revisão da tarifa de preços. Em conjunto, estes produtos são os que mais influen- ciaram a tendência de agravamento de preços. Factores Explicativos da Inflação Dos factores que contribuíram para o comportamento da inflação em 2017, destacam-se os seguintes: No sentido ascendente:
Texto do artigo · p. 37 bique no Mercado Monetário Interbancário (MMI);
Texto do artigo · p. 37 § Anúncio da alteração, com efeitos a partir do dia 7 de Junho de 2017, do regime de constituição de Reservas Obrigatórias (RO) de base diária para base média de 30 dias;
Texto do artigo · p. 37 § Redução do coeficiente de RO para passivos em moeda nacional e moeda estrangeira em 150pb para 14%.
Texto do artigo · p. 37 taxas de Juro a retalho
Texto do artigo · p. 37 Dados disponíveis até Novembro continuam a mostrar rigidez nas taxas de juro a retalho, sobretudo nas taxas de juro dos empréstimos que aumentaram em termos acumulados em 81 pontos base para 28.78% em Novembro de 2017. Por seu turno, as taxas de juro médias dos depósitos do sistema bancário nacional incrementaram em 6.15 pontos para uma média de 18.8% em Novembro de 2017. Em resultado do maior aumento nas taxas de juro dos depósitos, o diferencial entre as taxas de juro activas e passivas passou de 15.32% para 9.98% em Novembro de 2018. reservas internacionais Líquidas
Texto do artigo · p. 37 Dados provisórios do Banco de Moçambique referentes ao último dia de Dezembro de 2017, apontam um saldo de USD 3,038 milhões, mais USD 1,311 milhões em relação ao saldo do fecho de 2016. Este valor representa um saldo de reservas brutas de USD 3,294 milhões, suficientes para cobrir 7.3 meses das importações de bens e serviços não factoriais, excluindo as importações dos grandes projectos. Os principais factores de variação das RIL, estão resumidos no gráfico a seguir.
Texto do artigo · p. 37 taxas de Câmbio
Texto do artigo · p. 37 Evolução da taxa de Câmbio
Texto do artigo · p. 37 USD GBP EUR ZAR
Texto do artigo · p. 37 2.81 2.87 2.83 2.89 2.85 2.91 5.14 5.24 4.73 4.82
Texto do artigo · p. 37 Evolução da Taxa de Câmbio MUSD GBP EUR ZAR COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA 2013 2014 2015 2016 2017 2.81 2.87 2.83 2.89 2.85 2.91 5.14 5.24 4.73 4.82 40.49 41.31 40.39 40.54 48.53 49.51 73.77 75.27 69.74 71.13 48.38 49.36 50.89 51.94 65.84 67.17 86.01 87.75 78.53 80.11 29.35 29.95 32.70 33.36 44.40 45.30 70.00 71.42 58.20 59.36
Texto do artigo · p. 37 40.49 41.31 39.74 40.54 48.53 49.51 73.77 75.27 69.74 71.13
Texto do artigo · p. 37 48.38 49.36 50.89 51.94 65.84 67.17 86.01 87.75 78.53 80.11
Texto do artigo · p. 37 29.35 29.95 32.70 33.36 44.40 45.30 70.00 71.42 58.20 59.36
Texto do artigo · p. 37 COMPRA
Texto do artigo · p. 37 VENDA
Texto do artigo · p. 37 COMPRA
Texto do artigo · p. 37 VENDA
Texto do artigo · p. 37 COMPRA
Texto do artigo · p. 37 VENDA
Texto do artigo · p. 37 COMPRA
Texto do artigo · p. 37 VENDA
Texto do artigo · p. 37 COMPRA
Texto do artigo · p. 37 VENDA
Texto do artigo · p. 37 2013 2014 2015 2016 2017
Texto do artigo · p. 37 Em 2017, o Metical mostrou uma tendência de apreciação em relação às principais moedas. Os ganhos nominais da moeda nacional em relação ao Dólar são explicados pela implementação de medidas de contenção monetária pelo BM, num contexto de aumento da disponibilidade de divisas no mercado cambial. Conforme elucida o gráfico, em 2017, o Metical revelou uma tendência de apreciação em relação ao Dólar norte-americano e ao Rand, ao situar-se acima dos níveis registados em 2016.
Texto do artigo · p. 37 Inflação
Texto do artigo · p. 37 Em 2017, o País registou uma inflação acumulada de 5.65% que é inferior a que foi registada em igual período de 2016 (23.67%), o que evidencia uma tendência de estabilização do custo de vida, com particular destaque para os meses de Junho a Outubro de 2017, período em que se registou uma redução do nível geral de preços. Em termos de inflação média, registou-se uma variação de 15.1% contra os 15.5% programados para o ano. O nível de inflação foi influenciado, essencialmente, pela redução de preços de produtos Alimentares e Bebidas não Alcoólicas, contrariando a tendência de agravamento de preços da classe de Transporte, Habitação, Água, Electricidade, Restaurantes e Hotéis e de Vestuário e Calçado. Em termos geográficos, a Cidade de Maputo apresenta a maior tendência de agravamento dos preços na ordem de 7.16%, seguida da Cidade de Nampula com 4.57% e, por último, a Cidade da Beira com uma inflação acumulada de 2.93%.
Texto do artigo · p. 37 Quanto ao comportamento da inflação acumulada por divisão, conforme constata-se que em 2017, registou-se um aumento dos preços:
Texto do artigo · p. 37 § Da gasolina, devido a retirada do subsídio que era suportado pelo Governo na importação do petróleo no mercado internacional
Texto do artigo · p. 37 § Do pão de trigo, explicado pela subida do preço de importação do trigo no mercado internacional e
Texto do artigo · p. 37 § Dos preços de transportes semi - colectivos de passageiros, explicados pela revisão da tarifa de preços.
Texto do artigo · p. 37 Em conjunto, estes produtos são os que mais influenciaram a tendência de agravamento de preços.
Texto do artigo · p. 37 Factores Explicativos de Inflação Dos factores que contribuíram para o comportamento da inflação em 2017, destacam-se os seguintes: No sentido ascendente:
Texto do artigo · p. 38 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 38 § Prevalência do alto nível de endividamento público interno, num contexto de suspensão do apoio externo ao Orçamento do Estado;
Texto do artigo · p. 38 § A estagnação da carteira de créditos junto das instituições bancárias com tendência decrescente, apesar dos Índices das Actividades Económicas mostrarem tendências de melhoria;
Texto do artigo · p. 38 § Retirada de subsídios a alguns preços administrados, com destaque para o preço dos combustíveis.
Texto do artigo · p. 38 No sentido descendente:
Texto do artigo · p. 38 § Maior oferta de bens alimentares como resultado das condições climáticas favoráveis para actividade agrícola verificada ao longo do ano;
Texto do artigo · p. 38 § Livre circulação de pessoas e bens, com o fim da tensão político - militar;
Texto do artigo · p. 38 § Coordenação de políticas monetárias e fiscal, visando a regulação da liquidez nos níveis adequados ao crescimento económico que se traduziram na redução da procura agregada;
Texto do artigo · p. 38 § Estabilidade cambial.
Texto do artigo · p. 38 Crescimento Económico
Texto do artigo · p. 38 Dados do INE indicam que em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento anual de 3.7%, de um plano de 5.5%. A indústria extractiva registou a maior contribuição no crescimento económico ao registar um crescimento de 32.4%, 8.4 pontos percentuais acima do planificado, como resultado do aumento da produção do carvão. Os ramos da Agricultura, pecuária, caça e floresta, e
Texto do artigo · p. 38 o de transportes e comunicação tiveram igualmente contribuições significativas no crescimento, a avaliar pelo peso que estes sectores tem na economia e pelo facto de terem crescido acima da média global. Pela negativa, é de destacar o decréscimo registado no sector de electricidade e água, causado pela crise hidrológica que afecta a região. O Plano Económico e Social de 2017 definiu como principais objectivos macroeconómicos para o ano, os seguintes: § Atingir um Crescimento Económico de 5.5%;
Texto do artigo · p. 38 § Manter a taxa de inflação média anual em cerca de 15.5%;
Texto do artigo · p. 38 § Atingir o nível de exportações de bens correspondente a 3,5 mil milhões de Dólares americanos;
Texto do artigo · p. 38 § Constituir Reservas Internacionais Líquidas correspondentes a 3.1 meses de cobertura das importações, excluindo os megaprojectos.
Texto do artigo · p. 38 Dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que em 2017, apesar de uma conjuntura económica adversa, a economia moçambicana cresceu 3.7%, contra o plano anual de 5.5%; a taxa de inflação média situou-se em 15.11%, contra os 15.5% programados para o ano e as Reservas Internacionais Líquidas atingiram um nível de cobertura de 7.3 meses de importações de bens e serviços não factoriais, excluindo os megaprojectos, contra os 3.1 programados; e as exportações alcançaram o nível de 3.4 mil milhões de dólares norte americanos.
Texto do artigo · p. 38 4.3. Destaques de 2017
Texto do artigo · p. 38 O presente subcapítulo reporta de forma resumida o destaque inter-sectorial ocorrido no ano de 2017.
Texto do artigo · p. 38 • AGriCuLturA ProDuçÃo ANiMAL E siLViCuLturA:O ramo da Agricultura, produção animal e silvicultura, na sua participação no PIB registou um crescimento de 4.2% que é consentâneo com a avaliação positiva da campanha agrícola 2016/2017. Este crescimento deve-se principalmente à melhoria significativa da precipitação, aliada a intervenções realizadas pelo Governo e pelos parceiros de cooperação. • PEsCA, AquACuLturA E sErViços rELACioNADos: O crescimento do sector pesqueiro na sua participação no PIB de 2017 foi de 10.3%, superando a meta planificada para o ano PIB. Neste sector, foi planificada a produção de 309,184 toneladas para o ramo de pescas, aquacultura e serviços relacionados, tendo sido produzidas 340,210 toneladas de produtos pesqueiros, o correspondente a uma realização de 110%. • iNDÚstriA EXtrACtiVA: A indústria extractiva teve um crescimento assinalável, o correspondente a 32.4%, influenciado pela subida dos preços dos minerais no mercado in-
Texto do artigo · p. 39 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto do artigo · p. 39 ternacional e o reinício de produção de algumas unidades. Foram planificadas para o ano 2017, um total de 11,080,365 toneladas de carvão mineral (coque e térmico), dos quais foram produzidas 11,777,763 toneladas, correspondente a uma realização de 106.29%. Estes níveis de produção foram influenciados pela subida dos preços no mercado internacional e o reinício de produção de algumas unidades.
Texto do artigo · p. 39 • iNDÚstriA trANsForMADorA: No ramo da indústria transformadora a produção registou um crescimento negativo (-0.8%), influenciado pelo decréscimo acentuado da produção das outras indústrias transformadores. A Produção Industrial atingiu o valor de 82,153.1 milhões de MT, correspondendo a uma realização de 101.9%,impulsionado principalmente pelas divisões Alimentar com um crescimento de 4,0%, Bebidas (17,6%), Minerais N/Metálicos (4,9%), Metalurgia de Base (1,7%) e Outras Indústrias Transformadoras (33,9%). • ENErGiA:A produção de energia eléctrica foi de 16,992,477 Megawates hora, de um plano anual de produção de 18,694,203Megawates, representando uma realização de 90.9%. Os níveis de produção registados foram influenciados, pelos seguintes factores: a redução na geração de energia eléctrica por parte da HCB, causada pela crise hidrológica que se tem registado e a baixa geração por parte de algumas fontes térmicas, solares e mini-hídricas. • EDuCAçÃo: Durante o período em análise, na sua participação no PIB, o sector da Educação cresceu 6.4%, destacando-se o efectivo do ensino superior com uma realização de 100%. No Ensino Geral foram matriculados em 2017, pouco mais de 6.7 milhões de alunos, representando um crescimento de 2% em relação a 2016. O crescimento foi mais acentuado no Ensino Secundário que atingiu 19% em relação a 2016. O Ensino Primário do 1º Grau teve uma realização de 98%. No ensino superior foram matriculados um total de 210,577 estudantes, o correspondente a uma realização de 106% e um crescimento de 7% comparativamente a 2016. • sAÚDE E ACçÃo soCiAL: A prestação dos serviços de saúde e Acção Social na sua
Texto do artigo · p. 39 contribuição para o PIB cresceu 5.6%, influenciado positivamente pelos níveis de realização registados nos indicadores Consultas externas, Saúde materno-infantil e Dias de internamento. Os indicadores de Saúde, designadamente Dias de internamento, Contactos aos Serviços de Saúde Materno Infantil e Consultas Externas, apresentam realizações acima de 100%, tendo superado as metas previstas para o ano. • trANsPortEs E ArMAZENAGEM: No período em análise, o sector registou um crescimento de 5.2%, influenciado positivamente pelos crescimentos do tráfego de passageiros, de carga e pelo manuseamento portuário. • trAFEGo DE PAssAGEiros: O tráfego de passageiros teve um desempenho positivo no seu todo, tendo registado um crescimento de 7.41%, quando comparando com o ano de 2016, influenciado positivamente pelos ramos: Ferroviário, Rodoviário e Marítimo que cresceram 118.75%, 6.88% e 6.63% respectivamente, como resultado da retoma do tráfego ferroviário de passageiros no troço Cuamba - Lichinga, Cuamba / Entre-lagos, a consolidação da operação das carruagens no sistema ferroviário sul e centro e o fim da tensão político-militar que favoreceu, em particular, o desempenho do transporte interprovincial. • trAFEGo DE CArGA: Foram transportados 17.650,3 milhões de toneladas quilómetros representando um crescimento de 28.12%. Contribuíram significativamente para este efeito os ramos ferroviário, rodoviário e o marítimo, mercê da retoma das ligações rodoviárias sem restrições e do desempenho das linhas férreas de Ressano-Garcia. O transporte Aéreo e o Pipeline reduziram o volume de carga transportada, como consequência do abrandamento da actividade económica, da redução da frota das LAM e da crise económica no Zimbabwe que tem reduzido as importações do combustível desse país através do gasoduto. • sErViços AuXiLiArEs Ao trAsPortE: Para o apoio ao transporte o sector conta com o Manuseamento Portuário, Dragagem, Serviços Aeroportuários e Balizagem Marítima que, no seu todo, registaram um crescimento de
Texto do artigo · p. 40 Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
Texto lido por imagem · p. 40 8798 III SÉRIE — NÚMERO 253
Texto do artigo · p. 40 Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017 Aeroportos de Moçambique 7.34%. O manuseamento portuário contribuiu significativamente em 43,657.9 de toneladas métricas, representando um crescimento de 24.7%. Nesse processo, destaca-se o desempenho do porto de Nacala-a-Velha graças as exportações do carvão-mineral de Tete via Nacala-Velha e o de Maputo como resultado da melhoria da competitividade do porto e o Porto da Beira. • Taxas de Serviço de Navegação Aérea Misto: Nos casos em que as aeronaves sobrevoam e aterram nos ARP’s/ARD´s, o rédito é reconhecido na aterragem; • Taxas de Serviço de Navegação Aérea Puro: O rédito é reconhecido após o sobrevoo no espaço aéreo nacional, nos casos em que as aeronaves não aterram nos ARP’S/ARD´s. O evento que marca o reconhecimento do rédito é o sobrevoo. O rédito é reconhecido por estimativa logo que o sobrevoo tiver ocorrido. Feita confirmação do sobrevoo com a aeronave, poderá ser ajustado o rédito reconhecido; • Sobretaxa: É aplicável às aeronaves e por acréscimo ao valor das aterragens. O rédito é reconhecido quando o ARP/ARD é usado fora do horário normal de funcionamento; • Mangas: O rédito é reconhecido logo que a aeronave acopola na manga; • Assistência a Aeronaves e Aprovisionamento: O rédito é reconhecido a cada operação de assistência prestada por uma empresa a aeronave. Referem-se os trabalhos de carregamento, fornecimento de refeições a aeronaves, limpeza, fiscalização, despacho e documentação; • Cute: O rédito é reconhecido após o check-in; • Reabastecimento de Combustível: É Reconhecido como rédito a cada abastecimento a aeronaves.
Texto do artigo · p. 40 5. Síntese de Actividade 5.1. Enquadramento A Empresa presta serviços aeroportuários (aeronáuti-cos (de aviação) e não aeronáuticos (de não aviação)) e serviços não aeroportuários. As principais fontes de receitas da Empresa, são descritas nos pontos seguintes:
Texto do artigo · p. 40 7.34%. O manuseamento portuário contribuiu significativamente em 43,657.9 de toneladas métricas, representando um crescimento de 24.7%. Nesse processo, destaca-se o desempenho do porto de Nacala-a-Velha graças as exportações do carvão-mineral de Tete via Nacala-Velha e o de Maputo como resultado da melhoria da competitividade do porto e o Porto da Beira.
Texto do artigo · p. 40 5. sintese de Actividade Actividad
Texto do artigo · p. 40 5.1. Enquadramento
Texto do artigo · p. 40 A Empresa presta serviços aeroportuários (aeronáuticos (de aviação) e não aeronáuticos (de não aviação)) e serviços não aeroportuários. As principais fontes de receitas da Empresa, são descritas nos pontos seguintes:
Texto do artigo · p. 40 Aterragem Estacionamento Passageiros Carga Segurança Cute Mangas Reabastecimento de Combustível Assistência a Aeronaves e Aprovisionamento
Texto do artigo · p. 40 Aeronáuticos
Texto do artigo · p. 40 Serviços Aeroportuários
Texto do artigo · p. 40 Ocupação Implantação Reclames e Letreiros Publicidade Estacionamento de Viaturas Outros
Texto do artigo · p. 40 Não Aeronáuticos
Fonte textual acessível
  1. Texto do artigo, página 28: A sociedade é constituída por tempo indeterminado, regendo-se pelos presentes estatutos e pela legislação aplicável.
  2. Número ou marcador, página 28: ARTIGO TERCEIRO
  3. Texto do artigo, página 28: (Objecto social)
  4. Número ou marcador, página 28: Um) A sociedade tem por objecto social a prestação de serviços nas áreas de:
  5. Número ou marcador, página 28: a) Construção civil e obras públicas;
  6. Número ou marcador, página 28: b) Edifícios e monumentos;
  7. Número ou marcador, página 28: c) Vias de comunicação.
  8. Número ou marcador, página 28: Dois) A sociedade poderá desenvolver outras actividades conexas ou complementares ao seu objecto principal, incluindo comissões, consignações, agenciamentos, representações comerciais de entidades nacionais e estrangeiras, desde que devidamente autorizada.
  9. Número ou marcador, página 28: ARTIGO QUARTO
  10. Texto do artigo, página 28: (capital social)
  11. Número ou marcador, página 28: Um) O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de um milhão e seiscentos mil meticais (1.600.000,00MT), correspondente a uma quota única ao sócio único Ismael Aissa Ismael Sultan.
  12. Número ou marcador, página 29: Dois) O capital social poderá ser aumentado ou diminuído, mediante decisão do sócio.
  13. Número ou marcador, página 29: ARTIGO QUINTO
  14. Texto do artigo, página 29: (Prestações suplementares e suprimentos)
  15. Texto do artigo, página 29: Não são exigíveis prestações suplementares de capital, podendo, porém, o sócio conceder suprimentos à sociedade, os quais vencerão juros nos termos e condições do mercado, sujeito ao parecer de um auditor, sob forma de relatório, declarando os eventuais interesses e benefícios que daí advenham para a sociedade em virtude de determinado acordo de suprimento.
  16. Número ou marcador, página 29: ARTIGO SEXTO
  17. Texto do artigo, página 29: (Concessão e oneração de quotas)
  18. Número ou marcador, página 29: Um) O sócio, poderá dividir, ceder, ou constituir quaisquer ónus ou encargos sobre a sua própria quota.
  19. Número ou marcador, página 29: Dois) A divisão e cessão da quota detida pelo sócio e a admissão de novos sócios na sociedade está sujeita às disposições do Código Comercial, na parte a que respeitam.
  20. Número ou marcador, página 29: ARTIGO SÉTIMO
  21. Texto do artigo, página 29: (Decisões dos sócios)
  22. Texto do artigo, página 29: As decisões sobre matérias que por lei são reservadas a deliberação do sócio serão tomadas pelo sócio em assembleia geral e registadas nos livros de actas destinados para o efeito, sendo por ele assinado.
  23. Número ou marcador, página 29: ARTIGO OITAVO
  24. Texto do artigo, página 29: (Administração e gestão da sociedade)
  25. Número ou marcador, página 29: Um) A administração e gerência da sociedade e sua representação em juízo e fora dele, activa e passivamente, serão exercidas pelo sócio único, que assume desde já as funções de administrador com dispensa de caução.
  26. Número ou marcador, página 29: Dois) O administrador poderá delegar os seus poderes ou em parte a pessoa/as estranha/ as à sociedade.
  27. Número ou marcador, página 29: Três) A sociedade, ficará obrigada pela assinatura do sócio único, sendo que, os actos de mero expediente poderão ser assinados por qualquer empregado da sociedade devidamente autorizado.
  28. Número ou marcador, página 29: Quatro) Em caso algum poderá a sociedade ser obrigada em actos ou documentos que não digam respeito às operações sociais, designadamente em letras, fianças e abonações, a não ser que especificamente deliberado pelo sócio.
  29. Número ou marcador, página 29: ARTIGO NONO
  30. Texto do artigo, página 29: (Negócios jurídicos entre o sócio e a sociedade)
  31. Número ou marcador, página 29: Um) O negócio jurídico celebrado, directamente ou por interposta pessoa, entre a sociedade e o sócio deve constar sempre de documento escrito, e ser necessário, útil ou conveniente a persecução do objecto da sociedade, sob pena de nulidade.
  32. Número ou marcador, página 29: Dois) O negócio jurídico referido no número anterior deve ser sempre objecto de relatório prévio e elaborador por auditor independente que, nomeadamente, declare que os interesses sociais se encontram devidamente acautelados e obedecer o negócio as condições e preço normais do mercado, sob pena de não ser celebrado.
  33. Número ou marcador, página 29: ARTIGO DÉCIMO
  34. Texto do artigo, página 29: (Contas da sociedade)
  35. Número ou marcador, página 29: Um) O exercício social coincide com o ano civil e o balanço fechar-se-á com referência a trinta e um de Dezembro de cada ano.
  36. Número ou marcador, página 29: Dois) As contas da sociedade deverão ser aprovados antes do fim do mês de Março do ano seguinte a que respeitam.
  37. Número ou marcador, página 29: ARTIGO DÉCIMO PRIMEIRO
  38. Texto do artigo, página 29: (Distribuição de lucros)
  39. Texto do artigo, página 29: Dos lucros apurados em cada exercício, serão deduzidos os seguintes montantes, pela seguinte ordem de prioridade:
  40. Número ou marcador, página 29: a) Vinte por cento para constituição do fundo de reserva legal;
  41. Número ou marcador, página 29: b) Amortização das obrigações da sociedade perante o sócio, correspondente à suprimentos e outras contribuições para asociedade, que tenham sido realizadas;
  42. Número ou marcador, página 29: c) Outras prioridades decididas pelo sócio;
  43. Número ou marcador, página 29: d) Dividendos ao sócio.
  44. Número ou marcador, página 29: ARTIGO DÉCIMO SEGUNDO (dissolução e liquidação)
  45. Número ou marcador, página 29: Um) A sociedade dissolve-se nos termos fixados na lei.
  46. Número ou marcador, página 29: Dois) Declarada a dissolução da sociedade, proceder-se-á à sua liquidação gozando os liquidatários nomeados pelos sócios, dos mais amplos poderes para o efeito.
  47. Número ou marcador, página 29: ARTIGO DÉCIMO TERCEIRO
  48. Texto do artigo, página 29: (omissões)
  49. Texto do artigo, página 29: Qualquer matéria que não tenha sido tratada nestes estatutos reger-se-á pelo disposto no Código Comercial e outra legislação complementar em vigor na República de Moçambique.
  50. Texto do artigo, página 29: Maputo, 14 de Dezembro de 2018. O Técnico, Ilegível.
  51. Texto do artigo, página 29: Help Computer, Limitada
  52. Texto do artigo, página 29: Certifico, para efeitos de publicação, que no dia onze de Julho de dois mil e seis, foi registada sob o número 100822954, nesta Conservatória dos Registos de Entidades Legais de Nampula, a cargo de Inocêncio Jorge Monteiro, conservador e notário técnico, uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada denominada Help Computer - Sociedade Unipessoal, Limitada, que por deliberação da acta da assembleia geral de vinte e três de Agosto de dois mil e dezoito, alteram os artigos primeiro e quinto dos estatutos que passa a ter a seguinte nova redacção:
  53. Número ou marcador, página 29: ARTIGO PRIMEIRO
  54. Texto do artigo, página 29: (Denominação)
  55. Texto do artigo, página 29: A sociedade adopta a denominação de Help Computer, Limitada.
  56. Texto do artigo, página 29: .......................................................................
  57. Número ou marcador, página 29: ARTIGO QUARTO
  58. Texto do artigo, página 29: (Capital social)
  59. Texto do artigo, página 29: O capital social, integralmente subscrito e realizado em dinheiro, é de 20.000,00MT (vinte mil meticais), correspondente à soma de duas quotas divididas por igual, uma quota de 10,000,00MT, correspondente a cinquenta por cento do capital social, pertencente ao sócio Faruque Salimo Laurentino, e uma quota de 10,000,00MT, correspondente a cinquenta por cento do capital social, pertencente ao sócio Adil Augusto Abdul Gafuro.
  60. Texto do artigo, página 29: Não havendo mais nenhum assunto a tratar, deu-se por encerrada a reunião e lavrada a presente acta que vai assinada pelos sócios da sociedade.
  61. Texto do artigo, página 29: Nampula, 23 de Agosto de 2018. A Conservadora, Ilegível.
  62. Texto do artigo, página 30: Sacafir Import & Export, Limitada
  63. Texto do artigo, página 30: Certifico, para efeitos de publicação, que no dia 17 de Agosto de 2018, foi matriculada na Conservatória do Registo das Entidades Legais sob NUEL 101034801 uma entidade denominada Sacafir Import & Export, limitada, entre:
  64. Texto do artigo, página 30: Firoz Abdul Saccor, casado, maior, de nacionalidade moçambicana, natural de cidade de Momtepuez, província de Cabo Delgado, residente no bairro Mutiva, Bloco 1, cidade de Nacala-Porto, portador do Bilhete de Identidade n.º 031405288341P, emitido na cidade de Nampula, aos 5 de Maio de 2015, vitalício; e
  65. Texto do artigo, página 30: Momed Mochin Firoz Abdul Sacoor, solteira, maior, de nacionalidade moçambicana, natural de Ilha de Moçambique, portadora do Bilhete Identidade n.º 110101691803N, emitido na cidade de Maputo, aos 1 de Abril de 2014, válido até 1 de Abril de 2019, residente na Avenida Josina Machel, n.º 5674, 2.º andar, flat 5, cidade de Maputo.
  66. Texto do artigo, página 30: É celebrado e aceite o presente contrato de
  67. Texto do artigo, página 30: sociedade que se rege pelas cláusulas sequintes:
  68. Número ou marcador, página 30: ARTIGO PRIMEIRO
  69. Texto do artigo, página 30: Denominação e duração
  70. Texto do artigo, página 30: A sociedade é por quotas de responsabilidade limitada adopta a denominação de Sacafir Import & Export, Limitada, constituíndo-se por tempo indertiminado contando-se o seu início a partir da data da escritura de constituição.
  71. Número ou marcador, página 30: ARTIGO SEGUNDO
  72. Texto do artigo, página 30: Sede
  73. Número ou marcador, página 30: Um) A sede da sociedade é no bairro mutiva, bloco 1, cidade de nacala-porto, província de Nampula.
  74. Número ou marcador, página 30: Dois) A administração fica autorizada a deslocar a sede social para qualquer outro local de moçambique, pode transferir,abrir ou encerrar qualquer subsidiária, sucursal ou agência, delegações ou outra forma de representação social, onde e quando entender conveniente.
  75. Número ou marcador, página 30: ARTIGO TERCEIRO
  76. Texto do artigo, página 30: Objecto
  77. Número ou marcador, página 30: Um) A sociedade tem como objecto:
  78. Número ou marcador, página 30: a) Actividade de comércio a grosso e a retalho, com importação e exportação, de produtos alimentares, ferragens, material de construção, tecidos, veículos automóveis, equipamento electrónico e de informática, produtos de higiene e limpeza, prestação de serviços.
  79. Número ou marcador, página 30: Dois) A sociedade pode exercer outras actividades subsidiárias ou complementares ao
  80. Texto do artigo, página 30: seu objecto principal, desde que devidamente autorizadas.
  81. Número ou marcador, página 30: Três) A sociedade pode associar-se ou participar no capital de outras empresas comerciais.
  82. Número ou marcador, página 30: ARTIGO QUARTO
  83. Texto do artigo, página 30: Capital social
  84. Número ou marcador, página 30: Um) O capital social, integralmente realizado, em dinheiro, é de quinhentos mil meticais, subscrito em duas quotas:
  85. Número ou marcador, página 30: a) Uma no valor nominal de quatrocentos e ciquenta mil meticais, equivalente a noventa por cento do capital social pertencente a Firoz Abdul Sacoor;
  86. Número ou marcador, página 30: b) Outra no valor nominal de ciquenta mil meticais, equivalente a dez por cento do capital social pertencente a Momed Mochin Firoz Abdul Sacoor.
  87. Número ou marcador, página 30: Dois) As duas quotas prefazem o capital social da empresa.
  88. Número ou marcador, página 30: ARTIGO QUINTO
  89. Texto do artigo, página 30: Cessão de quotas
  90. Texto do artigo, página 30: A cessão de quotas e a sua divisão é livre e a estranhos depende do consentimento da sociedade, que terá sempre direito de preferência o qual, de seguida, se defere aos sócios não cedentes.
  91. Número ou marcador, página 30: ARTIGO SEXTO
  92. Texto do artigo, página 30: Administração e representação
  93. Número ou marcador, página 30: Um) A administração e representação da sociedade em juízo e fora dele, activa ou passivamente, será exercida pelo sócio Firoz Abdul Sacoor, que desde já fica nomeado administrador, com dispensa de caução sendo necessária à sua assinatura para obrigar a sociedade em actos e contratos.
  94. Número ou marcador, página 30: Dois) A administração pode delegar no todo ou em parte seus poderes a outra pessoa, já os mandatários não poderão obrigar a sociedade em actos e documentos estranhos a ela em actos de favor, fiança ou abonação sem prévio consentimento
  95. Número ou marcador, página 30: Três) É vedado aos administradores praticarem em actos e documentos estranhos à sociedade, tais como letras de favor, fianças, abonações e outros semelhantes sem deliberação prévia.
  96. Número ou marcador, página 30: Quatro) A administração poderá constituir mandatários da sociedade, nos termos da legislação comercial em vigor.
  97. Número ou marcador, página 30: ARTIGO SÉTIMO
  98. Texto do artigo, página 30: Assembleia geral
  99. Número ou marcador, página 30: Um) A assembleia geral será convocada por carta registada, com aviso de recepção,
  100. Texto do artigo, página 30: com pelo menos quinze dias de antecedência, salvo quando a lei impuser outra forma de convocação.
  101. Número ou marcador, página 30: Dois) A assembleia geral pode se reunir sem observância de formalidades prévias de convocação, desde que se represente o sócio e manifeste a vontade de que a assembleia se constitua e delibere sobre determinado assunto.
  102. Número ou marcador, página 30: Três) As competências atribuídas por lei a assembleia geral de sócios e as decisões de obrigar a sociedade perante terceiros serão sempre expressas em acta assinada pelos sócios.
  103. Número ou marcador, página 30: Quatro) Qualquer sócio ausente poderá fazer-se representar nas assembleias gerais por procuração ou acta.
  104. Número ou marcador, página 30: Cinco) A assembleia geral reunirá ordinariamente uma vez por ano para aprovação de contas do exercício e para deliberar sobre quaisquer outros assuntos para que tenha sido convocada e, extraordinariamente, sempre que isso se torne necessário.
  105. Número ou marcador, página 30: ARTIGO OITAVO
  106. Texto do artigo, página 30: Lucros
  107. Número ou marcador, página 30: Um) Aos lucros liquidos anualmente apurados, depois de deduzida a percentagem para reserva legal, será dado o destino que vier a ser deliberado em assembleia geral.
  108. Número ou marcador, página 30: Dois) No caso de morte ou interdição de qualquer sócio, a sociedade subsistirá,com herdeiros ou representante legal,respectivamente. os herdeiros deverâo nomear dentre eles,um a quém a todos represente enquanto a quota permanecer indivisa.
  109. Número ou marcador, página 30: ARTIGO NONO
  110. Texto do artigo, página 30: Arrolamento penhora e arresto
  111. Texto do artigo, página 30: Em caso de arrolamento, penhora, arresto ou inclusão de quota em massa falida ou insolvente, a sociedade poderá amortizar a quota do sócio respectivo. A sociedade poderá ainda amortizar a quota, se esta for cedida sem o consentimento daquela.
  112. Número ou marcador, página 30: ARTIGO DÉCIMO
  113. Texto do artigo, página 30: Disposições diversas
  114. Número ou marcador, página 30: Um) O ano fiscal coincide com o ano civil. Dois) Todas as despesas resultantes da
  115. Texto do artigo, página 30: constituição da sociedade, designadamente as desta escritura, registos e outras despesas inerentes,serão suportadas pela sociedade que constituiram despesas de instalação em custos plurianuais sujeitos a amortização.
  116. Número ou marcador, página 30: Três) A sociedade dissolver-se-á nos casos expressamente previstos na lei ou quando for deliberado pela assembleia geral.
  117. Número ou marcador, página 30: Quatro) Em todo o omisso aplicar-se-á o Código Comercial em vigor e demais legislação aplicável em Moçambique.
  118. Texto do artigo, página 30: Está conforme. Maputo, 18 de Dezembro de 2018. —
  119. Texto do artigo, página 30: O Técnico, Ilegível.
  120. Texto do artigo, página 31: Relatório e Contas
  121. Texto do artigo, página 31: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  122. Texto do artigo, página 31: Aeroportos de Moçambique
  123. Texto do artigo, página 31: do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  124. Texto do artigo, página 31: 1. Mensagem do Presidente do Conselho de
  125. Texto do artigo, página 31: § A transportadora aérea Fastjet, iniciou a sua operação em Moçambique a 03 de Novembro para três destinos diários (Beira, Tete e Nampula). Além da Fastjet, as companhias nacionais do Malawi, da Etiópia e de Moçambique (CFM Transportes e Trabalhos Aéreos e MEX, SA) também foram selecionadas no concurso para operarem no espaço aéreo moçambicano;
  126. Texto do artigo, página 31: Administração
  127. Texto do artigo, página 31: Em representação do Conselho de Administração que presido, é com grande regozijo que anuncio que a empresa Aeroportos de Moçambique, E.P. (ADM, E.P), no cumprimento das suas obrigações apresenta as contas referentes ao ano económico e financeiro findo a 31 de Dezembro de 2017. A empresa ADM, E. P. no âmbito das competências que lhes são conferidas, designadamente, estabelecer e explorar, em regime exclusivo, o serviço público de apoio à navegação aérea, dirigir e controlar o tráfego aéreo observando as normas e padrões internacionais sobre a matéria, garantindo níveis de segurança e de qualidade para a satisfação das necessidades do cliente, fez jus aos distintivos retro explanados, consolidando os sistemas de captação de tráfego, mobilidade de pessoas, estímulo de trocas comerciais e promoção de potencias negócios nacionais susceptíveis de capitalizarem e induzirem a demanda de tráfego aéreo.
  128. Texto do artigo, página 31: § Estamos no processo de certificação dos aeroportos na área operacional e na área da qualidade com enfoque direccionado aos Aeroportos de Maputo, Beira e Nampula;
  129. Texto do artigo, página 31: § Continuamos a apostar na formação dos nossos quadros de modo a poderem acompanhar os desenvolvimentos tecnológicos que a indústria de Aviação Civil enfrenta diariamente;
  130. Texto do artigo, página 31: § No âmbito imobiliário, estamos a iniciar a nossa penetração no mercado, através de desenvolvimento de cidades aeroportuárias e projectos imobiliário nos aeroportos e fora dos aeroportos. São exemplos, projectos de cidade aeroportuária de Maputo, Nacala, Nampula; Projectos imobiliários nos aeroportos de Quelimane, Beira, Pemba e Tete.
  131. Texto do artigo, página 31: Princípios
  132. Texto do artigo, página 31: Princípios
  133. Texto do artigo, página 31: No ano findo em 31/12/2017, a empresa apostou na qualidade do serviço prestado, tendo como estratégia os seguintes princípios:
  134. Texto do artigo, página 31: Produção
  135. Texto do artigo, página 31: Produção
  136. Texto do artigo, página 31: § O desenvolvimento das condições operacionais que permitiram oferecer aos seus clientes uma boa qualidade de segurança;
  137. Texto do artigo, página 31: A desaceleração da economia nacional, consequentemente o fraco poderio de compra, afectou a demanda pelos serviços aéreos. Durante o período de Janeiro à Dezembro de 2017, a empresa registou um tráfego de 1,784,089 passageiros, cumprindo o plano em 95.5%, representando um decréscimo de 6.3% em relação ao registado em igual período do ano passado, isto é, uma redução de 120,148 passageiros. Registaram-se 53,564 voos, cumprindo o planificado em 89.8%. Manuseou-se 11,701 toneladas de carga, cumprindo-se o plano em 97.3%, o que representa a um decréscimo em relação a 2016 de 4.7%. Manuseou-se 504 toneladas de correio, cumprindo-se o planificado em 110.0% e sobrevoaram
  138. Texto do artigo, página 31: § Modernização das infra-estruturas aeroportuárias, com o propósito de conferir aos passageiros uma melhor comodidade e maior flexibilidade no seu desembaraço;
  139. Texto do artigo, página 31: § Melhor eficácia de gestão através do aumento dos níveis de produtividade dos recursos humanos e materiais disponíveis.
  140. Texto do artigo, página 31: Acções de Destaque
  141. Texto do artigo, página 31: Acções de Destaque
  142. Texto do artigo, página 31: Temos a destacar as seguintes acções:
  143. Texto do artigo, página 31: § Em Outubro, inauguramos com júbilo e muita satisfação as Áreas de Movimento Modernizadas do Aeroporto Internacional de Maputo que transformaram completamente a pista e toda área de movimento;
  144. Texto do artigo, página 31: o espaço aéreo nacional 32,467 aeronaves, cumprindo o plano em 93.1%, correspondente a menos 321 sobrevoos em relação a igual período de 2016. Perspectiva-se uma maior demanda de pessoas e bens pelos serviços aéreos no próximo ano, coadjuvado pela entrada de novas companhias aéreas, potencialidades de negócios induzidas pelos recursos minerais, estabilidade política e social, início da estabilidade económica que induzirá a demanda dos serviços aéreos.
  145. Texto do artigo, página 31: § Na área de Serviços de Navegação Aérea desenvolvemos o projecto de melhoramento, em todo espaço aéreo, dos sistemas de Comunicação, Navegação e Vigilância, tal como os sistemas de Gestão de Tráfego Aéreo;
  146. Texto do artigo, página 32: Aeroportos de Moçambique, E.P.
  147. Texto do artigo, página 32: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  148. Texto do artigo, página 32: 8790
  149. Texto do artigo, página 32: 253
  150. Texto do artigo, página 32: 2.2.Membros do Conselho Fiscal Sr. Henrique Gamito Presidente Conselho Fiscal Dr. Adelino Buque Vogal Conselho Fiscal Dra. Ana Maria Alves Vogal Conselho Fiscal
  151. Texto do artigo, página 32: 3. Aeroportos de Moçambique, E.P.
  152. Texto do artigo, página 32: Desempenho Financeiro
  153. Texto do artigo, página 32: Relatório e Contas do exercício findo 31 de Dezembro de 2017
  154. Texto do artigo, página 32: Apesar das adversidades ocorridas na economia nacional, a actividade desenvolvida em 2017 caracterizouse por resultados positivos, tanto operacionais como financeiros, resultantes de um volume de negócios de 2,807 milhões de meticais, representando um crescimento de 2 pontos percentuais em relação ao período homólogo do ano anterior. Nossa previsão é de continuarmos a crescer em termos operacionais, em termos de segurança, em termos económicos e financeiros e sobretudo na satisfação do principal capital da Empresa: os colaboradores.
  155. Texto do artigo, página 32: 3.1. Marcos Históricos São atribuições da EMPrEsA AEroPortos DE MoçAMbiquE, E.P. (ADM) as seguintes:
  156. Texto do artigo, página 32: § Dirigir e controlar o tráfego aéreo; § Assegurar a partida e chegada de aeronaves; § Criar condições para o embarque, desembarque e
  157. Texto do artigo, página 32: Agradecimentos
  158. Texto do artigo, página 32: Agradecimentos
  159. Texto do artigo, página 32: Queremos agradecer a todos os que juntos trilharam connosco este caminho, nos bons e maus momentos, na prosperidade e na dificuldade. Fazemos este agradecimento com a consciência de que nada, absolutamente nada, se constrói sozinho, senão em parceria, em equipa, com sinergias e com grande espírito colectivo. Somos profundamente gratos a todos, sem excepção, mas a nossa convicção é que uma empresa como a nossa tem o seu pilar no seu maior activo, os nossos profissionais, distribuídos por todo país, com uma vasta experiência acumulada ao longo de décadas.
  160. Texto do artigo, página 32: encaminhamento de passageiros, carga e correio; § Planificar, executar e explorar a rede de infra-estruturas e assegurar a sua manutenção;
  161. Texto do artigo, página 32: § Promover a captação de receitas em fontes internas e externas a serem aplicadas na gestão, operação, manutenção, exploração, expansão e modernização das infra-estruturas.
  162. Texto do artigo, página 32: No âmbito de exploração de infra-estruturas aeroportuárias, os Aeroportos de Moçambique, E.P. tem sob sua gestão quatro Aeroportos Internacionais (Maputo, Beira, Nampula e Nacala), sete Aeródromos Principais (Pemba, Tete, Lichinga, Inhambane, Chimoio, Quelimane e Vilankulo) e oito Aeródromos Secundários (Angoche, Bilene, Inhaca, Lumbo, Mocímboa da Praia, Ponta de Ouro, Úlongué e Songo).
  163. Texto do artigo, página 32: Emanuel Chaves
  164. Texto do artigo, página 32: 2. Corpos Directivos
  165. Texto do artigo, página 32: 3.2. Visão, Missão, Valores e responsabilidade Visão
  166. Texto do artigo, página 32: 2.1. Membros do Conselho de Administração
  167. Texto do artigo, página 32: Garantir uma gestão eficiente e eficaz dos aeroportos e serviços de navegação aérea e ser uma Empresa de referência a nível interno, regional e africano.
  168. Texto do artigo, página 32: 2. Corpos Directivos 2.1. M e m b r o s d o C o n s e l h o d e Administração Dr. Emanuel Chaves Presidente do Conselho de Administração Arq. Alberto Nhantumbo Administrador do Pelouro de Engenharia, Manutenção e Operações Executivo Dr. Saíde Júnior Administrador do Pelouro de Administração, Finanças e Marketing Executivo Dr. Luciano Gwambe Administrador Representante do Ministério de Economia e Finanças Não-Executivo Eng. Martins Matola Administrador dos Trabalhadores Não-Executivo
  169. Texto do artigo, página 32: Dr. Emanuel Chaves Presidenta do Conselho de Administração
  170. Texto do artigo, página 32: Missão
  171. Texto do artigo, página 32: Prestar serviços aeroportuários e de apoio à navegação aérea, garantindo níveis de segurança e de qualidade para a satisfação das necessidades dos clientes.
  172. Texto do artigo, página 32: Arq. Alberto Nhantumbo Administrador do Peluoro de Engenharias, Manuntenção e Operações Executivo
  173. Texto do artigo, página 32: Dr. Saíde Júnior Administrador do Peluoro de Administrção, Finanças e Marqueting Executivo
  174. Texto do artigo, página 32: Valores Seriedade, credibilidade, responsabilidade, Rigor e Procura de excelência.
  175. Texto do artigo, página 32: Dr. Luciano Guambe Administrador Representante do Ministério de Economia e Finanças
  176. Texto do artigo, página 32: Eng. Martins Matola Administrador dos Trabalhadores
  177. Texto do artigo, página 32: responsabilidade
  178. Texto do artigo, página 32: Planeamento, construção, manutenção e operação dos 20 aeroportos/aeródromos de rede civil sob sua gestão.
  179. Texto do artigo, página 32: Não-Executivo
  180. Texto do artigo, página 32: Não-Executivo
  181. Texto do artigo, página 33: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  182. Texto do artigo, página 33: 3.3. Estrutura orgânica e Governação
  183. Texto do artigo, página 33: A ADM, E.P. rege-se pela lei das empresas públicas, estatutos, disposições legais e regulamentares, que especialmente lhe forem aplicáveis como Empresa prestadora de serviços públicos e é tutelada pelos Ministérios de Transportes e Comunicações (Tutela Sectorial) e o da Economia das Finanças (Tutela Financeira). A estrutura orgânica da ADM, E.P. é constituída pelo Conselho de Administração (CA), Pelouros, Direcções, Gabinetes, Unidades de Produção (Aeroportos e Aeródromos) e os Serviços, conforme o organigrama abaixo. Os Gabinetes são órgãos de Assessoria do CA e dos Pelouros e não estão subdivididos em serviços. As Direcções estão estruturadas por áreas funcionais e todas estão enquadradas em pelouros dirigidos por um Administrador Executivo. As Unidades de Produção (UP’s), apesar de terem uma subordinação operacional à Direcção de Operações, têm o estatuto de Direcção e prestam contas ao CA. A Empresa é dirigida por um Conselho de Administração composto por três Administradores Executivos incluindo o Presidente do Conselho de Administração, dois Administradores não Executivos dos quais, um em representação dos trabalhadores e outro em representação do Ministério da Economia e Finanças.
  184. Texto do artigo, página 33: PCA
  185. Texto do artigo, página 33: GCA
  186. Texto do artigo, página 33: GAuD
  187. Texto do artigo, página 33: GAJ
  188. Texto do artigo, página 33: GPq
  189. Texto do artigo, página 33: GNN
  190. Texto do artigo, página 33: GGs
  191. Texto do artigo, página 33: DPN
  192. Texto do artigo, página 33: PEMo
  193. Texto do artigo, página 33: PAFiM
  194. Texto do artigo, página 33: PtrAb
  195. Texto do artigo, página 33: rMEF
  196. Texto do artigo, página 33: Assessor Engenharia
  197. Texto do artigo, página 33: DoNA
  198. Texto do artigo, página 33: DFiN
  199. Texto do artigo, página 33: DoA
  200. Texto do artigo, página 33: DrEH
  201. Texto do artigo, página 33: DEPE
  202. Texto do artigo, página 33: DAP
  203. Texto do artigo, página 33: DMi
  204. Texto do artigo, página 33: DCoM
  205. Texto do artigo, página 33: DMEs
  206. Texto do artigo, página 33: DMArK
  207. Texto do artigo, página 33: ArP's e ArD's
  208. Texto do artigo, página 33: MP br NP NC
  209. Texto do artigo, página 33: Pb tt qL VL iN LC
  210. Texto do artigo, página 33: CH
  211. Texto do artigo, página 33: LEGENDA:
  212. Texto do artigo, página 33: PCA-Presidente do Conselho de Administração; PEMo-Pelouro de Engenharia, Manutenção e Operações; PAFiM-Pelouro de Administração e Finanças e Marketing.
  213. Texto do artigo, página 33: PtrAb-Pelouro Representante dos Trabalhadores; rMEF-Representante do Ministério da Economia e Finanças.
  214. Texto do artigo, página 33: GCA-Gabinete do Conselho de Administração; DoNA-Direcção de Operações de Navegação Aérea;
  215. Texto do artigo, página 33: DoA-Direcção de Operações Aeroportuárias; GNN-
  216. Texto do artigo, página 33: -Gabinete de Novos Negócios; GAuD-Gabinete de Auditoria; GAJ-Gabinete de Assessoria Jurídica; DAP-Direcção de Aquisições e Património; DCoM- -Direcção Comercial; DMArK-Direcção de Marketing; GPq-Gabinete de Plano e Qualidade; DMi- Manutenção de Infraestruturas; DMEsi-Direcção de Manutenção de Equipamentos e Sistemas de Informação; DEPE-Direcção de Estudos e Projectos de Engenharia; DPi-Direcção de Projectos Imobiliários; DFiN-Direcção Financeira; DrEH-Direcção de Recursos Humanos; GGs-Gabinete de Gestão de Segurança; FAs-Fundo de Acção Social. ArPs-Aeroportos; ArDs-Aeródromos; MA-Maputo; br-Beira; NP-Nampula; NC-Nacala; Pb-Pemba; tt- -Tete; qL-Quelimane; VL-Vilanculos; LC-Lichinga; iN-Inhambane; CH-Chimoio.
  217. Texto do artigo, página 33: 4. Enquadramento Económico e Financeiro
  218. Texto do artigo, página 33: 4.1. Contexto Económico Internacional Em 2017 a economia mundial ganhou força com a diminuição das fragilidades associadas à crise financeira global e teve o maior crescimento desde 2011. Cresceu 3.7%, cinco décimos acima do ritmo de crescimento com que terminou 2016 e dois décimos abaixo da projecção realizada para o mesmo período. Por regiões, os prognósticos do FMI revelam um crescimento desigual. A Zona-Euro avançou a uma taxa interanual de 2.4% e Economias Emergentes e em Desenvolvimento a taxa de 4.4%. O Fundo Monetário Internacional (FMI), através do “World Economic Outlook update” (WEO) de Janeiro de 2018, indica que a economia global registou um crescimento de 3.7% em 2017, contra 3.2% de 2016. Este crescimento resulta do desempenho assinalável na maioria das economias avançadas, bem como das economias emergentes e em desenvolvimento, conforme mostra o gráfico a seguir. Analisando por regiões e principais países, constata-se que a Zona Euro cresceu 2.4% em 2017, contra 1.8% no ano 2016, como resultado do aumento das exportações e da procura doméstica. A Alemanha cresceu 2.5% em 2017, contra 1.9% em 2016; a França cresceu em 1.8%; a Espanha em 3.1% e a Itália em 1.6%, contra 1.2%, 3.3% e 0.9%, respectivamente.
  219. Texto do artigo, página 33: Nos EUA, o crescimento atingiu 2.3% em 2017, contra um crescimento de 1.5% em 2016, um aumento em 0.8 pontos percentuais. Segundo o FMI, este melhoramento
  220. Texto do artigo, página 34: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  221. Texto do artigo, página 34: deve-se às condições financeiras favoráveis, aumento do investimento e confiança nos consumidores.
  222. Texto do artigo, página 34: Evolução recente do Produto interno bruto
  223. Texto do artigo, página 34: Descrição
  224. Texto do artigo, página 34: 2017 2016 2015 2014
  225. Texto do artigo, página 34: Pib MuNDiAL 3.7 3.2 3.1 3.4 Economias Desenvolvidas 2.3 1.7 1.9 1.8
  226. Texto do artigo, página 34: O Japão registou em 2017, um crescimento de 1.8%, superando os 0.9% registados em 2016. O Reino Unido cresceu em 1.7% em 2017, contra 1.9%
  227. Texto do artigo, página 34: EuA 2.3 1.5 2.5 2.4 Zona Euro 2.4 1.8 1.5 0.9
  228. Texto do artigo, página 34: Alemanha 2.5 1.9 1.5 1.6 França 1.8 1.2 1.1 0.2 Itália 1.6 0.9 0.8 (0.4)
  229. Texto do artigo, página 34: A China teve um crescimento económico de 6.8% em 2017, 0.1 pontos percentuais acima do registado em 2016. A Índia teve um abrandamento no crescimento, tendo atingindo 6.7% em 2017, contra 7.1% do ano 2016. No Médio Oriente, África do Norte, Afeganistão e Paquistão, em conjunto registaram um crescimento de 2.5% em 2017, contra 4.9% registados em 2016, resultado do abrandamento económico do Irão provocado em parte, pela queda na produção e exportação de petróleo, sob o acordo da OPEC e conflitos em alguns países da região. A América Latina e Caraíbas registaram um melhoramento das suas economias, tendo alcançado um crescimento de 1.3% em 2017, após um decréscimo de 0.7% em 2016, resultante da recessão económica nalguns países da região. 2014 2015 2016 2017 3.4 3.1 3.1 3.7 Pib (Produto interno bruto) Mundial Brasil continua a enfrentar uma conjuntura económica adversa como reflexo da incerteza na política interna e corrupção, o que afecta o investimento. Contudo, registou durante 2017 um melhoramento da sua economia ao alcançar um nível de crescimento de 1.1% no ano 2017, contra um desempenho negativo de 3.5% em 2016. A África Sub-Sahariana, apesar de situações macroeconómicas adversas e, em alguns casos, de incerteza política, mostrou sinais de recuperação económica, como resultado do melhoramento dos preços de produtos primários de exportação. Esta região cresceu 2.7% em 2017, contra 1.4% em 2016.
  230. Texto do artigo, página 34: Japão 1.8 0.9 0.6 0.0 Economias Emergentes e em Desenvolvimento 4.7 4.4 4.0 4.6 Africa Sub-sahariana 2.7 1.4 3.5 5.0
  231. Texto do artigo, página 34: Africa do Sul 0.9 0.3 1.3 1.5
  232. Texto do artigo, página 34: Novas Economias Asiaticas industrializadas 6.5 6.4 6.6 6.8 China 6.8 6.7 6.9 7.3 India 6.7 7.1 7.3 7.3
  233. Texto do artigo, página 34: America Latina e Caraíbas 1.3 (0.7) (0.3) 1.3 Brasil 1.1 (3.5) (3.8) 0.1
  234. Texto do artigo, página 34: Fonte:IMF/World Economic, Janeiro 2018
  235. Texto do artigo, página 34: taxa de Crescimento dos Países da sADC As últimas projecções de crescimento para os países da SADC indicam uma tendência de recuperação das respectivas economias. Segundo dados do FMI, a África do Sul cresceu 0.9% em 2017, contra 0.3% em 2016. Este país ainda enfrenta problemas políticos internos que criaram incertezas nos investidores. A Tanzânia que vinha registando progressos assinaláveis no seu crescimento em cerca de 7% ao ano, abrandou para 6.5% em 2017. O Zimbabwe que atingiu um notável crescimento em 2016 (6.5%) desacelerou consideravelmente para 2.8% no período em análise, conforme a tabela a seguir.
  236. Texto do artigo, página 34: taxa de Crescimento do Produto interno bruto nos Países da sADC (%) 2017 2016 2015
  237. Texto do artigo, página 34: Descrição
  238. Texto do artigo, página 34: Estim. realizado realizado sADC
  239. Texto do artigo, página 34: Angola 1.5 (0.7) 3.5 África do Sul 0.9 0.3 1.4 Botswana 4.5 4.3 2.6 Lesotho 4.6 2.4 2.6 Madagascar 4.3 4.2 3.4 Malawi 4.5 2.3 4.0 Maurícias 3.9 3.9 3.2
  240. Texto do artigo, página 34: PIB (Produto Interno Bruto) Mundial 2017 2016 2015 2014 3.7 3.1 3.1 3.4
  241. Texto do artigo, página 34: Moçambique 5.5 3.8 6.5
  242. Texto do artigo, página 34: Namíbia 0.8 1.1 4.8 RDC 2.8 2.4 8.4 Seyscheles 4.1 4.5 3.5 Swazilandia 0.3 0.0 1.9 Tanzania 6.5 7.0 6.9 Zambia 4.0 3.4 4.3 Zimbabwe 2.8 6.7 1.4
  243. Texto do artigo, página 34: Fonte: IMF/World Economic, Janeiro 2018
  244. Texto do artigo, página 34: Preços internacionais das Principais Mercadorias (Commodities)
  245. Texto do artigo, página 34: Petróleo bruto/Crude (usD/barril)
  246. Texto do artigo, página 34: Preços Internacionais das Principais Mercadorias (Commodities) Petróleo Bruto/Crude (USD/Barril) 2012 2013 2014 2015 2016 2017 105.0 104.4 97.6 54.4 42.8 55.7
  247. Texto do artigo, página 34: 105.0
  248. Texto do artigo, página 34: 104.4
  249. Texto do artigo, página 34: 97.6
  250. Texto do artigo, página 34: 54.4
  251. Texto do artigo, página 34: 42.8 55.7
  252. Texto do artigo, página 34: 2012
  253. Texto do artigo, página 34: 2013
  254. Texto do artigo, página 34: 2014
  255. Texto do artigo, página 34: 2015
  256. Texto do artigo, página 34: 2016
  257. Texto do artigo, página 34: 2017
  258. Texto do artigo, página 35: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  259. Texto do artigo, página 35: Gás Natural/Carvão térmico
  260. Texto do artigo, página 35: taxa de inflacção Mundial (%)
  261. Texto do artigo, página 35: 70.1 85.7
  262. Texto do artigo, página 35: 2017 2017 2016 realizado Plano realizado
  263. Texto do artigo, página 35: Gás Natural/Carvão Térmico 70.1 85.7 4.4 5.0 2016 2017 * Gás Natural (USD/milhões unidade métrica) e Carvão Térmico (USD/tonelada métrica)
  264. Texto do artigo, página 35: Descrição
  265. Texto do artigo, página 35: Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  266. Texto do artigo, página 35: Mundo 3.0 3.2 2.8 Zona Euro 1.1 1.5 0.4 Asia em Desenvolvimento (China e India) 3.2 2.6 2.9 Africa Sub-sahariana 8.3 10.4 9
  267. Texto do artigo, página 35: 4.4
  268. Texto do artigo, página 35: 5.0
  269. Texto do artigo, página 35: 2016
  270. Texto do artigo, página 35: Fonte:IMF/World Economic, Janeiro 2018
  271. Texto do artigo, página 35: 2017
  272. Texto do artigo, página 35: Gás Natural (USD/milhão unidade métrica) Carvão Térmico (USD/tonelada métrica)
  273. Texto do artigo, página 35: Comércio Mundial
  274. Texto do artigo, página 35: Os gráficos a seguir apresentam o comportamento dos preços do Petróleo, Gás Natural e Carvão Térmicos entre 2016 a 2017. No cômputo geral constatou-se uma tendência de subida dos preços da maioria dos principais produtos de exportação, com excepção do preço do açúcar que reduziu em 22%. O aumento dos preços dos produtos exportados, contribuiu para o aumento das reservas internacionais líquidas. No que diz respeito aos produtos de importação, no ano 2017 verificou-se uma tendência de aumento do preço do petróleo, bem como do arroz e da farinha de trigo, com excepção do milho cujo preço reduziu em 1%. O Índice de Preços de Alimentos (IPA) divulgado pela “Food and Agriculture Organization” (FAO) entre Janeiro e Dezembro de 2017, situou-se em média, em 174.6%, contra 161.5% do ano 2016. De acordo com a FAO, enquanto o preço do açúcar reduziu durante o ano 2017, os preços da carne, cereais e óleos registaram subidas moderadas.
  275. Texto do artigo, página 35: Volume do Comércio de bens e serviços
  276. Texto do artigo, página 35: 5.9
  277. Texto do artigo, página 35: Volume do Comércio de Bens e Serviços 2.3 5.9 4.1 4.7 2016 2017 ■ Comércio Mundial (%) ■ Economias Avançadas ■ Economias Emergentes e em Desenvolvimento
  278. Texto do artigo, página 35: 2.3 4.1
  279. Texto do artigo, página 35: 2.6
  280. Texto do artigo, página 35: 4.7
  281. Texto do artigo, página 35: 2.5
  282. Texto do artigo, página 35: 2016
  283. Texto do artigo, página 35: 2017
  284. Texto do artigo, página 35: Comércio Mundial (%) Economias Avançadas Economia Emergentes e em Desenvolvimento
  285. Texto do artigo, página 35: Segundo o FMI, o volume do Comércio Mundial de bens e serviços durante o ano de 2017 aumentou 4.7%, contra 2.5% em 2016. O crescimento registado nas economias avançadas, bem como nas economias emergentes foi influenciado pelo aumento da demanda doméstica e da estabilidade das principais moedas internacionais.
  286. Texto do artigo, página 35: 4.2. Contexto Económico Nacional Os fenómenos ocorridos na época chuvosa 2016/2017, causaram 69 óbitos e afectaram pelo menos 1,054,707 pessoas em todo o País, das quais, 550.691 pessoas afectadas pelo Ciclone DINEO. Foi também registada a destruição de 127,281 casas, das quais 43,781 totalmente destruídas, 2,364 salas de aulas, 108 Unidades sanitárias, cerca de 67 mil hectares de culturas diversas, entre outros danos. Consequentemente, no sector agrário o impacto das inundações e do ciclone DINEO foi a destruição 66.616ha de culturas diversas (milho, arroz, feijão-nhemba, hortícolas diversas), correspondendo a 1,2% da área total semeada, afectando negativamente a cerca de 61.113 produtores, sendo as províncias de Sofala e Inhambane as mais atingidas. Decorrente dos factores de natureza conjuntural e estrutural da economia moçambicana que se manifestaram na redução do fluxo de divisas para a economia doméstica, o ano de 2017 representou um ano de estabilização e início de retoma moderada do crescimento económico, mercê dos seguintes factores, entre outros:
  287. Texto do artigo, página 35: Taxa de Inflação Mundial
  288. Texto do artigo, página 35: taxa de inflacção Mundial (%)
  289. Texto do artigo, página 35: 2016 realizado 2017 Plano 2017 realizado
  290. Texto do artigo, página 35: Taxa de Inflação Mundial Taxa de Inflação Mundial (%) 2017 Realizado 3.0 2017 Plano 3.2 2016 Realizado 2.8
  291. Texto do artigo, página 35: 3.0
  292. Texto do artigo, página 35: 3.2
  293. Texto do artigo, página 35: 2.8
  294. Texto do artigo, página 35: A Taxa de Inflação Média Mundial em 2017 atingiu
  295. Texto do artigo, página 35: 3.0% (0.2 pontos percentuais acima do registado em 2016), como indica o gráfico a seguir. O FMI aponta como principais causas do aumento, a subida dos preços dos combustíveis a nível das economias avançadas. Nos países
  296. Texto do artigo, página 35: Emergentes, a inflação também aumentou ligeiramente nos últimos meses de 2017, depois de ter começado o ano em baixa.
  297. Texto do artigo, página 35: § Retoma do crescimento da economia mundial; § Aumento dos preços das principais commodi-
  298. Texto do artigo, página 35: ties no mercado internacional;
  299. Texto do artigo, página 36: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  300. Texto do artigo, página 36: Relatório e Contas
  301. Texto do artigo, página 36: § Melhoria nas condições climatéricas com influência positiva sobre a prática de agricultura; e
  302. Texto do artigo, página 36: § Cessação de hostilidades político militar, possibilitando a circulação normal de pessoas e bens.
  303. Texto do artigo, página 36: Os factores acima descritos permitiram a recuperação da actividade agrícola e um crescimento robusto da indústria extractiva contrapondo o abrandamento dos restantes sectores da economia. O sector terciário também apresentou uma tendência de recuperação, sobretudo nos serviços financeiros e transportes e comunicação. A conjuntura macroeconómica adversa foi marcada por baixo nível dos fluxos de Investimento Directo Estrangeiro e manutenção da suspensão do Apoio Geral ao Orçamento (AGO) pelos parceiros de cooperação internacional. Face a esta conjuntura, o Governo continuou com medidas de austeridade, mantendo, no entanto, o foco em quatro áreas chaves para o crescimento da economia, designadamente Agricultura, Infra-estruturas, Turismo e Energia e reforçou a coordenação de políticas monetárias e fiscal, visando a regulação da liquidez nos níveis adequados ao crescimento da actividade económica.
  304. Texto do artigo, página 36: 4.2.1 Crescimento Económico
  305. Texto do artigo, página 36: Evolução do Produto interno bruto de Moçambique (%)
  306. Texto do artigo, página 36: 2012 2013 2014 2015 2016 2017
  307. Texto do artigo, página 36: 5.5
  308. Texto do artigo, página 36: 3.8
  309. Texto do artigo, página 36: 6.5
  310. Texto do artigo, página 36: 7.4
  311. Texto do artigo, página 36: 7.0
  312. Texto do artigo, página 36: 7.4
  313. Texto do artigo, página 36: Dados do Instituto Nacional de Estatística, indicam que
  314. Texto do artigo, página 36: o Produto Interno Bruto a preços de mercado apresentou um crescimento de 3.3% em 2016, contra os 4.5% previstos para o ano de 2017. Merecem destaque os sectores da Industria Extractiva e Mineira e Serviços Financeiros e Seguros que apresentam taxas de crescimento a dois dígitos. Pela negativa, merece destaque o desempenho do sector de Hotéis e Restauração, que ressentiu-se da tensão político-militar e o sector de Energia e água, devido à seca que afectou a capacidade de produção de energia hídrica.
  315. Texto do artigo, página 36: 4.2.2 sector Monetário e Cambial
  316. Texto do artigo, página 36: A política monetária desenhada e implementada pelo BM em 2017 esteve em linha com os principais objec-
  317. Texto do artigo, página 36: tivos de política económica definidos pelo Governo que estabeleciam um crescimento do PIB em 5.5%, bem como nível de inflação média anual de 15.5%. A reflectir o esforço conjugado do sector fiscal, monetário e cambial com os demais sectores, em 2017 os resultados da gestão macroeconómica do país mostram um desempenho positivo a medir pela evolução dos principais indicadores macroeconómicos, nomeadamente:
  318. Texto do artigo, página 36: § Apreciação do Metical face as moedas dos principais parceiros comerciais de Moçambique: em 17,4% face ao Dólar e 13.4% face ao Rand;
  319. Texto do artigo, página 36: § Desaceleração da inflação média de 19.85 pontos percentuais em Dezembro 2016 para 15.11% em Dezembro de 2017;
  320. Texto do artigo, página 36: § Constituição de reservas internacionais líquidas para um saldo equivalente a 7.3 meses de cobertura de importações de bens e serviços não factoriais, em termos de reservas brutas; e
  321. Texto do artigo, página 36: § Um crescimento moderado do PIB de 3% (até ao terceiro trimestre de 2017).
  322. Texto do artigo, página 36: Medidas tomadas no Âmbito da Política Monetária e da solidez do sector Financeiro
  323. Texto do artigo, página 36: Ao longo de 2017, o CPMO tomou as seguintes medidas:
  324. Texto do artigo, página 36: § Introdução, a partir de 3 de Abril, da taxa de câmbio de referência do mercado cambial moçambicano, resultante das médias das taxas de câmbio que os bancos praticam com a sua clientela, bem como do princípio de unicidade das taxas de câmbio;
  325. Texto do artigo, página 36: § Revogação do limite anual de pagamentos ao exterior com recurso ao cartão bancário internacional;
  326. Texto do artigo, página 36: § Redução da taxa de juro da Facilidade Permanente de Cedência em 75 pb para 22.50% e a taxa da Facilidade Permanente de Depósito em 25 pb para 16.0%, bem como a taxa MIMO (taxa de juro de política monetária) em 25 pb para 21.50%;
  327. Texto do artigo, página 36: § Introdução, com efeitos a partir de 15 de Abril, da taxa de juro do Mercado Monetário Interbancário de Moçambique (MIMO), fixando-a em 21.75%. Trata-se da taxa de juro de referência de Política Monetária (principal sinalizador) e da taxa de intervenção do Banco de Moçam-
  328. Texto do artigo, página 37: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  329. Texto lido por imagem, página 37: 28 DE DEZEMBRO DE 2018 8795
  330. Texto do artigo, página 37: Relatório e Contas Do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017 bique no Mercado Monetário Interbancário (MMI); Anúncio da alteração, com efeitos a partir do dia 7 de Junho de 2017, do regime de constituição de Reservas Obrigatórias (RO) de base diária para base média de 30 dias; Redução do coeficiente de RO para passivos em moeda nacional e moeda estrangeira em 150pb para 14%. Taxas de Juro a Retalho Dados disponíveis até Novembro continuam a mostrar rigidez nas taxas de juro a retalho, sobretudo nas taxas de juro dos empréstimos que aumentaram em termos acumulados em 81 pontos base para 28.78% em No- vembro de 2017. Por seu turno, as taxas de juro médias dos depósitos do sistema bancário nacional incremen- taram em 6.15 pontos para uma média de 18.8% em Novembro de 2017. Em resultado do maior aumento nas taxas de juro dos depósitos, o diferencial entre as taxas de juro activas e passivas passou de 15.32% para 9.98% em Novembro de 2018. Reservas Internacionais Líquidas Dados provisórios do Banco de Moçambique referentes ao último dia de Dezembro de 2017, apontam um saldo de USD 3,038 milhões, mais USD 1,311 milhões em relação ao saldo do fecho de 2016. Este valor representa um saldo de reservas brutas de USD 3,294 milhões, su- ficientes para cobrir 7.3 meses das importações de bens e serviços não factoriais, excluindo as importações dos grandes projectos. Os principais factores de variação das RIL, estão resumidos no gráfico a seguir. Taxas de Câmbio Em 2017, o Metical mostrou uma tendência de apre- ciação em relação às principais moedas. Os ganhos nominais da moeda nacional em relação ao Dólar são explicados pela implementação de medidas de con- tenção monetária pelo BM, num contexto de aumento da disponibilidade de divisas no mercado cambial. Conforme elucida o gráfico, em 2017, o Metical reve- lou uma tendência de apreciação em relação ao Dólar norte-americano e ao Rand, ao situar-se acima dos níveis registados em 2016. Inflação Em 2017, o País registou uma inflação acumulada de 5.65% que é inferior a que foi registada em igual perío- do de 2016 (23.67%), o que evidencia uma tendência de estabilização do custo de vida, com particular destaque para os meses de Junho a Outubro de 2017, período em que se registou uma redução do nível geral de preços. Em termos de inflação média, registou-se uma variação de 15.1% contra os 15.5% prognosticados para o ano. O nível de inflação foi influenciado, essencialmente, pela redução de preços de produtos Alimentares e Bebidas não Alcoólicas, contrariando a tendência de agravamento de preços da classe de Transporte, Habi- tação, Água, Electricidade, Restaurantes e Hotéis e de Vestuário e Calçado. Em termos geográficos, a Cidade de Maputo apresenta a maior tendência de agravamento dos preços na ordem de 7.16%, seguida da Cidade de Nampula com 4.57% e, por último, a Cidade da Beira com uma inflação acumulada de 2.93%. Quanto ao comportamento da inflação acumulada por divisão, conforme constata-se que em 2017, registou-se um aumento dos preços: Da gasolina, devido a retirada do subsídio que era suportado pelo Governo na importação do petróleo no mercado internacional Do pão de trigo, explicado pela subida do preço de importação do trigo no mercado internacio- nal e Dos preços de transportes semi - colectivos de passageiros, explicados pela revisão da tarifa de preços. Em conjunto, estes produtos são os que mais influen- ciaram a tendência de agravamento de preços. Factores Explicativos da Inflação Dos factores que contribuíram para o comportamento da inflação em 2017, destacam-se os seguintes: No sentido ascendente:
  331. Texto do artigo, página 37: bique no Mercado Monetário Interbancário (MMI);
  332. Texto do artigo, página 37: § Anúncio da alteração, com efeitos a partir do dia 7 de Junho de 2017, do regime de constituição de Reservas Obrigatórias (RO) de base diária para base média de 30 dias;
  333. Texto do artigo, página 37: § Redução do coeficiente de RO para passivos em moeda nacional e moeda estrangeira em 150pb para 14%.
  334. Texto do artigo, página 37: taxas de Juro a retalho
  335. Texto do artigo, página 37: Dados disponíveis até Novembro continuam a mostrar rigidez nas taxas de juro a retalho, sobretudo nas taxas de juro dos empréstimos que aumentaram em termos acumulados em 81 pontos base para 28.78% em Novembro de 2017. Por seu turno, as taxas de juro médias dos depósitos do sistema bancário nacional incrementaram em 6.15 pontos para uma média de 18.8% em Novembro de 2017. Em resultado do maior aumento nas taxas de juro dos depósitos, o diferencial entre as taxas de juro activas e passivas passou de 15.32% para 9.98% em Novembro de 2018. reservas internacionais Líquidas
  336. Texto do artigo, página 37: Dados provisórios do Banco de Moçambique referentes ao último dia de Dezembro de 2017, apontam um saldo de USD 3,038 milhões, mais USD 1,311 milhões em relação ao saldo do fecho de 2016. Este valor representa um saldo de reservas brutas de USD 3,294 milhões, suficientes para cobrir 7.3 meses das importações de bens e serviços não factoriais, excluindo as importações dos grandes projectos. Os principais factores de variação das RIL, estão resumidos no gráfico a seguir.
  337. Texto do artigo, página 37: taxas de Câmbio
  338. Texto do artigo, página 37: Evolução da taxa de Câmbio
  339. Texto do artigo, página 37: USD GBP EUR ZAR
  340. Texto do artigo, página 37: 2.81 2.87 2.83 2.89 2.85 2.91 5.14 5.24 4.73 4.82
  341. Texto do artigo, página 37: Evolução da Taxa de Câmbio MUSD GBP EUR ZAR COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA COMPRA VENDA 2013 2014 2015 2016 2017 2.81 2.87 2.83 2.89 2.85 2.91 5.14 5.24 4.73 4.82 40.49 41.31 40.39 40.54 48.53 49.51 73.77 75.27 69.74 71.13 48.38 49.36 50.89 51.94 65.84 67.17 86.01 87.75 78.53 80.11 29.35 29.95 32.70 33.36 44.40 45.30 70.00 71.42 58.20 59.36
  342. Texto do artigo, página 37: 40.49 41.31 39.74 40.54 48.53 49.51 73.77 75.27 69.74 71.13
  343. Texto do artigo, página 37: 48.38 49.36 50.89 51.94 65.84 67.17 86.01 87.75 78.53 80.11
  344. Texto do artigo, página 37: 29.35 29.95 32.70 33.36 44.40 45.30 70.00 71.42 58.20 59.36
  345. Texto do artigo, página 37: COMPRA
  346. Texto do artigo, página 37: VENDA
  347. Texto do artigo, página 37: COMPRA
  348. Texto do artigo, página 37: VENDA
  349. Texto do artigo, página 37: COMPRA
  350. Texto do artigo, página 37: VENDA
  351. Texto do artigo, página 37: COMPRA
  352. Texto do artigo, página 37: VENDA
  353. Texto do artigo, página 37: COMPRA
  354. Texto do artigo, página 37: VENDA
  355. Texto do artigo, página 37: 2013 2014 2015 2016 2017
  356. Texto do artigo, página 37: Em 2017, o Metical mostrou uma tendência de apreciação em relação às principais moedas. Os ganhos nominais da moeda nacional em relação ao Dólar são explicados pela implementação de medidas de contenção monetária pelo BM, num contexto de aumento da disponibilidade de divisas no mercado cambial. Conforme elucida o gráfico, em 2017, o Metical revelou uma tendência de apreciação em relação ao Dólar norte-americano e ao Rand, ao situar-se acima dos níveis registados em 2016.
  357. Texto do artigo, página 37: Inflação
  358. Texto do artigo, página 37: Em 2017, o País registou uma inflação acumulada de 5.65% que é inferior a que foi registada em igual período de 2016 (23.67%), o que evidencia uma tendência de estabilização do custo de vida, com particular destaque para os meses de Junho a Outubro de 2017, período em que se registou uma redução do nível geral de preços. Em termos de inflação média, registou-se uma variação de 15.1% contra os 15.5% programados para o ano. O nível de inflação foi influenciado, essencialmente, pela redução de preços de produtos Alimentares e Bebidas não Alcoólicas, contrariando a tendência de agravamento de preços da classe de Transporte, Habitação, Água, Electricidade, Restaurantes e Hotéis e de Vestuário e Calçado. Em termos geográficos, a Cidade de Maputo apresenta a maior tendência de agravamento dos preços na ordem de 7.16%, seguida da Cidade de Nampula com 4.57% e, por último, a Cidade da Beira com uma inflação acumulada de 2.93%.
  359. Texto do artigo, página 37: Quanto ao comportamento da inflação acumulada por divisão, conforme constata-se que em 2017, registou-se um aumento dos preços:
  360. Texto do artigo, página 37: § Da gasolina, devido a retirada do subsídio que era suportado pelo Governo na importação do petróleo no mercado internacional
  361. Texto do artigo, página 37: § Do pão de trigo, explicado pela subida do preço de importação do trigo no mercado internacional e
  362. Texto do artigo, página 37: § Dos preços de transportes semi - colectivos de passageiros, explicados pela revisão da tarifa de preços.
  363. Texto do artigo, página 37: Em conjunto, estes produtos são os que mais influenciaram a tendência de agravamento de preços.
  364. Texto do artigo, página 37: Factores Explicativos de Inflação Dos factores que contribuíram para o comportamento da inflação em 2017, destacam-se os seguintes: No sentido ascendente:
  365. Texto do artigo, página 38: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  366. Texto do artigo, página 38: § Prevalência do alto nível de endividamento público interno, num contexto de suspensão do apoio externo ao Orçamento do Estado;
  367. Texto do artigo, página 38: § A estagnação da carteira de créditos junto das instituições bancárias com tendência decrescente, apesar dos Índices das Actividades Económicas mostrarem tendências de melhoria;
  368. Texto do artigo, página 38: § Retirada de subsídios a alguns preços administrados, com destaque para o preço dos combustíveis.
  369. Texto do artigo, página 38: No sentido descendente:
  370. Texto do artigo, página 38: § Maior oferta de bens alimentares como resultado das condições climáticas favoráveis para actividade agrícola verificada ao longo do ano;
  371. Texto do artigo, página 38: § Livre circulação de pessoas e bens, com o fim da tensão político - militar;
  372. Texto do artigo, página 38: § Coordenação de políticas monetárias e fiscal, visando a regulação da liquidez nos níveis adequados ao crescimento económico que se traduziram na redução da procura agregada;
  373. Texto do artigo, página 38: § Estabilidade cambial.
  374. Texto do artigo, página 38: Crescimento Económico
  375. Texto do artigo, página 38: Dados do INE indicam que em 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) registou um crescimento anual de 3.7%, de um plano de 5.5%. A indústria extractiva registou a maior contribuição no crescimento económico ao registar um crescimento de 32.4%, 8.4 pontos percentuais acima do planificado, como resultado do aumento da produção do carvão. Os ramos da Agricultura, pecuária, caça e floresta, e
  376. Texto do artigo, página 38: o de transportes e comunicação tiveram igualmente contribuições significativas no crescimento, a avaliar pelo peso que estes sectores tem na economia e pelo facto de terem crescido acima da média global. Pela negativa, é de destacar o decréscimo registado no sector de electricidade e água, causado pela crise hidrológica que afecta a região. O Plano Económico e Social de 2017 definiu como principais objectivos macroeconómicos para o ano, os seguintes: § Atingir um Crescimento Económico de 5.5%;
  377. Texto do artigo, página 38: § Manter a taxa de inflação média anual em cerca de 15.5%;
  378. Texto do artigo, página 38: § Atingir o nível de exportações de bens correspondente a 3,5 mil milhões de Dólares americanos;
  379. Texto do artigo, página 38: § Constituir Reservas Internacionais Líquidas correspondentes a 3.1 meses de cobertura das importações, excluindo os megaprojectos.
  380. Texto do artigo, página 38: Dados do Instituto Nacional de Estatística indicam que em 2017, apesar de uma conjuntura económica adversa, a economia moçambicana cresceu 3.7%, contra o plano anual de 5.5%; a taxa de inflação média situou-se em 15.11%, contra os 15.5% programados para o ano e as Reservas Internacionais Líquidas atingiram um nível de cobertura de 7.3 meses de importações de bens e serviços não factoriais, excluindo os megaprojectos, contra os 3.1 programados; e as exportações alcançaram o nível de 3.4 mil milhões de dólares norte americanos.
  381. Texto do artigo, página 38: 4.3. Destaques de 2017
  382. Texto do artigo, página 38: O presente subcapítulo reporta de forma resumida o destaque inter-sectorial ocorrido no ano de 2017.
  383. Texto do artigo, página 38: • AGriCuLturA ProDuçÃo ANiMAL E siLViCuLturA:O ramo da Agricultura, produção animal e silvicultura, na sua participação no PIB registou um crescimento de 4.2% que é consentâneo com a avaliação positiva da campanha agrícola 2016/2017. Este crescimento deve-se principalmente à melhoria significativa da precipitação, aliada a intervenções realizadas pelo Governo e pelos parceiros de cooperação. • PEsCA, AquACuLturA E sErViços rELACioNADos: O crescimento do sector pesqueiro na sua participação no PIB de 2017 foi de 10.3%, superando a meta planificada para o ano PIB. Neste sector, foi planificada a produção de 309,184 toneladas para o ramo de pescas, aquacultura e serviços relacionados, tendo sido produzidas 340,210 toneladas de produtos pesqueiros, o correspondente a uma realização de 110%. • iNDÚstriA EXtrACtiVA: A indústria extractiva teve um crescimento assinalável, o correspondente a 32.4%, influenciado pela subida dos preços dos minerais no mercado in-
  384. Texto do artigo, página 39: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  385. Texto do artigo, página 39: ternacional e o reinício de produção de algumas unidades. Foram planificadas para o ano 2017, um total de 11,080,365 toneladas de carvão mineral (coque e térmico), dos quais foram produzidas 11,777,763 toneladas, correspondente a uma realização de 106.29%. Estes níveis de produção foram influenciados pela subida dos preços no mercado internacional e o reinício de produção de algumas unidades.
  386. Texto do artigo, página 39: • iNDÚstriA trANsForMADorA: No ramo da indústria transformadora a produção registou um crescimento negativo (-0.8%), influenciado pelo decréscimo acentuado da produção das outras indústrias transformadores. A Produção Industrial atingiu o valor de 82,153.1 milhões de MT, correspondendo a uma realização de 101.9%,impulsionado principalmente pelas divisões Alimentar com um crescimento de 4,0%, Bebidas (17,6%), Minerais N/Metálicos (4,9%), Metalurgia de Base (1,7%) e Outras Indústrias Transformadoras (33,9%). • ENErGiA:A produção de energia eléctrica foi de 16,992,477 Megawates hora, de um plano anual de produção de 18,694,203Megawates, representando uma realização de 90.9%. Os níveis de produção registados foram influenciados, pelos seguintes factores: a redução na geração de energia eléctrica por parte da HCB, causada pela crise hidrológica que se tem registado e a baixa geração por parte de algumas fontes térmicas, solares e mini-hídricas. • EDuCAçÃo: Durante o período em análise, na sua participação no PIB, o sector da Educação cresceu 6.4%, destacando-se o efectivo do ensino superior com uma realização de 100%. No Ensino Geral foram matriculados em 2017, pouco mais de 6.7 milhões de alunos, representando um crescimento de 2% em relação a 2016. O crescimento foi mais acentuado no Ensino Secundário que atingiu 19% em relação a 2016. O Ensino Primário do 1º Grau teve uma realização de 98%. No ensino superior foram matriculados um total de 210,577 estudantes, o correspondente a uma realização de 106% e um crescimento de 7% comparativamente a 2016. • sAÚDE E ACçÃo soCiAL: A prestação dos serviços de saúde e Acção Social na sua
  387. Texto do artigo, página 39: contribuição para o PIB cresceu 5.6%, influenciado positivamente pelos níveis de realização registados nos indicadores Consultas externas, Saúde materno-infantil e Dias de internamento. Os indicadores de Saúde, designadamente Dias de internamento, Contactos aos Serviços de Saúde Materno Infantil e Consultas Externas, apresentam realizações acima de 100%, tendo superado as metas previstas para o ano. • trANsPortEs E ArMAZENAGEM: No período em análise, o sector registou um crescimento de 5.2%, influenciado positivamente pelos crescimentos do tráfego de passageiros, de carga e pelo manuseamento portuário. • trAFEGo DE PAssAGEiros: O tráfego de passageiros teve um desempenho positivo no seu todo, tendo registado um crescimento de 7.41%, quando comparando com o ano de 2016, influenciado positivamente pelos ramos: Ferroviário, Rodoviário e Marítimo que cresceram 118.75%, 6.88% e 6.63% respectivamente, como resultado da retoma do tráfego ferroviário de passageiros no troço Cuamba - Lichinga, Cuamba / Entre-lagos, a consolidação da operação das carruagens no sistema ferroviário sul e centro e o fim da tensão político-militar que favoreceu, em particular, o desempenho do transporte interprovincial. • trAFEGo DE CArGA: Foram transportados 17.650,3 milhões de toneladas quilómetros representando um crescimento de 28.12%. Contribuíram significativamente para este efeito os ramos ferroviário, rodoviário e o marítimo, mercê da retoma das ligações rodoviárias sem restrições e do desempenho das linhas férreas de Ressano-Garcia. O transporte Aéreo e o Pipeline reduziram o volume de carga transportada, como consequência do abrandamento da actividade económica, da redução da frota das LAM e da crise económica no Zimbabwe que tem reduzido as importações do combustível desse país através do gasoduto. • sErViços AuXiLiArEs Ao trAsPortE: Para o apoio ao transporte o sector conta com o Manuseamento Portuário, Dragagem, Serviços Aeroportuários e Balizagem Marítima que, no seu todo, registaram um crescimento de
  388. Texto do artigo, página 40: Aeroportos de Moçambique Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017
  389. Texto lido por imagem, página 40: 8798 III SÉRIE — NÚMERO 253
  390. Texto do artigo, página 40: Relatório e Contas do exercício findo em 31 de Dezembro de 2017 Aeroportos de Moçambique 7.34%. O manuseamento portuário contribuiu significativamente em 43,657.9 de toneladas métricas, representando um crescimento de 24.7%. Nesse processo, destaca-se o desempenho do porto de Nacala-a-Velha graças as exportações do carvão-mineral de Tete via Nacala-Velha e o de Maputo como resultado da melhoria da competitividade do porto e o Porto da Beira. • Taxas de Serviço de Navegação Aérea Misto: Nos casos em que as aeronaves sobrevoam e aterram nos ARP’s/ARD´s, o rédito é reconhecido na aterragem; • Taxas de Serviço de Navegação Aérea Puro: O rédito é reconhecido após o sobrevoo no espaço aéreo nacional, nos casos em que as aeronaves não aterram nos ARP’S/ARD´s. O evento que marca o reconhecimento do rédito é o sobrevoo. O rédito é reconhecido por estimativa logo que o sobrevoo tiver ocorrido. Feita confirmação do sobrevoo com a aeronave, poderá ser ajustado o rédito reconhecido; • Sobretaxa: É aplicável às aeronaves e por acréscimo ao valor das aterragens. O rédito é reconhecido quando o ARP/ARD é usado fora do horário normal de funcionamento; • Mangas: O rédito é reconhecido logo que a aeronave acopola na manga; • Assistência a Aeronaves e Aprovisionamento: O rédito é reconhecido a cada operação de assistência prestada por uma empresa a aeronave. Referem-se os trabalhos de carregamento, fornecimento de refeições a aeronaves, limpeza, fiscalização, despacho e documentação; • Cute: O rédito é reconhecido após o check-in; • Reabastecimento de Combustível: É Reconhecido como rédito a cada abastecimento a aeronaves.
  391. Texto do artigo, página 40: 5. Síntese de Actividade 5.1. Enquadramento A Empresa presta serviços aeroportuários (aeronáuti-cos (de aviação) e não aeronáuticos (de não aviação)) e serviços não aeroportuários. As principais fontes de receitas da Empresa, são descritas nos pontos seguintes:
  392. Texto do artigo, página 40: 7.34%. O manuseamento portuário contribuiu significativamente em 43,657.9 de toneladas métricas, representando um crescimento de 24.7%. Nesse processo, destaca-se o desempenho do porto de Nacala-a-Velha graças as exportações do carvão-mineral de Tete via Nacala-Velha e o de Maputo como resultado da melhoria da competitividade do porto e o Porto da Beira.
  393. Texto do artigo, página 40: 5. sintese de Actividade Actividad
  394. Texto do artigo, página 40: 5.1. Enquadramento
  395. Texto do artigo, página 40: A Empresa presta serviços aeroportuários (aeronáuticos (de aviação) e não aeronáuticos (de não aviação)) e serviços não aeroportuários. As principais fontes de receitas da Empresa, são descritas nos pontos seguintes:
  396. Texto do artigo, página 40: Aterragem Estacionamento Passageiros Carga Segurança Cute Mangas Reabastecimento de Combustível Assistência a Aeronaves e Aprovisionamento
  397. Texto do artigo, página 40: Aeronáuticos
  398. Texto do artigo, página 40: Serviços Aeroportuários
  399. Texto do artigo, página 40: Ocupação Implantação Reclames e Letreiros Publicidade Estacionamento de Viaturas Outros
  400. Texto do artigo, página 40: Não Aeronáuticos
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